Questões de Concurso Sobre figuras de linguagem em português

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Q4357254 Português
Leia o trecho da obra As Gaiolas de Rubem Alves a seguir:
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle.
Rubem Alves se utiliza de uma figura de linguagem para fazer uma crítica a um sistema de ensino que não seja libertador. Qual figura de linguagem é esta?
Alternativas
Q4353379 Português
Assinale a alternativa em que há o uso do sentido conotativo na oração:
Alternativas
Q4353309 Português
Leia o trecho a seguir:
O sol da manhã ergueu-se no horizonte como uma bola de fogo, iluminando o céu com intensidade e calor. Seus raios dourados espalhavam-se pelo azul celeste como pinceladas delicadas, pintando o dia com tons de esperança e vitalidade. O brilho solar era tão intenso que parecia uma lâmpada celestial, banhando a paisagem com uma luz semelhante a um abraço caloroso. O espetáculo matutino, semelhante a uma obra de arte divina, despertou a natureza do seu repouso noturno, transformando a manhã em um quadro vivo de beleza e renovação.
No trecho acima há o emprego de uma figura de linguagem que consiste na comparação explícita entre dois elementos por meio do uso da palavra "como" ou outras expressões comparativas. Qual figura de linguagem é esta:
Alternativas
Q4339999 Português
Identifique a figura de linguagem presente na frase: "O sol se escondeu atrás das nuvens, tímidas como bailarinas."
Alternativas
Q4335048 Português
O que é uma antítese e qual exemplo representa corretamente essa figura de linguagem?
Alternativas
Q4332615 Português
Pedaço de Mim.

Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar
Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais
Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu
Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi
Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor,
Adeus.

Chico Buarque

O texto acima servirá de base para a questão.

Figuras de linguagem são recursos estilísticos que o escritor utiliza para deixar seu texto mais elegante e expressivo. No trecho


“Oh, metade arrancada de mim

Leva o vulto teu

Que a saudade é o revés de um parto

A saudade é arrumar o quarto

Do filho que já morreu” 


podemos identificar a seguinte figura de linguagem:

Alternativas
Q4271848 Português

Leia com atenção a afirmativa a seguir:


Lamento que você tenha adotado esta postura pouco inteligente.


Foi utilizada uma figura de linguagem conhecida pela suavização de uma ideia. Qual figura de linguagem é esta:

Alternativas
Q4270891 Português
Leia com atenção o período abaixo:

O sol brilhava no céu, e os pássaros cantavam, e as flores desabrochavam, e o dia se desenrolava em uma sinfonia de cores e melodias.

Qual a figura de linguagem utilizada no período acima?
Alternativas
Q4262669 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 

Na oração “Empresas consolidadas que adotam medidas para abraçar o futuro do trabalho”, qual figura de linguagem encontramos?
Alternativas
Q4262011 Português

A questão refere-se ao texto. 


texto.jpg (684×567)

Na oração: “Assim, estaremos transformando a amarga realidade de nossas crianças e adolescentes”, temos a figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q4251797 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Os usos do esquecimento



Autor: Moacyr Scliar (adaptado).

O autor do texto, além de escritor, era médico e costumava relacionar essas áreas em seus textos. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta, ao mesmo tempo, uma figura de linguagem e uma reação corporal:

Alternativas
Q4243441 Português
Brinquedo Sério
Alice Ruiz


Eu só brinco quando é muito sério
Pode haver um dia em que a poesia
mude de endereço deixe apenas tédio


mas enquanto isso vem brincar comigo
vamos até onde possa ser só riso
possa ir tão longe possa ser tão lindo
pode ser brinquedo pode ser tão sério

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/alice-ruiz/272577/.
    Acesso em: 24 out. 2023.

De acordo com a linguagem no poema de Alice Ruiz, julgue (C ou E) o item a seguir.
Nos últimos versos, a anáfora corrobora o sentido da brincadeira do fazer poético para o eu lírico.
Alternativas
Q4243440 Português
Brinquedo Sério
Alice Ruiz


Eu só brinco quando é muito sério
Pode haver um dia em que a poesia
mude de endereço deixe apenas tédio


mas enquanto isso vem brincar comigo
vamos até onde possa ser só riso
possa ir tão longe possa ser tão lindo
pode ser brinquedo pode ser tão sério

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/alice-ruiz/272577/.
    Acesso em: 24 out. 2023.

De acordo com a linguagem no poema de Alice Ruiz, julgue (C ou E) o item a seguir.
De forma lúdica, a autora utiliza-se de uma personificação para dizer que a poesia pode se transformar em tédio.
Alternativas
Q4243439 Português
Brinquedo Sério
Alice Ruiz


Eu só brinco quando é muito sério
Pode haver um dia em que a poesia
mude de endereço deixe apenas tédio


mas enquanto isso vem brincar comigo
vamos até onde possa ser só riso
possa ir tão longe possa ser tão lindo
pode ser brinquedo pode ser tão sério

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/alice-ruiz/272577/.
    Acesso em: 24 out. 2023.

De acordo com a linguagem no poema de Alice Ruiz, julgue (C ou E) o item a seguir.
O primeiro verso apresenta um paradoxo para retratar a relação do eu lírico com o que considera brincadeira.
Alternativas
Q4243400 Português

Nuvens no jardim


Ellen Olérea



Nuvens a vagar


Sobre o meu jardim


Quando o sol brilhar


Há de reflorir


A fim de acertar


Eu sei que errei


Sofro por te amar


O sonho se desfez



 Disponível em: . <https://www.youtube.com/watch?v=aYkSv8r9Ut4>Acesso: 24 out. 2023.



Acerca da canção Nuvens no jardim, da brasiliense Ellen Olérea, jugue (C ou E) o item seguir.

O primeiro e o último versos são exemplos de personificação, que expressam o estado de espírito do eu lírico em uma tarde de sol.
Alternativas
Q4226478 Português
A partida

Osman Lins

   Hoje, revendo minhas atitudes quando vim embora, reconheço que mudei bastante. Verifico também que estava aflito e que havia um fundo de mágoa ou desespero em minha impaciência. Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava−me. Era quase palpável, quase como um objeto, uma túnica, um paletó justo que eu não pudesse despir.

    Ela vivia a comprar−me remédios, a censurar minha falta de modos, a olhar−me, a repetir conselhos que eu já sabia de cor. Era boa demais, intoleravelmente boa e amorosa e justa.

    Na véspera da viagem, enquanto eu a ajudava a arrumar as coisas na maleta, pensava que no dia seguinte estaria livre e imaginava o amplo mundo no qual iria desafogar−me: passeios, domingos sem missa, trabalho em vez de livros, mulheres nas praias, caras novas. Como tudo era fascinante! Que viesse logo. Que as horas corressem e eu me encontrasse imediatamente na posse de todos esses bens que me aguardavam. Que as horas voassem, voassem!

    Percebi que minha avó não me olhava. A princípio, achei inexplicável ela fizesse isso, pois costumava fitar−me, longamente, com uma ternura que incomodava. Tive raiva do que me parecia um capricho e, como represália, fui para a cama. 

   Deixei a luz acesa. Sentia não sei que prazer em contar as vigas do teto, em olhar para a lâmpada. Desejava que nenhuma dessas coisas me afetasse e irritava−me por começar a entender que não conseguiria afastar−me delassem emoção.

    Minha avó fechara a maleta e agora se movia, devagar, calada, fiel ao seu hábito de fazer arrumações tardias. A quietude da casa parecia triste e ficava mais nítida com os poucos ruídos aos quais me fixava: manso arrastar de chinelos, cuidadoso abrir e lento fechar de gavetas, o tique−taque do relógio, tilintar de talheres, de xícaras.

    Por fim, ela veio ao meu quarto, curvou−se:

    — Acordado?

    Apanhou o lençol e ia cobrir−me (gostava disto, ainda hoje o faz quando a visito); mas pretextei calor, beijei sua mão enrugada e, antes que ela saísse, dei−lhe as costas.
Não consegui dormir. Continuava preso a outros rumores. E quando estes se esvaíam, indistintas imagens me acossavam. Edifícios imensos, opressivos, barulho de trens, luzes, tudo a afligir−me, persistente, desagradável — imagens de febre.

   Sentei−me na cama, as têmporas batendo, o coração inchado, retendo uma alegria dolorosa, que mais parecia um anúncio de morte. As horas passavam, cantavam grilos, minha avó tossia e voltava−se no leito, as molas duras rangiam ao peso de seu corpo. A tosse passou, emudeceram as molas; ficaram só os grilos e os relógios. Deitei−me.

    Passava de meia−noite quando a velha cama gemeu: minha avó levantava−se. Abriu de leve a porta de seu quarto, sempre de leve entrou no meu, veio chegando e ficou de pé junto a mim. Com que finalidade? — perguntava eu. Cobrir−me ainda? Repetir−me conselhos? Ouvi−a então soluçar e quase fui sacudido por um acesso de raiva. Ela estava olhando para mim e chorando como se eu fosse um cadáver — pensei. Mas eu não me parecia em nada com um morto, senão no estar deitado. Estava vivo, bem vivo, não ia morrer. Sentia−me a ponto de gritar. Que me deixasse em paz e fosse chorar longe, na sala, na cozinha, no quintal, mas longe de mim. Eu não estava morto.

    Afinal, ela beijou−me a fronte e se afastou, abafando os soluços. Eu crispei as mãos nas grades de ferro da cama, sobre as quais apoiei a testa ardente. E adormeci.

   Acordei pela madrugada. A princípio com tranquilidade, e logo com obstinação, quis novamente dormir. Inútil, o sono esgotara−se. Com precaução, acendi um fósforo: passava das três. Restavam−me, portanto, menos de duas horas, pois o trem chegaria às cinco. Veio−me então o desejo de não passar nem uma hora mais naquela casa. Partir, sem dizer nada, deixar quanto antes minhas cadeias de disciplina e de amor.

    Com receio de fazer barulho, dirigi−me à cozinha, lavei o rosto, os dentes, penteei−me e, voltando ao meu quarto, vesti− me. Calcei os sapatos, sentei−me um instante à beira da cama. Minha avó continuava dormindo. Deveria fugir ou falar com ela? Ora, algumas palavras… Que me custava acordá−la, dizer− lhe adeus?

    Ela estava encolhida, pequenina, envolta numa coberta escura. Toquei−lhe no ombro, ela se moveu, descobriu−se. Quis levantar−se e eu procurei detê−la. Não era preciso, eu tomaria um café na estação. Esquecera de falar com um colega e, se fosse esperar, talvez não houvesse mais tempo. Ainda assim, levantou−se. Ralhava comigo por não tê−la despertado antes, acusava−se de ter dormido muito. Tentava sorrir.

   Não sei por que motivo, retardei ainda a partida. Andei pela casa, cabisbaixo, à procura de objetos imaginários enquanto ela me seguia, abrigada em sua coberta. Eu sabia que desejava beijar−me, prender−se a mim, e à simples ideia desses gestos, estremeci. Como seria se, na hora do adeus, ela chorasse?

    Enfim, beijei sua mão, bati−lhe de leve na cabeça. Creio mesmo que lhe surpreendi um gesto de aproximação, decerto na esperança de um abraço final. Esquivei−me, apanhei a maleta e, ao fazê−lo, lancei um rápido olhar para a mesa (cuidadosamente posta para dois, com a humilde louça dos grandes dias e a velha toalha branca, bordada, que só se usava em nossos aniversários).

Fonte: Moriconi, Italo. * Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p.190−192. * título omitido propositalmente
No trecho sublinhado em “Passava de meia−noite quando a velha cama gemeu: minha avó levantava−se.”, a figura de linguagem empregada foi a: 
Alternativas
Q4225024 Português
Texto I

    Ainda que a madrugada pareça longa, não há aquele que não pense na possibilidade de um novo amanhecer. Acreditar que um novo dia está por vir é reconhecer que nada pode estar eternamente estagnado.
    Até a pedra mais pesada e enorme pode mudar de posição em algum momento deste infinito tempo. De acordo com o dia que se fez no passado, e a tarde que se encontra no presente, a noite pode ser longa...Talvez uma madrugada mais fria. Logo, eventualmente surgirá uma neblina de incredulidade. No entanto, nunca haverá uma noite e uma madrugada infinita. O retorno da luz em um brilho de esperança.

(Tulius Mendonça)
De acordo com o texto, a madrugada é uma metáfora que exprime: 
Alternativas
Q4212402 Português

Atente-se para o cartaz a seguir. 


30.jpg (546×360)


Na primeira frase verbal desse cartaz (Esperança é uma janela para o amanhã.) há um recurso estilístico denominado: 

Alternativas
Q4212081 Português

O efeito de sentido do humor está:


34.jpg (506×301)

Alternativas
Respostas
1261: D
1262: A
1263: B
1264: D
1265: C
1266: D
1267: C
1268: A
1269: B
1270: D
1271: B
1272: C
1273: C
1274: C
1275: C
1276: E
1277: A
1278: C
1279: A
1280: D