Questões de Concurso
Sobre emprego do hífen em português
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Os vocábulos 'coautor' e 'pré-publicação' estão grafados corretamente, sem e com hífen, respectivamente. Considerando as regras de uso do hífen em palavras formadas por esses e por outros prefixos, analise as justificativas a seguir:
I.Nas formações de palavras com o prefixo 'co', este se liga ao segundo elemento sem hífen, mesmo quando o elemento seguinte se inicia por vogal repetida 'o', como ocorre em 'coordenar' e 'coocupante'."
II.Nas formações com o prefixo 'pre', emprega-se o hífen quando o primeiro elemento termina com acento gráfico, como em 'pré-requisito' e 'pré-natal'.
III.Nas formações com prefixos, emprega-se o hífen quando o 1º elemento termina por vogal igual a que inicia o segundo elemento, como em 'entre-eixo' e 'infra-axilar'.
IV.Não se emprega hífen em locuções substantivas, adjetivas, pronominais e adverbiais, como em 'sala de jantar' e 'cor de açafrão'. Entretanto, há exceções consagradas pelo uso, como os vocábulos 'cor-de-rosa' e 'água-de-colônia', que são grafadas com hífen.
É correto o que se afirma em:
Considerando o emprego do hífen na palavra 'Pé-de-Meia', assinale a alternativa correta.
O vocábulo 'infraestrutura' está grafado corretamente sem hífen. Com base nas regras do uso do hífen em palavras compostas, relacione as colunas a seguir:
Coluna A
1.minissaia, contrarregra e semirreta 2.pé de meia, arco da velha e circunavegação 3.água de coco, cor-de-rosa e café-com-leite 4.para-quedas, marcapasso e mandachuva
Coluna B
(__)duas palavras corretas e uma incorreta (__)duas palavras incorretas e uma correta (__)todas palavras grafadas corretamente (__)todas palavras grafadas incorretamente
Assinale a alternativa que apresenta a sequência numérica que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Considerando o que dispõe o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa vigente, os vocábulos “contrassenso”, “Lusofonia” e “países‑membros” foram empregados no texto em estrita conformidade com as regras ortográficas.
Texto para o item.
Entre a fiscalização e a representação:
entendendo os conselhos profissionais
Saber diferenciar as atribuições de conselhos de fiscalização profissional, sindicatos e associações garante ao profissional o poder de reivindicar seus direitos junto ao órgão correto e formular suas queixas a quem detém a capacidade de intervir, intermediar e resolver os problemas apresentados.
Os conselhos de fiscalização profissional são autarquias integrantes da administração pública indireta que têm a competência fiscalizatória do campo de atuação profissional. A fiscalização exercida por essas entidades decorre do poder de polícia estatal destinado à proteção da coletividade contra o exercício ilegal ou antiético de atividades regulamentadas.
Apenas as atividades regulamentadas por lei e submetidas à fiscalização estatal específica possuem conselho profissional. Nesse caso, estar registrado junto ao conselho profissional não é uma opção do trabalhador, mas, sim, um dever e uma segurança para si e para a sociedade.
Já os sindicatos são entidades de associação voluntária criadas para representar e defender os interesses de trabalhadores ou empregadores de uma determinada categoria. Eles atuam para negociar as melhores condições de trabalho, salários e benefícios junto aos empregadores ou aos governos.
Torna‑se evidente, portanto, a distinção entre conselhos e sindicatos. O papel dos conselhos é assegurar o exercício ético e técnico em benefício da sociedade, ao passo que os sindicatos focam nas garantias laborais.
As associações, por sua vez, são organizações de adesão voluntária destinadas ao aprimoramento científico, técnico ou social de seus membros. Ao contrário dos sindicatos, elas não detêm a prerrogativa constitucional de representação e negociação trabalhista, mas atuam como importantes polos de fomento ao conhecimento.
Diante dessas distinções, compreende‑se que essas entidades atuam de forma harmônica e complementar. Sob essa ótica, reconhecer o papel de cada instituição é indispensável para valorizar o exercício ético e legal das profissões regulamentadas.
Internet: <migalhas.com.br>
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.
Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.
Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.
A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.
Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.
"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."
No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.
Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.
A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.
O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.
Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.
Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta a palavra também grafada corretamente.
Leia o texto e responda à questão.
A JANELA QUE VIAJAVA
Quando a antiga kombi azul apareceu pela primeira vez na praça, muita gente pensou que fosse apenas mais um veículo da Prefeitura. As portas se abriram, porém, e revelaram prateleiras cheias de livros.
Na lateral, uma placa anunciava: “Biblioteca em Movimento”.
Nos primeiros dias, os adultos se aproximavam com cautela. As crianças, menos desconfiadas, escolhiam histórias e sentavam-se sob as árvores. Aos poucos, quem passava a caminho do trabalho começou a reservar alguns minutos para folhear jornais, romances ou manuais. O veículo não levava apenas livros: criava uma pausa no ritmo apressado da praça.
Certa manhã, seu Antônio devolveu um livro sobre hortas domésticas e contou que havia plantado temperos em latas reaproveitadas. Na semana seguinte, trouxe fotografias das mudas e explicou o processo a dois jovens. A leitura, que começara silenciosa, transformou-se em conversa e experiência compartilhada.
O projeto também enfrentava dificuldades. Em dias de chuva, o movimento diminuía; alguns títulos eram muito procurados, enquanto outros permaneciam meses nas estantes. A equipe passou, então, a registrar os empréstimos e a ouvir sugestões dos moradores. Com esses dados, reorganizou o acervo e definiu novos pontos de parada.
Meses depois, a kombi continuava com a mesma pintura gasta. Ainda assim, já não parecia um veículo antigo. Para muitos moradores, tornara-se uma janela: não porque mostrasse uma paisagem pronta, mas porque ajudava cada leitor a enxergar possibilidades que antes passavam despercebidas.
Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova.
Situação-problema 1
Após os recentes casos de acidentes violentos no trânsito, a prefeitura da cidade de Aveiro promoverá ações de conscientização, cooperação interinstitucional e reestruturação das vias, a fim de melhorar a mobilidade urbana e fortalecer a segurança no trânsito.
Situação-problema 2
Após resultado da avaliação do MEC no ano de 2025, a Universidade Regional do Pará publicou a seguinte nota oficial: “Em todos os Institutos e Faculdades dos cursos das áreas de Ciências Humanas e Biológicas, serão conduzidos processos de avaliação e auto-avaliação, com o intuito de sub-sidiar a re-estruturação dos cursos e ampliar as metas para a expanção da infraestrutura das faculdades”.
Considerando a ortografia oficial vigente da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.
Considere as afirmativas sobre a grafia da palavra 'superdotado' e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como escolas e famílias formam novos leitores
A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.
Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.
A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.
Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.
'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.
As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.
'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.
A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.
'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.
Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.
As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.
Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.
BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.
"Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI)...".
O vocábulo 'subsecretaria' está grafado corretamente sem hífen. Com base nas regras de emprego do hífen, complete as lacunas a seguir com palavras grafadas corretamente, com ou sem hífen.
I. A política busca fortalecer a cooperação entre os entes federados por meio de ações _______________.
II. O projeto prevê o acompanhamento _______________ das crianças matriculadas na rede pública.
III. A gestão conta com apoio de uma equipe _______________ na avaliação das políticas.
IV. O programa contempla também ações de caráter _______________, voltadas às famílias.
Assinale a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente as lacunas.
Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?
Por Fernando Maluf

(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as normas vigentes em relação ao emprego do hífen, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto:
⋅ “exames de rastreamento que salvam vidas, como a mamografia para o câncer de mama, a colonoscopia para o câncer ____________ e a combinação do PSA com a avaliação clínica para o câncer de próstata”.
⋅ “Ou seja, identificar a doença quando ela ainda não é visível em exames de imagem e até mesmo no estágio ___________?”.
⋅ “Se, nas últimas décadas, a grande revolução aconteceu com as terapias-alvo, a ____________ e a medicina personalizada, os próximos anos poderão ser marcados por uma transformação igualmente importante”.
O emprego do hífen segue justificativas distintas. No trecho, por exemplo, foi empregado para ligar o verbo ao pronome. Com base no emprego do hífen em palavras compostas, complete as lacunas a seguir:
"Assim como as aranhas Thomisus onustus se camuflam em flores___, outros animais recorrem a estratégias semelhantes de mimetismo cromático. A___, por exemplo, embora não dependa de camuflagem para caçar, apresenta padrões de coloração que variam conforme o habitat costeiro em que se encontra. Já certas aranhas de tonalidade___ parecem se beneficiar de uma leve semelhança com folhas secas ou frutos maduros, reduzindo a detecção por predadores. Pesquisadores que estudam esses fenômenos frequentemente recorrem a___ teórica mais ampla, a ecologia comportamental, para compreender por que essas colorações evoluíram de formas tão diversas entre as espécies."
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente as lacunas acima.