Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q4129326 Português

Arte de brasileiro de 12 anos vai estampar ônibus da Seleção na Copa


    Um estudante brasileiro de 12 anos foi o vencedor de um concurso promovido pela Fifa e terá sua arte estampada no ônibus oficial da seleção brasileira durante a próxima Copa do Mundo. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira e destacou o talento de Leo Silveira, que atualmente vive no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.


    Aluno da sexta série na cidade de New Bedford, Leo criou uma ilustração que retrata torcedores reunidos ao redor de uma faixa com a frase “Vamos Brasil”. A obra chamou a atenção pela composição e pelo clima de arquibancada, um dos elementos valorizados no concurso internacional.


    Em entrevista à emissora CBS, o jovem contou que buscou inspiração em uma imagem ligada ao Vasco, clube para o qual torce. Segundo ele, a referência veio de uma fotografia de torcedores uma faixa em um momento marcante para o time.


    “Era um desenho de um cara segurando uma faixa dizendo 'vamos resistir' porque naquela época estávamos lutando contra o rebaixamento e eu me inspirei nele”, afirmou. O processo de criação levou cerca de uma semana, período em que Leo se dedicou a desenvolver os detalhes da ilustração. Além de ver seu trabalho ganhar visibilidade internacional ao decorar o ônibus da seleção, o estudante também foi premiado com dois ingressos para assistir à partida entre Brasil e Marrocos, no MetLife Stadium.


     A participação no concurso aconteceu com incentivo da professora Aleisea Guzman, que reconheceu o potencial do aluno ao unir duas de suas principais paixões. “Ele tem interesse por arte e grande interesse por futebol. Então, eu sabia que esses dois combinados seriam incríveis para ele”, comentou.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/copa-do-mundo/arte-de-brasileiro-de-12 anos-vai-estampar-onibus-da-selecao-na-copa/ 

Assinale a alternativa cuja palavra possua mais de quatro sílabas: 
Alternativas
Q4126481 Português

Leia o texto e responda à questão.


A águia e a raposa


Uma águia e uma raposa ficaram amigas e decidiram morar perto uma da outra, supondo que dessa forma fortaleceriam a amizade.


A águia voou sobre uma árvore muito alta, e lá fez seu ninho. A raposa foi para uma moita ao pé da árvore, e lá deu cria.


Mas um dia a águia sentiu falta de alimento e saiu em busca de caça, como não encontrou, precipitou-se então sobre a moita, arrebatou um filhote da raposa e o deu como alimento para seus filhotes.


Quando a raposa voltou, percebeu o que havia acontecido e ficou muito triste. Mas ficou ainda mais triste com a impossibilidade de se vingar da águia, pois não podia perseguir um animal que voava.


A raposa foi embora com seus outros filhotes e ficou de longe, apenas maldizendo sua inimiga. 


Um dia, porém, alguns pastores mataram uma cabra para assar. A águia, muito ladina, voou rápido e arrebatou as carnes que estava em fogo, levando-as para a árvore onde estavam seus filhotes. Soprava um vento muito forte, e como a carne tinha um pedaço de brasa, incendiou um galho seco dessa árvore. Os filhotes da águia, incapazes de voar, caíram no chão. A raposa e seus filhotes correram e os devoraram.


Moral: Aqueles que com ferro ferem, com ferro serão feridos.


Esopo

 (https://acessaber.com.br)  

Assinale a opção que apresenta a separação silábica correta da palavra “passarinho”:
Alternativas
Q4126412 Português
Leia o texto e responda à questão:

A águia e a raposa

Uma águia e uma raposa ficaram amigas e decidiram morar perto uma da outra, supondo que dessa forma fortaleceriam a amizade.

A águia voou sobre uma árvore muito alta, e lá fez seu ninho. A raposa foi para uma moita ao pé da árvore, e lá deu cria.

Mas um dia a águia sentiu falta de alimento e saiu em busca de caça, como não encontrou, precipitou-se então sobre a moita, arrebatou um filhote da raposa e o deu como alimento para seus filhotes.

Quando a raposa voltou, percebeu o que havia acontecido e ficou muito triste. Mas ficou ainda mais triste com a impossibilidade de se vingar da águia, pois não podia perseguir um animal que voava.

A raposa foi embora com seus outros filhotes e ficou de longe, apenas maldizendo sua inimiga.

Um dia, porém, alguns pastores mataram uma cabra para assar. A águia, muito ladina, voou rápido e arrebatou as carnes que estava em fogo, levando-as para a árvore onde estavam seus filhotes. Soprava um vento muito forte, e como a carne tinha um pedaço de brasa, incendiou um galho seco dessa árvore. Os filhotes da águia, incapazes de voar, caíram no chão. A raposa e seus filhotes correram e os devoraram. 

Moral: Aqueles que com ferro ferem, com ferro serão feridos.

Esopo
(https://acessaber.com.br)
Na palavra “milho”, há a presença de um:
Alternativas
Q4126272 Português
Leia o texto e responda à questão.

O que acontece com o cérebro quando deixamos de escrever à mão? 

Hábito cada vez mais raro na era digital, a escrita manual ativa áreas importantes do cérebro e pode influenciar memória, aprendizado e até o desenvolvimento cognitivo. 

Diferenças dentro do cérebro

A ciência foi investigar o que acontece nesse processo e encontrou respostas nas conexões neurais, chamadas de sinapses. Ao escrever à mão, o cérebro ativa várias áreas ao mesmo tempo, criando uma rede intensa de comunicação.

Já na digitação, essa integração é menor. Isso porque no teclado os dedos repetem praticamente o mesmo movimento para todas as letras, enquanto na escrita manual cada traço é único — e esse esforço extra estimula mais o cérebro.

 Exames mostram que, ao escrever à mão, a atividade cerebral se espalha por diferentes regiões, formando um padrão amplo de conexões. Na digitação, esse padrão praticamente desaparece.
 
Aprendizado e memória

Essa diferença tem impacto direto na aprendizagem. Ao escrever à mão, o cérebro precisa trabalhar mais: organizar o pensamento, selecionar o que é importante e transformar isso em palavras. Esse esforço ajuda a fixar melhor a informação. 

Na digitação, o processo pode ser mais automático. A informação entra, é registrada rapidamente, mas nem sempre fica armazenada com a mesma força na memória.

Estudos com estudantes mostram que o cérebro permanece ativo por mais tempo durante a escrita manual, especialmente em áreas ligadas à atenção e ao aprendizado.

Especialmente no caso das crianças, aprender a escrever à mão antes de migrar para as telas ajuda a aproveitar melhor o potencial cognitivo.

 
(https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/19/o-
que-acontece-dentro-do-nosso-cerebro-quando-deixamos-
de-escrever-a-
mao.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-
bar-mobile&utm_campaign=materias) 

Analise a citação e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta do termo destacado:


“(...) e esse esforço extra estimula mais o cérebro.” 

Alternativas
Q4125943 Português

O estigma social que envolve a saúde masculina: a

conscientização sobre a importância do cuidado ainda

enfrenta obstáculos entre os homens



    A ciência comprova e a experiência da vida demonstra na prática: ter uma boa saúde, mais do que genética, é consequência das escolhas. Hábitos saudáveis são o caminho para viver bem e envelhecer com qualidade. A prevenção também faz parte dessa fórmula de sucesso: inúmeras doenças possuem grandes chances de cura quando diagnosticadas precocemente. 


    De um lado as evidências, do outro os estigmas sociais. A saúde masculina, mesmo nos dias de hoje, ainda é repleta de tabus. Os homens costumam dar menos atenção à saúde e, consequentemente, buscam com menos frequência os serviços médicos. Um levantamento do Centro de Referência em Saúde do Homem de São Paulo mostra que 70% das pessoas do sexo masculino que procuram um consultório médico tiveram a influência da mulher ou de filhos. O estudo também revela que mais da metade desses pacientes adiaram a ida ao médico e já chegaram com doenças em estágio avançado. 


    De acordo com dados do Ministério da Saúde, homens brasileiros vivem, em média, 7 anos a menos que as mulheres. Entre as causas de morte prematura estão a violência e acidentes de trânsito, além de doenças cardiovasculares. Por esse motivo, a campanha de conscientização Novembro Azul, que fala sobre a conscientização sobre o câncer de próstata, ampliou o seu leque. 


    O movimento quer conscientizar ainda mais a população masculina sobre a necessidade de cuidar do seu corpo e também da mente. Praticar atividade física, ter uma alimentação adequada e saudável, manter o peso saudável, não fumar, praticar sexo seguro e cuidar da saúde mental são fundamentais para a promoção da saúde e para a prevenção de doenças. O que inicialmente era uma campanha sobre o câncer de próstata, hoje aborda todas as principais doenças que acometem os homens, como o diabetes mellitus e as doenças cardiovasculares.


    De acordo com Paulo Salustiano, médico urologista e preceptor no ambulatório de uro-oncologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, os homens morrem mais e mais cedo que as mulheres em qualquer lugar do mundo. E existem teorias para isso, sendo uma delas que eles se expõem mais aos riscos desde a juventude. A outra é a resistência do homem em ir ao médico. Essa resistência maior em procurar os serviços de saúde pode ter como causa o medo de descobrir uma possível doença. 


    O profissional explica ainda que as mulheres geralmente têm um acesso mais rápido e mais precoce ao médico. Elas iniciam esse cuidado na infância, quando passam pelas consultas de puericultura, e, após a puberdade, passam a manter um acompanhamento de saúde periódico para a realização do exame preventivo (citopatológico). Sendo assim, desde a adolescência são estimuladas a se cuidarem. Os homens, por outro lado, costumam ter uma perda de seguimento depois da fase de puericultura.


    As campanhas ajudam muito a conscientizar o público masculino sobre a necessidade e a importância de buscar a sua equipe de saúde periodicamente. Além do câncer de próstata, outras condições que podem acometer a população masculina e que merecem atenção são: hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, hiperplasia benigna da próstata, alterações hormonais e a andropausa.  


    Isso sem falar também das questões que envolvem a saúde mental. Diversos fatores podem causar alterações emocionais, como responsabilidades familiares, frustrações financeiras e problemas no trabalho. É preciso entender que a saúde mental é tão importante quanto a saúde física, e que o tratamento com psicoterapia ou medicamentos pode ser necessário. 


Fonte: Gov. Adaptado.


 

“A objeção, o desvio, a desconfiança alegre, a vontade de troçar são sinais de saúde: tudo o que é absoluto pertence às patologias.” (Friedrich Nietzsche). Considerando as palavras sublinhadas, assinalar a alternativa que apresenta a diferença entre o maior e o menor número de fonemas dessas palavras.
Alternativas
Q4125252 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra. 
Alternativas
Q4123733 Português

A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO 

Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente. 

O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante. 

Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes. 

Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.

Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade. 

Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.

Assinale a alternativa em que a palavra retirada do texto recebe corretamente a divisão silábica. 
Alternativas
Q4123274 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tomar chuva faz bem?

O som relaxante


Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol, induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.


"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan.


"Quando esse sistema é ativado, podemos observar efeitos fisiológicos como a diminuição da frequência cardíaca e a redução das respostas ao estresse."


Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente a uma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis de estresse em até 65%.


Uma chuva intensa, que se situa em uma frequência ainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode ser mais envolvente e proporcionar uma maior sensação de acolhimento, além de mascarar ruídos incômodos e favorecer o sono, diz Sarow.


Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes, tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.


"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como uma âncora para a atenção e o relaxamento."


Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente. Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicar um pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.


Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o -fragmento-adaptado

"Os sons da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, no Estado americano do Michigan."
Com base na acentuação dos vocábulos presentes no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O vocábulo 'água' recebe acento por ser uma oxítona terminada em ditongo crescente. (__)O vocábulo 'têm' recebe acento porque todos os monossílabos tônicos terminados em 'em' recebem 'acento'. (__)O vocábulo 'responsável' está acentuado corretamente, assim como 'bambú', 'saguí' e 'Grajaú', embora por regras diferentes. (__)O vocábulo 'pelo', quando empregado como preposição, não recebe acento, porém, quando usado como substantivo, recebe acento, como em 'O pêlo do gato provocou alergia ao bebê'.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q4122273 Português

Durante o processo de aprendizagem da escrita, as crianças podem cometer erros ortográficos como confundir as letras quando algumas delas se parecem, porque partilham características gráficas em comum.



Tais erros são devidos à semelhança de traçado entre os grafemas, como, por exemplo:

Alternativas
Q4121893 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga" 

No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.

Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.

Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.

Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.

Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.

Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.

Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.

O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.

https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/macacos-de-gibraltar-encontrammaneira-de-evitar-dores-de-barriga/-adaptado

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, analise as afirmativas e assinale a incorreta.
Alternativas
Q4120530 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história extraordinária de Hércules, o urso que um casal adotou e criou como parte da família


Desde o momento em que Hércules chegou à casa de Andy e Maggie Robin em Sheriffmuir, perto da cidade de Dunblane, no centro da Escócia, os três se tornaram inseparáveis.


Começavam o dia tomando café da manhã juntos na cozinha (café adoçado com leite condensado e açúcar, ovos e salsichas) e passavam o resto do dia brincando, treinando ou simplesmente fazendo companhia um ao outro.


Mas, embora se comportassem claramente como uma família, eram, sem dúvida, um trio muito incomum.


Hércules — ou Herc, como seus amigos o chamavam — não era um ser humano; era um urso.


Sim, um urso-pardo (Ursus arctos horribilis) que o casal adotou quando ele era um filhote de nove meses e que, quando cresceu, tinha mais de 2,5 metros de altura e pesava mais de 190 quilos.


Maggie sempre se interessou por animais. Criada em uma fazenda na Escócia, ela diz que seu primeiro amor foram os cavalos. Quando criança, aprendeu a montar e ganhou prêmios em competições de salto.


Então, quando seu marido, Andy — um lenhador carismático e campeão de luta livre, mais de 15 anos mais velho que ela —, sugeriu adotar um filhote de urso, ela não hesitou nem por um segundo.


"Lembro-me da primeira vez que Andy me disse: 'O que você diria se eu lhe contasse que estou pensando em adotar um filhote de urso?' O que eu jamais imaginei foi a vida que teríamos, que isso se transformaria em uma relação mágica", conta Maggie à BBC.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpwp2v2x8xqo-fragmento

"Começavam o dia tomando café da manhã juntos na cozinha (café adoçado com leite condensado e açúcar, ovos e salsichas) e passavam o resto do dia brincando, treinando ou simplesmente fazendo companhia um ao outro."

Com base na acentuação, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4120437 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

'David da Vinci', o menino gênio mexicano com QI superior ao de Einstein

 

David Camacho provavelmente não irá gostar do título desta reportagem.

Primeiramente, porque não se identifica com a descrição de "menino gênio", embora seu quociente de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130 fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado.

"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente, à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

Em segundo lugar, porque ele admite que não lhe agrada muito ser comparado com outras mentes brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI estimado de 160.

"Tenho 10 anos e estou apenas começando", prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver 70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida, certo?"

Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David da Vinci".

"Minha professora do jardim da infância me ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele. "Fiquei impressionado com a sua história, até que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."

Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca idade, este menino de Querétaro, na região central do México, conta casualmente que oferece conferências em universidades e para organismos internacionais. E está a ponto de publicar um livro.

David Camacho também teve a "grandiosa oportunidade" de ser selecionado para visitar a sede da Nasa em Houston, no Estado americano do Texas. Ele participou de um programa de treinamento espacial, pilotou um voo simulado e vivenciou a gravidade zero. Seu futuro poderá levá-lo em direção à Nasa, mas ele não quer fechar nenhuma porta.

"Gostaria de fazer a primeira cirurgia no espaço", ele conta. "Criar a próxima SpaceX, ser o próximo Elon Musk, algo assim. Combinando tudo com os negócios, com as ciências humanas... tenho toda a vida pela frente!"

Atualmente, David Camacho estuda em uma escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês, francês e alemão e começou a estudar russo, português e italiano.

Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.

"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.

Mas ele acredita que nem todos entendem o que é ser um menino gênio. "Muitas pessoas pensam que devemos saber tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do universo."

"Muitas vezes, eles me desafiam, dizendo: 'Se você é um menino gênio, diga a raiz quadrada não sei do quê, multiplique por tanto...' Espere, se eu não aprendi, não vou saber!", ele conta, rindo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8937lee8v5o

"Organização Mundial da Saúde (OMS) como mínimo para considerar uma pessoa com altas habilidades ou intelectualmente superdotado."
Sobre os vocábulos empregados no trecho, considerando seus aspectos fonológicos, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4119659 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo

A história da indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos

    A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos tem sua historia ligada aos imigrantes alemães, que se estabeleceram na região ainda na primeira metade do século XIX. A pecuária já existente na região favoreceu o estabelecimento de curtumes e de uma indústria artesanal de artefatos de couro calcada na mão de obra intensiva de formação familiar.
    A característica artesanal do trabalho manteve-se praticamente durante todo o século XIX, mas logo cedeu lugar a uma industrialização crescente, inicialmente exportadora para o mercado nacional e, já na década de 1960, para o mercado internacional.
    O mercado externo adquiriu crescente importância para o calçado brasileiro e, especialmente, para o Vale dos Sinos a partir do final da década de 1970. Ao final da década de 90, o Brasll ocupava a terceira posição entre os principais produtores mundiais de calçados.
    Na primeira metade da década de 90, o complexo calçadista do Rio Grande do Sul participava com cerca de 75% da produção brasileira de calçados de couro, B0% do faturamento das exportações desse tipo de calçado e 75% do volume comercializado com o mercado exterior.
    As exportações de calçados nos últimos três anos (a partir de 1999) tiveram ainda uma grande impulsão em razáo da desvalorização da moeda frente ao dólar. Esse fator aumentou muito a competitividade do produto brasileiro perante competidores tradicionais como a Índia, aChinaealtália.
    O complexo coureiro-calçadista do Vale dos Sinos tem sido considerado, mais recentemente, um cluster, tendo em vista a concentração geográfica de indústrias e afins; a disponibilidade de mão de obra qualificada; a presenÇa de serviços de apoio tecnológico; a divisão e a especialização interfirmas na cadeia vertical de produção de calçados; a relação horizontal, especialmente sob a forma de subcontratação para a elaboração de partes da produção; a existência de pequenas e médias empresas e de associaçôes patronais.

Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência Econômica, Passo Fundo, 2004. 
Assinale a alternativa que contém a separação silábica CORRETA das palavras exportações, tecnológico e competitividade, retiradas do texto.
Alternativas
Q4119651 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo

A história da indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos

    A indústria coureiro-calçadista do Vale dos Sinos tem sua historia ligada aos imigrantes alemães, que se estabeleceram na região ainda na primeira metade do século XIX. A pecuária já existente na região favoreceu o estabelecimento de curtumes e de uma indústria artesanal de artefatos de couro calcada na mão de obra intensiva de formação familiar.
    A característica artesanal do trabalho manteve-se praticamente durante todo o século XIX, mas logo cedeu lugar a uma industrialização crescente, inicialmente exportadora para o mercado nacional e, já na década de 1960, para o mercado internacional.
    O mercado externo adquiriu crescente importância para o calçado brasileiro e, especialmente, para o Vale dos Sinos a partir do final da década de 1970. Ao final da década de 90, o Brasll ocupava a terceira posição entre os principais produtores mundiais de calçados.
    Na primeira metade da década de 90, o complexo calçadista do Rio Grande do Sul participava com cerca de 75% da produção brasileira de calçados de couro, B0% do faturamento das exportações desse tipo de calçado e 75% do volume comercializado com o mercado exterior.
    As exportações de calçados nos últimos três anos (a partir de 1999) tiveram ainda uma grande impulsão em razáo da desvalorização da moeda frente ao dólar. Esse fator aumentou muito a competitividade do produto brasileiro perante competidores tradicionais como a Índia, aChinaealtália.
    O complexo coureiro-calçadista do Vale dos Sinos tem sido considerado, mais recentemente, um cluster, tendo em vista a concentração geográfica de indústrias e afins; a disponibilidade de mão de obra qualificada; a presenÇa de serviços de apoio tecnológico; a divisão e a especialização interfirmas na cadeia vertical de produção de calçados; a relação horizontal, especialmente sob a forma de subcontratação para a elaboração de partes da produção; a existência de pequenas e médias empresas e de associaçôes patronais.

Adaptado de: Jefferson Setubal e Yeda de Souza. Feiras setoriais e seu potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência Econômica, Passo Fundo, 2004. 
Sobre a separação silábica e a classificação tônica da palavra coureiro, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4117991 Português
Texto 3


Grafias surpreendentes revelam escrita baseada na oralidade


    Nestes nossos tempos de redes sociais e de aplicativos de mensagens, todos passamos a escrever com muito mais frequência, mas sempre preocupados em simular uma fala descontraída com nosso interlocutor. Surge, assim, um registro escrito informal, que vai migrando para outros domínios, aqueles em que, há não muito tempo, cultivávamos algum grau de formalidade.


    Nos diálogos escritos, lançamos mão de muitos pontos de exclamação para mostrar entusiasmo pela conversa (Bom dia!) e suprimimos o ponto final para não sermos deselegantes ou grosseiros. Num papo ainda mais informal, simulamos a linguagem das histórias em quadrinhos e fazemos uma longa sequência de vogais para tentar reproduzir excepcionalmente a fala (oiii!). Palavras que não imaginaríamos escritas aparecem diante de nossos olhos e ficam registradas para a posteridade: “oie”, “tá bão”, “óia”.


    Os emojis, as figurinhas e os memes, às vezes, substituem as palavras nessa comunicação escrita informal, em que importa ser engraçado e simpático. As frases são curtas, no melhor estilo telegráfico (saberão os jovens o que significa “telegráfico”?). Procura-se mimetizar a fala, que é o referencial dessas mensagens. Daí ser problemático usar o aplicativo para outros tipos de comunicação, que requerem, na vida real, alguma formalidade.


    Como a fala é o referencial, por excelência, das mensagens trocadas nos aplicativos, nos chats e nas redes sociais, passamos a escrever não só como falamos, mas também como ouvimos, o que pode nos pôr diante de algumas grafias surpreendentes. Os exemplos que trago aqui não foram colhidos fortuitamente; são, na verdade, cada vez mais frequentes.


    Um site de nome “Dicionário Informal” registra a forma “dale”, assim definida: “vibração positiva, comemoração, enaltecer algo ou alguém” e seguida de “abonação”: “Dale Ayrton Senna do Brasil!” “Dale”, na verdade, é “dá-lhe”. Dizemos “dá-lhe” quando torcemos para que, numa disputa, alguém vença o adversário. Algumas pessoas pronunciam o “lh” como “l”, o que é muito comum. A grafia, no entanto, é objeto de convenção. Ou era.


    Grafias como “agente” no lugar de “a gente”, “afim” no lugar de “a fim”, “com certeza” no lugar de “com certeza”, “fachetária” no lugar de “faixa etária” ou mesmo “ainda sim” no lugar de “ainda assim” e “dale” no lugar de “dá-lhe” são típicas de uma espécie de “português de ouvido”, que revela certa imaturidade no manejo da língua, sobretudo na sua dimensão formal.


NICOLETI, Thaís. Grafias surpreendentes revelam escrita baseada na oralidade. Folha de S.Paulo [edição virtual], São Paulo, 18 abr. 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/thais nicoleti/2022/04/grafias-surpreendentes-revelam-escrita-baseada-na oralidade.shtml. Acesso em: 06 abr. 2026.
No Texto 3, a referência ao “português de ouvido” relaciona se a um fenômeno de variação linguística em que  
Alternativas
Q4106323 Português

Para responder à questão, leia a charge.


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Analise a palavra PLANETA, presente no título da charge. De acordo com as regras oficiais, ela é classificada de forma CORRETA como:
Alternativas
Q4106303 Português

Para responder à questão, leia a charge.


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A relação entre as letras e os fonemas (sons) possui nomes específicos na Língua portuguesa. Na palavra POBREZA, que está presente no título da charge, podemos observar a junção das letras B e R. Sobre as regras ortográficas e fonéticas, esse encontro de letras é classificado de forma CORRETA como:
Alternativas
Q4106301 Português

Para responder à questão, leia a charge.


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No balão de fala do menino, encontramos a palavra NÓS. A respeito da acentuação e da classificação dessa palavra, assinale a afirmação CORRETA.
Alternativas
Q4105446 Português
Tratando-se de acentuação tônica, assinale a alternativa onde as duas palavras são paroxítonas. 
Alternativas
Q4105443 Português

Leia o texto para responder à questão.


Quando chegar. (Martha Medeiros).



Quando chegar aos 30

serei uma mulher de verdade

nem Amélia nem ninguém

um belo futuro pela frente

e um pouco mais de calma talvez.

E quando chegar aos 50

serei livre, linda e forte,

terei gente boa ao lado,

saberei um pouco mais do amor

e da vida quem sabe.

E quando chegar aos 90

já sem força, sem futuro, sem idade,

vou fazer uma festa de prazer,

convidar todos que amei,

registrar tudo que sei

e morrer de saudade.

Ainda no texto, assinale a alternativa onde temos sequencialmente monossílabo, dissílabo, trissílabo e polissílabo.
Alternativas
Respostas
481: D
482: C
483: A
484: C
485: D
486: C
487: A
488: A
489: D
490: A
491: D
492: D
493: C
494: B
495: A
496: B
497: D
498: C
499: A
500: C