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Questões de Concurso Sobre figuras de linguagem em português

Foram encontradas 4.097 questões

Q2156764 Português
Chinês de dezenove anos pode ser pessoa mais jovem com Alzheimer e causa é mistério para cientistas 

Após realizar uma bateria de exames, pesquisadores da Capital Medical University, em Pequim, diagnosticaram um jovem com provável Alzheimer. Se o diagnóstico estiver correto, ele será a pessoa mais nova com a doença que se tem registro.

O principal fator de risco para a doença é o envelhecimento, o que torna este caso recente tão incomum.

As causas exatas do Alzheimer ainda são amplamente desconhecidas, mas uma característica clássica da doença é o acúmulo de duas proteínas no cérebro: beta-amiloide e tau.

Em pacientes com Alzheimer, a beta-amiloide geralmente é encontrada em grandes quantidades fora dos neurônios, as células cerebrais, e os emaranhados de tau - grupos de filamentos torcidos da proteína - são observados dentro dos axônios, a projeção alongada e delgada dos neurônios.

Aos dezessete anos, o paciente começou a apresentar problemas de concentração para estudar. Isso foi seguido, um ano depois, pela perda da memória de curto prazo. Ele não conseguia se lembrar se havia comido ou feito o dever de casa. A perda de memória se tornou tão grave que ele teve que abandonar o ensino médio, mesmo estando no último ano.

Um diagnóstico provável de Alzheimer foi confirmado por testes cognitivos padrão usados para detectar perda de memória. Os resultados sugeriram que sua memória estava gravemente comprometida.

Os exames de imagens cerebrais também mostraram que seu hipocampo - uma parte do cérebro envolvida na memória - havia encolhido. Este é um sinal precoce típico de demência. Uma biópsia cerebral foi cogitada, mas seria muito arriscada, por isso entender os mecanismos biológicos de sua demência é difícil e seu caso permanece um mistério para a medicina por enquanto.

Os casos de Alzheimer de início precoce aumentam entre pacientes mais jovens. Infelizmente, é improvável que este seja o último caso raro de que iremos ouvir.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cled6z3w771o. Adaptado

'Os resultados sugeriram' que sua memória estava gravemente comprometida.
Na expressão destacada encontra-se uma figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q2155225 Português
Para responder à questão, considere o texto abaixo.

            A missão era simples. Ir ao supermercado do Amaro Branco, um bairro popular aqui de Olinda, onde o açougueiro e o responsável pelas verduras ficam discutindo a plenos pulmões sobre a rodada do campeonato estadual ou lamentando as apostas que fizeram pela internet, do campeonato europeu. Eu iria comprar frutas e uma lista pequena de coisas, além da minha indefectível água mineral com gás. Compras estando feitas, botei a mão no bolso, o cartão ficou em casa. Aceitam “pix”? Ainda estamos resolvendo isso, respondeu o gerente, com uma cara de cansado já de manhã. Desci o restante da ladeira sem nada, fui alugar uma bicicleta para ir a um supermercado mais distante, mas só havia uma bicicleta, que não funcionava.

            Já eram 10h20 da manhã e tudo tinha dado errado. O dia começou a mudar quando passei defronte à Maternidade do Tricentenário, a única pública da cidade. É impossível você passar pela frente e não ter imagens de mulheres grávidas, famílias preocupadas com o que está por acontecer. Mas o que me chamou a atenção foi um homem, que estava sentado num banquinho de praça, que fica numa das poucas áreas com árvores no entorno, ao lado de uma farmácia. Era o famoso “galego”, como chamamos aqui em Pernambuco. Branco, meio obeso, uns 35 anos, o rosto estava vermelho e suava como se fosse ter um infarto. Estava sozinho.

         Imediatamente reduzi o passo, andei uns três metros e parei, para ver o que estava acontecendo. Sou de uma curiosidade canina. Poucos segundos depois, sai de dentro do hospital uma mulher, que julgo ser sua irmã. Vem apressada, chorando, e começa a falar bem alto, olhando para o meu amigo: “Mago, acabou de nascer. Ela é a tua cara, Mago, é a tua cara!” Nesse instante, o homem cai num choro convulso. Abraça sua irmã, e chora profundamente. Fui tomado por uma emoção profunda, também comecei a chorar, como se o galego fosse um parente. Fazia tempo que não via um homem chorar. Aliás, o choro parece que ficou uma coisa meio clandestina. É difícil ver gente triste na internet.

(LIMA, Samarone. Nascimentos. Disponível em: www.revistacontinente.com.br. Adaptado)
Poucos segundos depois, sai de dentro do hospital uma mulher, que julgo ser sua irmã.
O mesmo tipo de figura de linguagem presente no trecho destacado ocorre em:  
Alternativas
Q2144589 Português

Texto 2

A casa das palavras

Eduardo Galeano



GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Trad. Eric Nepomuceno. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 2021. p. 19.

O trecho abaixo motivará a questão.

As palavras, guardadas em velhos frascos de cristal, esperavam pelos poetas e se ofereciam, loucas de vontade de ser escolhidas: elas rogavam aos poetas que as olhassem, as cheirassem, as tocassem, as provassem. (Linhas 2-7) 


Em As palavras, guardadas em velhos frascos de cristal, esperavam pelos poetas e se ofereciam (Linhas 2-4), emprega-se o seguinte recurso:

Alternativas
Q2143821 Português
Maior incidência de demência em mulheres pode
estar relacionada à desigualdade

    Um estudo envolvendo quase 30 mil indivíduos de 18 países, nos seis continentes, sugere que a desigualdade social e econômica pode explicar a maior incidência de demências em mulheres – no caso do Alzheimer, elas respondem por dois terços dos pacientes. Como os fatores de risco não diferem no que diz respeito ao gênero, o fato de a expectativa de vida feminina ser superior à masculina vinha sendo apontado como uma das principais causas para o surgimento da doença, tese que Jessica Gong, pesquisadora do The George Institute for Global Health e principal autora do trabalho, questiona:
    O número de pessoas vivendo com algum tipo de demência deve ultrapassar 150 milhões em 2050, com um crescimento significativo nos países menos abastados, sem meios de intervir nos indicadores sociais e econômicos associados à doença. Em 2020, artigo publicado pelo “Lancet Commission Report” estimou que 12 fatores de risco modificáveis – todos atrelados a políticas públicas de qualidade – são responsáveis por quase metade dos casos de demência. Segue a lista: baixo nível educacional; hipertensão; obesidade; diabetes; depressão; problemas de audição; consumo excessivo de álcool; fumo; sedentarismo; relações sociais limitadas; poluição atmosférica; e, traumas no cérebro.
    Os pesquisadores estão particularmente interessados na questão da educação, considerada um fator de proteção contra o declínio cognitivo. Em países de renda média ou baixa, as mulheres ainda enfrentam desafios não só para estudar como para conseguir oportunidades profissionais. A epidemiologista Sanne Peters, que integrou o time responsável pelo levantamento, acrescentou a violência doméstica como outro problema cujos efeitos vão se refletir na saúde cognitiva na velhice.
     O Women´s Brain Project (Projeto Cérebro da Mulher), misto de movimento e instituição criado em 2016, quer aprofundar a discussão sobre as diferenças de gênero e sua relação com problemas neurológicos e psiquiátricos. É o que defende sua criadora, a médica Antonella Santuccione Chadha: “temos que investigar para distinguir o que é biológico e o que é social, e se temos uma combinação dos dois fatores”. Historicamente, o nível educacional das mulheres é menor e, em várias partes do mundo, há barreiras para impedir seu acesso à instrução. Além da questão hormonal, cuja produção declina a partir da meia-idade, há aspectos socioculturais que representam um risco extra –um deles seria o estresse de ser cuidadora, função quase sempre feminina.

(Mariza Tavares — Rio de Janeiro. Disponível em: https://g1.globo. com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2023/02/23/ maior-incidencia-de-demencia-em-mulheres-pode-estar-relacionada-adesigualdade.ghtml. Acesso em: 23/02/2023.)
Pode-se constatar o emprego de figura de linguagem no seguinte trecho destacado a seguir: 
Alternativas
Q2143811 Português
Livrarias, livros & leitura

    Grandes livrarias fecham, que pena! Mas pena ainda maior é que, mesmo com elas abertas, o Brasil registrava (e ainda registra) poucos leitores. Pouco mais, pouco menos de 50% de nossa população é considerada leitora. Mas, se grandes livrarias fecham, pequenas livrarias abrem. Não é ótimo?     Entretanto, como se disse acima, é uma pena que livrarias – quaisquer livrarias – fechem as portas: a perda de qualquer espaço cultural é lamentável. E talvez a questão seja ainda mais complexa, porque esta perda de espaço para circulação (na verdade, compra e venda) de livros se acompanha de uma diminuição na produção deles.
    Pesquisa recente da Câmara Brasileira de Livros registra, em 2019, 50,331 milhões de títulos produzidos para uma população de mais ou menos 193 milhões de pessoas e 46,382 milhões de títulos produzidos em 2020.
    Que pena! Porém, não apenas livrarias estão rareando na paisagem urbana.
    Onde foram parar os cinemas de rua? Filme, agora, quase que só no shopping... Ou, no sofá de casa, almofadas no chão, e algum serviço on-line de streaming. Livrarias e salas de cinema têm muito charme. As pequenas livrarias, que parecem multiplicar-se, talvez tenham até mais charme do que as de rede, quase sempre muito impessoais.
    Mas o encerramento de livrarias e a diminuição de salas de cinema não provocam o fim dos livros, da leitura, de filmes. E os livros impressos em papel, com todas suas preciosas texturas, continuam existindo e coexistindo com o livro digitalizado e com o livro digital. Talvez vivamos um tempo parecido com o que assistiu à coexistência do livro manuscrito com o impresso, do encadernado com o de bolso.
    Se Borges diz que “sempre imaginei que o Paraíso fosse uma espécie de livraria”, digamos que hoje temos vários modelos de Paraíso...
    Será?
    De qualquer forma, é fundamental não confundir a cultura e seus produtos com seus suportes e seus espaços de circulação. Ou seja: na telinha ou na página, quem quer ler, lê. E por isso precisamos nos esforçar para que a leitura se faça mais presente na vida de todos nós.

(Marisa Lajolo. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/ opiniao/livrarias-livros-leitura-1.949611.)
“E talvez a questão seja ainda mais complexa, porque esta perda de espaço para circulação (na verdade, compra e venda) de livros se acompanha de uma diminuição na produção deles.” (2º§). Acerca do segmento destacado, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2143669 Português
Na afirmativa “Somos a mais completa plataforma de viagens [...]”, verifica-se o uso do recurso de expressão denominado  
Alternativas
Q2143635 Português
Considere o trecho: “Afinal, como escreveu Quintana ao fim do poema: ‘Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas’”. (Linhas 21-23) Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a organização morfossintática e semântica do trecho.
I. O termo “se” é uma conjunção subordinativa adverbial, que introduz, no trecho, uma ideia de condição. II. O uso da forma “olhava” é uma marca do registro coloquial, já que, no registro formal, tendo em vista o contexto em que foi empregada, seria “olharia”. III. O pronome “me” foi usado em posição proclítica, mas poderia ter sido usado, com igual correção, em posição enclítica ao verbo “dado”. IV. O substantivo “casca” e o adjetivo “dourada” em relação ao substantivo “horas” constroem uma metáfora. V. Os verbos “seguiria” e “iria” foram usados estabelecendo relação com o verbo “fosse”, de acordo com a norma.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2143634 Português
Considere o trecho: ‘“Quando se vê, já são seis horas! Quando se vê, já é sexta-feira. Quando se vê, já é Natal. Quando se vê, já terminou o ano.’” (Linhas 9-10)
I. Os termos “seis horas”, “sexta-feira”, “Natal” e “terminou o ano” formam um recurso de expressão denominado gradação. II. O termo “quando” poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por “mal”, também com função de conjunção subordinativa temporal. III. A palavra “quando” em “quando se vê” é atrativa, por isso se verifica a ocorrência da próclise obrigatória, de acordo com a norma. IV. O verbo “são” encontra-se no plural, concordando com o termo “seis horas”, mas poderia ter sido usado, com igual correção, no singular. V. A vírgula que separa a oração “Quando se vê” é facultativa, de acordo com a norma, para separar oração adverbial antecipada.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Sete Lagoas - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Pedagogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Inspetor Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Fonoaudiólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Analista de Suporte Computacional | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Técnico Superior de Ensino Administrativo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Técnico Superior de Ensino Pedagógico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - Ensino Religioso | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - Língua Inglesa | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - Educação Física | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - Ciências | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - História | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - Geografia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - Matemática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - Língua Portuguesa | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - Prefeitura de Sete Lagoas - MG - Professor de Educação Básica - Anos Iniciais |
Q2135253 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir, para responder à questão.

TEXTO II

Uma noite longa

pra uma vida curta

mas já não me importa,

basta poder te ajudar


E são tantas marcas

que já fazem parte

Do que eu sou agora

Mas ainda sei me virar


Eu tô na lanterna dos afogados

Eu tô te esperando

vê se não vai demorar

Paralamas do Sucesso. Disponível em: https://www.letras.mus. br/os-paralamas-do-sucesso/30126/. Acesso em: 11 de nov. 2022. [Fragmento]

Releia os versos a seguir.

“Uma noite longa / pra uma vida curta”.

Assinale a alternativa que expressa a figura de linguagem presente nesses versos.

Alternativas
Q2134272 Português
A saúde em primeiro lugar

O pânico criado pela pandemia do novo coronavírus afetou a vida da população mundial. A necessidade de isolamento social adiou projetos, afetou a economia e, infelizmente, fez com que muitos pacientes postergassem os cuidados com a saúde. O diagnóstico e tratamento de muitas doenças como câncer e hipertensão tiveram reduções sensíveis nos últimos meses. Isso também ocorreu com as consultas.

O fenômeno não é exclusividade nossa e ocorre em vários países. Em Portugal, agora em julho, o Sistema Nacional de Vigilância de Mortalidade do país registrou aumento de 24% de mortes não relacionadas com a Covid-19 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Nos EUA, os pacientes com câncer, por exemplo, reduziram os cuidados. No Brasil, entre diversos indicadores, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) registrou queda de 30% no número de pacientes novos que procuram a instituição no início da pandemia.

As complicações desse adiamento terão reflexos no curto, médio e longo prazos tanto na saúde pública como no setor privado; entretanto elas serão mais sensíveis para os pacientes que poderiam ter tomado uma decisão capaz de salvar sua vida.

O tempo é um fator importante no tratamento do câncer. Alguns tumores são extremamente agressivos, como é o caso do câncer de pulmão, que tem letalidade de 99% para pacientes de qualquer idade sem diagnóstico e tratamentos adequados. No caso da Covid-19, os índices variam entre 6% a 10% nas pessoas acima de 80 anos.

Para os outros tipos de câncer, os cuidados devem seguir os mesmos critérios. Quanto mais cedo diagnosticado o tumor, maiores são as chances de um resultado positivo para o paciente.

No sistema de saúde, os efeitos dos adiamentos serão igualmente danosos. Podemos enfrentar um crescimento na procura por tratamento – cirurgias e quimioterapias – com o risco de encontrarmos os serviços de saúde sem condições de atender essa alta da demanda no futuro.

Por isso, o paciente não deve adiar sua consulta ao médico. A telemedicina, por exemplo, pode reduzir o número de visitas ao especialista, contribuindo para diminuir a exposição aos riscos da pandemia. Outra boa alternativa vem do sistema de saúde. Os hospitais vêm adotando medidas para reduzir os riscos de contaminação pela Covid-19 separando pacientes desse novo coronavírus dos demais.

Portanto, nesse momento, o maior risco para o paciente é não tratar o câncer. O essencial é procurar um especialista e tirar as dúvidas. Com certeza, ele vai indicar o melhor caminho e ajudar o paciente a superar esse momento tão difícil na vida de qualquer pessoa.

Disponível em: https://bit.ly/3VAahUN. Acesso em: 19 out. 2022 (adaptado).
Assinale a alternativa que indica um recurso utilizado no texto.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Marechal Deodoro - AL Provas: FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Analista de Controle Interno | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Médico Clínico Geral | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Bibliotecário | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Contador | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Profissional de Educação Física | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Enfermeiro | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Assistente Social | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Arquiteto e Urbanista | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Engenheiro Civil | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Engenheiro de Trânsito | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Farmacêutico | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fonoaudiólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fiscal de Tributos | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fisioterapeuta | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Nutricionista | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Odontólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Psicólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Professor Artes / Ciências / Educação Física / Geografia / História / Inglês / Matemática / Música / Português |
Q2131770 Português
Andança

Vim, tanta areia andei Da Lua cheia, eu sei Uma saudade imensa

Vagando em verso, eu vim Vestido de cetim Na mão direita, rosas Vou levar

Olha a Lua mansa a se derramar (me leva, amor) Ao luar descansa, meu caminhar (amor) Meu olhar em festa se fez feliz (me leva, amor) Lembrando a seresta que um dia eu fiz (Por onde for, quero ser seu par) [...]
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/beth-carvalho/44505/>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Dadas as afirmativas a respeito das figuras de linguagem na letra da canção,

I. Na primeira estrofe da letra da canção, é possível perceber a figura “assonância” que estabelece efeitos sonoros por meio de repetição de sons vocálicos.
II. Na segunda estrofe, além da figura “aliteração”, o texto poético também apresenta a figura de linguagem “hipérbato”.
III. No verso: “Olha a Lua mansa a se derramar (me leva, amor)”, início da terceira estrofe, há a figura “apóstrofe”.

verifica-se que está/ão correta/s

Alternativas
Q2131439 Português

Leia, com atenção, o texto 01 a seguir para responder à questão que a ele se refere.


Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 28 jan. 2023. Adaptado.

A referida expressão “virar a chave” comprova o uso da linguagem
Alternativas
Q2129968 Português
Considere o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Nelson Rodrigues, para responder a próxima questão.

“Que estaria fazendo eu, ontem, às três da madrugada? Sei que isso é intranscendente, irrelevante, mas vamos lá. Simplesmente, eu estava adulando minha úlcera com leite gelado. (Minha úlcera lambe leite como uma gata). Pacificada a dor, vim para a janela espiar a noite. E comecei a pensar no teatro brasileiro. (É triste ser inteligente com dor). Escrevi, há dois ou três dias, que lavra, por todo o Brasil, a doença infantil do palavrão. Não há lembrança de outra época tão pornográfica. Dirá alguém que o brasileiro sempre foi um neto retardatário e ululante de Bocage. Isso é e não é verdade. De fato, o povo sempre teve a boca suja. O nosso Pedro I, segundo informam a história e a lenda, soltava, com larga e cálida ênfase, alguns dos mais truculentos palavrões da língua. E, assim, através dos tempos, cada geração recebe das anteriores um farto legado obsceno. (Claro que a linguagem das mulheres sempre foi muito mais limpa). Eis o que eu queria dizer: — no passado, o palavrão era muito mais solene, patético, vital. Bem me lembro de uma vizinha nossa, que perdeu a filhinha, de febre amarela. (Era ainda a cidade dos lampiões e da febre amarela). Quando a menina morreu, e a mãe sentiu a morte, podia ter rezado. Rezado, em pé, ereta, a fronte alçada. Não. Ela se esganiçou em palavrões hediondos, inclusive alguns que os homens, os latagões presentes, não conheciam. Houve, junto à cama da agonia, um escândalo total. Mas logo todos perceberam que a dor pornográfica é ainda mais terrível”. (“A doença infantil do palavrão, de Nelson Rodrigues, com adaptações).
No trecho “Isso é e não é verdade”, o autor emprega figura de linguagem denominada: 
Alternativas
Q2129525 Português
A ESCRITA NA SUA IMPORTÂNCIA
GRÁFICO – COMUNICATIVA!

(1º§) A escrita é um ato difícil. Escritores, compositores, jornalistas, professores e todos os profissionais que têm na escrita um instrumento de trabalho, em geral dizem que "suam a camisa" para redigir seus textos. Mas dizem também que a satisfação do texto pronto vale o esforço de produzi-lo.

(2º§) Você gosta de escrever? É muito importante que você escreva para treinar a organização das ideias. Pense nisso. Escreva! Treine!

(3º§) Há quem formule muitas falsas ideias sobre a escrita.

(4º§) Há quem pense que os que gostam de escrever têm o dom das palavras, e que para estes as palavras "saem mais fácil". Não é verdade.

(5º§) Escrever não depende de dom, mas de empenho, dedicação, compromisso, seriedade, desejo e crença na possibilidade de ter algo a dizer que vale a pena.

(6º§) Escrever é um procedimento e, como tal, depende de exercitação: o talento da escrita nasce da frequência com que ela é experimentada.

(7º§) Escrever é preciso!

(8º§) Há quem pense que só os que gostam devem escrever. Não é verdade. Todos que têm algo a dizer, que têm o que compartilhar, que precisam documentar o que vivem, que querem refletir sobre as coisas da vida e sobre o próprio trabalho, que ensinam a ler e escrever... precisam escrever.

(9º§) Por isso, nós, professores, precisamos escrever: porque temos o que dizer, porque temos o que compartilhar, porque precisamos documentar o que vivemos e refletir sobre isso, e porque ensinamos a escrever – somos profissionais da escrita!

(10º§) Se a escola não nos ensinou a intimidade com a escrita e o gosto por escrever, só nos resta dar a volta por cima, arregaçar as mangas e assumir os riscos: escrever é preciso!

(http://www.dominiopublico.mec.gov.br/download/texto/me000500.pdf) – (p.16)
Marque a figura de linguagem que constrói a frase: “Todos sabemos disto!” 
Alternativas
Q2129446 Português
MEDO DA FELICIDADE

(1º§) Muita gente tem medo da felicidade. Não se tem uma explicação sobre isto.

(2º§) Para essas pessoas, felicidade significa mudar uma série de hábitos - e perder sua própria identidade. As pessoas não são felizes ao se darem conta disto. Todas vão em busca da felicidade.

(3º§) Muitas vezes, nós nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco.

(4º§) Não aceitamos - porque aceitá-los nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus.

(5º§) Pensamos: "É melhor não provar o cálice da alegria, porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito". Quando se sofre muito, vive-se num mar de tristezas.

(6º§) Por medo de diminuir, deixamos de crescer.

(7º§) Por medo de chorar, deixamos de sorrir.

(8º§) Por medo de ser feliz, você cria o medo de viver com felicidade.

(9º§) Descarte o medo! Busque a Felicidade! Mostre ação feliz sempre!

(10º§) Você merece ser feliz! Sua mão jamais tocará o medo. Medo e felicidade não se combinam, não estabelecem nexo entre si, mas convivem para criar conflitos emocionais!

(Paulo Coelho) (https://www.mensagenscomamor.com/textos-felicidade) – (Adaptado)
Sobre os componentes linguísticos do (1º§), analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou (Falso). Após análise, marque a alternativa correta.
  I – Na escrita da frase: “Vive-se num mar de tristezas” – temos exemplo de hipérbole.  II – Medo” é antônimo de “pavor”. III – O pronome de tratamento da frase: “Você merece ser feliz!” - apresenta um exemplo de interlocutor direto. IV – Entre os sinônimos de “Alegria” - temos: “entusiasmo”; “animação”; “bom-humor”.
Marque a expressão com análise correta.
Alternativas
Q2129157 Português
Considere atentamente o trecho a seguir, de autoria de Nelson Rodrigues, para responder a próxima questão.

“Não há ser mais pungente e, repito, não há ser mais plangente do que o brasileiro premiado. O inglês, não, nem o francês. Um ou outro recebe qualquer prêmio com modéstia e tédio. Quando deram a Churchill o Nobel de Literatura, ele nem foi lá. Mandou a mulher e continuou em Londres, tomando o seu uísque e mamando o seu charuto. O francês ou o alemão também reagiria com o mesmo superior descaro. E que faria o brasileiro? Sim, o brasileiro que, de repente, recebesse um telegrama assim: ‘Ganhaste o prêmio Nobel. Gustavo da Suécia’. Pergunto se algum brasileiro, vivo ou morto, teria a suprema desfaçatez de mandar um representante, como fez o Churchill? Por exemplo: o meu amigo Otto Lara Resende. Se a Academia Sueca, por unanimidade ou sem unanimidade, por simples maioria, o preferisse. Semelhante hipótese, que arrisquei ao acaso, já me fascina. O Otto, prêmio Nobel. Que faria ele? Ou que faria o Jorge Amado? Ou o Érico Veríssimo? Eis o que eu queria dizer: qualquer um de nós iria, a nado, buscar o cheque e a medalha. Nem se pense que faríamos tal esforço natatório por imodéstia. Pelo contrário. Nenhuma imodéstia e só humildade. A nossa modéstia começa nas vacas. Quando era garoto, fui, certa vez, a uma exposição de gado. E o júri, depois de não sei quantas dúvidas atrozes, chegou a uma conclusão. Vi, transido, quando colocaram no pescoço da vaca a fitinha e a medalha. Claro que a criança tem uma desvairada imaginação óptica. Há coisas que só a criança enxerga. Mas quis-me parecer que o animal teve uma euforia pânica e pingou várias lágrimas da gratidão brasileira e selvagem. Cabe então a pergunta: e por que até as vacas brasileiras reagem assim? O mistério me parece bem transparente. Cada um de nós carrega um potencial de santas humilhações hereditárias. Cada geração transmite à seguinte todas as suas frustrações e misérias. No fim de certo tempo, o brasileiro tornou-se um Narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a auto-estima. Se não me entenderam, paciência. E tudo nos assombra. Um simples “bom dia” já nos gratifica. Nunca me esqueço de minha iniciação jornalística. Trabalhei num jornal que não pagava. Mas o diretor, um escroque perfumadíssimo e, insisto, mais cheiroso do que uma cocote, era o gênio do cumprimento. Não passava por um funcionário sem lhe apertar a mão, e sem lhe sorrir, e sem lhe piscar o olho. E o cumprimento do chefe era, para o repórter ou para o faxineiro, a própria remuneração”.
(A vaca premiada, de Nelson Rodrigues, com adaptações).
Ao afirmar que “qualquer um de nós iria, a nado, buscar o cheque e a medalha”, a expressão “a nado” pode ser interpretada como uma figura de linguagem. Marque a alternativa que a indique. 
Alternativas
Q2129153 Português
Considere atentamente o trecho a seguir, de autoria de Nelson Rodrigues, para responder a próxima questão.

“Não há ser mais pungente e, repito, não há ser mais plangente do que o brasileiro premiado. O inglês, não, nem o francês. Um ou outro recebe qualquer prêmio com modéstia e tédio. Quando deram a Churchill o Nobel de Literatura, ele nem foi lá. Mandou a mulher e continuou em Londres, tomando o seu uísque e mamando o seu charuto. O francês ou o alemão também reagiria com o mesmo superior descaro. E que faria o brasileiro? Sim, o brasileiro que, de repente, recebesse um telegrama assim: ‘Ganhaste o prêmio Nobel. Gustavo da Suécia’. Pergunto se algum brasileiro, vivo ou morto, teria a suprema desfaçatez de mandar um representante, como fez o Churchill? Por exemplo: o meu amigo Otto Lara Resende. Se a Academia Sueca, por unanimidade ou sem unanimidade, por simples maioria, o preferisse. Semelhante hipótese, que arrisquei ao acaso, já me fascina. O Otto, prêmio Nobel. Que faria ele? Ou que faria o Jorge Amado? Ou o Érico Veríssimo? Eis o que eu queria dizer: qualquer um de nós iria, a nado, buscar o cheque e a medalha. Nem se pense que faríamos tal esforço natatório por imodéstia. Pelo contrário. Nenhuma imodéstia e só humildade. A nossa modéstia começa nas vacas. Quando era garoto, fui, certa vez, a uma exposição de gado. E o júri, depois de não sei quantas dúvidas atrozes, chegou a uma conclusão. Vi, transido, quando colocaram no pescoço da vaca a fitinha e a medalha. Claro que a criança tem uma desvairada imaginação óptica. Há coisas que só a criança enxerga. Mas quis-me parecer que o animal teve uma euforia pânica e pingou várias lágrimas da gratidão brasileira e selvagem. Cabe então a pergunta: e por que até as vacas brasileiras reagem assim? O mistério me parece bem transparente. Cada um de nós carrega um potencial de santas humilhações hereditárias. Cada geração transmite à seguinte todas as suas frustrações e misérias. No fim de certo tempo, o brasileiro tornou-se um Narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a auto-estima. Se não me entenderam, paciência. E tudo nos assombra. Um simples “bom dia” já nos gratifica. Nunca me esqueço de minha iniciação jornalística. Trabalhei num jornal que não pagava. Mas o diretor, um escroque perfumadíssimo e, insisto, mais cheiroso do que uma cocote, era o gênio do cumprimento. Não passava por um funcionário sem lhe apertar a mão, e sem lhe sorrir, e sem lhe piscar o olho. E o cumprimento do chefe era, para o repórter ou para o faxineiro, a própria remuneração”.
(A vaca premiada, de Nelson Rodrigues, com adaptações).
No trecho “deram a Churchill o Nobel de Literatura”, omite-se propositalmente a palavra “prêmio”, dada a sua obviedade pelo contexto. Marque a alternativa que indica o nome da figura de linguagem correspondente a esse fenômeno.
Alternativas
Q2128977 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 01

Um sonho de viver


Disponível em: https:// vidasimples.com/vida-emocional. Acesso em: 7 jan. 2023. Adaptado.

O recurso expressivo da personificação foi usado na alternativa
Alternativas
Q2128976 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 01

Um sonho de viver


Disponível em: https:// vidasimples.com/vida-emocional. Acesso em: 7 jan. 2023. Adaptado.

Considere a frase: “Sonhei um sonho comprido que não me deixava acordar.” (Linha 1). Na referida frase, a expressão “Sonhei um sonho” forma um recurso expressivo denominado
Alternativas
Q2128876 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 01
Livros que abraçam  

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 6 mar. 2023.
A linguagem conotativa, é usada como recurso de expressão reiteradamente no texto. Analise, a seguir, as expressões retiradas do texto.
I. “[...] tirar o pé do acelerador [...]” (Linha 1) II. “[...] um abraço das páginas [...]” (Linhas 4-5) III. “[...] fechar com garfo de ouro [...]” (Linha 8) IV. “[...] um livro sobre comida [...]” (Linha 8) V. “[...] para aquecer o coração [...]” (Linha 6)
São exemplos do referido uso conotativo as expressões
Alternativas
Respostas
1521: D
1522: B
1523: B
1524: D
1525: B
1526: C
1527: C
1528: A
1529: B
1530: C
1531: D
1532: C
1533: A
1534: D
1535: E
1536: B
1537: A
1538: E
1539: A
1540: B