Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 91.818 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil provocou fortes chuvas e ventos intensos em diferentes regiões do país, especialmente no Centro-Sul. Minas Gerais e São Paulo registraram ventos fortes, mesmo estando fora do centro do fenômeno. Na Região Metropolitana de São Paulo, mais de dois milhões de pessoas ficaram sem energia, e a Defesa Civil contabilizou quedas de árvores, destelhamentos e alagamentos. Em toda a capital, mais de quinhentas chamadas por queda de árvores foram feitas até as quatorze horas. Meteorologistas classificam o ciclone como de altíssimo risco.
Climatologistas afirmam que, embora ciclones sejam comuns no hemisfério sul, a intensidade observada é compatível com tendências associadas às mudanças climáticas. Nos últimos anos, eventos semelhantes têm sido registrados no Brasil, como o ciclone de novembro que gerou um tornado no Paraná, destruindo quase toda a cidade de Rio Bonito do Iguaçu.
Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Ele relaciona a intensificação ao aquecimento global e, especialmente, às alterações na Antártica, onde a extensão do gelo marinho atingiu níveis muito baixos neste ano. Essa condição coloca a Oscilação Antártica em fase negativa e empurra o cinturão de ciclones para o sul do Brasil, favorecendo tempestades severas. Para ele, a combinação entre atmosfera mais quente e menor volume de gelo marinho contribui diretamente para a formação de ciclones mais intensos.
Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa, e aos ventos intensos favorecidos por ondulações incomuns nos jatos superiores da atmosfera — fenômeno mais típico do inverno. Estudos citados por Enver Gutierrez, pesquisador do Inpe, já apontam tais padrões como possíveis efeitos das mudanças climáticas.
José Marengo, do Cemaden, destaca a recorrência de ciclones-bombas, caracterizados por rápida queda de pressão e ventos extremamente fortes, fenômeno cuja frequência costuma ser associada ao aumento das temperaturas globais. Embora ainda não haja consenso para classificar o atual evento como ciclone-bomba, ele é considerado altamente intenso, com grande potencial destrutivo.
Especialistas alertam que eventos assim tendem a se intensificar se não houver ações que reduzam seus impactos. Além de medidas estruturais e estratégias de adaptação, Aquino reforça a necessidade de sistemas eficientes de alerta e comunicação, capazes de orientar a população sobre riscos e procedimentos de segurança. A atenção a alertas meteorológicos e previsões climáticas é vista como ferramenta essencial para evitar tragédias em cenários de eventos extremos cada vez mais frequentes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo.adaptado
Um ciclone extratropical provocou danos significativos em diferentes regiões brasileiras, revelando a vulnerabilidade das cidades diante de eventos meteorológicos intensos e reforçando a discussão sobre a influência das mudanças climáticas.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil provocou fortes chuvas e ventos intensos em diferentes regiões do país, especialmente no Centro-Sul. Minas Gerais e São Paulo registraram ventos fortes, mesmo estando fora do centro do fenômeno. Na Região Metropolitana de São Paulo, mais de dois milhões de pessoas ficaram sem energia, e a Defesa Civil contabilizou quedas de árvores, destelhamentos e alagamentos. Em toda a capital, mais de quinhentas chamadas por queda de árvores foram feitas até as quatorze horas. Meteorologistas classificam o ciclone como de altíssimo risco.
Climatologistas afirmam que, embora ciclones sejam comuns no hemisfério sul, a intensidade observada é compatível com tendências associadas às mudanças climáticas. Nos últimos anos, eventos semelhantes têm sido registrados no Brasil, como o ciclone de novembro que gerou um tornado no Paraná, destruindo quase toda a cidade de Rio Bonito do Iguaçu.
Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Ele relaciona a intensificação ao aquecimento global e, especialmente, às alterações na Antártica, onde a extensão do gelo marinho atingiu níveis muito baixos neste ano. Essa condição coloca a Oscilação Antártica em fase negativa e empurra o cinturão de ciclones para o sul do Brasil, favorecendo tempestades severas. Para ele, a combinação entre atmosfera mais quente e menor volume de gelo marinho contribui diretamente para a formação de ciclones mais intensos.
Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa, e aos ventos intensos favorecidos por ondulações incomuns nos jatos superiores da atmosfera — fenômeno mais típico do inverno. Estudos citados por Enver Gutierrez, pesquisador do Inpe, já apontam tais padrões como possíveis efeitos das mudanças climáticas.
José Marengo, do Cemaden, destaca a recorrência de ciclones-bombas, caracterizados por rápida queda de pressão e ventos extremamente fortes, fenômeno cuja frequência costuma ser associada ao aumento das temperaturas globais. Embora ainda não haja consenso para classificar o atual evento como ciclone-bomba, ele é considerado altamente intenso, com grande potencial destrutivo.
Especialistas alertam que eventos assim tendem a se intensificar se não houver ações que reduzam seus impactos. Além de medidas estruturais e estratégias de adaptação, Aquino reforça a necessidade de sistemas eficientes de alerta e comunicação, capazes de orientar a população sobre riscos e procedimentos de segurança. A atenção a alertas meteorológicos e previsões climáticas é vista como ferramenta essencial para evitar tragédias em cenários de eventos extremos cada vez mais frequentes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo.adaptado
Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa.
De acordo com a análise das frases, assinale a alternativa CORRETA.
Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar
Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.
A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.
Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).
Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.
Qual é o antônimo da palavra sublinhada abaixo?
A sua vontade de fazer o bem é admirável.
Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar
Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.
A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.
Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).
Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.
Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar
Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.
A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.
Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).
Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.
As crianças brincavam nas ruas depois que terminavam suas tarefas. Todas gostavam de pular corda, menos Catarina e Raquel. Elas gostavam de bonecas.
Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar
Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.
A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.
Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).
Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.
Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar
Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.
A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.
Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).
Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.
Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar
Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.
A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.
Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).
Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis
Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.
O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.
É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.
Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena. O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.
Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.
Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.
De acordo com o texto-base, a principal causa de as fotos da superlua feitas com celular geralmente saírem borradas é:
A leitura, mais do que decifrar códigos, é um exercício de posicionamento diante do mundo. Quem lê não apenas absorve informações, mas as relaciona com suas experiências, questiona o que está posto e constrói sentidos que ultrapassam o texto. No entanto, em uma sociedade marcada pelo imediatismo e pelo consumo acelerado de conteúdos, o ato de ler tende a ser reduzido a uma prática superficial, em que se busca apenas a informação rápida, sem reflexão.
Nesse contexto, formar leitores críticos exige um trabalho constante de valorização da leitura como prática social e não apenas como habilidade escolar. O texto, seja qual for o gênero literário, deve ser compreendido como espaço de diálogo, em que múltiplas vozes se cruzam e se confrontam.
Por isso, também escrever não é apenas combinar palavras de forma correta, mas construir uma voz autoral capaz de dialogar com diferentes perspectivas, questionar desigualdades e propor novas formas de compreender a realidade. A escola, portanto, tem papel fundamental em criar condições para que leitura e escrita se tornem instrumentos de emancipação.
I - O autor defende que ler vai além da decodificação de palavras, pois envolve interpretação, reflexão e diálogo com o mundo.
II - O texto critica o uso das tecnologias digitais, sugerindo que apenas os textos literários formam leitores críticos.
III - A leitura é apresentada como prática social, capaz de favorecer a construção de sentidos e o posicionamento crítico.
IV - Escrever é visto, no texto, como ato de expressar apenas informações objetivas, sem espaço para subjetividade ou reflexão.
Assinale a alternativa correta:
O avanço tecnológico tem transformado rapidamente a forma como nos comunicamos. Novas plataformas digitais surgem a cada instante, permitindo que a informação circule em escala global. Entretanto, esse dinamismo não elimina os desafios relacionados à compartilhados.
A velocidade com que notícias falsas se propagam é proporcional à dificuldade que os leitores encontram para avaliar criticamente o que recebem. Por isso, embora o acesso à informação seja um direito fundamental, tal acesso pode gerar riscos quando não acompanhado de formação adequada. Outro aspecto importante é que a responsabilidade de verificar a origem das notícias cabe somente aos órgãos governamentais.
Nesse contexto, torna-se indispensável que cada cidadão desenvolva competências de leitura crítica. Afinal, de nada adianta a rapidez no compartilhamento de dados se o sujeito não for capaz de distinguir o que contribui para o conhecimento do que apenas alimenta a desinformação. Assim, a construção de uma sociedade mais consciente depende da participação conjunta de indivíduos, instituições de ensino, órgãos reguladores e meios de comunicação.
Com base no texto apresentado e as relações de coesão e coerência, analise as afirmativas a seguir
I - O emprego de "Entretanto" (parágrafo 1) estabelece relação de contraste, reforçando a ideia de que o dinamismo das plataformas não resolve todos os problemas.
II - O trecho "Outro aspecto importante é que a responsabilidade de verificar a origem das notícias cabe somente aos órgãos governamentais" (parágrafo 2) compromete a coerência do texto, pois contradiz o que se afirma no parágrafo 3.
III - A expressão "Nesse contexto" (parágrafo 3) retoma globalmente os argumentos anteriores e contribui para a progressão lógica do texto.
IV - A construção do texto apresenta falhas de coesão, já que não há conectores adequados entre os parágrafos, o que compromete a compreensão.
Assinale a alternativa correta:
Leia atentamente o texto-base a seguir.
Em um tempo em que a informação circula velozmente, é comum confundir a rapidez da notícia com a profundidade da análise. Multiplicam-se opiniões que, em sua superfície, parecem consistentes, mas que se desfazem quando submetidas a exame mais rigoroso. Nesse cenário, o leitor é convidado a distinguir entre aquilo que apenas impressiona e aquilo que verdadeiramente esclarece. Afinal, a facilidade de acesso ao dado não garante, por si só, a construção de conhecimento sólido; exige-se reflexão crítica, que não se confunde com mera acumulação de informações.
Com base no texto, assinale a alternativa correta.
Texto para a questão.
"A lei, muitas vezes, parece distante do cidadão comum, envolta em uma linguagem que obscurece mais do que esclarece. É imperativo que o Estado promova a simplificação do discurso jurídico, tornando-o acessível a todos. A transparência e a clareza são pilares da democracia, e a comunicação é o veículo pelo qual a cidadania se fortalece. Se o direito é de todos, sua compreensão não pode ser privilégio de poucos. O acesso à justiça começa na inteligibilidade de suas normas."
ANDRADE, Ionara Fonseca da Silva; RÊGO, Patrícia de Amorim; SOUZA, Maria Claudia da Silva Antunes de. A linguagem jurídica e a necessidade de sua simplificação para o acesso à justiça e cidadania. Revista Cidadania e Acesso à Justiça, Florianópolis, v. 7, n. 2, p. 91–106, 2022. DOI: 10.26668/IndexLawJournals/2526-026X/2021.v7i2.8372
As palavras destacadas no Texto são, respectivamente, obscurece, promova e inteligibilidade. Assinale a alternativa em que a substituição dos termos mantém o sentido original do texto e a correção gramatical:
Texto para a questão.
"A dignidade humana não é um conceito abstrato, mas a base de toda a ordem jurídica. Ela se manifesta no direito de cada indivíduo a uma vida plena, livre de privações e violências. Quando a sociedade falha em garantir o mínimo existencial, o pacto social se fragiliza. A justiça, nesse contexto, não pode ser apenas a aplicação fria da lei, mas um instrumento de transformação que busca restaurar a integridade e a autonomia dos cidadãos. É um dever coletivo zelar para que os direitos fundamentais não sejam meras promessas no papel, mas realidades palpáveis no cotidiano de todos."
(Adaptado de Poesias, Contos e Crônicas: Direitos Humanos. Pitanga/PR ,Volume 2, 2019, pág 89)
Texto para a questão.
"A dignidade humana não é um conceito abstrato, mas a base de toda a ordem jurídica. Ela se manifesta no direito de cada indivíduo a uma vida plena, livre de privações e violências. Quando a sociedade falha em garantir o mínimo existencial, o pacto social se fragiliza. A justiça, nesse contexto, não pode ser apenas a aplicação fria da lei, mas um instrumento de transformação que busca restaurar a integridade e a autonomia dos cidadãos. É um dever coletivo zelar para que os direitos fundamentais não sejam meras promessas no papel, mas realidades palpáveis no cotidiano de todos."
(Adaptado de Poesias, Contos e Crônicas: Direitos Humanos. Pitanga/PR ,Volume 2, 2019, pág 89)