Questões de Concurso
Sobre figuras de linguagem em português
Foram encontradas 4.227 questões

Acerca da estrutura e dos sentidos do texto, julgue o item.
Na linha 6, a resposta do garoto à pergunta do vigário
teve como base de pensamento a figura de linguagem
denominada prosopopeia.
Analise e assinale a figura de linguagem presente no trecho abaixo:
“Estou morrendo de fome.”
A figura de linguagem presente na citação abaixo é:
“Eu li Stephen King.”

Identifica-se termo empregado em sentido figurado em:
Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado
especialmente para esta prova).
“Fico imaginando a vida dos rapazes que postam fotos de si próprios em academias ou na praia, como pavões.”
A palavra sublinhada nessa frase é um exemplo da figura de linguagem:
[...]
passe o que nasce
passe o que nem
passe o que faz
passe o que faz-se
que tudo passe
e passe muito bem
[...]
Os quatro primeiros versos apresentam a seguinte figura de estilo:
Leia o texto a seguir.

Nesse texto, o efeito de humor que se manifesta na fala da personagem no último quadrinho advém do barulho feito na vizinhança, o qual é representado por meio de um(a)
O autor, usou nesta afirmação, um tipo de figura de linguagem caracterizada pela
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 a seguir para responder à questão que a ele se refere.
Texto 03

Disponível em: https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/smiles. Acesso em: 17 fev. 2023.

Créditos de @Artes_Depressao. Disponível em: https://twitter.com/Artes_Depressao/status/669909181944741888/photo/1. Acesso em: 28 mar. 2023.
Analisando-se o texto verbal em conjunto com o texto não verbal do meme, qual é a figura de pensamento que se faz presente?
No terreiro rústico da Fazenda Paraíso, nos anos da minha adolescência, era certa e esperada aquela comunicação anual. [...] Vinha dos campos e da mangueira um cheiro fecundo de vegetais e de apojo, mugidos intercalados da vacada, que à tarde mansamente descia dos pastos, procurando a frente da fazenda. O terreiro rústico participava desses encantamentos. Naquela comunhão sagrada e rotineira, a gente se sentia feliz e nem se lembrava de que não havia nenhum dinheiro na casa. Pela manhã, muito cedo, meu avô ia verificar o moinho de fubá de milho, o rendimento da noite. O velho e pesado monjolo subia e descia compassado, escachoando água do cocho, cavado no madeirame pesado e bruto. [...] E partia das mangueiras e abacateiros frondosos o arrulho gemido da juriti. Às sete horas, vinha para cima da grande mesa familiar, rodeada de bancos pesados e rudes, a grande panela de mucilagem, mingau de fubá canjica, fino e adocicado, cozido no leite ainda morno do curral. [...] Comia-se com vontade e comida tão boa como aquela nunca houve em parte alguma. O arroz, fumaçando numa travessa imensa de louça antiga, rescendia a pimenta de cheiro. O frango ensopado em molho de açafrão e cebolinha verde, e mais coentro e salsa. O feijão saboroso, a couve com torresmos, enfarinhada ou rasgadinha à mineira, mandioca adocicada e farinha, ainda quentinha da torrada. Comia-se à moda velha. Repetia-se o bocado, rapava-se o prato. Depois, o quintal, os engenhos, o goiabal, os cajueiros, o rego-d’água. Tínhamos ali o nosso Universo. Vivia-se na Paz de Deus. Eram essas coisas na Fazenda Paraíso. E como todo paraíso, só valeu depois de perdido.
CORALINA, Cora. Melhores Poemas: Cora Coralina; seleção Darcy França Denófrio. São Paulo: Global, 2017.
Nesse poema de Cora Coralina, nota-se que o leitor é naturalmente levado a deleitar-se no universo poético idílico, cujos versos representam a ativação da memória, utilizando formas imagéticas e linguísticas que evidenciam lembranças carregadas de afetividade, simplicidade e nostalgia. Assim, a figura de linguagem empregada como recurso expressivo, na construção estético-literária do poema, é:
Abro uma antiga mala de velharias e lá encontro minha máscara de esgrima. Emocionante o momento em que púnhamos a máscara – tela tão fina – e nos enfrentávamos mascarados, sem feições. A túnica branca com o coração em relevo no lado esquerdo do peito, “olha esse alvo sem defesa, menina, defenda esse alvo!” – advertia o professor e eu me confundia e o florete do adversário tocava reto no meu coração exposto.
Os elementos em destaque no fragmento são exemplos de: