Questões de Concurso Sobre flexão verbal de número (singular, plural) em português

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Q323064 Português
Aopção em que o verbo destacado no último período do texto “Esse PODE ser um novo caminho para o país – um rumo alinhado com o novo tempo da economia.”, está flexionado no futuro do pretérito do modo indicativo é:

Alternativas
Q321806 Português
Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens subsequentes.

A flexão no plural da forma verbal “atrapalham” (l.3) deve-se ao emprego de “limites” (l.2).
Alternativas
Q321684 Português
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No que se refere às informações e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens subsequentes.
Prejudica-se a correção gramatical do período ao se substituir “acelerar” (l.3) por acelerarem.
Alternativas
Q319117 Português
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 22 a 27.


Se as deficiências de infraestrutura forem enfrentadas.

A transposição da frase para outra modalidade da mesma voz verbal gerará a seguinte forma correta:


Alternativas
Q308342 Português
ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
“CERTO” - (C) OU “ERRADO” - (E)
A frase abaixo não está escrita de acordo com as normas gramaticais da língua-padrão. Para corrigi-la, basta colocar o verbo será e o adjetivo feito no plural.
Na tarde de 4ª. feira será feito os últimos ajustes nas câmeras e em outros pequenos itens que não ficaram adequados na última montagem.
Alternativas
Q308305 Português
ANALISE CADA UM DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES
ABAIXO E ASSINALE
“CERTO” – (C) OU “ERRADO” – (E)

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Com relação aos aspectos linguísticos do Texto 1, analise as questões de 1 a 12.

Na oração “a grande maioria dos prédios públicos de São Paulo também não tem alvará” (linhas 14 e 15) se o verbo estivesse flexionado na terceira pessoa do plural, a oração estaria incorreta, visto que, de acordo com a determinação gramatical, nesse tipo de estrutura oracional a concordância só pode ser feita com o termo maioria.
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Q308053 Português
Leia as afirmações seguintes.

I. Em – mulheres que dizem ... – substituindo-se a forma verbal em destaque pelo verbo existir, tem-se, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa: Existem mulheres que dizem ...

II. A expressão “por fim” (13.º verso) pode ser substituída, sem alteração de sentido, por “finalmente”.

III. Conservando-se o mesmo tempo verbal de – ... se quiser pescar, pesque, ... – e substituindo-se por outros verbos, a forma correta será – se querer navegar, navegue.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q305479 Português
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Julgue os itens que se seguem, relativos à estrutura linguística do
texto.
Na linha 12, a forma verbal “são” está flexionada no plural porque deve concordar com o numeral “8,8”.
Alternativas
Q305475 Português
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Julgue os próximos itens, referentes a aspectos linguísticos do
texto.
Na linha 25, é facultativa a flexão do verbo “tem” no singular ou no plural, uma vez que, em casos assim, a forma verbal pode concordar apenas com o núcleo do sujeito ou com todos os itens enumerados anteriormente.
Alternativas
Q305462 Português
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Com base nos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens
subsequentes.
Se a expressão “As relações” (l.1) passasse para o singular, a forma verbal “mantêm” (l.2) deveria, em concordância a esse termo, ser substituída por mantém.
Alternativas
Q304383 Português
Considere as seguintes propostas de substituição de formas verbais do texto:

I. substituição de deveriam (L. 01) por deviam;

II. substituição de encobrira (L. 04) por havia encoberto;

III. substituição de buscando (L. 19) por a buscar.

Quais mantêm o sentido original do texto?

Alternativas
Q303659 Português
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A respeito do texto acima, julgue os próximos itens.
Sem prejuízo para a correção gramatical e a coerência do texto, as formas verbais na primeira pessoa do plural podem ser todas substituídas por formas verbais na terceira pessoa do singular acompanhadas da partícula se.
Alternativas
Q303376 Português
       Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama simbólico. 
      Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas, sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos. 
      Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, distinguiam- se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá, segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar muito exercitado seria perceptível o sinal. 

      (Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
Quando em terreno fragoso e bem vestido, distinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço.

O verbo empregado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está em:
Alternativas
Q302088 Português
           Em outubro de 1967, quando Gilberto Gil e Caetano Veloso apresentaram as canções Domingo no parque e Alegria, Alegria,
no Festival da TV Record, logo houve quem percebesse que as duas canções eram influenciadas pela narrativa cinematográfica:
repletas de cortes, justaposições e flashbacks. Tal suposição seria confirmada pelo próprio Caetano quando declarou que fora “mais
influenciado por Godard e Glauber do que pelos Beatles ou Dylan”. Em 1967, no Brasil, o cinema era o que havia de mais intenso e
revolucionário, superando o próprio teatro, cuja inquietação tinha incentivado os cineastas a iniciar o movimento que ficou conhecido
como Cinema Novo.
           O Cinema Novo nasceu na virada da década de 1950 para a de 1960, sobre as cinzas dos estúdios Vera Cruz (empresa
paulista que faliu em 1957 depois de produzir dezoito filmes). “Nossa geração sabe o que quer”, dizia o baiano Glauber Rocha já em
1963. Inspirado por Rio 40 graus e por Vidas secas, que Nelson Pereira dos Santos lançara em 1954 e 1963, Glauber Rocha
transformaria, com Deus e o diabo na terra do sol, a história do cinema no Brasil. Dois anos depois, o cineasta lançou Terra em
Transe, que talvez tenha marcado o auge do Cinema Novo, além de ter sido uma das fontes de inspiração do Tropicalismo.
           A ponte entre Cinema Novo e Tropicalismo ficaria mais evidente com o lançamento, em 1969, de Macunaíma, de Joaquim
Pedro de Andrade. Ao fazer o filme, Joaquim Pedro esforçou-se por torná-lo um produto afinado com a cultura de massa. “A
proposição de consumo de massa no Brasil é algo novo. A grande audiência de TV entre nós é um fenômeno novo. É uma posição
avançada para o cineasta tentar ocupar um lugar dentro dessa situação”, disse ele.
           Incapaz de satisfazer plenamente as exigências do mercado, o Cinema Novo deu os seus últimos suspiros em fins da década
de 1970 − período que marcou o auge das potencialidades comerciais do cinema feito no Brasil.
(Adaptado de Eduardo Bueno. Brasil: uma história. Ed. Leya, 2010. p. 408)

A frase em que todos os verbos estão corretamente flexionados é:

Alternativas
Q302035 Português
A frase em que todos os verbos estão corretamente flexionados é:

Alternativas
Q301238 Português
No trecho do Texto I “Introduziram-se as ideias não só de evolução como de revolução.” (L. 24-26), o verbo concorda em número com o substantivo que o segue.

O verbo deverá ser flexionado no plural, caso o substantivo destacado que o segue esteja no plural, EXCETO em:
Alternativas
Q300534 Português
Ao passar para o plural a palavra atleta de “Na prática, o atleta de alto rendimento pode dispor desde novos equipamentos” (L. 40-41), o trecho ficará de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q300342 Português
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Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue
os itens seguintes.
A forma verbal “alcançaram” (L.3) está flexionada na 3.ª pessoa do plural porque concorda com “páginas” (L.2).
Alternativas
Q299648 Português
O verbo que pode ser corretamente flexionado no plural está grifado em:
Alternativas
Respostas
1461: B
1462: E
1463: C
1464: A
1465: C
1466: E
1467: A
1468: E
1469: E
1470: E
1471: E
1472: E
1473: E
1474: E
1475: B
1476: B
1477: A
1478: C
1479: E
1480: D