Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Texto 2: "Artigo 1º: Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional". (...) "Artigo 20: "Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional".
(Fonte: Lei Federal n.º 7.716, de 05/01/1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor).
Leia os Textos 1 e 2 e responda: se a investigação policial citada no Texto 1 provar que o incêndio foi causado por "intolerância religiosa", qual é a relação correta entre o fato (Texto 1) e a lei (Texto 2)?
“Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico”.
Em “O pavão”, de Rubem Braga, temos:
Referindo-se a gêneros textuais, especifique (V) verdadeiro ou (F) falso e aponte a alternativa correta.
( ) Gêneros informativos/expositivos: Buscam apresentar informações e conhecimentos sobre um determinado assunto, como em uma notícia, reportagem ou artigo científico.
( ) Gêneros narrativos: Contam uma história com personagens, tempo e espaço, como em contos, fábulas, lendas e romances.
( ) Gêneros injuntivos/prescritivos: Têm como objetivo dar instruções ou orientações, como receitas culinárias, manuais de instrução e leis.
( ) Gêneros literários: Possuem um caráter artístico e estético, focando na forma e na expressão de sentimentos, como poemas, crônicas e roteiros de cinema.
( ) Gêneros argumentativos/dissertativos: Apresentam argumentos e opiniões para defender um ponto de vista, como em editoriais, resenhas e textos de opinião.
“Lá vem o vaqueiro pelos atalhos, Tangendo as reses para os currais. Blem... blem... blem... cantam os chocalhos Dos tristes bodes patriarcais. E os guizos finos das ovelhinhas ternas Dlin... dlin... dlin... E o sino da igreja velha: Bão... bão... bão...” (Ascenso Ferreira).
A tentativa de reproduzir linguisticamente sons e ruídos do mundo natural constitui a figura de linguagem:
A partir do bilhete, a afirmação correta é:
A figura de linguagem presente no trecho é:
O trecho que apresenta coesão e coerência adequadas é:
Assinale a alternativa que apresenta interpretação coerente e alinhada ao uso da comparação, sem criar informações paralelas.
“Havia na tarde uma claridade morna, dessas que não apressam ninguém. O vaqueiro, acostumado ao rumor seco da caatinga, seguia em passo constante, reparando nos pequenos brilhos espalhados pela paisagem, como se cada pedra guardasse um resto de história.”
Considerando o trecho, assinale a alternativa que melhor sintetiza a atitude do vaqueiro em relação ao ambiente, sem extrapolar informações ausentes.
I. A locução “de encontro a”, quando empregada na língua padrão, caracteriza aproximação favorável e convergente entre ideias ou ações, sendo utilizada para indicar alinhamento e harmonia de posições.
II. A locução “ao encontro de” expressa movimento contrário, choque ou oposição, sendo adequada para indicar divergência entre argumentos, decisões ou práticas sociais.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Brasil tem 34 mil crianças e adolescentes de até 14 anos vivendo em uniões conjugais, mostra Censo
Casamento civil com menores de 16 anos é proibido no Brasil. IBGE diz que o Censo solicita certidões ou documentos para comprovar a união cunjugal.
Por Bianca Muniz - São Paulo
05/11/2025 10h00 - Atulizado a 21 minutos
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgados nesta quarta-feira (5) retratam que mais de 34 mil pessoas entre 10 e 14 anos vivem em união conjugal no Brasil. Os dados fazem parte do questionário da amostra do Censo 2022, sobre nupcialidade e estrutura familiar. Desse grupo, quase oito em cada dez (77%) são mulheres.
O IBGE ressalta que os números se baseiam nas informações fornecidas pelos próprios moradorese não representam uma comprovação legal das uniões. Segundo o instituto, as respostas podem refletir percepções pessoais e incluir interpretações equivocadas ou erros de preenchimento.
Conforme o Censo, das pessoas entre 10 e 14 anos que viviam em algum tipo de união, 7% estão casadas no civil e no religioso, 4,9% só no civil e 1,5% s ó no religioso. O restante da amostra, 87%, viviam em algum outro tipo de união consensual.
A legislação brasileira proíbe o casamento civil entre menores de 16 anos, salvo em situações excepcionais autorizadas pela Justiça. Contudo, o IBGE destaca que não é sua função verificar a legalidade dessas relações, já que o Censo não solicita certidões ou documentos.
“A coleta é baseada unicamente na declaração do informante”, ressalta Marcio Mitsuo Minamiguchi, da Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do instituto.
Luciene Aparecida Longo, técnica do IBGE, explica que o conceito de “união consensual” adotado pelo Censo não exige comprovação documental.
“A resposta depende de quem declara. Uma pessoa pode se considerar em união, enquanto a outra se vê como namorada, por exemplo”, afirma.
Ela reforça que o IBGE questiona sobre uniões a partir de dez anos por entender que isso também faz parte da realidade brasileira, embora não seja permitido.
“ O IBGE quer o retrato do país e não somente o que é legal ou não, justamente para identificar onde há questões onde as políticas públicas podem atuar para mitigar ou eliminar o que não está na conformidade” - Luciene Aparecida Longo, do IBGE.
O levantamento também mostrou a composição desse grupo de acordo com cor e raça declarada e estados. A maioria é formada por pessoas pardas (20.414 crianças e adolescentes), seguido por brancas (10.009), pretas (3.246), indígenas (483) e amarelas (51). Além disso, o estado com maior número de crianças e adolescentes que viviam em uma união conjugal é São Paulo.
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/censo/noticia/2025/11/05/pessoas-ate-14-anos-uniao-conjugal-censo.ghtml. Acesso em: 05 de novembro de 2025.
I. A pesquisa do IBGE baseia-se apenas em dados fornecidos pelos usuários.
II. Segundo o IBGE, existem muitas crianças vivendo em uniões formais no Brasil.
III. O Censo de 2022 indica que a maioria dos adolescentes, vivendo em uniões conjugais, são indígenas.
IV. Os dados publicados na pesquisa foram comprovados por meio de documentação.
Está correto o que se afirma na(s) assertiva(s):