Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Pessoas em situação de rua: a complexidade da vida nas ruas
Tanto em cidades grandes, conhecidas por ter grande população de moradores de rua, como em cidades pequenas, a situação de vida nas ruas da cidade é alarmante. Não é um problema exclusivamente brasileiro, ele está presente no mundo todo. Vamos entender mais sobre essa condição, os fatores que o causam e como é o panorama brasileiro da população em situação de rua?
Pessoas que passam as noites dormindo nas ruas, sob marquises, em praças, embaixo de viadutos e pontes são consideradas pessoas em situação de rua. Além desses espaços, também são utilizados locais degradados, como prédios e casas abandonados e carcaças de veículos, que têm pouca ou nenhuma higiene.
Os “moradores de rua” são um grupo heterogêneo, isto é, pessoas que vêm de diferentes vivências e que estão nessa situação pelas mais variadas razões. Há fatores, porém, que os unem: a falta de uma moradia fixa, de um lugar para dormir temporária ou permanentemente e vínculos familiares que foram interrompidos ou fragilizados.
As características acima foram conceituadas em 2005 pelo Ministério do Desenvolvimento Social como os fatores intrínsecos à condição de rua e constam na Política Nacional para a População em Situação de Rua (decreto nº 7.053 de 2009)
Quando falamos sobre pessoas, sabemos que há particularidades na condição de várias delas e cada uma pode ter tido um motivo particular para viver nas ruas; mas há também questões em comum entre essas pessoas, que são repetidamente vistas em muitos casos.
Uma Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua foi realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social entre os anos de 2007 e 2008 com o objetivo de quantificar e qualificar todos esses fatores. Quanto aos motivos que levam as pessoas a morar nas ruas, os maiores são: alcoolismo e/ou uso de drogas (35,5%), perda de emprego (29,8%) e conflitos familiares (29,1%). Das pessoas entrevistadas, 71,3% citaram ao menos um dos três motivos e muitas vezes os relatos citam motivos que se correlacionam dentro da perda de emprego, uso de drogas e conflitos familiares.
Fonte: https://www.politize.com.br/pessoas-em-situacao-de-rua/
Publicado em 21 de setembro de 2017.
I)Pessoas em situação de rua existem apenas em cidades grandes.
II) Não há pessoas em situação de rua no Brasil.
III) Falta de moradia fixa e vínculos familiares que foram interrompidos são fatores que caracterizam as pessoas em situação de rua.
A sequência correta encontrada é:
Pessoas em situação de rua: a complexidade da vida nas ruas
Tanto em cidades grandes, conhecidas por ter grande população de moradores de rua, como em cidades pequenas, a situação de vida nas ruas da cidade é alarmante. Não é um problema exclusivamente brasileiro, ele está presente no mundo todo. Vamos entender mais sobre essa condição, os fatores que o causam e como é o panorama brasileiro da população em situação de rua?
Pessoas que passam as noites dormindo nas ruas, sob marquises, em praças, embaixo de viadutos e pontes são consideradas pessoas em situação de rua. Além desses espaços, também são utilizados locais degradados, como prédios e casas abandonados e carcaças de veículos, que têm pouca ou nenhuma higiene.
Os “moradores de rua” são um grupo heterogêneo, isto é, pessoas que vêm de diferentes vivências e que estão nessa situação pelas mais variadas razões. Há fatores, porém, que os unem: a falta de uma moradia fixa, de um lugar para dormir temporária ou permanentemente e vínculos familiares que foram interrompidos ou fragilizados.
As características acima foram conceituadas em 2005 pelo Ministério do Desenvolvimento Social como os fatores intrínsecos à condição de rua e constam na Política Nacional para a População em Situação de Rua (decreto nº 7.053 de 2009)
Quando falamos sobre pessoas, sabemos que há particularidades na condição de várias delas e cada uma pode ter tido um motivo particular para viver nas ruas; mas há também questões em comum entre essas pessoas, que são repetidamente vistas em muitos casos.
Uma Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua foi realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social entre os anos de 2007 e 2008 com o objetivo de quantificar e qualificar todos esses fatores. Quanto aos motivos que levam as pessoas a morar nas ruas, os maiores são: alcoolismo e/ou uso de drogas (35,5%), perda de emprego (29,8%) e conflitos familiares (29,1%). Das pessoas entrevistadas, 71,3% citaram ao menos um dos três motivos e muitas vezes os relatos citam motivos que se correlacionam dentro da perda de emprego, uso de drogas e conflitos familiares.
Fonte: https://www.politize.com.br/pessoas-em-situacao-de-rua/
Publicado em 21 de setembro de 2017.
Pessoas em situação de rua: a complexidade da vida nas ruas
Tanto em cidades grandes, conhecidas por ter grande população de moradores de rua, como em cidades pequenas, a situação de vida nas ruas da cidade é alarmante. Não é um problema exclusivamente brasileiro, ele está presente no mundo todo. Vamos entender mais sobre essa condição, os fatores que o causam e como é o panorama brasileiro da população em situação de rua?
Pessoas que passam as noites dormindo nas ruas, sob marquises, em praças, embaixo de viadutos e pontes são consideradas pessoas em situação de rua. Além desses espaços, também são utilizados locais degradados, como prédios e casas abandonados e carcaças de veículos, que têm pouca ou nenhuma higiene.
Os “moradores de rua” são um grupo heterogêneo, isto é, pessoas que vêm de diferentes vivências e que estão nessa situação pelas mais variadas razões. Há fatores, porém, que os unem: a falta de uma moradia fixa, de um lugar para dormir temporária ou permanentemente e vínculos familiares que foram interrompidos ou fragilizados.
As características acima foram conceituadas em 2005 pelo Ministério do Desenvolvimento Social como os fatores intrínsecos à condição de rua e constam na Política Nacional para a População em Situação de Rua (decreto nº 7.053 de 2009)
Quando falamos sobre pessoas, sabemos que há particularidades na condição de várias delas e cada uma pode ter tido um motivo particular para viver nas ruas; mas há também questões em comum entre essas pessoas, que são repetidamente vistas em muitos casos.
Uma Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua foi realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social entre os anos de 2007 e 2008 com o objetivo de quantificar e qualificar todos esses fatores. Quanto aos motivos que levam as pessoas a morar nas ruas, os maiores são: alcoolismo e/ou uso de drogas (35,5%), perda de emprego (29,8%) e conflitos familiares (29,1%). Das pessoas entrevistadas, 71,3% citaram ao menos um dos três motivos e muitas vezes os relatos citam motivos que se correlacionam dentro da perda de emprego, uso de drogas e conflitos familiares.
Fonte: https://www.politize.com.br/pessoas-em-situacao-de-rua/
Publicado em 21 de setembro de 2017.
Leia o texto a seguir.
Quando foi proclamada a República do Brasil, em 15 de novembro de 1889, a notícia somente chegou à antiga capital goiana, que não tinha telégrafo, no dia 29 de no vembro, 14 dias depois. Foi uma festa, segundo a crônica da época, cantaram até a Marselhesa, hino oficial da França, tal influência da língua francesa no território goiano, graças à participação dos padres dominicanos.
TELES. J. M. Os cem anos de Goiás. In: Crônicas vilaboenses. Goiânia: Kelps, 2013. p. 103.
Com base no texto, o hino oficial da França foi cantado para
Há cem anos a população mundial não experimentava uma epidemia com o potencial do coronavírus. O que para a maior parte das gerações tem um ar de novidade e de exceção, para inúmeros povos indígenas trata-se de uma trágica repetição de uma história multissecular. "A minha geração, que é diferente da geração dos meus avós que pegaram e viveram a gripe espanhola, nunca tinha experimentado uma pandemia deste tipo, nesta intensidade de mortes, sem nenhum tipo de medicamento comprovado, sem vacinas, as pessoas trancadas. Isso é exatamente o que esses povos indígenas experimentaram por tantos séculos", pontua a professora e pesquisadora Aparecida Vilaça.
Disponível em: https://acervo.socioambiental.org/acervo/noticias/morte-nafloresta-vida-e-consequencias-da-pandemia-para-os-povos-indigenas . Acesso em: 9 ago. 2020.
A comparação realizada no texto se fundamenta na característica histórica das populações indígenas de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Não adianta. Eu sou da Anápolis de ontem. Não adianta, eu sou mesmo de ontem, do tempo de andar descalço, sem medo e em plena liberdade, dos banhos no poço do Cristóvão ou na piscina do Fanstone, do tempo de brincar de pique, de finca, de pião, das caçadas de estilingue, de catar gabiroba, de apanhar caju, de correr pela enxurrada, de tomar chuva sem gripar. Não, não adianta não, esta cidade não é mais minha, pois a minha cidade tinha o sabor do campo, da gabiroba, do caju, da manga, da jabuticaba, das cozinhas farturentas, das festas de Bom Jesus, do circo Bacioki, do Pirulito, do foguetório do Rogério, onde tudo era folguedo, mas a vida era levada a sério.
FERREIRA SOBRINHO, Olimpio. Personalidades. Anápolis, 2004, p. 91. Apud: GARCIA, Ledonias Franco. Anápolis: para viver e aprender. Goiânia: Cânone, 2006. p. 90. (Adaptado).
O Texto 2, a seguir, foi produzido por um aluno da 2ª série do ensino fundamental de uma escola da cidade de São Paulo. Leia-o para responder à questão
Texto 2
Ele foi para a praça o E.T. tomate caiu no um buraco Ele disse a i machuquei a minha perna. Eles derão rrisada todos os minino ficarão passarinhos porque eles ficarão enchendo de rão um sorvete para Ele gostou do corvete ele pediu mais o corvete ele não aguentou toma-tudo os corvete. Ele a cordou daí Ele tinha que i pra paga mais não tinha deilheiro mais chegou espaceonave do E.T. tomate e pagou o corvete e foi embora e o Mario fofoca ficou triste mais Ele queria e junto com eles e foi para casa do E. T. tomate ele ficou contente.
ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos: escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. p. 71.
A interiorização da Covid-19 – com o epicentro do contágio saindo das metrópoles para cidades menores e mais afastadas dos núcleos urbanos – é outro fator de invisibilidade da pandemia. Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, o historiador da Casa Oswaldo Cruz (Fiocruz) Luiz Antônio da Silva Teixeira diz que a epidemia ficará mais oculta conforme as mortes passem a acontecer em lugares mais pobres e distantes, como ocorreu no Brasil durante a Gripe Espanhola. Assim como no caso da Gripe Espanhola, o historiador acredita que a dimensão real da pandemia vai demorar anos para ser calculada.
Disponível em: <http://observatoriohospitalar.fiocruz.br/debates-e-opinioes/invisibilidadesocial-por-tras-do-apagao-de-dados-da-pandemia> . Acesso em: 9 ago. 2020.
De acordo com o texto, a invisibilidade das pandemias se explica pela
Tem que ser devagarinho, rói daqui, raspa dali. [...] seu nome vem do Tupi.
Ouro e carne do cerrado, gosto forte e exótico. Com seu verde e dourado é um fruto patriótico.
(Letra de Marcelo Barra. Adaptada)
A letra trata de qual fruto típico do cerrado?
Na música Asa Branca, Luiz Gonzaga canta:
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação?
Nesse trecho, qual figura de linguagem é utilizada para relacionar a terra com a fogueira de São João?
Leia o seguinte trecho da música Nem um dia de Djavan:
Longe da felicidade
E todas as suas luzes
Te desejo como ao ar
Mais que tudo
És manhã na natureza das flores
Mesmo por toda riqueza
Dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia N
em um dia
com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você
A música faz uso de uma importante figura de linguagem marcada pela omissão de termos que mesmo que não tinham sido mencionados são de fácil percepção pelo interlocutor. Qual figura de linguagem é esta?