Questões de Concurso
Sobre gêneros textuais em português
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Considerando-se a teoria literária, sobre o narrador, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) No romance, pela própria extensão de sua matéria, o narrador pode fazer comentários e provocar interrupções, quebrando a linearidade, que é a sequência cronológica de um relato.
( ) No conto, o narrador deve ater-se exclusivamente ao evento central e apresentá-lo ordenadamente, sem quebra de sequência, desde o início até o desfecho, evitando digressões ou desvios de qualquer tipo.
“A comunicação oficial nas instituições, tanto públicas,
quanto privadas, materializa-se através dos textos escritos.
Em virtude do caráter formal e das diversas finalidades dos
órgãos, temos uma miscelânea de gêneros que devem ser
utilizados a depender do objetivo da comunicação. Esses são
os chamados gêneros textuais profissionais.”
“A comunicação oficial nas instituições, tanto públicas,
quanto privadas, materializa-se através dos textos escritos.
Em virtude do caráter formal e das diversas finalidades dos
órgãos, temos uma miscelânea de gêneros que devem ser
utilizados a depender do objetivo da comunicação. Esses são
os chamados gêneros textuais profissionais.”
“A comunicação oficial nas instituições, tanto públicas,
quanto privadas, materializa-se através dos textos escritos.
Em virtude do caráter formal e das diversas finalidades dos
órgãos, temos uma miscelânea de gêneros que devem ser
utilizados a depender do objetivo da comunicação. Esses são
os chamados gêneros textuais profissionais.”
“A comunicação oficial nas instituições, tanto públicas,
quanto privadas, materializa-se através dos textos escritos.
Em virtude do caráter formal e das diversas finalidades dos
órgãos, temos uma miscelânea de gêneros que devem ser
utilizados a depender do objetivo da comunicação. Esses são
os chamados gêneros textuais profissionais.”
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
I. Trata-se de um gênero textual do domínio discursivo jornalístico.
II. Tem como propósito comunicativo relatar fatos recentes.
III. A fim de privilegiar a impessoalidade, é característico desse gênero o emprego da 3ª pessoa do singular. Outra característica linguística é a prevalência de verbos de ação, com predomínio do tempo presente.
IV. Em se tratando da construção composicional, a notícia geralmente é composta por título, subtítulo ou título auxiliar, lead e corpo da matéria. Quanto ao lead, trata-se, geralmente, do primeiro ou dos dois primeiros parágrafos, respondendo às questões básicas da notícia: quem? O quê? Quando? Onde? Como? Por quê?
Estão CORRETOS:
I. É marcado pela expressão de um “eu”. Predomina o não distanciamento entre sujeito e objeto, os quais se fundem, de modo que a essência lírica é a recordação (“de volta ao coração”).
II. Originariamente, o termo lírico se associa a uma composição poética que os gregos cantavam ao som da lira. Mantendo esse aspecto, uma característica estilística típica do gênero é a musicalidade, obtida por meio de um arranjo especial de recursos como ritmo, rima, assonância e aliteração.
III. Tem como traço estilístico básico a autonomia das partes, fruto do desenrolar progressivo da ação.
Estão CORRETOS:
Leia o texto.
TEXTO II
Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
(ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Moderna, 2002. p.24)