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Ano: 2020
Banca:
IV - UFG
Órgão:
Prefeitura de Goiás - GO
Provas:
IV - UFG - 2020 - Prefeitura de Goiás - GO - Agente Administrativo
|
IV - UFG - 2020 - Prefeitura de Goiás - GO - Agente Fiscal de Obras, Posturas, Ambiental, Trânsito e Transportes, do Consumidor e Outros Serviços |
IV - UFG - 2020 - Prefeitura de Goiás - GO - Agente Fiscal de Tributos |
IV - UFG - 2020 - Prefeitura de Goiás - GO - Agente Fiscal Sanitário |
IV - UFG - 2020 - Prefeitura de Goiás - GO - Avaliador de Imóveis |
IV - UFG - 2020 - Prefeitura de Goiás - GO - Técnico em Enfermagem |
IV - UFG - 2020 - Prefeitura de Goiás - GO - Agente Comunitário de Saúde |
Q4327170
Português
Texto associado
Texto 1
Fake News
A divulgação de notícias falsas, conhecidas como fake
news, pode interferir negativamente em vários setores da
sociedade, como política, saúde e segurança.
Apesar de parecer recente, o termo fake news, ou notícia
falsa, em português, é mais antigo do que aparenta.
Segundo o dicionário Merriam-Webster, essa expressão é
usada desde o final do século XIX. O termo é em inglês,
mas se tornou popular em todo o mundo para denominar
informações falsas que são publicadas, principalmente,
em redes sociais.
Não é de hoje que mentiras são divulgadas como
verdades, mas foi com o advento das redes sociais que
esse tipo de publicação popularizou-se. A imprensa
internacional começou a usar com mais frequência o
termo fake news durante a eleição de 2016 nos Estados
Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente.
Na época em que Trump foi eleito, algumas empresas
especializadas identificaram uma série de sites com
conteúdo duvidoso. A maioria das notícias divulgadas por
esses sites explorava conteúdos sensacionalistas,
envolvendo, em alguns casos, personalidades
importantes, como a adversária de Trump, Hillary
Clinton. Os motivos para que sejam criadas notícias
falsas são diversos. Em alguns casos, os autores criam
manchetes absurdas com o intuito de atrair acessos aos
sites e, assim, faturar com a publicidade digital.
No entanto, além da finalidade puramente comercial, as
fake news podem ser usadas apenas para criar boatos e
reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da
disseminação de ódio. Dessa maneira, prejudicam-se
pessoas comuns, celebridades, políticos e empresas.
É isso o que acontece, por exemplo, durante períodos
eleitorais, nos quais empresas especializadas criam
boatos, que são disseminados em grande escala na rede,
alcançando milhões de usuários. O Departamento de
Justiça Americano denunciou três agências russas,
afirmando que elas teriam espalhado informações falsas
na internet e influenciado as eleições norte-americanas de
2016.
Para disseminar informações falsas, é criada uma página
na internet. Um robô criado pelos programadores desses
grupos é o responsável por disseminar o link nas redes.
Quanto mais o assunto é mencionado nas redes, mais o
robô atua, chegando a disparar informações a cada dois
segundos, o que é humanamente impossível. Com
tamanho volume de disseminação de conteúdos, pessoas
reais ficam vulneráveis às fake news e acabam
compartilhando essas informações. Dessa forma, está
criada uma rede de mentiras com pessoas reais.
Como os responsáveis pelas fake news atuam,
geralmente, em uma região da web que é oculta para a
grande maioria dos usuários, não é fácil identificá-los e,
consequentemente, puni-los. Além disso, essas pessoas
usam servidores de fora do país, em lan houses que não
exigem identificação.
Disponível em: <https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/fake-news.htm>. Acesso
em: 20 jul. 2020
O Texto 1 se desenvolve em torno de um tema principal,
que é a