Questões de Concurso Sobre figuras de linguagem em português

Questões Discursivas

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Q4209277 Português

Leia os textos Ve VI para responder à questão.


Texto V

 Fonte: https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/. Acesso em 27 abr. 2026.


Texto VI

Disponível em: < https://www.pinterest.com/pin/1027594839966795157/>. Data da consulta: 27/04/2026

Com base no texto V, analise as informações a seguir.
I- A charge expõe, de maneira crítica, um dos efeitos do racismo no Brasil, através do poderoso jogo de palavras: voltar pra casa, após o trabalho: se branco, voltar logo; se negro, voltar vivo.
II- Não há pistas suficientes na charge que sustentem a afirmação de que o racismo atinge principalmente os mais pobres e moradores da periferia.
III- As pistas da charge apontam diretamente para o racismo especialmente contra os pobres trabalhadores e da periferia, vítimas de perseguição da polícia.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4207520 Português
Relacione as Colunas 1 e 2 abaixo, quanto às figuras de linguagem.

Coluna 1 Frases
1. A propaganda é a alma do negócio.
2. Para esta receita, é necessário picar dois dentes de alho.
3. Ele é alto tal qual seu avô.
4. Angela bebeu uma garrafa de suco sozinha.

Coluna 2 Figuras de Linguagem
( ) Catacrese.
( ) Metonímia.
( ) Metáfora.
( ) Comparação.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4205193 Português
As figuras de linguagem constituem recursos expressivos que enriquecem a construção do texto, conferindo maior expressividade e efeito estético à linguagem. Com base na denominação das figuras de linguagem, analise os enunciados a seguir:

I. Despertou-me um som colorido.
II. Era uma beleza fria.
III. As falas sentidas, que os olhos falavam.

A figura de linguagem presente nas três frases é denominada:
Alternativas
Q4204634 Português

TEXTO III



Canção


Nunca vi ninguém viver
tão de rastro como eu vivo.
Comendo o que ninguém quer,
bebendo o que não tem gosto,
sempre de rosto para o chão,
como se o chão fosse o rosto
de quem me pudesse amar.

Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmã das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei.
Não sei se fico
ou passo.

(Cecília Meireles, em "Viagem"

A sinestesia ocorre quando há o cruzamento de diferentes sensações (olfato, visão, tato, audição, paladar) em uma mesma expressão. No poema, o verso que melhor exemplifica essa mistura de sentidos 
Alternativas
Q4203528 Português
Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade, porque os velhinhos precisam de uma porção de coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou menos em ordem alfabética. Às vezes volto para confirmar, peço para soletrarem, e acontece de simplesmente não ter, e minha mãe fica com um pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele que um parente precisasse de uma coisa tão absurda. Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano. Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano. Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana, o ano que começa, já sem qualquer esperança de Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do ventilador, abrindo e fechando um livro que eu emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta de enfiar por dentro do brinco gigante de argola. Quase nenhum cliente veio, e os poucos que apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou não gostaram da minha explicação sobre o andador dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.

CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós, 2024
A afirmação “esse é o dia mais triste do ano” (terceira segunda-feira de janeiro) constitui uma hipérbole porque: 
Alternativas
Q4203519 Português
Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade, porque os velhinhos precisam de uma porção de coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou menos em ordem alfabética. Às vezes volto para confirmar, peço para soletrarem, e acontece de simplesmente não ter, e minha mãe fica com um pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele que um parente precisasse de uma coisa tão absurda. Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano. Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano. Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana, o ano que começa, já sem qualquer esperança de Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do ventilador, abrindo e fechando um livro que eu emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta de enfiar por dentro do brinco gigante de argola. Quase nenhum cliente veio, e os poucos que apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou não gostaram da minha explicação sobre o andador dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.

CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós, 2024
No trecho “Gosto de chamar de Loja de Velhos porque parece que vendemos velhos”, a narradora: 
Alternativas
Q4203321 Português
As figuras de linguagem constituem recursos expressivos que enriquecem a construção do texto, conferindo maior expressividade e efeito estético à linguagem. Com base na denominação das figuras de linguagem, analise os enunciados a seguir:

I. Despertou-me um som colorido.
II. Era uma beleza fria.
III. As falas sentidas, que os olhos falavam.

A figura de linguagem presente nas três frases é denominada: 
Alternativas
Q4202436 Português
"No leilão beneficente, acabei comprando um Leonardo da Vinci por um preço baratíssimo."

A figura de linguagem presente na expressão destacada acima é o(a):
Alternativas
Q4202184 Português
Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada se apresenta na forma de um eufemismo.
Alternativas
Q4201511 Português

        O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.


Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja  

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.  

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente. 


O autor do texto se vale de uma oposição para explicar a invenção dos livros. 

Alternativas
Q4201066 Português

1.300 graus à sombra dos telheiros retos 1

2.000 cavalos invisíveis pensando

40.000 toneladas de níquel amarelo

Para sair do nível das águas esponjosas

E uma estrada de ferro nascendo do solo

Os fornos entroncados

Dão o gusa e a escória

A refinação planta barras

E lá embaixo os operários

Forjam as primeiras lascas de aço.



Anuário de Literatura, ISSNe: 2175‑7917, vol. 15, n. 1, 2010 (com adaptações).

A respeito da estrutura e dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.

O verso “1.300 graus à sombra dos telheiros retos “retrata o caráter plurissignificativo do texto, considerando‑se o emprego da figura de linguagem denominada auxese no referido trecho.
Alternativas
Q4201011 Português
As figuras de linguagem são recursos expressivos utilizados para tornar a comunicação mais intensa, criativa e significativa. Entre elas, destaca-se a personificação (ou prosopopeia), caracterizada pela atribuição de características, ações ou sentimentos humanos a seres inanimados ou irracionais.

Leia o trecho a seguir.
"As paredes daquela antiga biblioteca guardavam histórias que jamais seriam esquecidas."

Considerando o efeito de sentido produzido pela linguagem empregada no trecho, assinale a alternativa que identifica corretamente a figura de linguagem predominante.
Alternativas
Q4199053 Português
As figuras de linguagem constituem recursos expressivos que enriquecem a construção do texto, conferindo maior expressividade e efeito estético à linguagem. Com base na denominação das figuras de linguagem, analise os enunciados a seguir:
I.Despertou-me um som colorido.
II.Era uma beleza fria.
III.As falas sentidas, que os olhos falavam.

A figura de linguagem presente nas três frases é denominada:
Alternativas
Q4198973 Português
As figuras de linguagem são recursos expressivos utilizados na linguagem que se caracterizam pelo uso não literal ou não convencional das palavras, conferindo maior expressividade ao discurso. Com base nas classificações dessas figuras, analise as frases a seguir:
1.Os cristais tiniam na bandeja de prata.
2.Os mortais penam e sofrem nesse mundo.
3.Muitas famílias procuram um teto para morar.

Após a devida análise, identifique a figura de linguagem comum aos três trechos apresentados.
Alternativas
Q4198919 Português
Leia o texto para responder à questão:

Comércio global à margem da OMC

    A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa com declarações vagas. O representante comercial dos EUA anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
    O impasse não surpreende. A organização depende do consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente, mas não produz resultados.
    Ainda assim, o comércio global não desacelerou na mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam, mesmo quando a OMC não decide.
    As regras não desapareceram, mas já não dependem do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa direção, encontram resistência de empresas e mercados. A integração econômica sobrevive por inércia e interesse, mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
    Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado. Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização, mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da OMC está morta. Seu espírito vive.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q4198877 Português

O MISTÉRIO DOS NÃO LUGARES E ESPAÇOS LIMÍTROFES


Bruno Vaiano



    Esses dias, tropecei em uma imagem dos carrosséis de bagagem no aeroporto de Beijing – aquelas esteiras em que as malas despachadas desfilam preguiçosamente à espera de seus donos recém-desembarcados.


    Era uma foto especial justamente porque não tinha nada de especial. Não fossem os ideogramas nas placas, poderia ter sido feita em Guarulhos ou no Galeão.


    O etnógrafo francês Marc Augé propôs, em 1995, que aeroportos, shoppings, redes de fast-food, hotéis e praças de pedágio – tudo que é homogêneo mundo afora, mesmo em países com culturas radicalmente diferentes – fossem definidos como não lugares.


   Em geral, trata-se de construções ocupadas provisoriamente por viajan tes entediados e funcionários uniformizados. Lugares de trânsito, em vez de permanência.


    Esses ambientes são um contraponto ao choque cultural de pousar em um país distante. Coisa que até o mais experiente dos viajantes, o chef Anthony Bourdain, já sentiu: ao chegar ao Japão pela primeira vez, ele considerou matar a fome em uma Starbucks em vez de entrar em um boteco típico de Tóquio: “Eu estava agudamente consciente do quão bizarro e gringo eu parecia”.


    Aeroportos são um exemplo do que a internet convencionou chamar de espaço liminar ou limítrofe. Eles são velhos conhecidos da ficção. Em Crônicas de Nárnia, uma espécie de Jardim do Éden serve de hub de conexão entre di ferentes mundos, acessados por lagoas.


    Em Matrix Reloaded, o herói Neo acessa um corredor branco repleto de portas “de serviço” – cada uma dá acesso a um dos cenários da simulação de computador em que a humanidade foi aprisionada.


    A neutralidade excessiva, porém, pode ser tão aterrorizante quanto a diferença. Vide a lenda urbana das backrooms*, que nasceu no submundo online do fórum 4chan em 2019.


    A ideia é de que seria possível se teletransportar acidentalmente para uma realidade paralela formada por labirintos intermináveis de salas vazias, silenciosas e desprovidas de janelas, com carpete, papel de parede desbotado e luzes brancas, como os corredores de um hotel decadente.


    Parece inofensivo, mas não é: curtas de terror sobre as backrooms*, feitos com CGI e publicados no YouTube, são ansiedade engarrafada.


    O que isso tem a ver com a vida real? Bom: até o século 19, basica mente toda a arquitetura envolvia ornamentação. Pense nas gárgulas, colunas, cúpulas e arcos dos teatros, bibliotecas e prédios públicos dessa época, comuns nos centros históricos das cidades brasileiras.


    No começo do século 20, os modernistas levaram o design e a arquitetura para um caminho diferente. O austríaco Adolf Loos escreveu que “a evolução da cultura é sinônimo da remoção de ornamentos dos objetos de uso diário”. Essa foi uma visão influente, que deu início à era dos arranha-céus quadradões com fachadas de vidro e aço (como as torres do World Trade Center, ícones modernistas).


  Muitas dessas construções, como o Palácio Capanema, no Rio, são bastiões do bom gosto. Mas a onipresença das fachadas de vidro foi longe de mais, e transformou o centro de nossas cidades em grandes aeroportos.


   Os paredões acinzentados e reluzentes dos arranha-céus ocultam as especificidades da cultura local e transformam Farias Limas e Wall Streets do mundo todo em uma coisa só: labirintos translúcidos percorridos por engravata dos apressados. É uma tendência triste. Cidades, afinal, são lares. E não dá para ser um lar sem antes ser um lugar.



Disponível em: https://super.abril.com.br/. Acesso em: 06 jun. 2026.

 


*As Backrooms são uma famosa lenda urbana e creepypasta da internet que descreve uma dimensão paralela infinita, composta por corredores labirínticos, carpete úmido e luzes fluorescentes zumbindo. Acredita-se que uma pessoa pode cair acidentalmente nesse "não lugar" ao atravessar a realidade incorretamente.  


No trecho: “curtas de terror sobre as backrooms [...] são ansiedade engarrafada”, identifica-se o uso de
Alternativas
Q4198803 Português
As figuras de linguagem constituem recursos expressivos que enriquecem a construção do texto, conferindo maior expressividade e efeito estético à linguagem. Com base na denominação das figuras de linguagem, analise os enunciados a seguir:

I.Despertou-me um som colorido.
II.Era uma beleza fria.
III.As falas sentidas, que os olhos falavam.

A figura de linguagem presente nas três frases é denominada:
Alternativas
Q4198395 Português
As figuras de linguagem constituem recursos expressivos que enriquecem a construção do texto, conferindo maior expressividade e efeito estético à linguagem. Com base na denominação das figuras de linguagem, analise os enunciados a seguir:

I. Despertou-me um som colorido.
II. Era uma beleza fria.
III. As falas sentidas, que os olhos falavam.

A figura de linguagem presente nas três frases é denominada:
Alternativas
Q4197838 Português

Leia o texto a seguir, ainda da música “Balada do louco”:


"Se eles são bonitos / Sou Alain Delon / Se eles são famosos / Sou Napoleão"


Para construir o sentido de ironia e rebeldia presente na última estrofe do trecho, o eu lírico utiliza uma figura de linguagem baseada em referências culturais (o ator francês Alain Delon e o líder histórico Napoleão Bonaparte). O efeito pretendido com essas comparações hiperbólicas é

Alternativas
Q4197649 Português

Observe a Charge


4.png (325×241)


https://www.tribunaribeirao.com.br/charge-15-03-2025/



O efeito de humor presente na charge decorre, principalmente, 

Alternativas
Respostas
1: B
2: B
3: B
4: E
5: C
6: B
7: B
8: D
9: E
10: C
11: C
12: C
13: B
14: B
15: D
16: C
17: C
18: A
19: D
20: B