Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3877046 Português

 TEXTO 1


Recomendação é do Instituto Nacional de Câncer


                O Instituto Nacional de Câncer (Inca), órgão vinculado ao Ministério da Saúde (MS), ressalta a importância das atividades físicas para prevenção e controle de câncer em comunicado divulgado na última semana. Alinhado à Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC), o instituto destaca que os exercícios físicos são benéficos tanto para a saúde mental quanto coletiva, além de contribuírem para o bem-estar, a qualidade de vida, a socialização, a ampliação de autonomia e a participação social.


             A prática regular de exercícios, segundo recomenda o Inca, pode levar à redução do risco de diversos tipos de câncer, como os de mama, próstata, endométrio, cólon e reto.


              O estímulo à atividade física, no entanto, não deve partir apenas dos pacientes.


         Para o integrante da área de Alimentação, Nutrição, Atividade Física e Câncer do INCA, Fábio Carvalho, a inovação da divulgação é justamente enfatizar o que a literatura científica traz em relação ao potencial da atividade física para a saúde em geral, não só relacionada ao câncer. Com a divulgação, o documento ajuda a desmistificar o senso comum de que o repouso é a melhor estratégia para pacientes oncológicos.


          “O que o posicionamento está destacando também é que existem políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS) que oferecem atividades físicas para a população brasileira”, observa. “Além disso, nas unidades de saúde, outros profissionais, como fisioterapeutas, nutricionistas e enfermeiros, podem aconselhar sobre o tema e apoiar as pessoas a adaptarem a atividade física à sua realidade, de acordo com o local onde moram e o ritmo de trabalho que possuem”.


Números

           No Brasil, conforme dados do MS com base nos Registros de Câncer e no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/MS), houve 71.730 casos novos de câncer de próstata, 21.970 de cólon e reto e 18.020 de traqueia, brônquios e pulmões em homens em 2023. Entre as mulheres, foram 73.610 casos novos de câncer de mama, 23.660 de cólon e reto e 17.010 de colo do útero no mesmo período.


          Os dados do ministério mostram ainda a quantidade de óbitos por localização primária do tumor em 2021. Em homens, o câncer de próstata registrou 16.300 mortes, o de traqueia, brônquios e pulmões, 15.987, e o de cólon e reto 10.662 . A situação se mantém semelhante entre as mulheres, com 18.139 mortes por conta do câncer de mama, 12.977 por câncer de traqueia, brônquios e pulmões e 10.598 por câncer de cólon e reto.


         “Especificamente para as pessoas em tratamento de câncer, a atividade física tem potencial tanto de reduzir a mortalidade específica por alguns tipos de câncer, como também de contribuir no controle dos sintomas, como, por exemplo, a fadiga oncológica, sintoma comum para quem está em tratamento”, pontua Carvalho. 


Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/exercicios-fisicos ajudam-prevenir-tratar-e-se-recuperar-de-cancer.  Acessado em 09.12.2025. 

Analise o trecho a seguir: “O Instituto Nacional de Câncer (Inca), órgão vinculado ao Ministério da Saúde (MS), ressalta a importância das atividades físicas para prevenção e controle de câncer em comunicado divulgado na última semana”. Sobre os encontros vocálicos presentes nas palavras destacadas no período, é correto afirmar que 
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Q3857952 Português
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da COP30

Por Lussana Neves*


    A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma mudança importante no debate global sobre clima: a universalização do saneamento básico deixou de ser tratada apenas como um tema social e passou a ocupar posição central na pauta ambiental internacional.

    Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto.

    A discussão avança em conformidade com a Agenda 2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto mais vulnerável uma população é — especialmente as comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos. Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos efeitos diretos.

    No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto, ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de responder às realidades locais.

    É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço. Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes, limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.

    Empresas especializadas já atendem setores complexos, como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é tecnicamente seguro e operacionalmente viável.

    A ampliação dessas soluções pode reduzir significativamente o tempo de espera por serviços essenciais, evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito estufa.

    A inclusão do saneamento na agenda climática da COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.

Diretora administrativa da Liderban Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
Com base nos vocábulos presentes na frase “Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto”, assinale a alternativa correta quanto à classificação dos encontros vocálicos e consonantais. 
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Q3855935 Português

Leia o excerto a seguir


Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra. "Atos gentis ativam áreas ligadas ao prazer e à gratificação, liberando dopamina, serotonina, endorfina e oxitocina, os chamados 'hormônios da felicidade'", explica Eduardo Shinyashiki, neuropsicólogo especialista no desenvolvimento de competências socioemocionais.


Essas substâncias reduzem o estresse, fortalecem o sistema imunológico e criam uma sensação genuína de conexão. Até mesmo assistir a um gesto gentil desperta reações positivas no cérebro . "A empatia está gravada na nossa biologia . Somos feitos para cooperar", conta.


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/#ter-ternura-com-limites. Acesso em: 15 dez. 2025. Adaptado.)


A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)As palavras áreas , neuropsicólogo e cérebro são acentuadas pela mesma regra: são palavras proparoxítonas.


(__)As palavras hormônios e biologia são paroxítonas, mas apresentam situações distintas que pedem ou não a acentuação. No caso de hormônios , tem-se uma paroxítona terminada em ditongo oral (singular ou plural) e, por isso, é acentuada. Já no caso de biologia , não recebe acento gráfico porque é uma paroxítona terminada em -a.


(__)A palavra genuína recebe acento porque o "i" representa a segunda vogal tônica de um hiato.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 

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Q3854651 Português
Primeiro exemplar de “Superman” alcança valor recorde em leilão nos EUA

Por Alessandro Giannini 






(Disponível em: veja.abril.com.br/coluna/gibis-e-cia/primeiro-exemplar-de-superman-alcanca-valor-recordeem-leilao-nos-eua/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com número de letras maior que o número de fonemas.
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Q3854600 Português

Leia o excerto a seguir


Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra. "Atos gentis ativam áreas ligadas ao prazer e à gratificação, liberando dopamina, serotonina, endorfina e oxitocina, os chamados 'hormônios da felicidade'", explica Eduardo Shinyashiki, neuropsicólogo especialista no desenvolvimento de competências socioemocionais.


Essas substâncias reduzem o estresse, fortalecem o sistema imunológico e criam uma sensação genuína de conexão. Até mesmo assistir a um gesto gentil desperta reações positivas no cérebro . "A empatia está gravada na nossa biologia . Somos feitos para cooperar", conta.


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/#ter-ternura-com-limites. Acesso em: 15 dez. 2025. Adaptado.)



A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__) As palavras áreas , neuropsicólogo e cérebro são acentuadas pela mesma regra: são palavras proparoxítonas.


(__) As palavras hormônios e biologia são paroxítonas, mas apresentam situações distintas que pedem ou não a acentuação. No caso de hormônios , tem-se uma paroxítona terminada em ditongo oral (singular ou plural) e, por isso, é acentuada. Já no caso de biologia , não recebe acento gráfico porque é uma paroxítona terminada em -a.


(__) A palavra genuína recebe acento porque o "i" representa a segunda vogal tônica de um hiato.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 

Alternativas
Q3854401 Português

Macrossomia fetal: por que alguns bebês nascem com peso acima do normal 


Por Redação Pais e Filhos 







(Disponível em: bebe.abril.com.br/saude/macrossomia-fetal-por-que-alguns-bebes-nascem-com-peso-acimado-normal/?post_type=materias_elegiveis – texto adaptado especialmente para esta prova). 

 Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com um maior número de grafemas do que de fonemas devido à ocorrência de um dígrafo.
Alternativas
Q3854153 Português

Fogos de artifício


Por Adriana Antunes






(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adrianaantunes/noticia/2025/12/fogos-de-artificio-cmioycqbp00n5011nm9k9uv0c.html – texto adaptado especialmente para esta prova)

Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “histriônica” em “Uma alegria egoísta e histriônica” (l. 17):


I. Trata-se de um adjetivo biforme cujo substantivo a ele associado é “histrionismo”.
II. Um sinônimo possível, para esta situação de ocorrência, é “histérica”.
III. A palavra apresenta um ditongo decrescente e um fonema a menos do que o número de grafemas que a compõem.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3853695 Português
Assinale a alternativa que indica corretamente a sílaba tônica da palavra circulatório.
Alternativas
Q3853694 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra arterial.
Alternativas
Q3853520 Português

O pedido urgente dos cientistas aos negociadores da COP30



Por Maria Clara Rossini






(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-pedido-urgente-dos-cientistas-aos-negociadores-dacop30/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as palavras retiradas do texto, assinale a alternativa em que a análise fonológica está correta.
Alternativas
Q3853519 Português

O pedido urgente dos cientistas aos negociadores da COP30



Por Maria Clara Rossini






(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/o-pedido-urgente-dos-cientistas-aos-negociadores-dacop30/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em qual das palavras abaixo o número de letras é diferente do número de fonemas devido à presença de um dígrafo?
Alternativas
Q3852195 Português
Repor o sono no fim de semana pode ajudar a saúde mental dos jovens

Por Diego Facundini

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(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/repor-o-sono-no-fim-de-semana-pode-ajudar-a-saudemental-dos-jovens/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Em sua estrutura fonológica, a palavra “horas” apresenta: 
Alternativas
Q3849278 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Jovens veem conhecimento em IA como diferencial para emprego


    Pesquisa divulgada nessa quarta-feira (3) mostra que 80% dos jovens acreditam que o conhecimento sobre Inteligência Artificial (IA) é fator impactante para conseguir emprego. O levantamento, feito pela Nexus e pela Demà, ouviu 2.016 pessoas, de 14 a 29 anos, nas 27 unidades da federação, entre 14 e 20 de julho. A margem de erro da amostra é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.


    A pesquisa indicou ainda que 11% dos jovens avaliam que o conhecimento em IA não faz diferença para a obtenção do emprego, 3% acham que seja até prejudicial e 2% não souberam responder.


    Quando se avalia a utilização das ferramentas de IA, 69% dos jovens acham que elas podem ajudar no processo de aprendizagem, enquanto 24% acreditam que podem prejudicar e 7% não sabem ou não souberam responder.


    Segundo a pesquisa, 83% utilizam IA para fazer pesquisas gerais ou acadêmicas; 71% acreditam que o recurso ajuda no dever de casa, em trabalhos e estudos para provas de escolas, das faculdades, universidades ou do ensino técnico. Já 70% usam IA para traduzir textos e 67%, para resumir ou corrigir publicações.


    De acordo com o levantamento, 66% dos jovens utilizam a IA para gerar novas ideias em alguma atividade, 63% criam imagens; 62% usam para escrever novos textos e 52% usam para preparar apresentações ou relatórios.


    “É muito representativo que pelo menos metade dos entrevistados confirme que usa IA de alguma forma. Sem dúvida, a Inteligência Artificial é um agente facilitador das nossas demandas diárias um aliado da eficiência e produtividade. São percepções claramente refletidas nessa pesquisa, que mostra, por exemplo, que a grande maioria dos adolescentes utiliza para ajudar no dever de casa. IA veio para ficar e transformar as nossas jornadas, principalmente, as de aprendizado”, destacou o diretor da Demà, Juan Carlos Moreno.


 Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-12/jovens-veem-conhecimento-em-ia-como-diferencial-para-emprego (adaptado).

Quanto ao número de fonemas e dígrafos, a palavra erros é composta por:  
Alternativas
Q3849223 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando a configuração fonética de vocábulos do texto, qual das alternativas possui uma palavra que NÃO apresenta dígrafo na sua formação? 
Alternativas
Q3841893 Português
Leia o excerto a seguir

Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra. "Atos gentis ativam áreas ligadas ao prazer e à gratificação, liberando dopamina, serotonina, endorfina e oxitocina, os chamados 'hormônios da felicidade'", explica Eduardo Shinyashiki, neuropsicólogo especialista no desenvolvimento de competências socioemocionais.

Essas substâncias reduzem o estresse, fortalecem o sistema imunológico e criam uma sensação genuína de conexão. Até mesmo assistir a um gesto gentil desperta reações positivas no cérebro . "A empatia está gravada na nossa biologia . Somos feitos para cooperar", conta.

(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/#ter-ternura-com-limites. Acesso em: 15 dez. 2025. Adaptado.)

 A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)As palavras áreas , neuropsicólogo e cérebro são acentuadas pela mesma regra: são palavras proparoxítonas.
(__)As palavras hormônios e biologia são paroxítonas, mas apresentam situações distintas que pedem ou não a acentuação. No caso de hormônios , tem-se uma paroxítona terminada em ditongo oral (singular ou plural) e, por isso, é acentuada. Já no caso de biologia , não recebe acento gráfico porque é uma paroxítona terminada em -a.
(__)A palavra genuína recebe acento porque o "i" representa a segunda vogal tônica de um hiato.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3826874 Português
Com relação à fonética e à fonologia no português brasileiro, assinale a assertiva que associa, fenômeno e efeito.
Alternativas
Q3825921 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Analise o trecho abaixo, no tocante à sílaba tônica das palavras “invisível”, “longo” e “presença”.

    Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.
    E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.
Após análise, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3825918 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Analise as palavras retiradas do texto e assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um dígrafo vocálico, um dígrafo consonantal e um ditongo decrescente nasal.
Alternativas
Q3825878 Português
Em qual das palavras abaixo ocorre encontro consonantal?
Alternativas
Q3825869 Português
Marque a alternativa abaixo onde todas as palavras apresentam dígrafo.
Alternativas
Respostas
1021: B
1022: A
1023: B
1024: E
1025: D
1026: C
1027: C
1028: D
1029: C
1030: D
1031: C
1032: E
1033: A
1034: D
1035: C
1036: B
1037: D
1038: B
1039: E
1040: D