Questões de Concurso
Sobre flexão verbal de número (singular, plural) em português
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O Texto a seguir refere-se ao item.

Adaptado
de: https://www.novaserrana.mg.gov.br/portal/noticias/0/3/1559/comunicado--respostas-de-oficios. Acesso em: 16 mar. 2022.
Considerando os aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o seguinte item.
As expressões “Sua Excelência” e “Vossa
Excelência” são empregadas no texto para
se referir à terceira e à segunda pessoa do
discurso, respectivamente.
A FÁBULA DOS PORCOS-ESPINHOS
(Fábula do Esopo)

Texto para o item.


Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto.
O vocábulo “doença” é o núcleo do sujeito da primeira
oração do terceiro parágrafo do texto, por isso o verbo
“tratar” está flexionado na terceira pessoa do singular.
Texto para o item.

Internet:<http://www.drauziovarella.uol.com.br/>
Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência
do texto caso a forma verbal “está” (linha 2) estivesse
flexionada na terceira pessoa do plural, dada a
possibilidade prevista na gramática normativa de
concordância do verbo com o elemento mais próximo,
no caso, o substantivo “capitais” (linha 2).
Julgue o item, relativo a aspectos linguísticos do texto.
A flexão verbal na terceira pessoa do singular em “É
possível” (linha 11) justifica-se por ser indeterminado o
sujeito da oração.
Texto para o item.

A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Em “o quanto podem servir como um cuidado público
eficaz” (linhas 22 e 23), a flexão verbal na terceira pessoa
do plural indica que é indeterminado o sujeito da oração.
Aninha e Suas Pedras
Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso aos que têm sede.
Cora Coralina
TEXTO PARA A QUESTÃO:
NÃO SOMOS FILHOS DAS COTAS! MAS CONSTRUÍMOS ESSA POLÍTICA

Texto para o item.

Julgue o item, relativos a aspectos linguísticos do texto.
A forma verbal “convirja” (linha 13) corresponde à flexão
do verbo convergir na terceira pessoa do singular do
presente do subjuntivo.
Texto para o item.

Julgue o item, relativos a aspectos linguísticos do texto.
Em “Vive-se” (linha 7), a partícula “se” indica que o
sujeito da oração é indeterminado, razão por que o
verbo está flexionado na terceira pessoa do singular.
Texto para o iten.


Internet: <www.nutrinewsbrasil.com> (com adaptações).
Em “que incluem” (linhas 2 e 3), a forma verbal está flexionada na terceira pessoa do plural porque o vocábulo “que”, que se classifica como pronome relativo, está empregado em referência ao antecedente “tecnologias” (linha 2), sendo correta, portanto, a substituição do referido vocábulo por as quais.
I.O período: "Se me batessem num lado da face, imediatamente ofereceria outro" - enuncia ideia hipotética através dos tempos verbais: "batessem" (imperfeito do modo subjuntivo) e "ofereceria" (futuro do pretérito do modo indicativo).
II.O (4º§) inicia com um advérbio que faz antônimo com "Não".
III.A palavra destacada na frase: "E, muitas vezes, ficava a sonhar com feitos assim tão extraordinários" - tem o mesmo sentido de "atitudes", "condutas", "práticas", "façanhas".
IV.A oração: "Mas eu disse, às vezes!" - é simples, tem os termos essenciais dispostos na ordem direta, inicia com conjunção coordenativa adversativa, tem pontuação exclamativa e expressão adverbial de tempo.
V.As palavras: "injustiça", "políticas", "serenamente" - se identificam por terem a mesma quantidade de sílabas gramaticais, por todas serem escritas com derivação prefixal e por pertencerem à mesma classe morfológica.
VI.No (6º§), temos frases pontuadas com exclamação e frase pontuada com ideia de questionamento.
Estão CORRETAS, apenas:
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Os fora-fila
Todos os dias, milhões de brasileiros perdem horas preciosas em filas de ônibus, e reclamam corretamente dos oportunistas fura-fila. Poucos percebem os fora-fila: os que usam carros privados e os que não têm dinheiro nem vale-transporte. Há séculos, muitos brasileiros fazem fila para obter o que precisam, enquanto outros não têm direito nem mesmo de esperar em fila, por falta absoluta de dinheiro; enquanto outros não precisam se submeter a filas porque têm muito dinheiro.
Por causa das ineficiências econômicas, a palavra "fila" caracteriza o dia a dia dos brasileiros, mas por causa da injustiça social não se percebe os que estão fora das filas, de um lado e outro da escala de rendas. Alguns porque não precisam se submeter a elas, graças a privilégios e dinheiro, outros porque não têm o direito de entrar nelas. No meio, imprensados, os da fila, ignorando os extremos. Nós nos acostumamos a ver com naturalidade os que não precisam e ainda mais os que não conseguem entrar nas filas, por tratá-los como invisíveis.
No setor da saúde, nos indignamos com os que tentam furar a fila para tomar vacina, mas não percebemos a injustiça quando furam a fila ao usar dinheiro para o atendimento médico de um pediatra para o filho, de um dentista e de profissionais de todas as outras especialidades que não estão disponíveis no SUS, com a urgência necessária. Apesar do nome, o sistema nacional de saúde não é único: de um lado, tem o SUS com suas filas; e, do outro, o SEP - Sistema Exclusivo de Saúde - sem fila para os que podem pagar.
Todos condenamos os fura-fila do SUS para tomar vacina, mas todos aceitamos que se fure a fila nas demais especialidades médicas, inclusive cirurgias, por meio do uso do dinheiro. Em alguns casos, há reclamação quando a fila se organiza por um pequeno papel numerado, mas não se protesta quando, perto dali, o atendimento é imediato, porque no lugar do papel com o número da fila usa-se papel moeda. Aceita-se furar fila graças ao dinheiro. Nem se considera como fura fila. São os fora-fila, aceitos por convenção de que o dinheiro pode comprar saúde.
Na moradia, alguns entram na fila do programa Minha Casa Minha Vida; outros não precisam, compram diretamente a casa que desejam e podem; outros também não entram na fila, porque não têm as mínimas condições de financiamento.
O mesmo vale para a educação. Em função do Coronavírus, o Brasil descobriu que algumas boas escolas, em geral pagas e caras, com ensino remoto, computadores e internet em casa, permitem que alguns cheguem ao ENEM com mais possibilidade de aprovação do que outros. Apesar de que a aprovação é conquistada pelo mérito do concorrente, os aprovados se beneficiaram da exclusão de muitos concorrentes ao longo da educação de base.
A desigualdade na qualidade da escola desiguala o preparo entre os candidatos, como uma forma de empurrar alguns para fora e outros para a frente da fila. De certa forma, alguns furaram a fila para ingresso na universidade, por pagarem uma boa escola ainda na educação de base. E não há reclamação porque os fora da fila são invisíveis, porque não concluíram o Ensino Médio, ou concluíram um Ensino Médio sem qualidade que não lhes deu condição sequer de sonhar fazer o ENEM.
Tanto quanto os que não podem pagar o transporte público não entram na fila do ônibus, os analfabetos (12 milhões de brasileiros) não entram na fila do ENEM para ingresso na universidade. Foram excluídos da formação, por falta de oportunidade para desenvolver o talento no momento oportuno da educação de base, e, por isso, ficam impedidos de disputar, por mérito, uma vaga na universidade.
Ninguém fura fila para chegar à seleção brasileira de futebol, porque todos tiveram a mesma chance. A seleção é pelo mérito, graças ao fato de que a bola é redonda para todos, independentemente da renda.
Temos a preocupação de assegurar os mesmos
direitos para obter vacina, não o mesmo direito para
a qualidade e a urgência no atendimento de saúde
e de educação, independentemente da renda e do
endereço da pessoa. Nem ao menos consideramos
que há injustiça em furar fila usando dinheiro para
ter acesso à educação e à saúde de qualidade. É
como se fosse normal furar fila por se ter muito
dinheiro e normal ficar fora da fila por falta total de
dinheiro. No meio, ficam os que, por pouco dinheiro,
ficam na fila e se indignam com os que tentam
desrespeitar a ordem, sem atentar para os fora da
fila nos carros, ou os fora da fila caminhando. Os
primeiros aceitamos pelas leis do mercado, os
outros tornamos invisíveis.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.



(Disponível em: https://climainfo.org.br/2022/11/22 – texto especialmente adaptado para esta prova).
( ) O uso da forma verbal ‘podem’ atribui à frase a ideia de possibilidade.
( ) Em lugar de ‘podem’ poderíamos utilizar ‘devem’ sem que houvesse qualquer alteração semântica no período.
( ) A forma verbal ‘podem’ atribui ao sujeito da frase a ideia de obrigação quanto a se comprometerem.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


Eliane Brum. Dois andares abaixo do meu. In: A menina quebrada. Porto
Alegre-RS: Arquipélago Editorial, 2013 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item
O emprego do acento diferencial no verbo “vêm” (linha 15)
é obrigatório, porque o seu sujeito é classificado como
composto, logo o verbo deve apresentar flexão de
plural.


