Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3824335 Português
Leia o texto e responda à questão.


O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA DIGITAL NA ESCOLA?


    Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa “entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa nacional realizada com milhares de professores da rede pública brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula. Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.

    Mais da metade dos professores entrevistados declarou usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta de oferecer. 

    Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas, lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio necessário.

     Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A qualidade da internet é outro problema frequente: conexões instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o que desestimula novas tentativas.

    A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo” e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas e avaliações.

    Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com equipamentos em condições adequadas, internet confiável, formação continuada e propostas que realmente ajudem a organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar, porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.


(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento Todos Pela Educação, 2017.)
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo consonantal.
Alternativas
Q3821362 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com ditongo crescente. 
Alternativas
Q3821246 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


Cultura de paz na escola



    Quando se fala em cultura de paz na escola, muita gente pensa logo em campanhas contra a violência ou em cartazes com frases bonitas nos corredores. O relato de um projeto desenvolvido com turmas de 1º ano do ensino fundamental mostra algo mais concreto: a paz também se constrói a partir de atitudes bem simples, como cuidar do espaço comum e aprender a conviver melhor com os colegas.

    O projeto nasceu de um incômodo do dia a dia. A equipe percebeu que os alunos deixavam lixo no chão, rasgavam cartazes, riscavam carteiras e empurravam a responsabilidade uns para os outros quando eram chamados a limpar a sala. Bastava alguém pedir que recolhessem papéis para surgirem brigas, acusações e frases como “não fui eu”, “isso não é meu”. A partir dessa situação, os professores decidiram transformar o problema em tema de estudo, relacionando cuidado com o ambiente, convivência e cultura de paz.

    Em vez de uma “bronca coletiva”, a escola organizou um projeto anual com foco em educação ambiental, articulado ao currículo e à Base Nacional Comum Curricular. As turmas passaram a investigar perguntas como: “De quem é a sala de aula?”, “O que acontece com o lixo que jogamos no chão?”, “Como o nosso comportamento afeta o bem-estar dos outros?”. Foram feitas rodas de conversa, leitura de histórias, observação do pátio e de outros espaços da escola, registros em desenhos e textos curtos, além de pequenos combinados construídos com as crianças.

    A proposta foi tratada como pesquisa-ação. Os professores observavam as atitudes dos alunos, planejavam intervenções, acompanhavam as mudanças e replanejavam as atividades quando necessário. Não se tratava apenas de cumprir um conteúdo de Ciências ou Língua Portuguesa, mas de integrar diferentes áreas em torno de um mesmo eixo: cuidar do ambiente para melhorar a convivência. Aos poucos, os estudantes começaram a perceber que jogar lixo no chão, empurrar o colega na fila ou se recusar a ajudar na arrumação também são formas de violência.

    Com o tempo, surgiram mudanças visíveis. As crianças passaram a zelar mais pela sala, discutir quem iria organizar determinados materiais e cobrar umas das outras, posturas mais respeitosas. Situações que, antes geravam discussões longas passaram a ser resolvidas com mais rapidez, porque os combinados estavam claros e haviam sido construídos em conjunto. O ambiente ficou mais limpo e, segundo os relatos, mais tranquilo.

    Outro resultado importante foi a aproximação com as famílias. Ao levar o tema para casa, os alunos começaram a comentar sobre separar lixo, cuidar do quintal, reaproveitar objetos e dividir tarefas. A escola aproveitou esse movimento para organizar atividades com participação dos responsáveis, como exposições de trabalhos e momentos de conversa sobre cuidado com o ambiente e convivência respeitosa.

    O projeto mostra que a cultura de paz na escola não se limita a campanhas pontuais. Ela pode ser construída no cotidiano, por meio de experiências concretas que relacionam educação ambiental, responsabilidade coletiva e respeito ao outro. Ao cuidar da sala, do pátio e dos materiais, as crianças aprendem, desde cedo, que viver em paz é também aprender a dividir, dialogar e reconhecer o espaço comum como lugar de todos.



(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Farias, Leila Katia de Sousa; Bicalho, Frederico da Silva. “A cultura da paz na escola: educação ambiental como possibilidade de se promover a paz”. Revista Pedagógica, v. 26, 2024.)

Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo consonantal.
Alternativas
Q3817840 Português
Leia o texto e responda à questão.

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA É PARA TODAS AS PESSOAS.

Quando o Brasil aprovou, em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, muita gente começou a olhar para os estudantes com deficiência de outra maneira. Em vez de enxergar só limitações, as escolas passaram a ser convidadas a perceber potenciais, modos diferentes de aprender e formas novas de participar. A ideia era simples e, ao mesmo tempo, revolucionária: em vez de adaptar o aluno a uma escola rígida, é a escola que precisa se transformar para acolher e ensinar todo mundo.
    Essa mudança de olhar não acontece de um dia para o outro. Ela exige revisão profunda dos objetivos da educação, da forma de organizar o currículo, do jeito de avaliar e até da postura política da escola. Em vez de uma educação “bancária”, na qual o professor deposita conteúdos em alunos passivos, defende-se uma educação libertadora, que reconhece cada estudante como sujeito de direitos, com voz, história e contexto próprios. Isso vale tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles que, por outros motivos, também foram historicamente excluídos.
    Nos últimos anos, porém, surgiram tentativas de recuo. A política publicada em 2020, depois considerada inconstitucional, retomava uma visão que separava alunos em espaços diferentes, como se a solução estivesse em decidir “onde” cada um deve estudar. Essa lógica “posicional” reduz a discussão a um endereço físico e desvia o foco do que realmente importa: “como” a escola organiza sua prática pedagógica para garantir participação e aprendizagem para todos. Ao fazer isso, corre o risco de reforçar práticas segregadoras travestidas de proteção.
    Educação inclusiva, nessa perspectiva, não é sinônimo de educação especial em classe comum, nem um arranjo pensado apenas para estudantes com deficiência. Trata-se de um novo paradigma de escola, que se pergunta o tempo todo quais barreiras impedem cada pessoa de participar e aprender, e como essas barreiras podem ser removidas. Essas barreiras podem ser arquitetônicas, comunicacionais, atitudinais ou curriculares, e muitas vezes atingem também estudantes negros, indígenas, pobres, com dificuldades de aprendizagem ou pertencentes a outros grupos marginalizados.
    Ainda existe a crença de que classes ou escolas separadas garantiriam melhor rendimento acadêmico, tanto para estudantes com deficiência quanto para aqueles sem deficiência. Estudos recentes, porém, têm mostrado o contrário. Pesquisas de larga escala e meta-análises indicam que ambientes inclusivos, bem organizados, favorecem tanto o desenvolvimento de quem apresenta necessidades educacionais específicas quanto o aprendizado de colegas que não têm deficiência. Quando a escola se adapta, todos ganham: a turma aprende a conviver com a diferença, a flexibilizar estratégias e a colaborar mais.
    Os resultados positivos ficam ainda mais claros quando a educação inclusiva é entendida como mudança de paradigma e não como um “programa” paralelo dentro da escola. Isso implica investir em formação continuada, trabalho coletivo, escuta das famílias e participação dos estudantes nas decisões do cotidiano. Também significa abandonar a ideia de que inclusão é um favor, um gesto de boa vontade, e assumir que é uma obrigação ética e legal. Ao tratar a educação inclusiva como eixo central do projeto pedagógico, a escola se aproxima daquilo que a legislação brasileira e os tratados internacionais de direitos humanos defendem: educação de qualidade para todas as pessoas, em espaços compartilhados e com oportunidades reais de aprender.

(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Galery, Augusto. “A educação inclusiva é para todas as pessoas”. Diversa, Instituto Rodrigo Mendes, 2022.)
Todas as palavras a seguir aparecem no texto. A que apresenta um encontro consonantal é
Alternativas
Q3817665 Português
Leia o texto a seguir:

Texto I

Captura_de tela 2026-01-14 153100.png (354×498)

Fonte: https://fuabc.org.br/noticias/agosto-dourado-mes-de-incentivoao-aleitamento-materno/. Acesso em 03/09/2025


Leia o texto a seguir:


Texto II

Captura_de tela 2026-01-14 153107.png (356×353)

Fonte: https://www.instagram.com/p/DM0QIiyseIm/. Acesso em 03/09/2025 
A palavra CONSCIENTIZAÇÃO está corretamente segmentada em sílabas da seguinte forma:
Alternativas
Q3816412 Português

A relação entre felicidade e produtividade no trabalho



Por PUCRS ONLINE



(Disponível em: online.pucrs.br/blog/felicidade-no-trabalho-produtividade – texto adaptado especialmente para esta prova).


Sobre a palavra “propósito”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3816409 Português

A relação entre felicidade e produtividade no trabalho



Por PUCRS ONLINE



(Disponível em: online.pucrs.br/blog/felicidade-no-trabalho-produtividade – texto adaptado especialmente para esta prova).


Na palavra “exercida”, o “x” tem som de “z”. Assinale a alternativa em que ocorre o mesmo fenômeno.
Alternativas
Q3816408 Português

A relação entre felicidade e produtividade no trabalho



Por PUCRS ONLINE



(Disponível em: online.pucrs.br/blog/felicidade-no-trabalho-produtividade – texto adaptado especialmente para esta prova).


Qual palavra abaixo apresenta dígrafo? 
Alternativas
Q3816406 Português

A relação entre felicidade e produtividade no trabalho



Por PUCRS ONLINE



(Disponível em: online.pucrs.br/blog/felicidade-no-trabalho-produtividade – texto adaptado especialmente para esta prova).


Qual é a sílaba tônica da palavra “empregadores”?
Alternativas
Q3816405 Português

A relação entre felicidade e produtividade no trabalho



Por PUCRS ONLINE



(Disponível em: online.pucrs.br/blog/felicidade-no-trabalho-produtividade – texto adaptado especialmente para esta prova).


Qual é a correta separação silábica da palavra “profissional”?
Alternativas
Q3816328 Português

Trabalhadores da construção civil enfrentam riscos de exposição solar 


Por Marcelo Matusiak 

texto.png (873×497)


(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/trabalhadores-da-construcao-civil-enfrentam-maiores-riscos-de-exposicao-ao-sol,9f7dfa520a9e8431d4334990600390ddxko175wz.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que contém dígrafo.
Alternativas
Q3816325 Português

Trabalhadores da construção civil enfrentam riscos de exposição solar 


Por Marcelo Matusiak 

texto.png (873×497)


(Disponível em: www.terra.com.br/noticias/trabalhadores-da-construcao-civil-enfrentam-maiores-riscos-de-exposicao-ao-sol,9f7dfa520a9e8431d4334990600390ddxko175wz.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “trabalhadores” é: 
Alternativas
Q3816087 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com a sílaba tônica na posição final.
Alternativas
Q3816086 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra. 
Alternativas
Q3816085 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com dígrafo (encontro de duas letras que representam o mesmo som), como as duas letras “s” na palavra “pressão”.
Alternativas
Q3815946 Português

Que espaço a fé tem na sua vida?


Por Marco Matos







(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2025/11/que-espaco-a-fe-tem-nasua-vida-cmhnr8akv01sr0154uey6q91i.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Assinale a alternativa que indica uma palavra com número de consoantes maior do que o de vogais.
Alternativas
Q3815945 Português

Que espaço a fé tem na sua vida?


Por Marco Matos







(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2025/11/que-espaco-a-fe-tem-nasua-vida-cmhnr8akv01sr0154uey6q91i.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com encontro consonantal como em “blusa”
Alternativas
Q3815944 Português

Que espaço a fé tem na sua vida?


Por Marco Matos







(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2025/11/que-espaco-a-fe-tem-nasua-vida-cmhnr8akv01sr0154uey6q91i.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica uma palavra com mais de três sílabas.
Alternativas
Q3815269 Português

Manter uma rotina matinal aumenta o bem-estar e a produtividade


Por Mariana Chagas 


     As primeiras horas do dia são essenciais para o desempenho do resto da jornada. É por isso que ter uma rotina matinal tranquila, utilizando-se de ferramentas para mantê-la funcionando bem imagem_do texto.png (33×28) é essencial para garantir tanto um bem-estar quanto uma produtividade saudável ao longo do dia.


    Quem garante isso é Pati Penna, pós-graduanda em psicologia positiva e neurociências: “o primeiro horário do dia, que eu chamo de ‘bloco despertar’, é decisivo para criar um dia organi...ado”, aponta. Segundo a especialista, existe a importância de começar o dia de forma tranquila, porque nesse momento o corpo está descansado e cheio de energia depois de uma noite de sono. É essa energia matinal que promove um desempenho mais consistente no decorrer das tarefas diárias e implementar estes hábitos não precisa ser difícil. Leia abaixo algumas su...estões de como iniciar o dia de forma mais leve e saudável.


    Tomar um café da manhã com calma e concentração já ajuda no bem-estar matinal e um café da manhã balanceado pode fornecer ao cérebro e ao corpo os nutrientes e a energia necessárias para iniciar o dia. Outra prática simples, mas extremamente eficaz, é tirar um tempo para arrumar a cama e o quarto ao acordar: “arrume a sua cama, abra a janela, ventile e ilumine o quarto. O seu ambiente define seu comportamento”, indica Pati.


      Por fim, vale ressaltar que para ter uma manhã saudável e produtiva, o preparo na noite anterior é tão essencial quanto a sua rotina matinal. Segundo Laura Castro, psicanalista do sono e membro da Associação Brasileira do Sono (ABS), o sono faz toda a diferença para o bem-estar matinal e para o resto do dia.


(Disponível em: vidasimples.co/saude-do-corpo/manter-uma-rotina-matinal-aumenta-o-bem-estar-e-aprodutividade/– texto adaptado especialmente para esta prova).

 Qual das alternativas abaixo apresenta uma palavra que contém dígrafo? 
Alternativas
Q3815268 Português

Manter uma rotina matinal aumenta o bem-estar e a produtividade


Por Mariana Chagas 


     As primeiras horas do dia são essenciais para o desempenho do resto da jornada. É por isso que ter uma rotina matinal tranquila, utilizando-se de ferramentas para mantê-la funcionando bem imagem_do texto.png (33×28) é essencial para garantir tanto um bem-estar quanto uma produtividade saudável ao longo do dia.


    Quem garante isso é Pati Penna, pós-graduanda em psicologia positiva e neurociências: “o primeiro horário do dia, que eu chamo de ‘bloco despertar’, é decisivo para criar um dia organi...ado”, aponta. Segundo a especialista, existe a importância de começar o dia de forma tranquila, porque nesse momento o corpo está descansado e cheio de energia depois de uma noite de sono. É essa energia matinal que promove um desempenho mais consistente no decorrer das tarefas diárias e implementar estes hábitos não precisa ser difícil. Leia abaixo algumas su...estões de como iniciar o dia de forma mais leve e saudável.


    Tomar um café da manhã com calma e concentração já ajuda no bem-estar matinal e um café da manhã balanceado pode fornecer ao cérebro e ao corpo os nutrientes e a energia necessárias para iniciar o dia. Outra prática simples, mas extremamente eficaz, é tirar um tempo para arrumar a cama e o quarto ao acordar: “arrume a sua cama, abra a janela, ventile e ilumine o quarto. O seu ambiente define seu comportamento”, indica Pati.


      Por fim, vale ressaltar que para ter uma manhã saudável e produtiva, o preparo na noite anterior é tão essencial quanto a sua rotina matinal. Segundo Laura Castro, psicanalista do sono e membro da Associação Brasileira do Sono (ABS), o sono faz toda a diferença para o bem-estar matinal e para o resto do dia.


(Disponível em: vidasimples.co/saude-do-corpo/manter-uma-rotina-matinal-aumenta-o-bem-estar-e-aprodutividade/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre a relação entre letras e fonemas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1041: D
1042: C
1043: D
1044: E
1045: C
1046: C
1047: E
1048: D
1049: D
1050: A
1051: C
1052: D
1053: E
1054: B
1055: C
1056: C
1057: D
1058: B
1059: A
1060: D