Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3703272 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quando considero a brevidade da existência dentro do pequeno parêntese do tempo e reflito sobre tudo o que está além de mim e depois de mim, enxergo minha pequenez.

Quando considero que um dia tombarei no silêncio de um túmulo, tragado pela vastidão da existência, compreendo minhas extensas limitações e, ao deparar com elas, deixo de ser deus e liberto-me para ser apenas um ser humano.

Saio da condição de centro do universo para ser apenas um andante nas trajetórias que desconheço...

Trecho do livro "O vendedor de sonhos" de Augusto Cury

CURY, Augusto. O vendedor de sonhos. 1. ed. São Paulo: Academia de Inteligência, 2009. 
Considere as afirmativas a seguir sobre o texto. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O texto propõe uma reflexão sobre a condição humana a partir da consciência da morte e da finitude, levando à humildade existencial como libertação interior.
(__) A principal ideia do texto é defender que o ser humano deve buscar ocupar uma posição central no universo para não ser tragado pela insignificância e pelo silêncio.
(__) A metáfora "pequeno parêntese do tempo" sugere, de modo implícito, que a existência humana é limitada, breve e inserida em um contexto temporal muito mais amplo do que o indivíduo pode compreender.

Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3703150 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Portugal

Os portugueses possuem formas de raciocínio bem diferentes das nossas e isto pode se tornar muito divertido em viagens.

Estávamos em Portugal, às margens do Rio Tejo, e pensamos em experimentar um peixe típico da região: a lampreia. Na mesma hora, alguém se lembrou de ter visto uma placa dizendo que a pesca da lampreia era proibida, no mesmo minuto o nosso guia logo disse:

- Estão vendo aqueles restaurantes ali? Eles servem lampreia.

Indignados, perguntamos:

- Mas que horror! Não respeitam nada então.

O guia retrucou:

- Não é bem assim, afinal o que é proibido é pescar e não vender!


IPSIS LITTERIS. Viagens. São Paulo: Associação de Tradutores Públicos e Intérpretes Comerciais do Estado de São Paulo − ATPIESP, [s.d.]. Disponível em: https://atpiesp.org.br/wp-content/uploads/Ipsis-Litteris-Viagens.pdf . Acesso em: 25 out. 2025.
A narrativa apresenta um episódio em que o humor decorre da diferença de raciocínio entre os interlocutores e da relação entre linguagem e contexto cultural. Considerando os elementos implícitos e o funcionamento discursivo do texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3701940 Português
CORVOS GUARDAM RANCOR DE HUMANOS

Esses pássaros são conhecidos pela inteligência e podem memorizar o rosto de quem os causar mal – e revidar com ataques violentos

Manuela Mourão


    O consenso geral é que o melhor amigo do homem é o cachorro (ou o gato, ou qualquer outro pet). Mas qual o maior inimigo?

    Você pode responder os grandes predadores, como os tubarões ou crocodilos, que são temidos ao redor do globo. Mas esses animais raramente causam ataques fatais: no mundo inteiro tubarões são responsáveis por uma média de 63 ataques anuais, dos quais só cinco ou seis resultam em mortes. Os crocodilos são mais perigosos: nos Estados Unidos, por exemplo, a média é de oito mordidas assassinas na conta deles. Mesmo assim, os verdadeiros líderes do ranking de animais que mais matam são os mosquitos.

    Mas, quando o critério é guardar rancor e ser vingativo, nenhum animal chega nem aos pés dos corvos.

    Esses pássaros sabem revidar ofensas como ninguém. Em 2019, o site CrowTrax, criado para monitorar os ataques de corvos ao redor do mundo, recebeu mais de 5 mil registros de ataques dessas aves. Só em Vancouver, cidade canadense onde a ferramenta nasceu, 8 mil ataques foram registrados desde o início do monitoramento, em 2016. 

    Parece até a história do filme de terror “Os Pássaros”, de Alfred Hitchcock, em que os corvos atacavam violentamente os moradores de uma cidade na Califórnia, mas é vida real.

    Gene Carter, especialista em computação que vive em Seattle, nos EUA, foi alvo por quase um ano. Os pássaros se empoleiravam nas janelas de sua casa, e de lá acompanhavam todos os movimentos que ele fazia.

    “Os corvos me encaravam na cozinha”, contou em entrevista para o The New York Times. “Se eu me levantasse e me movesse pela casa, eles encontravam um lugar onde podiam se empoleirar e gritar para mim. Se eu saísse para o carro, mergulhavam sobre mim, chegando a poucos centímetros da minha cabeça.”

    O estopim para tanta raiva foi um único evento: Carter jogou um ancinho para espantar o bando de perto de um ninho de outro pássaro. A perseguição só acabou quando a especialista se mudou de casa.

    Quando um bando – nome dado ao coletivo dessas aves – escolhe um alvo, o resultado não é nada bonito. A perseguição inclui ataques de ira que podem durar mais que uma dúzia de anos, além de ser capaz de virar um rancor multigeracional – ou seja, a raiva é passada de pai para filho.

    Corvos ofendidos podem se mostrar investidos a manter uma punição incessante a quem vacilou com eles. E o ódio não é nem um pouco aleatório: eles têm a habilidade de decorar e reconhecer rostos – mesmo em meio a grandes multidões.

    John Marzluff, professor da Universidade de Washington em Seattle, dedicou sua vida para estudar a interação entre humanos e corvos. Ele carinhosamente apelidou esses animais como “macacos voadores”, por causa da sua inteligência avançada e o tamanho de seus cérebros em relação ao corpo – que é consideravelmente grande.

    Em “A Inteligência das Aves”, a escritora Jennifer Ackerman defende que a expressão “cérebro de passarinho”, usada como uma analogia à burrice, não tem lógica. Exemplo disso são os corvos. Os pássaros pretos são verdadeiros gênios. A inteligência desses pássaros vai além de tramar vinganças contra quem cruza seu caminho. Eles conseguem imitar a fala humana, usar ferramentas, realizar desafios lógicos e até fazer ‘funerais’ para membros do bando.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/corvos-guardam-rancor-de-humanos-e-podem-se-vingar-ate-17-anos-depois/ Acesso em: 10 out. 2024 (Adaptado)
São demonstrações da vingança dos corvos, EXCETO: 
Alternativas
Q3701939 Português
CORVOS GUARDAM RANCOR DE HUMANOS

Esses pássaros são conhecidos pela inteligência e podem memorizar o rosto de quem os causar mal – e revidar com ataques violentos

Manuela Mourão


    O consenso geral é que o melhor amigo do homem é o cachorro (ou o gato, ou qualquer outro pet). Mas qual o maior inimigo?

    Você pode responder os grandes predadores, como os tubarões ou crocodilos, que são temidos ao redor do globo. Mas esses animais raramente causam ataques fatais: no mundo inteiro tubarões são responsáveis por uma média de 63 ataques anuais, dos quais só cinco ou seis resultam em mortes. Os crocodilos são mais perigosos: nos Estados Unidos, por exemplo, a média é de oito mordidas assassinas na conta deles. Mesmo assim, os verdadeiros líderes do ranking de animais que mais matam são os mosquitos.

    Mas, quando o critério é guardar rancor e ser vingativo, nenhum animal chega nem aos pés dos corvos.

    Esses pássaros sabem revidar ofensas como ninguém. Em 2019, o site CrowTrax, criado para monitorar os ataques de corvos ao redor do mundo, recebeu mais de 5 mil registros de ataques dessas aves. Só em Vancouver, cidade canadense onde a ferramenta nasceu, 8 mil ataques foram registrados desde o início do monitoramento, em 2016. 

    Parece até a história do filme de terror “Os Pássaros”, de Alfred Hitchcock, em que os corvos atacavam violentamente os moradores de uma cidade na Califórnia, mas é vida real.

    Gene Carter, especialista em computação que vive em Seattle, nos EUA, foi alvo por quase um ano. Os pássaros se empoleiravam nas janelas de sua casa, e de lá acompanhavam todos os movimentos que ele fazia.

    “Os corvos me encaravam na cozinha”, contou em entrevista para o The New York Times. “Se eu me levantasse e me movesse pela casa, eles encontravam um lugar onde podiam se empoleirar e gritar para mim. Se eu saísse para o carro, mergulhavam sobre mim, chegando a poucos centímetros da minha cabeça.”

    O estopim para tanta raiva foi um único evento: Carter jogou um ancinho para espantar o bando de perto de um ninho de outro pássaro. A perseguição só acabou quando a especialista se mudou de casa.

    Quando um bando – nome dado ao coletivo dessas aves – escolhe um alvo, o resultado não é nada bonito. A perseguição inclui ataques de ira que podem durar mais que uma dúzia de anos, além de ser capaz de virar um rancor multigeracional – ou seja, a raiva é passada de pai para filho.

    Corvos ofendidos podem se mostrar investidos a manter uma punição incessante a quem vacilou com eles. E o ódio não é nem um pouco aleatório: eles têm a habilidade de decorar e reconhecer rostos – mesmo em meio a grandes multidões.

    John Marzluff, professor da Universidade de Washington em Seattle, dedicou sua vida para estudar a interação entre humanos e corvos. Ele carinhosamente apelidou esses animais como “macacos voadores”, por causa da sua inteligência avançada e o tamanho de seus cérebros em relação ao corpo – que é consideravelmente grande.

    Em “A Inteligência das Aves”, a escritora Jennifer Ackerman defende que a expressão “cérebro de passarinho”, usada como uma analogia à burrice, não tem lógica. Exemplo disso são os corvos. Os pássaros pretos são verdadeiros gênios. A inteligência desses pássaros vai além de tramar vinganças contra quem cruza seu caminho. Eles conseguem imitar a fala humana, usar ferramentas, realizar desafios lógicos e até fazer ‘funerais’ para membros do bando.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/corvos-guardam-rancor-de-humanos-e-podem-se-vingar-ate-17-anos-depois/ Acesso em: 10 out. 2024 (Adaptado)
As palavras destacadas estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO em: 
Alternativas
Q3701938 Português
CORVOS GUARDAM RANCOR DE HUMANOS

Esses pássaros são conhecidos pela inteligência e podem memorizar o rosto de quem os causar mal – e revidar com ataques violentos

Manuela Mourão


    O consenso geral é que o melhor amigo do homem é o cachorro (ou o gato, ou qualquer outro pet). Mas qual o maior inimigo?

    Você pode responder os grandes predadores, como os tubarões ou crocodilos, que são temidos ao redor do globo. Mas esses animais raramente causam ataques fatais: no mundo inteiro tubarões são responsáveis por uma média de 63 ataques anuais, dos quais só cinco ou seis resultam em mortes. Os crocodilos são mais perigosos: nos Estados Unidos, por exemplo, a média é de oito mordidas assassinas na conta deles. Mesmo assim, os verdadeiros líderes do ranking de animais que mais matam são os mosquitos.

    Mas, quando o critério é guardar rancor e ser vingativo, nenhum animal chega nem aos pés dos corvos.

    Esses pássaros sabem revidar ofensas como ninguém. Em 2019, o site CrowTrax, criado para monitorar os ataques de corvos ao redor do mundo, recebeu mais de 5 mil registros de ataques dessas aves. Só em Vancouver, cidade canadense onde a ferramenta nasceu, 8 mil ataques foram registrados desde o início do monitoramento, em 2016. 

    Parece até a história do filme de terror “Os Pássaros”, de Alfred Hitchcock, em que os corvos atacavam violentamente os moradores de uma cidade na Califórnia, mas é vida real.

    Gene Carter, especialista em computação que vive em Seattle, nos EUA, foi alvo por quase um ano. Os pássaros se empoleiravam nas janelas de sua casa, e de lá acompanhavam todos os movimentos que ele fazia.

    “Os corvos me encaravam na cozinha”, contou em entrevista para o The New York Times. “Se eu me levantasse e me movesse pela casa, eles encontravam um lugar onde podiam se empoleirar e gritar para mim. Se eu saísse para o carro, mergulhavam sobre mim, chegando a poucos centímetros da minha cabeça.”

    O estopim para tanta raiva foi um único evento: Carter jogou um ancinho para espantar o bando de perto de um ninho de outro pássaro. A perseguição só acabou quando a especialista se mudou de casa.

    Quando um bando – nome dado ao coletivo dessas aves – escolhe um alvo, o resultado não é nada bonito. A perseguição inclui ataques de ira que podem durar mais que uma dúzia de anos, além de ser capaz de virar um rancor multigeracional – ou seja, a raiva é passada de pai para filho.

    Corvos ofendidos podem se mostrar investidos a manter uma punição incessante a quem vacilou com eles. E o ódio não é nem um pouco aleatório: eles têm a habilidade de decorar e reconhecer rostos – mesmo em meio a grandes multidões.

    John Marzluff, professor da Universidade de Washington em Seattle, dedicou sua vida para estudar a interação entre humanos e corvos. Ele carinhosamente apelidou esses animais como “macacos voadores”, por causa da sua inteligência avançada e o tamanho de seus cérebros em relação ao corpo – que é consideravelmente grande.

    Em “A Inteligência das Aves”, a escritora Jennifer Ackerman defende que a expressão “cérebro de passarinho”, usada como uma analogia à burrice, não tem lógica. Exemplo disso são os corvos. Os pássaros pretos são verdadeiros gênios. A inteligência desses pássaros vai além de tramar vinganças contra quem cruza seu caminho. Eles conseguem imitar a fala humana, usar ferramentas, realizar desafios lógicos e até fazer ‘funerais’ para membros do bando.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/corvos-guardam-rancor-de-humanos-e-podem-se-vingar-ate-17-anos-depois/ Acesso em: 10 out. 2024 (Adaptado)
Segundo o texto, é possível concluir que, EXCETO: 
Alternativas
Q3701814 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



É possível evitar os microplásticos?



Os microplásticos estão presentes em praticamente todos os ambientes do planeta — no gelo da Antártida, em animais marinhos, na água potável e até no sangue humano. Um estudo das universidades Columbia e Rutgers revelou que a água engarrafada contém, em média, duzentos e quarenta mil partículas de nanoplástico por litro, grande parte vinda da própria embalagem. A OMS já alertou que fragmentos menores que dez micrômetros podem ser absorvidos pelo organismo, embora ainda faltem pesquisas conclusivas sobre os riscos à saúde.


O problema também alcança a agricultura. Pesquisas indicam que o uso de lodo de esgoto como fertilizante e outros processos contaminam extensas áreas de cultivo nos Estados Unidos e na Europa, o que faz com que fragmentos de plástico cheguem aos alimentos. Em geral, eles se acumulam nas raízes, afetando mais vegetais como cenouras e nabos do que folhosos como a alface.


As alternativas propostas — como plásticos biodegradáveis ou a substituição por garrafas de vidro — também trazem desafios ambientais, já que esses materiais se decompõem lentamente ou demandam recursos que causam impacto. Além disso, microplásticos estão presentes no sal, na cerveja e na água da torneira, principalmente por fibras têxteis.


Apesar da disseminação, há pesquisas promissoras: fungos, bactérias e insetos capazes de degradar plásticos, técnicas de filtragem, tratamentos químicos e até ímãs sendo testados. Assim, embora os microplásticos façam parte de nosso cotidiano, a ciência busca caminhos para reduzir seus efeitos.



Fonte:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1wwzx2lzgo.adaptado

O texto discute a presença dos microplásticos em diferentes ambientes, abordando não apenas sua disseminação na água, nos alimentos e até no corpo humano, mas também as limitações das alternativas propostas e os esforços científicos para enfrentar o problema.



De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3701150 Português
Texto CG2A1 


    A inteligência artificial (IA) está transformando a maneira como as políticas públicas são formuladas e implementadas em todo o mundo. A sua capacidade de processar grandes volumes de dados em alta velocidade e identificar padrões complexos oferece oportunidades para a melhoria da eficiência e da eficácia das ações governamentais, desde a otimização de serviços públicos até a formulação de políticas baseadas em evidências. Assim, a IA passou a ser considerada uma ferramenta essencial para os governos enfrentarem diversos desafios contemporâneos, como as mudanças climáticas e questões de saúde pública e segurança.

    Uma das principais áreas de impacto da IA nas políticas públicas é a gestão de recursos públicos. As aplicações de IA podem analisar grandes quantidades de dados financeiros e operacionais, a fim de identificar ineficiências e desperdícios, e permitir uma melhor alocação de recursos. Além disso, essas tecnologias proporcionam a automação de processos burocráticos, para reduzir custos operacionais e possibilitar que os servidores públicos atuem em tarefas de maior valor agregado. 

    O Poder Judiciário é outro setor em que a IA tem um impacto crescente. As ferramentas são utilizadas para auxiliar juízes na tomada de decisões, o que reduz o tempo de tramitação dos processos e melhora a consistência das decisões judiciais. Contudo, isso leva a questões éticas e legais sobre a transparência e a imparcialidade dos algoritmos, bem como sobre o papel do ser humano na tomada de decisões judiciais.  

    De forma ampla, a administração pública é impactada pela IA, especialmente no que diz respeito à automação de processos e à análise de grandes volumes de dados. A análise de dados em tempo real permite que os gestores públicos tomem decisões mais informadas e respondam rapidamente a mudanças nas condições socioeconômicas. Contudo, a adoção da IA no setor público também exige uma reformulação das práticas regulatórias, para garantir que os benefícios sejam distribuídos de forma equitativa e que os riscos sejam adequadamente gerenciados.  

    Apesar dos diversos benefícios que a IA pode trazer para as políticas públicas, os desafios associados ao seu uso não podem ser ignorados. Questões controversas, como a discriminação algorítmica, a proteção da privacidade e de dados pessoais, a transparência e a responsabilidade, são fundamentais para o debate sobre a adoção de IA em políticas públicas.


Internet: <https://revistajuridica.presidencia.gov.br> (com adaptações). 

Com base nas ideias do texto CG2A1 relativas às áreas impactadas pela IA, é correto afirmar que

Alternativas
Q3700917 Português

Abramovay et al. (2012) declaram que muitos fatores revelaram-se como ingredientes importantes para criação e manutenção de um clima de insegurança na escola. A presença de armas, por exemplo, gera o temor de que confrontos mais sérios possam acontecer. De acordo com os entrevistados na obra Conversando sobre violência e convivência nas escolas, as armas mais recorrentes na escola são as “armas brancas”.


Segundo o texto, na escola, algumas “armas brancas” mencionadas pelos entrevistados foram:

Alternativas
Q3700912 Português
No jogo das relações institucionais, os estudantes utilizam os mecanismos que têm disponíveis, como a ameaça e o medo. A obra Conversando sobre violência e convivência nas escolas reproduz as falas de uma vice-diretora que afirma: “[Tem] ameaça de aluno pra professor, professor pra aluno, funcionário pra aluno, aluno pra professor, pra funcionário”. Os alunos “fazem [ameaças] em relação a professor e funcionário”.
Abramovay et al. (2012) afirmam que na escola “as ameaças surgem como forma de ‘questionar’
Alternativas
Q3700911 Português
Segundo Abramovay et al. (2012), “é comum observar professores, diretores, coordenadores e os próprios pais afirmarem que os estudantes são potencialmente ‘violentos’ por serem oriundos de uma ‘família desestruturada’”. De acordo com a autora, essa visão de “desestruturação familiar”, com frequência, acaba por
Alternativas
Q3700909 Português
Em Bullying: o que é bullying?, Carolina Camargo escreve que os espectadores ou público, no bullying, são aqueles que presenciam as situações agressivas. De acordo com a autora, os espectadores
Alternativas
Q3700907 Português
De acordo com o texto Bullying: o que é bullying?, de Carolina Camargo, é correto afirmar que
Alternativas
Q3700906 Português
Em Bullying: o que é bullying?, Carolina Camargo explica que “o alvo de bullying é aquele que recebe as agressões” e o “autor de bullying é aquele que comete agressão”. O referido texto afirma que algumas características fazem do autor de bullying uma pessoa que necessita
Alternativas
Q3700886 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



        O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.


        O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.


      Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.


 (Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)

Foi empregada em sentido figurado, no contexto em que se encontra, a palavra destacada em:
Alternativas
Q3700885 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



        O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.


        O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.


      Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.


 (Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)

No trecho “O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece…” (1º parágrafo), a palavra em destaque tem como sinônimo, no contexto em que foi empregada:
Alternativas
Q3700884 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



        O uso excessivo e indiscriminado de antibióticos na saúde humana e na agropecuária favorece, há décadas, o surgimento de variedades de bactérias resistentes a esses medicamentos, causadoras de infecções cada vez mais difíceis de combater. O resultado é a morte de centenas de m ilhares de pessoas todos os anos no mundo. O total de óbitos atribuídos ao adoecimento por bactérias que não sucumbem aos antibióticos disponíveis passou de 1,06 milhão por ano, em 1990, para 1,14 milhão, em 2021, de acordo com a mais ampla e recente estimativa do problema, conduzida em um estudo.


        O cenário projetado para o futuro próximo, levando em conta o crescimento e o envelhecimento da população, é sombrio: as mortes por infecções bacterianas resistentes a antibióticos devem aumentar no mundo todo até 2050 e chegar a 1,91 milhão de óbitos ao ano. Se o quadro geral continuar o mesmo e não surgirem novos antibióticos capazes de matar essas bactérias nem forem adotadas medidas eficazes (e já conhecidas) para evitar infecções, 39,1 milhões de pessoas podem morrer de 2025 a 2050 como resultado de infecções por microrganismos resistentes aos antibióticos – quase 10% desses óbitos devem ocorrer na América Latina e no Caribe.


      Parte do aumento registrado entre 1990 e 2021 nos óbitos causados pelas bactérias resistentes é consequência do crescimento da população e da mudança no perfil etário. Os mais velhos são mais suscetíveis a infecções por terem o sistema imune mais frágil, além de mais doenças crônicas, que podem complicar a guerra contra as bactérias.


 (Mariana Ceci. “Bactérias resistentes podem matar 39 milhões de pessoas até 2050”, 20.03.2025. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)

Assinale a alternativa que contém afirmação em conformidade com o que foi tratado no texto e com a norma-padrão de emprego da vírgula.
Alternativas
Q3700776 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Zona Franca do Pensamento

O pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros, é onde nossa loucura é permitida e onde todos os nossos atos são inocentes. Que instale-se um novo mundo cibernético, mas que virem sucata esses detectores de mentiras, tão sujeitos a falha. Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar. Martha MedeirosO pensamento é o único lugar onde ainda estamos seguros, é onde nossa loucura é permitida e onde todos os nossos atos são inocentes. Que instale-se um novo mundo cibernético, mas que virem sucata esses detectores de mentiras, tão sujeitos a falha. Dentro do pensamento não há tecnologia que consiga nos achar.

Martha Medeiros - Texto adaptao

https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/2/ 
O texto apresenta uma reflexão sobre a privacidade do pensamento em um mundo cada vez mais tecnológico. Considerando os elementos de coerência, coesão e a estrutura do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3700632 Português

Leia o excerto a seguir, extraído de Iavelberg (2011):



“Os monitores contribuem para evitar brigas quando atuam com ética e promovem ___________ para ajudar as crianças a lidar com as divergências e os desentendimentos. Quanto mais os monitores souberem ____________, mais eles se sentirão parceiros na Educação dos alunos e atuarão como tal”.



Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.

Alternativas
Q3700534 Português
Sabendo o que são SINÔNIMOS e ANTÔNIMOS, leia as frases abaixo:

I - ALTO é sinônimo de BAIXO e ALEGRE é sinônimo de FELIZ.
II - CARO é antônimo de BARATO e BÊBADO é sinônimo SÓBRIO.
III - LEVE é antônimo de PESADO e GUERRA é sinônimo de BATALHA.
IV - QUENTE é antônimo de FRIO e TRISTE é sinônimo de MELANCÓLICO.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3700533 Português
Na língua portuguesa, cada palavra tem um sentido. Mas existem palavras diferentes que apresentam o mesmo sentido. Estas palavras são conhecidas como SINÔNIMOS.
Sabendo disso, associe as duas colunas, relacionando os SINÔNIMOS. 

1. Amigo. 2. Forte 3. Delicioso 4. Rápido 5. Falar
( ) Musculoso ( ) Gostoso ( ) Companheiro ( ) Conversar  ( ) Veloz

A sequência CORRETA dessa associação é:
Alternativas
Respostas
8741: D
8742: D
8743: A
8744: B
8745: C
8746: B
8747: B
8748: A
8749: B
8750: C
8751: B
8752: E
8753: A
8754: C
8755: C
8756: A
8757: B
8758: C
8759: D
8760: B