Questões de Concurso
Sobre funções morfossintáticas da palavra que em português
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Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.
Desde a Constituição Federal de 1988, a língua portuguesa é definida como língua oficial majoritária do Brasil, reconhecidas que foram, ao lado do português, como línguas nacionais, as várias línguas indígenas, minoritárias, que convivem no território brasileiro com a língua oficial, e também materna, majoritária do nosso país.
Concentrando-se aqui na língua oficial e materna, amplamente majoritária do Brasil, queria, antes de mais, afirmar que, o que se designa de “ensino de língua materna”, recobre uma imprecisão teórica e real, já que, em princípio, não se “ensina” a língua materna, ela se adquire naturalmente no processo de aquisição na primeira infância, tanto que, no caso do português no Brasil, como é do conhecimento geral, muitos sabem o português sem nunca terem tido a possibilidade de o “aprenderem” através do sistema escolar, já que não têm ainda como dele participar.
A meu ver, então, o objetivo do ensino do português na escola brasileira será a elaboração do já adquirido naturalmente e oralmente, pela maioria dos brasileiros, em diversificados contextos de aquisição, a depender da história individual e social de cada um. O que estou designando de elaboração se refere ao que, no processo de escolarização, no âmbito da disciplina Língua Portuguesa no Brasil, abrange obviamente a aquisição do uso escrito, tanto no processo de produção da escrita como de sua recepção na leitura, e o aperfeiçoamento, não só do escrito como também dos usos orais, tanto na sua produção como recepção, para cumprirem funções sociais diversificadas e adequadas às múltiplas situações comunicativo-expressivas necessárias ao convívio e à situação social.
(Rosa Virgínia Mattos e Silva. Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino. José Carlos de Azeredo: organizador. 4.ed. – Petrópolis, RJ: Vozes,
2007.)
Arteterapia produz efeitos positivos no tratamento de doenças mentais e físicas
Por Júlia Estanislau

(Disponível em: www.ip.usp.br/site/noticia/arteterapia-produz-efeitos-positivos-no-tratamento-de-doencasmentais-e-fisicas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Texto 1
O processo sucessório e o futuro do sucedido
Observando os processos de sucessão em empresas familiares, é fácil identificar que um dos maiores entrave para o sucesso da passagem do bastão é a resistência da geração que está no comando em deixar as suas posições à frente da gestão do negócio. No geral, eles até almejam a aposentadoria ou a diminuição do ritmo de trabalho, mas quando é chegada a hora da sucessão, aparece a resistência e impossibilidades.
Então, entende-se que uma das formas de facilitar o processo sucessório seria ir fazendo o repasse das atividades e responsabilidades aos poucos, até que se complete e consolide a transferência do comando. Mas tão importante quanto administrar a transição da gestão, é planejar o futuro desse sucedido, possibilitando que ele tenha uma missão ou projeto ao qual se dedicar e que o faça se sentir produtivo e realizado após a sucessão.
Esse projeto de futuro pode ser ou não ligado aos negócios familiares, mas precisa ser atraente e mobilizador. Algo que possa até exigir menos tempo e seja diferente daquilo que ele fazia anteriormente, mas não menos desafiador. Só mais alinhado ao seu momento de vida. Neste caminho, só inserir o sucedido no conselho consultivo nem sempre é suficiente. Caberia, por exemplo, colocá-lo à frente da estruturação de um museu da empresa, de um projeto social ou instituto ligado ao negócio. É possível, ainda, organizar sua participação em alguma associação de classe ou, até mesmo, incentivar que ministre palestras para compartilhar suas experiências com outras pessoas. São muitas as opções de atividades que podem ser realmente relevantes e com significativo valor agregado ao negócio, mesmo não estando necessariamente ligada à atividade fim da empresa, e que darão um novo propósito e estímulo para que o sucedido de fato deixe o comando do seu legado nas mãos das novas gerações.
Georgina Santos
Disponível: https://www.folhape.com.br/colunistas/carreira-emercado/o-processo-sucessorio-e-o-
futuro-do-sucedido/38665/
Acesso em 25/08/2023.
[...]“Ana pensou então em matar-se. Chegou a pegar o punhal que o índio lhe dera, mas compreendeu logo que não teria coragem de meter aquela lâmina no peito e muito menos na barriga, onde estava a criança.”
[...] “Sentiu de súbito uma inesperada, esquisita alegria ao pensar que dentro de suas entranhas havia um ser vivo, e que esse ser era seu filho e filho de Pedro, e que esse pequeno ente havia de um dia crescer...”
Com relação às palavras sublinhadas, é correto afirmar que
“Em seu livro, Desmurget defende que é preciso reduzir o tempo dedicado a aparelhos digitais e traz 7 regras básicas para atingir esse objetivo...”

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos e semânticos, julgue o item.
Na linha 1, o termo “que” classifica‑se como pronome
relativo e retoma a expressão “fratura ética”.

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos e semânticos, julgue o item.
Na oração “Mas nós entendemos que aquilo que
seria comum seja entendido como normal” (linhas
de 36 e 37), o conectivo “que” introduz uma oração
subordinada substantiva subjetiva.
Texto para o item.

Internet: <em.com.br> (com adaptações).
Em relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Pelas relações sintático‑semânticas estabelecidas
no segundo período do quinto parágrafo, é correto
afirmar que o vocábulo “que” (linha 20) refere‑se
a “algo”.
Nas sentenças “Disse QUE viria”, “Trouxe o livro QUE pedi” e “QUE carro!”, o vocábulo QUE exerce função, respectivamente, de conjunção integrante, pronome relativo e pronome adjetivo indefinido.
Leia esta tirinha.

Disponível em: https://br.pinterest.com/ pin/339529259380848215/. Acesso em: 19 jun. 2023.
Nessa tirinha:
I. A forma “por quê” é um advérbio interrogativo usado numa pergunta direta.
II. A forma “por que” é um advérbio interrogativo usado numa pergunta indireta.
III. A forma “quê” é um pronome interrogativo usado numa pergunta direta.
IV. A forma “que” é um pronome exclamativo usado numa pergunta indireta.
Estão corretas as afirmativas
