Questões de Concurso
Sobre figuras de linguagem em português
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A arte de produzir fome

Disponível em: pt.scribd.com/document/347973678/A-Arte-de-Produzir-Fome-Rubem-Alves. Acesso em: 28 jul. 2023.
Texto para o item.

Idalberto Chiavenato. Administração geral e pública. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008 (com adaptações).
Com base nos aspectos linguísticos, de estrutura e de conteúdo, julgue o item.
No trecho “As raízes profundas dessas novas
contribuições podem ser localizadas nos
desdobramentos da teoria das relações
humanas” (linhas de 9 a 11), é possível identificar
claramente uma figura de linguagem conhecida como
perífrase ou circunlóquio.




(Giuliana Miranda.
https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/11/detox-di-
gital-reduz-naoso-as-emocoes-negativas-mas-as-
positivas-tambem.shtml. 16.nov.2023)
Em todas as frases a seguir foram empregados meios de enfatizar um de seus termos.
O processo para isso está corretamente identificado na seguinte frase:
No trecho “O primeiro desses fatores é a doutrina; o segundo, o tempo; o terceiro, o terreno; o quarto, o mando; e o quinto, a disciplina” (linhas de 13 a 15), ocorre um tipo específico de elipse, conhecido como zeugma.
No trecho “O tempo significa o Ying e o Yang, a noite e o dia, o frio e o calor, dias ensolarados ou chuvosos e a mudança das estações” (linhas de 20 a 22), é correto afirmar que há uma figura de linguagem conhecida como hipérbole.
Em todas as opções a seguir há um exemplo do tipo de linguagem figurada colocada ao início.
Assinale a frase em que esse exemplo está correto em relação à figura.

Considerando os aspectos linguísticos e de conteúdo do texto, julgue o item.
No texto, não há nenhum exemplo de linguagem simbólica/metafórica.
Apelo
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada − o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas?
Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando.
Venha para casa, Senhora, por favor.
(TREVISAN, Dalton. Mistérios de Curitiba. 5ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1996.)

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

I. A charge tem relação com uma metáfora empregada no texto.
POIS
II. Ambas as metáforas apresentam o ser humano como presa de anjos e demônios interiores que tentam lhe ditar o que fazer.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudio-moreno/noticia/2023/07/a-lingua- doseculo-cljq80nbe00bw015096li5yvy.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Do ponto de vista político, não é inútil destacar que a argumentação se desenvolveu nos países que garantem e valorizam a autonomia do indivíduo. Mas, apesar de o nascimento e o desenvolvimento da argumentação fazerem supor o respeito à liberdade das pessoas, essa atividade procura de fato negar essa liberdade já que sua finalidade é impor concepções de um emissor a um destinatário”.
Esse pensamento sobre a argumentação mostra

