Questões de Concurso Sobre flexão verbal de número (singular, plural) em português

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Q408230 Português

Cidadão
(Zé Ramalho)
Compositor: Lúcio Barbosa


Tá vendo aquele edifício, moço?
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas pra ir, duas pra voltar


Hoje depois dele pronto
Olho pra cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
“Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?”


Meu domingo tá perdido
Vou pra casa entristecido
Dá vontade de beber
E pra aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer


Tá vendo aquele colégio, moço?
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar


Minha filha inocente
Vem pra mim toda contente
“Pai, vou me matricular”
Mas me diz um cidadão
“Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar”


Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte?
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer


Tá vendo aquela igreja, moço?
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também


Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse
“Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar”

Ao observar a concordância verbal em “Fui eu quem criou a terra”, conclui-se que:
Alternativas
Q406978 Português
                          

A palavra destacada está grafada e empregada de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q406977 Português
                          

No trecho do Texto II “Por mais que compremos, estamos sempre nus” (. 11-12), as formas verbais em destaque referem-se à 1º pessoa do plural.

Se fossem substituídas pela 1º pessoa do singular, mantendo-se o tempo verbal original, como ficaria a frase?
Alternativas
Q404835 Português
Uma propaganda em outdoor em avenida de Cuiabá, veiculada à época do carnaval, trazia a seguinte parte escrita: Se beber, não dirija. Chame um táxi. Sobre esse trecho, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Todos os verbos desse escrito foram usados no imperativo, pois conotam ordem.
( ) O sentido presente no trecho Se beber, não dirija. é de condição, se fosse de causa ficaria: Não dirija porque você bebeu.
( ) Se fosse usada a segunda pessoa do singular na segunda frase, ficaria: Chama um táxi.
( ) A correlação verbal continuaria correta com a seguinte alteração: Se bebesse, não dirigirá.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q394271 Português
Leia o segmento abaixo e responda

Nesta atual crise de confiança, de respeito e de autoridade, cada um de nós precisa encontrar sua autoridade interna, seus limites. Pois, quando não despontam líderes confiáveis, quando políticos se calam ou parecem atarantados, governantes não sabem o que fazer para manter ou estender seu poder, instituições estão desacreditadas porque não funcionam e leis são descumpridas, estamos todos perplexos.

                                                                                         (LUFT, Lya. Veja, 28/08/2013.)


Em relação a aspectos gramaticais e textuais do segmento, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em cada um de nós precisa, o verbo deveria estar na primeira pessoa do plural, pois liga-se ao pronome pessoal nós.
( ) Os termos Nesta e atual remetem o fato crise para o que está acontecendo no momento da escrita do texto, o primeiro é elemento coesivo e o segundo, qualificativo.
( ) Se no trecho quando não despontam líderes confiáveis for empregada a ordem canônica da frase, a concordância verbal não se alteraria.
( ) Em instituições estão desacreditadas, caso fosse inserida a palavra empresa junto a instituições, as concordâncias verbal e nominal não se alterariam.
( ) No trecho estamos todos perplexos, tendo em vista que perplexos refere-se a todos, o verbo deveria obrigatoriamente estar na terceira pessoa do plural.

Assinale a sequência correta.
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Q385632 Português
Ao longo do texto, observa-se uma alternância entre formas (pronomes ou verbos) de primeira pessoa do singular, de primeira pessoa do plural e de terceira pessoa. Considere as seguintes afirmações sobre esse uso:

1. A primeira pessoa do plural é predominante e revela que o autor inclui a si próprio e aos leitores na maior parte de suas afirmações.
2. Em três parágrafos do texto, o autor faz afirmações específicas sobre si mesmo, o que é marcado por formas de primeira pessoa do singular.
3. A primeira pessoa do plural no texto abarca, além do autor e do leitor, uma infinidade de outras pessoas que compartilham as mesmas experiências sobre as quais Gleiser escreve.
4. O uso constante de formas na terceira pessoa do singular marca o distanciamento e objetividade com que o autor aborda o tema.

Assinale a alternativa correta.
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: INSS Prova: FUNRIO - 2014 - INSS - Analista - Letras |
Q382895 Português
Assinale a alternativa que contém frase com desvio na flexão da forma verbal.
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Q382891 Português
“Plínio dedicara-se aos estudos e certamente conseguiria a aprovação.” Se substituirmos os verbos simples dessa frase por seus equivalentes compostos, a reescritura será:
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Q377489 Português
Em consonância com a linguagem padrão, o emprego da forma verbal está correta em:
Alternativas
Q375250 Português
No quarto parágrafo, o emprego da primeira pessoa do singular ressalta o seguinte aspecto:
Alternativas
Q370933 Português
Está correta a seguinte flexão para o plural;
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Q361082 Português
No texto abaixo, Graciliano Ramos narra seu encontro com Nise da Silveira.

     Chamaram-me da porta: uma das mulheres recolhidas à sala 4 desejava falar comigo. Estranhei. Quem seria? E onde ficava a sala 4? Um sujeito conduziu-me ao fim da plataforma, subiu o corrimão e daí, com agilidade forte, galgou uma janela. Esteve alguns minutos conversando, gesticulando, pulou no chão e convidou-me a substituí-lo. Que? Trepar-me àquelas alturas, com tamancos?

     Examinei a distância, receoso, descalcei-me, resolvi tentar a difícil acrobacia. A desconhecida amiga exigia de mim um sacrifício; a perna, estragada na operação, movia-se lenta e perra; se me desequilibrasse, iria esborrachar-me no pavimento inferior. Não houve desastre. Numa passada larga, atingi o vão da janela; agarrei-me aos varões de ferro, olhei o exterior, zonzo, sem perceber direito por que me achava ali. Uma voz chegou-me, fraca, mas no primeiro instante não atinei com a pessoa que falava. Enxerguei o pátio, o vestíbulo, a escada já vista no dia anterior. No patamar, abaixo de meu observatório, uma cortina de lona ocultava a Praça Vermelha. Junto, à direita, além de uma grade larga, distingui afinal uma senhora pálida e magra, de olhos fixos, arregalados. O rosto moço revelava fadiga, aos cabelos negros misturavam-se alguns fios grisalhos.

Referiu-se a Maceió, apresentou-se:

     - Nise da Silveira.

     Noutro lugar o encontro me daria prazer. O que senti foi surpresa, lamentei ver minha conterrânea fora do mundo, longe da profissão, do hospital, dos seus queridos loucos. Sabia-a culta e boa, Rachel de Queiroz me afirmara a grandeza moral daquela pessoinha tímida, sempre a esquivar-se, a reduzir-se, como a escusar-se de tomar espaço. Nunca me havia aparecido criatura mais simpática. O marido, também médico, era meu velho conhecido Mário Magalhães. Pedi notícias dele: estava em liberdade. E calei-me, num vivo constrangimento.

     De pijama, sem sapatos, seguro à verga preta, achei-me ridículo e vazio; certamente causava impressão muito infeliz. Nise, acanhada, tinha um sorriso doce, fitava-me os bugalhos enormes, e isto me agravava a perturbação, magnetizava-me. Balbuciou imprecisões, guardou silêncio, provavelmente se arrependeu de me haver convidado para deixar-me assim confuso.

(RAMOS, Graciliano, Memórias do Cárcere, vol. 1. São Paulo, Record, 1996, p. 340 e 341)

Sabia-a culta e boa, Rachel de Queiroz me afirmara a grandeza moral daquela pessoinha tímida...

Atribuindo-se caráter hipotético ao trecho acima, mantém- se a correção gramatical substituindo-se os elementos grifados pelo que se encontra em:
Alternativas
Q359404 Português
O verbo flexionado no plural que também estaria corretamente flexionado no singular, sem que nenhuma outra alteração fosse feita, encontra-se em:
Alternativas
Q357593 Português
Observadas a regência e a flexão verbal, está correta a seguinte frase:
Alternativas
Q356827 Português
Todas as formas verbais estão corretamente empregadas, grafadas e flexionadas na frase:
Alternativas
Q2963159 Português
A Pró-Reitoria de Pessoal da UFRJ realizou (1), em maio passado, o seminário “Identidade e Gênero: uma questão de toda a UFRJ”. Os temas debatidos foram Diversidade Sexual; Violência contra a Mulher; Homem e Sexo; e Questões sobre o Aborto. O objetivo foi entender, por meio de palestras e debates, como a comunidade acadêmica lida (2) com os diversos aspectos que envolvem (3) o assunto.

Marque a alternativa que identiica a correta lexão de todos os verbos sublinhados e numerados no texto da questão:
Alternativas
Q2900931 Português
Leia o trecho abaixo, que reproduz o item 1 das Diretrizes Gerais do Plano Diretor UFRJ 2020 (PD UFRJ-2020), aprovado pelo Conselho Universitário da instituição em 05 de novembro de 2009, e responda a questão proposta:

“1. O PD UFRJ-2020 é expressão e projeção, no tempo e no espaço, de uma vontade coletiva, democraticamente construída, de fazer (1) da UFRJ uma universidade contemporânea de seu próprio tempo, consciente dos desaios que lhe são lançados pelo desenvolvimento cientíico e tecnológico, assim como por uma sociedade que traz (2) as marcas tanto da condição periférica à globalização, quanto de perversas e inaceitáveis desigualdades e injustiças. Não queremos (3) apenas uma universidade de qualidade e democrática, nem apenas que ela seja aberta a setores mais amplos de nossa juventude; queremos também uma universidade engajada na construção de um projeto de país que contemple a autonomia cientíico-técnica, a justiça social e a responsabilidade ambiental.”

Assinale qual das alternativas adiante apresenta corretamente a lexão das formas verbais sublinhadas e numeradas:
Alternativas
Q1665316 Português

Helena Maria Martins Lastres et al. Desafios e oportunidades da era do conhecimento.

In: São Paulo em Perspectiva, 16(3), 2002, p. 60-1 (com adaptações).

No que se refere às estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


Estariam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto se, na oração “aumenta-se o grau de indefinições e incertezas” (l.6-7), a forma verbal estivesse flexionada no plural, desde que suprimida a partícula “-se”.

Alternativas
Q1636048 Português

Texto I 


Os protestos da melhora

    As manifestações que presenciamos, promovidas por universitários em cidades grandes, não ocorrem quando a vida piora – mas quando fica melhor.

    A forma como as pessoas veem o mundo não é estática, ela muda com o passar do tempo. Anos atrás, no Brasil, muitos pobres, provavelmente, acreditavam que seriam pobres a vida inteira. A mobilidade geográfica era pequena, a crença no progresso como um valor positivo e altamente desejável era fraca, o desejo de comprar era quase inexistente. Ficar sempre próximo da família, do local de nascimento foi por muito tempo mais importante que buscar empregos melhores.

    A modernização social e econômica faz, lentamente, com que as pessoas mudem sua maneira de ver o mundo. No que se refere à mentalidade, nada muda da noite para o dia. Leva décadas. A geração de mais empregos urbanos que rurais arranca as pessoas do campo e as joga na cidade. Retira as pessoas do braço de sua família estendida.

    A primeira geração que chega às cidades mantém-se fiel a seus valores rurais originários. Ainda mais quando é incapaz de melhorar seu nível escolar de maneira significativa. O mesmo ocorre com seus filhos. Ainda que nascidos e criados em cidades, eles, por causa da baixa escolaridade, continuam extremamente apegados a suas famílias e bastante assíduos a serviços religiosos.

    A mudança mais abrupta ocorre quando os netos daqueles que saíram do campo para a cidade têm a oportunidade de frequentar a universidade. É exatamente o que acontece hoje no Brasil. O ensino superior faz com que eles mudem seu sistema de crenças. Eles passam a acreditar mais no indivíduo do que na comunidade, passam a valorizar mais seu empenho pessoal como maneira de melhorar de vida do que uma eventual ajuda do governo, passam a acreditar que seu destino está mais nas suas mãos que nas mãos de Deus.

    Para alguém que cursa ou completa o ensino superior, uma das mais formidáveis mudanças na forma de ver o mundo diz respeito a sua visão acerca das relações entre os indivíduos. O aumento da escolaridade, algo mais do que provado em meu livro ‘A cabeça do brasileiro’, faz com que as pessoas passem a ver o mundo de modo mais igualitário.

    O Brasil é um dos poucos países do mundo em que o elevador de serviço não é um elevador de carga e transporte, mas um meio de locomoção de pessoas da parte de baixo da pirâmide social. Até hoje, os prédios residenciais no Brasil têm dois elevadores: o social, para os patrões e aqueles no topo da hierarquia social, e o elevador de serviço, apropriado para empregados e pobres. Alguém que não tenha cursado a faculdade aceita facilmente essa visão de mundo, concorda que pessoas diferentes têm direito a espaços físicos diferentes.

    Mais que isso, alguém com escolaridade baixa aceita que o tratamento conferido a um pobre possa e deva ser diferente de um rico. As coisas mudam quando se trata de alguém que cursa a faculdade ou completa o ensino superior. Ele é treinado nos bancos universitários a ver o mundo de modo mais igualitário. Sabe que existe elevador social e de serviço, mas isso não combina com seu sistema mental, com sua maneira de ver o mundo – isso é estranho. Só alguém com escolaridade baixa aceita que um pobre possa ser tratado de modo diferente de um rico.

    É igualmente estranho, para alguém que cursa uma faculdade, que os políticos cobrem impostos e não devolvam em serviços, proporcionalmente, o que foi cobrado. Para um pobre, mal escolarizado, do interior do Brasil, a desproporção entre impostos cobrados e serviços prestados é menos grave. Esse pobre acha que os políticos são superiores a ele, por isso devem ter direitos que ele próprio não tem. Para um não pobre, com curso superior completo, de uma cidade grande, isso é inaceitável. Foi exatamente isso que motivou a recente onda de manifestações.

    As principais manifestações ocorreram em cidades grandes e foram promovidas por estudantes universitários. Eles querem mais igualdade. No outro extremo, o mundo rural e das cidades pequenas, habitadas por pessoas pouco escolarizadas, a forma de ver o mundo é diferente. Em muitos locais, os protestos e as manifestações são até mesmo malvistos e rejeitados.

    Uma mentalidade mais igualitária, uma nova forma de ver o mundo, confrontou uma maneira antiga de definir o papel dos políticos. Nossa simbologia do mundo político diz tudo. Nossos políticos moram e trabalham em palácios. Há palácios para todos os gostos: Palácio do Planalto, Palácio da Alvorada, Palácio Guanabara, Palácio das Laranjeiras, Palácio dos Bandeirantes, Palácio da Liberdade, Palácio das Mangabeiras. Paradoxalmente, quanto mais gente mora em casebres, mais os palácios são aceitáveis. Quando as pessoas passam a morar em apartamentos de classe média, os palácios se tornam incompreensíveis.

    A nova forma de ver o mundo não aceita que os políticos escapem da condenação em casos de corrupção, que tenham foro privilegiado quando processados, que gastem demais quando viajam para o exterior, que não deem transparência a seus atos. Se os políticos não atendem a essas demandas, o povo vai para as ruas. Foi o que aconteceu – e ocorrerá novamente, caso os políticos não sejam permeáveis às demandas.

    Há uma clara inadequação entre a nova mentalidade, mais igualitária, e a antiga forma de os políticos proverem serviços públicos para a população. As manifestações foram motivadas por essa inadequação. Hoje, na sociedade brasileira, está consolidado o sentimento de que os políticos exploram a população e recebem em troca mais do que dão à sociedade.

(Alberto Carlos Almeida. Revista Época, 17/07/2013-adaptado)

A respeito da estrutura e do uso de palavras no Texto I, é correto afirmar que a forma:
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Q1635938 Português

TEXTO

PURO PRECONCEITO

Folha de São Paulo

    É razoável que as pessoas tenham medo de assaltos. Eles se tornaram rotina nos centros urbanos e, por vezes, têm consequências fatais. Faz todo o sentido, portanto, acautelar-se, evitar algumas regiões em certos horários e, até, evitar pessoas que pareçam suspeitas.

     E quem inspira desconfi ança é, no imaginário geral, mulato ou negro. Se falar com sotaque nordestino, torna-se duplamente suspeito. Pesquisa feita em São Paulo, contudo, mostra que essas pessoas não têm base na realidade. Não passa de preconceito na acepção literal do termo. Dados obtidos de 2.901 processos de crimes contra o patrimônio público (roubo e furto) entre 1991 e 1999 revelam que o ladrão típico de São Paulo é branco (57% dos crimes) e paulista (62%).

     Os negros, de acordo com a pesquisa, respondem apenas por 12% das ocorrências. Baianos e pernambucanos, juntos, por 14%. O estudo é estatisticamente signifi cativo. Os 2.901 processos correspondem a 5% do total do período. É claro que algum racista empedernido poderia levantar objeções metodológicas contra o estudo. Mas, por mais frágil que fosse a pesquisa, ela já serviria para mostrar que o vínculo entre mulatos, negros, nordestinos e assaltantes não passa de uma manifestação de racismo, do qual, aliás, o brasileiro gosta de declarar-se isento.

     A democracia racial brasileira é, antes e acima de tudo, um mito. Como qualquer outro povo do planeta, o brasileiro muitas vezes se revela racista e preconceituoso. Tem, é claro, a vantagem de não se engalfi nhar em explosões violentas de ódio e intolerância. Essas vantagens, contudo, têm o efeito indesejável de esconder o preconceito, varrendo-o para debaixo do tapete da cordialidade. Como já observou Albert Einstein: “Época triste é a nossa em que é mais difícil quebrar um preconceito do que um átomo”.

“É razoável que as pessoas tenham medo de assaltos”. Abaixo estão cinco (5) formas de reescrever-se essa primeira frase do texto. Assinale a única forma errada.
Alternativas
Respostas
1441: A
1442: B
1443: E
1444: A
1445: D
1446: C
1447: B
1448: C
1449: A
1450: B
1451: E
1452: E
1453: C
1454: A
1455: C
1456: B
1457: C
1458: E
1459: B
1460: B