Questões de Concurso Sobre gêneros textuais em português

Foram encontradas 2.575 questões

Ano: 2024 Banca: POLICON Órgão: Prefeitura de Canarana - MT Provas: POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Assistente Social | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fonoaudiólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Gestor de Aeródromo e Responsável AVSEC | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Inspetor Fiscal de Obras e Serviços | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Médico Clínico Geral | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Museólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Nutricionista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Educação Física | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Educação Infantil | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Professor de Língua Estrangeira - Inglês | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Psicólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Psicólogo Educacional | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Técnico em Educação Física | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Técnico em Recursos Humanos | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Terapeuta Ocupacional | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Turismólogo | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Bibliotecário | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Contador | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Dentista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Educador Físico | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Encarregado de Patrimônio | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Enfermeiro | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Engenheiro Ambiental | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Engenheiro Sanitarista | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fiscal de Obras e Posturas | POLICON - 2024 - Prefeitura de Canarana - MT - Fisioterapeuta |
Q3615578 Português
Instrução: Leia o texto abaixo e responda à questão.


Terremoto de magnitude 6,6 atinge cidade do interior do Acre


Um terremoto de magnitude 6,6 atingiu a cidade de Tarauacá, no interior do Acre, por volta das 4 da manhã deste domingo (28). O tremor foi captado pela Agência de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS). Segundo a agência, o epicentro foi localizado a 609,5 km de profundidade e a 66 km da zona urbana do município.

Dessa maneira, o terremoto não ofereceu risco à população local. Um outro terremoto de mesma magnitude também foi registrado no mesmo município no dia 20 de janeiro, o tremor ocorreu a 614,5 quilômetros de profundidade e a 124 km de Tarauacá.


(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/noticias/terremoto-demagnitude-66-atinge-cidade-do-interior-do-acre/). 
O texto em questão é uma notícia que é um gênero textual pertencente a qual tipologia textual? 
Alternativas
Q3595174 Português
Por meio da obra: “Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento”, Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004) instigam a reflexão sobre o ensino de língua a partir de sequências didáticas embasadas nos gêneros textuais. Tais sequências são apresentadas como um alternativa para alguns problemas presentes no ensino de língua. O procedimento descrito pelos autores segue uma estrutura composta por quatro variáveis apresentadas a seguir, exceto:
Alternativas
Q3509291 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Discórdia em Concórdia

Um voo por entre os buracos das nuvens.


"Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano.

Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado.

Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada.

Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante.

Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine.

Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio.

"O que está acontecendo?", quis saber.

"Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas.

Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia.

Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada.

Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho.

Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho:

"Epa, peralá! Por que no descero, tchê?"

O piloto explicou:

"Visibilidade zero, doutor."

"Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!"

"Sim, senhor!", respondeu o piloto.

Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho.

"Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante.

Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração.

Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião.

O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida.

Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto.

O chefão me deu as boas-vindas e comunicou:

"Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".


(CASTELO BRANCO, Carlos. Um voo por entre os buracos das nuvens. Estadão. 17/01/2024. Disponível em https://www.estadao.com.br/emais/cronica-por-quilo/discordia-em-concordia/. Acesso em 20 de março de 2024.)
Leia atentamente as afirmativas a seguir e assinale a INCORRETA.
Alternativas
Q3509289 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Discórdia em Concórdia

Um voo por entre os buracos das nuvens.


"Essa cerração estava bem fechada na serra, mas aqui em Ilhabela o céu estava cheio de buracos". Foi o que informou o dono do heliponto ao piloto do helicóptero no fatídico acidente que abriu o ano.

Esses buracos são espaços abertos entre as nuvens, o que, segundo ele, permitiria o pouso. Ao ler aqueles fatos na internet, na hora, recuei no tempo. Revivi o dia em que viajei para Concórdia, Santa Catarina, a bordo de um jatinho privado.

Fui orientado pela secretária do dono da aeronave a comparecer ao hangar de Congonhas às 16h30 para a importante reunião catarinense. No horário combinado, subi os estribos do Learjet rumo à avionada.

Decolamos com céu de brigadeiro. Era a primeira vez que tinha um aeroplano inteiro a meu dispor. Fui me sentindo uma celebridade até Curitiba. Naquele ponto, entretanto, o clima virou. A bem da verdade, capotou. Tudo nublou, não se via um milímetro de horizonte, e trovões rimbombavam a todo instante.

Não demorou para que o Lear passasse a sacudir mais do que coqueteleira em mão de barman. O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto. Ainda tonto, fui de gatinhas, pelo corredor, até a cabine.

Ali, notei que o copiloto dava pancadas no rádio.

"O que está acontecendo?", quis saber.

"Estamos sem comunicação, estou vendo se volta...", anunciou com aquela mansidão dos aeronautas.

Engoli em seco. A cerração continuava reinando, mas felizmente conseguiram contato com o aeroporto de Concórdia.

Apenas para que o leitor assimile o local onde seria nosso pouso, eu diria que se tratava de uma extensão de asfalto pouco maior do que uma pista de autorama no pico de uma alta montanha. Em volta, mata fechada.

Houve a primeira tentativa de aterrissagem, porém, não se divisava um palmo adiante do nariz do jatinho.

Quando arremetemos, se apresentou a voz do dono do avião no rádio, num forte sotaque gaúcho:

"Epa, peralá! Por que no descero, tchê?"

O piloto explicou:

"Visibilidade zero, doutor."

"Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho!"

"Sim, senhor!", respondeu o piloto.

Eu já tinha me sentado mais ao fundo possível pois ouvira dizer que, em acidentes aéreos, o estrago é menor aos que se localizam na popa. "Acharo o buraco?", insistia o gaúcho.

"Localizamos um a estibordo, doutor, vamos tentar o procedimento", prometeu o comandante.

Dei início ao rosário apressado que aprendi com minha avó. Usava os dedos como as contas do terço. O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração.

Assaltou-me a inconveniente lembrança de que meu sobrenome é Castelo Branco e certo marechal, com o mesmo nome, morrera num famoso desastre de avião.

O solo veio se aproximando. Foquei na minha janela. Antes de atingirmos a cabeceira, o trem de pouso triscou o galho de uma araucária. Bah, tri legal!" - urrou o gaúcho no rádio ao presenciar a descida.

Saí bambo da aeronave e, feito João Paulo II, beijei o asfalto.

O chefão me deu as boas-vindas e comunicou:

"Reunião ficou pra amanhã. O bão é que dá tempo de nóis assar um costelão pra ti".


(CASTELO BRANCO, Carlos. Um voo por entre os buracos das nuvens. Estadão. 17/01/2024. Disponível em https://www.estadao.com.br/emais/cronica-por-quilo/discordia-em-concordia/. Acesso em 20 de março de 2024.)
No que trata da linguagem, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: INSTITUTO AOCP Órgão: SANEPAR Provas: INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Administrador | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Advogado | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Ambiental | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Analista de Informática | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Cartógrafo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Arquiteto Urbanista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente de Comunicação - Jornalismo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente de Comunicação - Publicidade e Propaganda | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Assistente Social | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Bibliotecário | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Civil | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Biólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Controle e Automação | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Eletricista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Bioquímico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Florestal | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Mecânico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Contador | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Economista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Enfermeiro do Trabalho | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Agrônomo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Químico | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Sanitarista | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Engenheiro Segurança do Trabalho | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Geólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Geógrafo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Psicólogo | INSTITUTO AOCP - 2024 - SANEPAR - Profissional - Químico |
Q3450141 Português
Texto 1


Gemini: novo chat de voz por IA do Google funciona como assistente pessoal


13/08/2024 15h55


O Google anunciou nesta terça-feira, 13, em Mountain View, na Califórnia, a chegada do Gemini Live, ferramenta de inteligência artificial (IA) que vai funcionar como um assistente de voz por todo o ecossistema de produtos da empresa no celular. A apresentação foi feita durante o Made by Google 2024, evento em que a companhia apresenta suas maiores novidades e lançamentos e dispositivos.


Entre os novos produtos do Google, o que se destacou foram as novas atualizações - que foram testadas ao vivo e falharam algumas vezes - para a Gemini, a inteligência artificial (IA) da marca. O evento também marcou a chegada da nova linha de celulares Pixel 9, que não estarão disponíveis no Brasil. 


A maior novidade do Gemini é que, agora, a IA vai além do texto e interligará todo o celular, com dados de agenda, calendário, fotos e mais. O Gemini Live, uma espécie de chat de voz ao vivo, funciona como uma assistente pessoal - uma versão melhorada e mais inteligente do Google Assistente, que perdeu o suporte a várias funções em janeiro deste ano. Com 10 opções de vozes - muito fluidas e realmente parecida com a de humanos - é possível “conversar” com a IA e, até mesmo, interrompê-la sem precisar apertar botões.


Além disso, a IA terá acesso a aplicativos do celular, como Google Fotos, calendário e e-mail, integrando os serviços sempre que o usuário fizer um pedido pelo chat de voz, que vai funcionar com o aplicativo do Gemini. Por exemplo, o usuário pode tirar foto de um cartaz com datas de uma turnê de um artista e perguntar ao Gemini se, no dia do show, já possui algum compromisso marcado no calendário.


O recurso, demonstrado ao vivo pela empresa durante o evento, funcionou, mas não sem engasgar: foi preciso três tentativas para que o Gemini entendesse que era preciso cruzar os dados do cartaz - uma turnê da cantora pop Sabrina Carpenter - com o calendário do usuário no celular.


Outro novo recurso é que, ao assistir um vídeo no YouTube, por exemplo, o usuário poderá pedir para a IA descrever o que está acontecendo no vídeo ou, até mesmo, listar os itens que aparecem na tela.


O usuário também vai poder pedir para que o Gemini crie uma playlist específica, apenas sugerindo a finalidade e o tipo de música que deseja ouvir. O exemplo dado no evento foi para que a assistente pessoal criasse uma playlist para caminhar na cidade de Seul. 


O Gemini também contará com recursos parecidos com os dos chatbots, como pedir para que a assistente escreva e-mails, rascunhos ou mensagens. O recurso, como o ajude-me a escrever no e-mail e no Google Docs, por exemplo, já está disponível em português no Brasil.


Por enquanto, os recursos estão disponíveis para assinantes do Gemini Advanced. Segundo o Google, as novas funções estão prontas e poderão ser encontradas em aparelhos Samsung e Pixel ainda nesta terça-feira. Outros smartphones de sistema Android devem receber as atualizações nas próximas semanas.


Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agenciaestado/2024/08/13/gemini-novo-chat-de-voz-por-ia-do-googlefunciona-como-assistente-pessoal.htm. Acesso em: 15 ago. 2024.
Qual é o gênero textual do Texto 1?
Alternativas
Q3448119 Português
Sobre os “Gêneros textuais”, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – Gêneros textuais são as diferentes formas de texto usadas para transmitir as mensagens que pretendemos aos seus receptores, tendo como exemplos: crônicas, contos, notícias, bilhetes, listas de compras e receitas. Gêneros textuais são as diferentes formas de texto usadas para transmitir as mensagens que pretendemos aos seus receptores. São exemplos de gêneros textuais: crônicas, contos, notícias, bilhetes, listas de compras e receitas.
II – Existem muitos gêneros textuais, enquanto existem apenas cinco tipos de texto: narrativo, descritivo, argumentativo, expositivo e injuntivo. III – Entre os gêneros textuais narrativos, temos: Romance. Novela. Conto. Crônica. Fábula. Contos de Fadas. Lenda.
IV – “O Cavalo e o Asno” é um exemplo de crônica narrativa
Um cavalo e um asno caminhavam pela estrada, com o seu dono. Toda a carga ia em cima do asno, que suplicou ajuda ao outro animal: "Por favor, leva um pouco da minha carga, para eu poder seguir o caminho". O cavalo ignorou e, logo depois, o burro acabou morrendo de cansaço. Aí, o dono transferiu todo o peso para as costas do cavalo, incluindo o corpo do animal que morreu. O cavalo, infeliz, pensou: "Não quis carregar um peso tão leve e, por isso, agora tenho que carregar tudo sozinho".

Moral: Se não quisermos ajudar aqueles que precisam, também não seremos ajudados quando necessitarmos.
Alternativas
Q3444422 Português

Leia o texto I e responda à questão. 



Sobre o gênero textual, assinale a alternativa FALSA.  
Alternativas
Q3404981 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 


  •                                        Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal 


       Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.

      De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.

       Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.

       Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.

       O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.

       “As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.

       “O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.


(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)


Em uma situação hipotética, em que o Instituto de Química da UFF fosse entregar o mesmo texto, reestruturado de acordo com as normas e padrão da língua portuguesa, destinado às Organizações das Nações Unidas, cumprindo o mesmo objetivo central de conteúdo, qual seria o gênero textual recomendado para tal finalidade? 
Alternativas
Q3394658 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos

Uma paisagem verde, repleta de grama, árvores, lagos, rios e animais − não é a primeira coisa que vem à mente quando você pensa no Saara. Hoje, o norte da África abriga o maior deserto quente do mundo, com 9,2 milhões de quilômetros quadrados e temperaturas que passam de 50ºC no período da tarde.

Mas nem sempre foi assim. De tempos em tempos, o Saara ganha uma paisagem úmida, semelhante às savanas que existem no centro e sul da África. Isso ocorre graças a alterações periódicas na órbita da Terra, que causam o "período úmido africano" − e, consequentemente, a transformação do deserto.

Existem evidências sólidas de que o Saara teve uma vegetação periódica no passado, com a proliferação de rios, lagos e até animais dependentes de água (como os hipopótamos) antes de virar o que hoje é um deserto. O cientista climático Edward Armstrong, da Universidade de Helsinki, e sua equipe fizeram um modelo para simular como teria sido o Saara verde nos últimos períodos úmidos africanos.

O que foi o período úmido africano?

A cada 21 mil anos, o norte da África recebe mais umidade devido ao movimento de precessão da Terra. Assim como a translação (movimento do planeta ao redor do Sol) e a rotação (movimento ao redor de si mesmo), a precessão é uma alteração orbital periódica. Trata-se do movimento circular do eixo de rotação da Terra.

O maior exemplo desse movimento é o pião. Quando você gira o brinquedo, ele começa estável, com o topo apontado para cima. Após alguns segundos, ele sai do eixo central de rotação, e o topo do pião começa a fazer um movimento circular. A Terra também faz esse movimento. Isso significa que ora o polo Norte está apontando para uma região do céu, ora está apontando para outra.

Graças ao movimento de precessão, o hemisfério norte pode "mudar de lugar" e ficar mais próximo ao Sol nos meses de verão. Isso causa verões mais quentes no Norte. Sendo mais quente, o ar acumula mais umidade − o que intensifica o sistema de monções da África Ocidental. Essa dinâmica, por sua vez, estende as chuvas para o norte do continente, promovendo uma paisagem verde e úmida no local onde hoje é o Saara.

O período úmido africano não ocorreu só uma, mas 230 vezes, nos últimos oito milhões de anos. O último deles ocorreu entre o final do Pleistoceno e o início do Holoceno (que é a época geológica que vivemos hoje), e terminou entre 5 mil e 6 mil anos atrás. Isso é verificado por meio de sedimentos marinhos, de lagos, e outras evidências paleoclimatológicas.

Também temos evidências artísticas desses períodos. Pinturas rupestres de Tassili N'Ajjer, na Algéria, mostram animais como elefantes, girafas, rinocerontes e hipopótamos − mas nenhum deles vive na paisagem desértica que existe lá hoje. As inscrições datam de 11 mil anos atrás, um período no qual o Saara passava pela fase úmida.

Esses períodos de vegetação podem ter sido essenciais para a proliferação de animais para fora do continente. Os primeiros Homo sapiens, por exemplo, surgiram na África e depois se espalharam por outras regiões do globo. Essa migração em algum momento passou pelo norte do continente africano − algo que seria mais fácil caso houvesse florestas na região.

Os pesquisadores da Universidade de Helsinki também descobriram que o período úmido não acontece durante as eras glaciais, quando as latitudes mais altas ficam cobertas de gelo. Isso porque a atmosfera fica mais gelada e não permite a expansão da monção africana.

Retirado e adaptado de: ROSSINI, Maria Clara. Quando o Saara era verde: o deserto já passou por (muitos) períodos úmidos. Revista Superinteressante. Disponível https://super.abril.com.br/historia/quando-o-saara-era-verde-o-deserto-ja-passou-por-muitos-periodos-umidos/ Acesso em: 13 mar., 2024.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero do texto:
Alternativas
Q3393842 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Vacinas inversas: esperança contra doenças

autoimunes 


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T). 


Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.


Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a  resposta imune contra essa proteína.


Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.


É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.


Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.



Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.

Analise o trecho a seguir, retirado do texto:


No entanto , surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias.


Assinale a alternativa que poderia substituir o conectivo em destaque sem prejuízo de valor: 

Alternativas
Q3382903 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
O texto apresentado é um exemplar do gênero editorial. Qual das alternativas abaixo NÃO corresponde a uma característica desse gênero? 
Alternativas
Q3373777 Português
Resumo

Crônica é um gênero textual _____, é um ponto de intersecção entre o Jornalismo e a Literatura. O principal objetivo deste trabalho é pesquisar as origens e justificativas que levaram à união de duas esferas do conhecimento – jornalística e literária – a se entrecruzarem e resultarem neste modo peculiar de construção textual. O berço da crônica brasileira é o jornal impresso. Aqui ela foi desenvolvida pelos cronistas de modo tão singular que, além de não existir texto com características similares no _____ internacional, passou a ser apontada como uma criação genuinamente brasileira. Para seus leitores – não raro – cativos, ela representa uma _____ às regras visivelmente presentes nas notícias do jornal impresso. Isto porque a crônica tem a _____ de ser um texto que informa ______ do enfoque autoral, subjetivo, opinativo, parcial. Para o cronista, por sua vez, a crônica é o texto que lhe dá a liberdade de ______ pelo real e pelo ficcional, pelo noticioso e pelo literário concomitantemente. As características muito próprias do gênero textual Crônica e sua natureza híbrida são os escopos deste estudo.

Tuzino, Yolanda Maria Muniz. Disponível em: https://www.bocc.ubi.pt/pag/tuzino-yolanda-uma interseccao.pdf. Acesso em: 6 jan. 2024. 
A partir da leitura do texto, depreende-se que o gênero crônica pode ser considerado 
Alternativas
Q3327427 Português

O texto abaixo, da escritora Martha Medeiros, serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a elas.


Na terra do “Se”


Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.

Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.

Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.

Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de devotos.

Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor (e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.

Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.

Se fôssemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismo.

Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.

Se todos lessem bons livros.

Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro dos armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.

Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.

Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.

Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.

Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.

Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida.

Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.

Se fôssemos mais feras em tudo e menos preguiçosos. 

Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.

Se.


https://mpenhahist.blogspot.com/p/textos-interessantes.html/texto levemente modificado por Márcia Rebêlo e capturado em 25/04/2024 

O texto em análise se enquadra em qual gênero textual?
Alternativas
Q3323966 Português
_____________ é um gênero do campo jornalístico-midiático que enfoca na apresentação de acontecimentos reais e diários. Todo o trabalho de produção deve ser associado à pesquisa de fontes confiáveis, reconhecimento de comprovações do ocorrido, suas causas, seus agentes, e obedecer a critérios de limitação de espaço e adequação de linguagem.
Alternativas
Q3307783 Português

A tipologia textual é a forma pela qual o texto é apresentado ao leitor, apresentando características determinantes em sua estrutura por meio de traços linguísticos. Os tipos textuais são classificados em: narrativo, descritivo, dissertativo, expositivo, injuntivo.


Já o gênero textual desempenha funções sociais específicas, que são vivenciadas pelos usuários da língua como, por exemplo: um resumo, um conto, uma bula de remédio, uma receita de bolo, uma crônica, uma carta, um relatório, um artigo, um poema, entre outras possibilidades.


Visto isso, sobre os gêneros e tipos textuais, classifique as sentenças abaixo em V para verdadeiras e F para as falsas:



( ) O tipo textual conhecido por injuntivo apresenta como finalidade a instrução do interlocutor, por meio de verbos no imperativo que o orientam.


( ) O que determina um texto dissertativo argumentativo é a defesa de uma opinião. Nele as ideias do texto são desenvolvidas por meio de estratégias argumentativas que têm, como finalidade, convencer o leitor.


( ) A reportagem é um gênero textual que se adequa bem a estrutura do tipo textual expositivo, visto que tem a finalidade de apresentar informações sobre um objeto ou fato específico. Outros gêneros textuais que também pertencem ao tipo expositivo são: o seminário, o resumo, o artigo científico, o fichamento, entre outros.


( ) O tipo textual narrativo pode ser ficcional ou não e tem como principal característica estrutural o fato de contar uma história dentro de um tempo e espaço determinados, no qual os personagens dessa história transitam.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 

Alternativas
Q3298890 Português
Os textos descritivos se ocupam em relatar e expor determinada pessoa, objeto, lugar, acontecimento. Dessa forma, são textos repletos de adjetivos, os quais descrevem ou apresentam imagens a partir das percepções sensoriais do locutor (emissor).

São exemplos de textos descritivos, EXCETO:
Alternativas
Q3296415 Português
Lençóis Maranheses
A areia branca e fina marca o paradisíaco caminho percorrido pelos viajantes em meio ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. As lagoas de água doce entre as dunas formam um cenário único em todo o mundo e é impossível não se emocionar ao chegar no topo da paisagem e ver a imensidão dos Lençóis Maranhenses. Localizados no noroeste do Maranhão e distantes 250 km da capital São Luís, os Lençóis Maranhenses atraem turistas em busca do fenômeno único das lagoas interdunares à beira-mar. E o melhor dos Lençóis Maranhenses é que, a cada nova porção de água entre as dunas, a sensação de estar no paraíso se repete.

"https://guia.melhoresdestinos.com.br/lencoismaranhenses-220-c.html"

O texto apresentado pertence a tipologia textual referente ao gênero: 
Alternativas
Q3274727 Português
Em relação aos gêneros orais e escritos, conforme Dolz, Noverraz e Schneuwly, são consideradas representações pelo discurso de experiências vividas, situadas no tempo, as alternativas abaixo. No entanto, uma está incorreta, assinale-a:
Alternativas
Q3274715 Português

Sobre a retextualização, segundo Marcuschi, leia as asserções abaixo e marque, posteriormente, a alternativa correspondente.


I - Marcuschi empregou o termo retextualização dentro de uma nova abordagem que ainda não havia sido empregada.


II - A retextualização pode ocorrer apenas de duas formas: fala – escrita; e escrita – fala.


III - Para compreender a retextualização, é necessário observar que ela é caracterizada pela passagem de um gênero textual-discursivo de uma modalidade da língua para outra. No entanto, esse processo não pode ocorrer dentro de uma mesma modalidade da língua.


IV -Vários processos são ativados ao longo da atividade de retextualizar, como por exemplo: cognitivos, de compreensão, linguísticos, textuais, discursivos, dentre outros.

Alternativas
Q3274713 Português
Todos os gêneros discursivos abaixo, de acordo com “Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa”, são considerados adequados para o trabalho com a linguagem oral e escrita. No entanto, uma das alternativas é apontada apenas para o trabalho com a linguagem escrita, assinale-a: 
Alternativas
Respostas
281: D
282: C
283: B
284: C
285: C
286: C
287: E
288: D
289: D
290: A
291: B
292: C
293: C
294: B
295: A
296: D
297: D
298: C
299: C
300: D