Questões de Concurso Sobre emprego do hífen em português

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Q4117914 Português
Leia o excerto a seguir:

Autora de obras diversas em gênero, em forma − que vão da crônica ao ensaio, passando pela dramaturgia e por livros __________ −, Cidinha da Silva confirma a cada publicação sua relevância na literatura brasileira contemporânea.
Entre as publicações recentes, destacam-se Vamos falar de relações raciais?: Crônicas para debater o __________ (Autêntica, 2024) e Só bato em cachorro grande, do meu tamanho ou maior: 81 lições do método Sueli Carneiro (Rosa dos Tempos, 2025) − e a autora de Belo Horizonte acaba de lançar, pela Relicário, a __________ Quando borboletas furiosas se tornam mulheres negras: Nós e os livros.
Cidinha da Silva conversa com a Cult sobre o novo livro − que tem como proposta "explicitar e exemplificar situações frequentes de exploração e __________ das escritoras negras".

(Disponível em: https://acesse.one/2v41sri. Acesso em 15 mai. 2026. Adaptado.)

A respeito da ortografia e do uso ou não do hífen, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas no excerto:
Alternativas
Q4117811 Português
Leia o excerto a seguir:
Autora de obras diversas em gênero, em forma − que vão da crônica ao ensaio, passando pela dramaturgia e por livros __________ −, Cidinha da Silva confirma a cada publicação sua relevância na literatura brasileira contemporânea.
Entre as publicações recentes, destacam-se Vamos falar de relações raciais?: Crônicas para debater o __________ (Autêntica, 2024) e Só bato em cachorro grande, do meu tamanho ou maior: 81 lições do método Sueli Carneiro (Rosa dos Tempos, 2025) − e a autora de Belo Horizonte acaba de lançar, pela Relicário, a __________ Quando borboletas furiosas se tornam mulheres negras: Nós e os livros.
Cidinha da Silva conversa com a Cult sobre o novo livro − que tem como proposta "explicitar e exemplificar situações frequentes de exploração e __________ das escritoras negras".
(Disponível em: https://acesse.one/2v41sri. Acesso em 15 mai. 2026. Adaptado.)


A respeito da ortografia e do uso ou não do hífen, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas no excerto:
Alternativas
Q4117570 Português
Leia o excerto a seguir:

Autora de obras diversas em gênero, em forma − que vão da crônica ao ensaio, passando pela dramaturgia e por livros __________ −, Cidinha da Silva confirma a cada publicação sua relevância na literatura brasileira contemporânea.

Entre as publicações recentes, destacam-se Vamos falar de relações raciais?: Crônicas para debater o __________ (Autêntica, 2024) e Só bato em cachorro grande, do meu tamanho ou maior: 81 lições do método Sueli Carneiro (Rosa dos Tempos, 2025) − e a autora de Belo Horizonte acaba de lançar, pela Relicário, a __________ Quando borboletas furiosas se tornam mulheres negras: Nós e os livros.
Cidinha da Silva conversa com a Cult sobre o novo livro − que tem como proposta "explicitar e exemplificar situações frequentes de exploração e __________ das escritoras negras".
(Disponível em: https://acesse.one/2v41sri. Acesso em 15 mai. 2026. Adaptado.)

A respeito da ortografia e do uso ou não do hífen, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas no excerto:
Alternativas
Q4105582 Português
Ministério da Saúde anuncia criação do primeiro hospital público inteligente do Brasil.

O ministro da Saúde participou nesta quinta-feira (4) da reunião de início da implantação do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI-Brasil), o primeiro hospital público inteligente do país. Instalado no complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, o ITMI-Brasil terá 800 leitos dedicados à emergência de adultos e crianças nas áreas de neurologia, neurocirurgia, cardiologia, terapia intensiva e outras urgências. O início das atividades está previsto para o final de 2027.

"É um projeto que fortalece o Sistema Único de Saúde e melhora a vida dos brasileiros. O hospital inteligente permitirá integração com a rede de atenção em todas as etapas — da atenção primária até os serviços de urgência e emergência — garantindo cuidado mais rápido, eficaz e humano. É a tecnologia a serviço do SUS, do médico ao paciente, da formação profissional à assistência", detalhou o ministro.

O ITMI-Brasil combinará tecnologias de ponta com acesso público e gratuito. Com inteligência artificial, ambulâncias conectadas em 5G e telessaúde, o objetivo é reduzir o tempo de atendimento em casos graves de até 17 horas para apenas 2 horas.

"O hospital inteligente só é possível graças à cooperação internacional, que envolve bancos de desenvolvimento, parceiros estratégicos e instituições de pesquisa. O Brasil entra com força nesse novo ambiente global de reorganização da saúde, onde tecnologia da informação, inteligência artificial e práticas inovadoras estão redesenhando a forma de cuidar das pessoas. Esse projeto é um marco para a ciência, a inovação e para o papel do país no cenário internacional", afirmou o ministro.

O novo hospital está integrado ao objetivo do governo federal de reduzir o tempo de espera para o atendimento especializado, melhorar a eficiência do diagnóstico e do tratamento de enfermidades, como Acidente Vascular Cerebral (AVC), traumas, infartos e choques. O foco será a eficiência operacional, regulação inteligente de leitos, tempo de permanência reduzido e atendimento seguro, aliando alta tecnologia com atendimento humanizado e acolhedor.

Além da assistência, o ITMI atuará como centro de pesquisa, inovação e formação de profissionais em áreas como saúde digital, telessaúde, inteligência artificial, engenharia clínica e segurança cibernética. O projeto arquitetônico prevê um edifício de 150 mil m², com padrões internacionais de sustentabilidade e segurança, soluções de logística avançada e ambientes humanizados para pacientes e equipes.

O investimento também financiará a criação de uma rede nacional de UTIs inteligentes em dez capitais (Belém, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, São Paulo, Salvador e Teresina), que será expandida gradualmente. As UTIs estarão conectadas à UTIs do Hospital das Clínicas da USP e poderão contar com o suporte e expertise de seus profissionais. Nessas unidades, o monitoramento ocorrerá em tempo real com uso de inteligência artificial para apoiar a regulação de leitos e a tomada de decisões clínicas.

O investimento também financiará a criação de uma rede nacional de UTIs inteligentes em dez capitais (Belém, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, São Paulo, Salvador e Teresina), que será expandida gradualmente. As UTIs estarão conectadas à UTIs do Hospital das Clínicas da USP e poderão contar com o suporte e expertise de seus profissionais. Nessas unidades, o monitoramento ocorrerá em tempo real com uso de inteligência artificial para apoiar a regulação de leitos e a tomada de decisões clínicas. -adaptado
"O ministro da Saúde participou nesta quinta-feira (4) da reunião de início da implantação do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI-Brasil)."
Com base nas regras do emprego do hífen, como 'quinta-feira', assinale a alternativa que apresenta vocábulos grafados corretamente com ou sem hífen.
Alternativas
Q4104161 Português

Leia o texto para responder à questão.


Crônica, de Martha Medeiros.


Era uma festa familiar, dessas que reúnem tios, primos, avós e alguns agregados ocasionais que ninguém conhece direito. Jogada no sofá, uma garota não estava lá muito sociável, a cara era de enterro. Quieta, olhava para a parede como se ali fosse encontrar a resposta para a pergunta que certamente martelava em sua cabeça: o que estou fazendo aqui? De soslaio, flagrei a mãe dela também observando a cena, inconsolável, ao mesmo tempo em que comentava com uma tia: "Olha pra essa menina. Sempre com esta cara. Nunca está feliz. Tem emprego, marido, filho. O que ela pode querer mais?"

Nada é tão comum quanto resumirmos a vida de outra pessoa e achar que ela não pode querer mais. Fulana é linda, jovem e tem um corpaço, o que mais ela quer? Sicrana ganha rios de dinheiro, é valorizada no trabalho e vive viajando, o que é que lhe falta?

Imaginei a garota acusando o golpe e confessando: sim, quero mais. Quero não ter nenhuma condescendência com o tédio, não ser forçada a aceitá-lo na minha rotina como um inquilino inevitável. A cada manhã, exijo ao menos a expectativa de uma surpresa, quer ela aconteça ou não. Expectativa, por si só, já é um entusiasmo.

Quero que o fato de ter uma vida prática e sensata não me roube o direito ao desatino. Que eu nunca aceite a ideia de que a maturidade exige um certo conformismo. Que eu não tenha medo nem vergonha de ainda desejar.

Quero uma primeira vez outra vez. Um primeiro beijo em alguém que ainda não conheço, uma primeira caminhada por uma nova cidade, uma primeira estreia em algo que nunca fiz, quero seguir desfazendo as virgindades que ainda carrego, quero ter sensações inéditas até o fim dos meus dias.

Quero ventilação, não morrer um pouquinho a cada dia sufocada em obrigações e em exigências de ser a melhor mãe do mundo, a melhor esposa do mundo, a melhor qualquer coisa. Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas, arejar minha biografia, deixar que vazem algumas ideias minhas que não são muito abençoáveis.

Queria não me sentir tão responsável sobre o que acontece ao meu redor. Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros, sobre suas escolhas, sobre as coisas que dão errado e também sobre as que dão certo. Permitir-me ser um pouco insignificante.

E, na minha insignificância, poder acordar um dia mais tarde sem dar explicação, conversar com estranhos, me divertir fazendo coisas que nunca imaginei, deixar de ser tão misteriosa pra mim mesma, me conectar com as minhas outras possibilidades de existir. O que eu quero mais? Escutar-me e obedecer o meu lado mais transgressor, menos comportadinho, menos refém de reuniões familiares, marido, filhos, bolos de aniversário e despertadores na segunda-feira de manhã. E também quero mais tempo livre. E mais abraços.

Pois é, ninguém está satisfeito. Ainda bem.

A palavra “sobre-estimar” está hifenizada devidamente, o que não ocorre na escrita do vocábulo: 
Alternativas
Q4103114 Português
Assinale a alternativa em que todas a palavras estão escritas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4101916 Português
Reportando-se ao uso, ou não do hífen, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4101691 Português
Reportando-se ao uso, ou não do hífen, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4101295 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.



O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.


Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.


Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.


A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.


Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.


"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.


"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."


"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.


Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.


Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.


"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.


"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."


Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.


"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.


"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.


Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.


A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.


Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.


Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.


Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.


Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?


"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.


Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.


Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o

"Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?"



O uso do hífen nos compostos sem elemento de ligação, quando o primeiro elemento é a forma 'recém', ocorre de modo semelhante ao emprego do hífen com outros prefixos apresentados a seguir, EXCETO:

Alternativas
Q4097957 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?


Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".


Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo


"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.


Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.


Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."


Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.


A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.


Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.


Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.


Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.


Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.


Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.


Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.


Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.


Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.

"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
O vocábulo 'polimorfismos' não apresenta hífen. Nas frases abaixo, todas as palavras compostas estão corretamente grafadas sem hífen, exceto:
Alternativas
Q4097397 Português
Assinale a alternativa em que as duas palavras foram grafadas corretamente quanto ao uso ou não do hífen:
Alternativas
Q4097126 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.

O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.

Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.

A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.

Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.

"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.

"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."

"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.

Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.

Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.

"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.

"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."

Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.

"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.

"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.

Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.

A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.

Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.

Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.

Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.

Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?

"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.

Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.

Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o 
"Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?"

O uso do hífen nos compostos sem elemento de ligação, quando o primeiro elemento é a forma 'recém', ocorre de modo semelhante ao emprego do hífen com outros prefixos apresentados a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q4096448 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Lei reestrutura carreiras do serviço público federal


 A lei que reestrutura parte do serviço público federal e cria mais de 24 mil novos cargos efetivos foi publicada nesta terça-feira (31) no Diário Oficial da União (DOU). A Lei 15.367 teve origem no PL 5.874/2025, apresentado pela Presidência da República.


Entre as novidades, está a criação da carreira de analista técnico do Poder Executivo Federal (ATE), formada a partir da transformação de 6,9 mil cargos vagos de especialidades administrativas hoje distribuídas por diferentes órgãos. Servidores com formação em áreas como administração, contabilidade, biblioteconomia e arquivologia passarão a integrar essa carreira única, com lotação no MGI.


Outra medida prevista na lei é a criação da Gratificação Temporária de Execução e Apoio a Atividades Técnicas e Administrativas, destinada a servidores que não integram carreiras estruturadas e atuam em diversos órgãos do Executivo. O limite é de 4.430 gratificações para cargos de nível superior e 32.550 para cargos de nível intermediário.


A lei ainda disciplina a possibilidade de adoção de regimes de plantão ou turnos alternados para servidores federais quando as atividades exigirem prestação contínua de serviços. Nesses casos, poderão ser adotadas jornadas distintas, como turnos de seis horas diárias ou regimes de plantão em atividades que funcionem 24 horas por dia.


No caso de servidores que atuam no órgão central do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, o texto prevê jornadas superiores a oito horas diárias em situações relacionadas a monitoramento, prevenção e resposta a desastres.


Outra mudança administrativa prevista é a autorização para realização de exames médico-periciais por telemedicina ou análise documental, medida que pode simplificar procedimentos de avaliação médica de servidores públicos. A lei também reajusta a remuneração dos cargos de médico e de médico veterinário do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação.


https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/31/lei-reestrutur a-carreiras-do-servico-publico-federal 

"Outra mudança administrativa prevista é a autorização para realização de exames médico-periciais por telemedicina ou análise documental, medida que pode simplificar procedimentos de avaliação médica de servidores públicos.


O vocábulo 'telemedicina' está grafado corretamente sem hífen, assim como aqueles apresentados nas alternativas a seguir, exceto:

Alternativas
Q4096271 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ministério da Saúde lança videocast com primeiro episódio focado em saúde mental.


O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estreia, nesta segunda-feira (13), o videocast "Saúde nas Redes", programa quinzenal que será exibido no canal oficial do Ministério da Saúde no Youtube. No primeiro episódio, o tema será saúde mental, assunto cada vez mais urgente no debate público e nas redes sociais. Padilha recebe a psicóloga e criadora de conteúdo Karen Scavacini e a cientista social e influenciadora Nataly Neri.


 "A gente vive um tempo em que as telas estão dominando tudo, mas o lazer, o aprendizado e outras oportunidades que elas proporcionam podem se tornar um problema quando o uso sai do controle. Quando alguém começa a ficar irritado ao ficar sem celular, deixa de realizar outras atividades, passa as madrugadas online, dorme mal, se isola no quarto e perde o interesse em conversar, esses são sinais de alerta. Quanto mais cedo a gente percebe, mais conseguimos ajudar", afirmou o ministro Alexandre Padilha.


Com formato quinzenal, o videocast surge com a proposta de ampliar o acesso da população a informações verdadeiras e qualificadas sobre saúde, conectando especialistas e comunicadores com forte presença digital. A cada episódio, o ministro recebe um especialista no tema em discussão ao lado de um influenciador digital, promovendo conversas acessíveis, relevantes e alinhadas aos desafios atuais da saúde pública.


O programa é uma parceria entre o Ministério da Saúde e o YouTube, sempre às segundas-feiras, no canal oficial do Ministério da Saúde e nas redes sociais da pasta.


Na estreia, o debate é em torno dos impactos do ambiente digital no bem-estar emocional da população. Durante a conversa, Karen Scavacini destaca a importância de compreender a internet como uma grande praça pública e reforça a necessidade de atenção dos pais e responsáveis ao uso de celulares e redes sociais por crianças e adolescentes. Já Nataly Neri compartilha como a exposição da vida nas redes sociais contribuiu para seu adoecimento mental e fala sobre o percurso de descoberta e cuidado com a própria saúde.


Os próximos episódios abordarão temas de grande relevância, como desinformação, jogos de apostas (bets) e saúde da mulher, ampliando o debate sobre questões atuais que impactam diretamente o bem-estar da população e o uso consciente das tecnologias no dia a dia.


https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/ministerio-d a-saude-lanca-videocast-com-primeiro-episodio-focado-em-saude-ment al 

"Na estreia, o debate é em torno dos impactos do ambiente digital no bem-estar emocional da população." Considerando as grafias corretas das palavras, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O vocábulo 'estreia' está grafado corretamente sem acento, assim como 'geleia', 'joia' e 'debiloide'.
(__)A palavra 'bem-estar' está grafada corretamente com hífen, assim como 'couve-flor' e 'para-lama'.
(__) O vocábulo 'digital' está grafado corretamente com 'g', assim como 'genipapo', 'tigela' e 'lambugem'.
(__)O vocábulo 'emocional' possui 'c' em sua grafia, assim como 'aborrecer', 'disfarce' e 'percevejo'.
Assinale a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4096142 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Napoleão, disquete e mascote oficial: saiba a história do Imposto de Renda


O Imposto de Renda brasileiro é, desde 1979, a principal forma de arrecadação de tributos no país. Contudo, a raiz dessa tributação tem mais de 200 anos de história.

De acordo com a Receita Federal, o sistema de arrecadação no Brasil foi, assim como em outros países ao redor do mundo, inspirado no imposto de renda criado na Inglaterra, em 1799.

À época, William Pitt, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, viu na tributação geral uma oportunidade de financiar os conflitos entre o país e Napoleão Bonaparte, líder francês.

No sistema que criou, todos aqueles que ganhassem mais de 200 libras eram taxados em 10%, enquanto os que recebiam entre 60 e 200 libras pagavam um imposto que variava entre 1% e 10%. Já quem ganhava menos de 60 libras não era taxado.

À primeira vista, muitos britânicos foram contra a medida. No entanto, a Grã-Bretanha venceu a guerra e, com isso, conquistou a confiança da população em relação à nova taxa. Com o tempo, pagar imposto de renda passou a ser visto como um ato patriótico.

Ao longo dos anos, diversos países adotaram essa forma de tributação e, em 31 de dezembro de 1922, o Brasil também entrou para a lista.

A arrecadação, no entanto, não teve como finalidade o financiamento de guerras, mas sim o aumento do orçamento federal.

De acordo com a Receita Federal, a tributação tem como objetivo financiar políticas públicas. "O IR não tem uma destinação específica; ele compõe as receitas orçamentárias do país", explica o órgão.

Por isso, o Imposto de Renda pode estar, literalmente, em qualquer lugar.

Até 1978, o IR era um imposto como qualquer outro. Foi em 1979 que ele passou a liderar a arrecadação no Brasil.

No ano seguinte, a Receita Federal celebrou o feito com uma novidade: o Imposto de Renda passou a ter como mascote oficial um leão. O Fisco diz que a escolha do animal levou em consideração algumas de suas características:

É um animal nobre, que impõe respeito e demonstra força pela simples presença; 

É o rei dos animais, mas não ataca sem avisar;

É justo; 

É leal; 

É manso, mas não é bobo. 

O sucesso das campanhas publicitárias foi absoluto. Até hoje, esse é o símbolo do Imposto de Renda - origem, inclusive, do termo "carnê-leão".

Em 1990, outras mudanças também definiram o rumo do IR para os anos seguintes. Foi nessa década que as tecnologias digitais começaram a ganhar espaço, com o envio de declarações por disquete - um dispositivo de armazenamento semelhante a um cartão de memória.

Esse foi o primeiro passo para avanços tecnológicos que facilitaram cada vez mais a entrega das declarações, antes feitas manualmente, em papel. Caligrafias ilegíveis ou manchas de tinta podiam gerar divergências de informações e resultar na malha fina.

Hoje, é totalmente possível enviar a declaração de forma online e padronizada, reduzindo a ocorrência de erros no cruzamento de dados.

Em 2025, o governo federal arrecadou mais de R$ 2,88 trilhões, sendo grande parte desse valor proveniente do Imposto de Renda.

De acordo com a Receita Federal, em 2026, mais de 8 milhões de brasileiros já prestaram contas. Para quem ainda precisa declarar, o prazo vai até 29 de maio.


https://www.cnnbrasil.com.br/economia/financas/napoleao-disquete-e-mascote-oficial-saiba-a-historia-do-imposto-de-renda/

"À época, William Pitt, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, viu na tributação geral uma oportunidade de financiar os conflitos entre o país e Napoleão Bonaparte, líder francês."
Com base nas regras de emprego do hífen em palavras compostas, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'primeiro-ministro' está hifenizado corretamente, pois emprega-se o hífen nos compostos quando o primeiro termo está representado por forma numeral.
II.O vocábulo 'Grã-Bretanha' está hifenizado corretamente, assim como 'Baía de Todos-os-Santos', 'Trás-os-Montes' e 'Entre-os-Rios', pois todos representam formas geográficas.
III.Assim como o vocábulo 'primeiro-ministro', o emprego do hífen também está correto em 'beija-flor', 'guarda-noturno' e 'manda-chuva'.
IV.As locuções substantivas, adjetivas e adverbiais não recebem hífen, como em 'cão de guarda', 'cor de vinho' e 'depois de amanhã'. No entanto, 'cor-de-rosa' é grafado com hífen por se tratar de um composto consagrado pelo uso.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas:
Alternativas
Q4095924 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Para reconquistar passageiros, transporte público por ônibus precisa se modernizar.


O transporte público por ônibus no Brasil, vem perdendo passageiros a cada ano, realidade que se intensificou no período da pandemia de covid-19. Apenas para ter uma ideia, desde 2019 o segmento de ônibus urbano registrou queda de quase 25% na demanda, com perda de 8 milhões de deslocamentos de pessoas por dia, de acordo com o Anuário 2022-2023, da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).


A corrida para a recuperação de passageiros encontra diversos desafios, como mudanças nos hábitos pós-crise sanitária, concorrência com aplicativos de mobilidade e insatisfação com os serviços oferecidos pelo transporte público de maneira geral, em especial com o preço da passagem. "A recuperação desse setor passa, obrigatoriamente, por oferecer aos consumidores informações e facilidades para que tenham controle dos seus deslocamentos", diz Sergio Avelleda, sócio-fundador da Urucuia Inteligência em Mobilidade Urbana.


Ele explica que, embora, hoje, pareça normal, o nível de informação proporcionado pelo transporte individual por aplicativo elevou o padrão dos deslocamentos de maneira geral. "As pessoas se acostumaram com a previsibilidade: sabem a hora em que o transporte vai chegar, o tempo de percurso, quanto vão pagar, a rota e, inclusive, já pagam direto pelo aplicativo. E a população quer ter isso, também, no transporte público", afirma Avelleda.


Oferecer melhor controle do tempo, facilidades no pagamento e um serviço de qualidade passa pela modernização do transporte por ônibus, um movimento que já começou. Um exemplo é a adoção do Cartão TOP, desde novembro de 2021, na região metropolitana de São Paulo, quando a ferramenta passou a conectar passageiros que utilizam ônibus intermunicipais e transporte sobre trilhos na cidade, com desconto na integração.


Atualmente, já são mais de 370 milhões de bilhetes QR Codes vendidos e 2,4 milhões de cadastros no aplicativo, o que representa, de acordo com a empresa responsável, 30% do transporte da capital paulista.


Trata-se de um sistema de bilhetagem eletrônica usado para pagamento das viagens mediante a compra de bilhetes QR Code, com o mesmo cartão válido no Metrô, CPTM e ônibus da EMTU, mas que pode ir muito além.



https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/para-reconquist ar-passageiros-transporte-por-onibus-precisa-se-modernizar/ 

 "A corrida para a recuperação de passageiros encontra diversos desafios, como mudanças nos hábitos pós-crise sanitária...".
O emprego do hífen em palavras compostas com o prefixo 'pós', como em 'pós-crise', assim como nos prefixos 'pre', 'pro' e 'co', depende de alguns critérios específicos de hifenização. Com base nisso, complete as lacunas a seguir com palavras grafadas corretamente.
"O estudo científico exige rigor ao______critérios de análise, garantindo que os resultados sejam confiáveis e comparáveis. Nesse contexto, pesquisadores de diferentes instituições podem______entre si para ampliar o alcance das descobertas e compartilhar conhecimentos. Em pesquisas da área da biologia, por exemplo, investiga-se o desenvolvimento do______, etapa inicial do processo embrionário que ajuda a compreender a formação dos seres vivos."
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
Alternativas
Q4095657 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.

O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.

Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.

A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.

Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.

"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.

"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."

"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.

Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.

Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.

"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.

"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."

Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.

"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.

"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.

Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.

A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.

Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.

Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.

Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.

Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?

"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.

Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.

Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o 
"Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?"

O uso do hífen nos compostos sem elemento de ligação, quando o primeiro elemento é a forma 'recém', ocorre de modo semelhante ao emprego do hífen com outros prefixos apresentados a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q4094332 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.



O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.


Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.


Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.


A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.


Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.


"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.


"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."


"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.


Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.


Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.


"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.


"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."


Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.


"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.


"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.


Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.


A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.


Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.


Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.


Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.


Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?


"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.


Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.


Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o 

"Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?"


O uso do hífen nos compostos sem elemento de ligação, quando o primeiro elemento é a forma 'recém', ocorre de modo semelhante ao emprego do hífen com outros prefixos apresentados a seguir, EXCETO: 

Alternativas
Q4093754 Português
Assinale a alternativa em que as duas palavras foram grafadas corretamente quanto ao uso ou não do hífen:
Alternativas
Q4093714 Português
Assinale a alternativa em que as duas palavras foram grafadas corretamente quanto ao uso ou não do hífen:
Alternativas
Respostas
81: D
82: D
83: E
84: B
85: D
86: B
87: B
88: B
89: C
90: B
91: E
92: C
93: D
94: C
95: D
96: D
97: C
98: A
99: D
100: D