Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3837698 Português
    Atualmente o debate sobre o fim da escala 6x1 ganha força com o movimento Vida Além do Trabalho (VAT). [...] O movimento organizou uma petição pública contra a escala 6x1, que pedia ao Congresso Nacional uma alternativa de trabalho mais digna. Nesse contexto, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 8/2025 foi apresentada pela deputada federal Érica Hilton na Câmara e propõe: “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis horas semanais, com jornada de trabalho de quatro dias por semana”. Outra proposta, a PEC 221/2019, do deputado federal Reginaldo Lopes, coloca: “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis semanais”.
Disponível em: https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/comunicacao/noticias/noticias/2025/julho/fim-da-escala-6x1-e-reducao-dajornada-nao-podem-gerar-trabalho-intensificado. Acesso em: 20 out. 2025. 
Considerando que a coesão é resultado da disposição e da correta utilização das palavras que propiciam a ligação entre frases, períodos e parágrafos de um texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3837697 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Retina Negra

 

Sou preta fujona

Recuso diariamente o espelho

Que tenta me massacrar por dentro

Que tenta me iludir com mentiras brancas

Que tenta me descolorir com os seus feixes de luz

 

Sou preta fujona

Preparada para enfrentar o sistema

Empino o black sem problema

Invado a cena

 

Sou preta fujona

Defendo um escurecimento necessário

Tiro qualquer racista do armário

Enfio o pé na porta e entro

 

SOBRAL, C. Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz. Brasília: Ed. Teixeira, 2014.

Sobre o poema de Cristiane Sobral, analise as asserções.
I. O poema constrói imagens poéticas carregadas de crítica social e emoção, com elementos que traduzem os sentimentos de pessoas que enfrentam o racismo.
II. Um dos recursos expressivos marcantes do poema está no verso “Enfio o pé na porta e entro” que pode ser interpretado como a atitude do eu lírico ao exigir seu direito de ocupar espaços.
III. O efeito estilístico no poema é alcançado pelo uso de figuras de linguagem.
IV. A referência a black no verso tem a intenção de valorizar a língua inglesa.
Assinale a alternativa que apresenta somente asserções corretas. 
Alternativas
Q3837696 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Retina Negra

 

Sou preta fujona

Recuso diariamente o espelho

Que tenta me massacrar por dentro

Que tenta me iludir com mentiras brancas

Que tenta me descolorir com os seus feixes de luz

 

Sou preta fujona

Preparada para enfrentar o sistema

Empino o black sem problema

Invado a cena

 

Sou preta fujona

Defendo um escurecimento necessário

Tiro qualquer racista do armário

Enfio o pé na porta e entro

 

SOBRAL, C. Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz. Brasília: Ed. Teixeira, 2014.

No poema, o eu lírico descreve sua própria identidade como uma forma de justificar sua postura social. A construção estilística dessa ideia é realizada com base em recursos expressivos característicos da linguagem literária. O recurso que representa uma comparação implícita é
Alternativas
Q3837694 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.

A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.

Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!

A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.

Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.

Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.

A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.

Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.

Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.

 

Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.

O texto configura-se como um gênero que tem a função de  
Alternativas
Q3837693 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.

A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.

Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!

A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.

Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.

Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.

A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.

Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.

Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.

 

Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.

De acordo com o texto, mediante a promulgação da Lei n° 15.100, de 13 de janeiro de 2025, só não se defende  
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Q3837660 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Um vídeo do reencontro entre o cantor João Gomes e a sua ex-professora de Petrolina, no sertão pernambucano, viralizou nas redes sociais e emocionou muita gente. “Professora minha ali no canto, que eu sei que sente orgulho, porque foi com vocês que aprendi a ser um rapaz direito”, disse o cantor do palco, onde fazia um show beneficente para reverter fundos para um hospital da cidade. Verlandia Fernandes, 48 anos, deu aulas para o cantor por quatro anos no ensino fundamental. João Gomes, natural de Serrita (PE), cresceu na cidade de Petrolina.

    A disciplina preferida de João na escola era literatura, o que foi a base para ele seguir a carreira de compositor. Hoje ele tem números impressionantes para um artista de 23 anos: já liderou a lista de artistas mais ouvidos do Brasil no YouTube, no Spotify e acumula mais de 16 milhões de seguidores somente no Instagram. “Fazia bastante tempo eu tinha ido a um show dele, só que eu resolvi ir neste final de semana por ser beneficente”. Graduada em Pedagogia, ela dá aulas há 25 anos. “Encontrei também outros alunos: uma aluna que agora é pediatra, outro que é advogado. Quando eu vejo que deu certo, que eles estão felizes e que encontraram seu caminho na vida, me dá muito orgulho”.

    A homenagem de João Gomes, que não teve planejamento, aconteceu justamente dias antes do Dia dos Professores. “Fui para homenagear o menino João e a homenageada fui eu”, brinca Verlandia. “Foi um incentivo lindo para nós, professores. É um elogio para que os outros sigam e façam igual, para que as pessoas entendam que o professor realmente tem valor e faz toda a diferença na vida das crianças”, afirma.



(Rute Pina, “A história por trás da homenagem à professora em show de João Gomes em Petrolina”, www.bbc.com/ portuguese/articles/c78z1ygd93xo, 15.10.2025. Adaptado)

O vocábulo destacado no trecho “eu sei que sente orgulho, porque foi com vocês que aprendi a ser um rapaz direito” (1º parágrafo) pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por
Alternativas
Q3837658 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão




(Will Tirando, willtirando.com.br/ category/quadrinhos/page/2/, 21.06.2025)

Infere-se que o humor da tirinha vem da
Alternativas
Q3837657 Português

Observe a charge a seguir:



Imagem associada para resolução da questão


(Blog do AFTM. https://blogdoaftm.com.br/ charge-halloween-5/, 01.11.2025)



Na charge, pode-se afirmar que há 

Alternativas
Q3837656 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



    O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.

    O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).

    Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.



(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)

Um termo que explicita a opinião do autor é
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Q3837655 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



    O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.

    O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).

    Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.



(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)

O autor cita a obra de Josué de Castro para
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Q3837653 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



    O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.

    O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).

    Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.



(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)

Observe as palavras destacadas nas passagens a seguir:



    “O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo.” (1º parágrafo)

    

    “Por isso torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social...” (3º parágrafo)



Essas palavras podem ser substituídas, sem alteração de sentido, respectivamente por

Alternativas
Q3837427 Português
A noção de língua culta, frequentemente associada a prestígio social e escolarização, envolve um conjunto de usos estabilizados em determinados contextos formais de circulação, mas não se confunde com rigidez normativa nem com ausência de variação linguística, sendo atravessada por tensões entre norma, uso e ensino (FARACO, 2008).

Considerando os problemas gerais relacionados à língua culta no ensino de Língua Portuguesa, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3837426 Português
A produção textual organiza-se segundo diferentes modos de composição, que orientam a seleção lexical, a organização sintática e a progressão temática conforme a finalidade comunicativa e o efeito de sentido pretendido em cada situação de uso da linguagem (KOCH, 2014).

Considerando os tipos de composição — descrição, narração e dissertação —, assinale a opção correta.
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Q3837425 Português
A oralidade constitui uma modalidade fundamental da linguagem, marcada pela interação face a face, pela copresença dos interlocutores e pelo uso de recursos linguísticos e extralinguísticos que organizam a produção de sentidos em gêneros próprios da fala cotidiana e institucional (MARCUSCHI, 2008).

Considerando a oralidade, os gêneros orais, a relação entre oralidade e ensino de língua e as particularidades do texto oral, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3837424 Português
A linguagem, concebida como prática social, manifesta-se sempre em interação, sendo atravessada por vozes, posições discursivas e condições históricas de produção que determinam a forma e o sentido dos enunciados, os quais se realizam concretamente em textos situados (BAKHTIN, 2011).

Considerando os conceitos básicos de dialogismo, polifonia, discurso, enunciado, enunciação e texto, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3837423 Português
Os usos da linguagem organizam-se historicamente em formas relativamente estáveis de enunciados, determinadas pelas condições sociais de produção, pelos objetivos comunicativos e pelas esferas de atividade humana em que circulam (BAKHTIN, 2011).

Considerando a noção de gêneros discursivos, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3837421 Português
A leitura, em contextos escolares, envolve um conjunto de procedimentos intencionais que ajudam o leitor a formular hipóteses, selecionar informações relevantes, produzir inferências e verificar, ao longo do processo, se o sentido construído se sustenta diante do texto, de seus objetivos e de seu gênero (KOCH; ELIAS, 2016).

Considerando as estratégias de leitura no contexto do ensino de Língua Portuguesa, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3837419 Português
As formas de incorporação da fala alheia no texto revelam diferentes modos de organização do discurso, permitindo ao enunciador controlar, aproximar ou distanciar vozes, tempos e perspectivas, conforme efeitos de sentido pretendidos (FIORIN, 2016).

Considerando os tipos de discurso, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3837415 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
O texto discute a difusão de experiências culturais baseadas em tecnologias imersivas que recriam eventos históricos marcados por tragédias. Ao longo da exposição do tema, são apresentados tanto os elementos que explicam o fascínio do público quanto as críticas relacionadas a aspectos éticos, comerciais e culturais envolvidos nesse tipo de iniciativa.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837321 Português
O "Discurso Indireto Livre" (Free Indirect Speech) é uma técnica literária avançada. Assinale a alternativa que descreve corretamente suas características em contraste com o Discurso Indireto padrão.
Alternativas
Respostas
5341: C
5342: A
5343: A
5344: A
5345: B
5346: C
5347: A
5348: B
5349: D
5350: A
5351: E
5352: A
5353: A
5354: B
5355: A
5356: B
5357: C
5358: B
5359: A
5360: B