Questões de Concurso Sobre emprego do hífen em português

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Q4303421 Português
A palavra “semi-interno” está hifenizada devidamente, o que não ocorre na escrita do vocábulo:
Alternativas
Q4302002 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas


A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.


Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.


Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.


Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.


A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.


Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.


"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."


No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.


Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.


A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.


O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.


Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.

"Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente." O prefixo 'pré-' pode ou não ser grafado com hífen, dependendo de algumas circunstâncias relacionadas à tonicidade. Em 'pré-elaborado', o emprego do hífen está correto.
Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta a palavra também grafada corretamente.
Alternativas
Q4301876 Português
A palavra “poli-insaturado” está hifenizada devidamente, o que não ocorre na escrita do vocábulo:
Alternativas
Q4297654 Português
Analise as duas situações-problema a seguir para responder à questão: 

Situação-problema 1

Após os recentes casos de acidentes violentos no trânsito, a prefeitura da cidade de Aveiro promoverá ações de conscientização, cooperação interinstitucional e reestruturação das vias, a fim de melhorar a mobilidade urbana e fortalecer a segurança no trânsito.

Situação-problema 2

Após resultado da avaliação do MEC no ano de 2025, a Universidade Regional do Pará publicou a seguinte nota oficial: “Em todos os Institutos e Faculdades dos cursos das áreas de Ciências Humanas e Biológicas, serão conduzidos processos de avaliação e auto-avaliação, com o intuito de sub-sidiar a re-estruturação dos cursos e ampliar as metas para a expanção da infraestrutura das faculdades”.


Considerando a ortografia oficial vigente da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4297599 Português
"Professor universitário superdotado relata desafios."
Considere as afirmativas sobre a grafia da palavra 'superdotado' e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4297240 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como escolas e famílias formam novos leitores



A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.


Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.


A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.


Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.


'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.


As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.


'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.


A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.


'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.


Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.


As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.


Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.



BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.

"Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI)...".


O vocábulo 'subsecretaria' está grafado corretamente sem hífen. Com base nas regras de emprego do hífen, complete as lacunas a seguir com palavras grafadas corretamente, com ou sem hífen.



I. A política busca fortalecer a cooperação entre os entes federados por meio de ações _______________.


II. O projeto prevê o acompanhamento _______________ das crianças matriculadas na rede pública.


III. A gestão conta com apoio de uma equipe _______________ na avaliação das políticas.


IV. O programa contempla também ações de caráter _______________, voltadas às famílias. 



Assinale a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente as lacunas.

Alternativas
Q4296979 Português

Diagnóstico do câncer: estamos diante da próxima grande transformação?



Por Fernando Maluf





(Disponível em: forbes.com.br/colunas/2026/07/diagnostico-do-cancer-estamos-diante-da-proxima-grandetransformacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando as normas vigentes em relação ao emprego do hífen, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto: 



⋅  “exames de rastreamento que salvam vidas, como a mamografia para o câncer de mama, a colonoscopia para o câncer ____________ e a combinação do PSA com a avaliação clínica para o câncer de próstata”.



⋅  “Ou seja, identificar a doença quando ela ainda não é visível em exames de imagem e até mesmo no estágio  ___________?”. 



 “Se, nas últimas décadas, a grande revolução aconteceu com as terapias-alvo, a ____________ e a medicina personalizada, os próximos anos poderão ser marcados por uma transformação igualmente importante”.

Alternativas
Q4295385 Português
O papel das cores nas aranhas


Quando se fala de coloração animal, provavelmente os exemplos mais populares são camaleões, que mudam de cor e se camuflam, ou aves que fazem danças exuberantes. Mas, quando o assunto são aranhas, é pouco provável que a cor delas seja a primeira característica que venha à mente.

No entanto, há muitos exemplos de aranhas com cores chamativas (ao menos, aos nossos olhos) e com funções fantásticas. Essas colorações podem, por exemplo, atrair presas, evitar predação, chamar a atenção de parceiros e controlar a temperatura corporal.

Algumas espécies de aranha da família Araneidae, que dependem de os insetos ficarem presos em suas teias para se alimentarem, são amarelas.

Essa característica levou os cientistas a se questionarem sobre o porquê de essas espécies terem essa cor. Principal hipótese: essa coloração imita a cor de flores, atraindo, assim, insetos polinizadores, os quais, de longe, não são capazes de diferenciar a aranha de uma flor.

Resultado: o inseto acaba caindo na teia e virando alimento para a aranha.

Então, ter coloração amarela seria uma estratégia evolutiva de aranhas que imitam flores? Nem sempre. Talvez, isso possa ajudá-las a não serem vistas por suas presas. Soa estranho, não? Afinal, amarelo é uma cor chamativa na natureza, e estamos acostumados a associar camuflagem a cores mais apagadas ou escuras, como um padrão esverdeado, cinza ou marrom.

Estratégias de camuflagem não são definidas por cores específicas, mas, sim, pela semelhança de cor entre o corpo do animal e o local onde ele se encontra. Seja em folhas (decompostas ou não) ou galhos, seja em frutos ou flores, animais camuflados diminuem a chance de serem vistos tanto por suas presas quanto seus predadores, por se assemelharem a algum desses 'fundos'.

Aranhas da família Thomisidae, por exemplo, ficam em flores de diferentes cores e podem mudar de coloração conforme o local onde estão. Mas essa alteração ocorre lentamente, podendo levar dias. Na França, em 2002, pesquisadores, por meio de estimativas matemáticas, viram que aranhas da espécie Thomisus onustus, nativas da Eurásia e África, podiam se camuflar em flores de cor rosa, minimizando a probabilidade de detecção por aves que as predam, e essa observação também vale para aranhas amarelas em flores amarelas.
"Talvez, isso possa ajudá-las a não serem vistas por suas presas."

O emprego do hífen segue justificativas distintas. No trecho, por exemplo, foi empregado para ligar o verbo ao pronome. Com base no emprego do hífen em palavras compostas, complete as lacunas a seguir:

"Assim como as aranhas Thomisus onustus se camuflam em flores___, outros animais recorrem a estratégias semelhantes de mimetismo cromático. A___, por exemplo, embora não dependa de camuflagem para caçar, apresenta padrões de coloração que variam conforme o habitat costeiro em que se encontra. Já certas aranhas de tonalidade___ parecem se beneficiar de uma leve semelhança com folhas secas ou frutos maduros, reduzindo a detecção por predadores. Pesquisadores que estudam esses fenômenos frequentemente recorrem a___ teórica mais ampla, a ecologia comportamental, para compreender por que essas colorações evoluíram de formas tão diversas entre as espécies."


Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente as lacunas acima.
Alternativas
Q4292157 Português

TEXTO





ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026. 

Assinale a alternativa cuja palavra, como "mal-estar" (linha 08), está grafada conforme as normas ortográficas vigentes. 
Alternativas
Q4289983 Português
Quanto ao emprego do hífen, estão CORRETAS as palavras da série: 
Alternativas
Q4285347 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Além do tempo de tela: o que os mais jovens têm feito no celular?

Qualidade da interação e dos conteúdos acessados precisa estar no centro do debate sobre saúde mental entre crianças e adolescentes

Por Luiz Zoldan*

        Reduzir a crise de saúde mental entre jovens ao “tempo de tela” é uma explicação confortável – e perigosamente insuficiente. O debate público precisa de um ajuste urgente: mais do que contar horas, é preciso entender a qualidade da interação desses adolescentes com os dispositivos digitais. 

        Em consultórios, escolas e ambientes de trabalho, a constatação é recorrente: a forma como os jovens se relacionam consigo mesmos, com os outros e com o mundo mudou profundamente. E as telas ocupam um papel central nessa transformação. 

        Vivemos em uma realidade na qual nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tão expostos a fatores que afetam a saúde mental, especialmente entre crianças e adolescentes.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de um em cada dez adolescentes já manifesta um uso problemático de redes sociais, com perda de controle e consequências negativas no dia a dia. 

        Estudos consistentes associam o uso excessivo de telas à piora nos indicadores de saúde mental. Cerca de 25% dos adolescentes que passam mais de 4 horas diárias em frente a telas apresentam sintomas recentes de ansiedade ou depressão. Evidências longitudinais também confirmam que o aumento do tempo de exposição está ligado a um maior risco de sofrimento emocional a longo prazo. 

        O Brasil figura entre os países com maior tempo de tela no mundo, ultrapassando 5 horas diárias apenas em smartphones. Entre os adolescentes brasileiros, os números são ainda mais alarmantes, chegando a quase 6 horas em dias de semana e ultrapassando 8 horas nos fins de semana.

        O cenário nacional é marcado por três desafios: o acesso a smartphones em idades cada vez mais precoces, a desigualdade no acesso à educação digital e a fragilidade na mediação por parte de famílias e escolas. Diante disso, cresce a percepção entre os próprios jovens de que algo não vai bem: quase metade deles já considera que as redes sociais impactam negativamente pessoas da sua idade. 

        Ainda assim, é crucial qualificar a leitura desses dados. A própria ciência mostra que o impacto não é uniforme. O uso passivo, caracterizado pela rolagem infinita e pela comparação social, está mais associado ao malestar. Por outro lado, usos mais ativos e focados na conexão podem ter um efeito protetor. O problema central, portanto, não é apenas o tempo, mas o padrão de uso. Comportamentos compulsivos e de dependência estão mais ligados a desfechos negativos do que o número absoluto de horas.

        Nesse contexto, avanços como a atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ao ambiente digital são essenciais, pois reconhecem a vulnerabilidade de crianças e adolescentes nesse ecossistema. Essas iniciativas buscam responsabilizar as plataformas, proteger dados e reduzir a exposição a conteúdos nocivos. Contudo, a regulação, sozinha, não resolve. Ela cria um ambiente mais seguro, mas não substitui a educação, o vínculo afetivo e o desenvolvimento de repertório emocional.

        Durante anos, a principal recomendação foi limitar o tempo de tela. Embora essa abordagem continue relevante, especialmente para crianças mais novas, hoje sabemos que é insuficiente. O verdadeiro problema não é apenas o que acontece nas telas, mas o que deixa de acontecer fora delas: sono de qualidade, atividade física, convivência e a própria construção da identidade são processos insubstituíveis para o desenvolvimento psíquico. 

        O uso excessivo de telas, por exemplo, está diretamente ligado a um sono mais curto e de pior qualidade – um dos principais gatilhos para o sofrimento mental. Idealmente, um uso de qualidade envolve interações sociais reais, consumo de conteúdos educativos ou criativos e intencionalidade, sem prejudicar o sono. Em contrapartida, a utilização de risco é aquela em que há comportamento compulsivo, comparação social constante, exposição a conteúdos negativos e a substituição de experiências presenciais por virtuais.

        Com base em evidências científicas e na prática clínica, algumas medidas são fundamentais. Para as famílias, é preciso estabelecer acordos claros, evitar o uso de aparelhos antes de dormir (especialmente porque um terço dos adolescentes os utiliza depois da meia-noite), acompanhar os conteúdos acessados e, acima de tudo, dar o exemplo. Isso implica reconhecer que muitos adultos também mantêm uma relação excessiva, distraída e pouco saudável com as telas, o que compromete o ensino da autorregulação.

        Nas escolas, o desafio vai além da simples restrição: passa pela promoção da alfabetização digital e midiática, pelo desenvolvimento de competências socioemocionais e pela criação de espaços de convivência offline que favoreçam o pertencimento, o diálogo e a construção da identidade. Isso inclui a promoção de conversas qualificadas sobre corpo, gênero, autoestima e relações sociais, temas profundamente atravessados pela lógica das redes. 

        Para os profissionais de saúde, investigar o padrão de uso digital tornou-se parte indispensável da avaliação clínica, assim como sono, alimentação e atividade física. Ainda assim, o enfrentamento desse problema não é responsabilidade somente de indivíduos, famílias e consultórios. O desafio exige que empresas de tecnologia e políticas públicas atuem de forma mais firme na limitação de mecanismos de design viciantes e persuasivos e na implementação de estratégias integradas entre saúde, educação e regulação digital.

        A relação entre os jovens e a tecnologia não é um “problema” a ser eliminado, mas uma realidade a ser gerenciada com inteligência. É preciso superar a lógica simplista de “mais ou menos tempo de tela” e adotar uma abordagem mais sistêmica e que considere o  contexto, o conteúdo e a intenção de cada interação. No fim das contas, o maior indicador de sucesso não é quantas horas um jovem passa conectado, mas sua capacidade de se desconectar com liberdade, propósito e, acima de tudo, saúde mental.

*Luiz Zoldan é psiquiatra e gerente médico do Espaço Einstein Bem-Estar e Saúde Mental

Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/alem-dotempo-de-tela-o-que-os-mais-jovens-tem-feito-no-celular/.
No trecho “O uso passivo, caracterizado pela rolagem infinita e pela comparação social, está mais associado ao mal-estar.”, o hífen foi utilizado de forma adequada segundo o atual Acordo Ortográfico. Assinale a alternativa em que o hífen foi empregado de forma adequada ao referido acordo ortográfico.
Alternativas
Q4285264 Português
Assinale a alternativa em que todos os termos estão grafados corretamente.
Alternativas
Q4285014 Português

Analise a imagem abaixo:



Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://tirasdidaticas.wordpress.com/2019/12/09/ auto-e-alto/ [adaptado]. Acesso em: 05 jun. 2026.



Assinale a alternativa que apresenta a grafia correta das palavras ou das expressões correspondentes aos quadrinhos em branco na sequência do diálogo.

Alternativas
Q4284687 Português
Menina faz sucesso ao recriar fotografias de mulheres inspiradoras


Clara Larchete, de 8 anos, moradora de São Paulo, conquistou as redes sociais ao fazer a releitura fotográfica de mulheres inspiradoras. Inicialmente, o projeto surgiu em decorrência de uma atividade escolar em 2020. A tarefa, proposta pela professora de artes, consistia em fazer uma releitura de um quadro, vídeo ou foto de uma personalidade. Com a ajuda da mãe, a menina resolveu recriar o autorretrato da Tarsila do Amaral. Após, o resultado foi compartilhado nas redes. A receptividade foi tão surpreendente que as duas decidiram continuar desenvolvendo a atividade. Além disso, o processo proporcionou que conhecessem um pouco mais da história de cada pessoa retratada.

"Além de ter nos aproximado ainda mais, esse projeto é uma oportunidade para aprender e ensinar a ela sobre essas grandes figuras, conversando sobre a vida delas, a contribuição que deram à sociedade ou suas lutas atuais", contou a mãe.

Estão entre as mulheres retratadas: Michele Obama, Maju Coutinho, Taís Araújo, Frida Kahlo e outras. Clara participa de todo o processo de criação e produção como a escolha da foto original, o figurino e o cenário.

"Vou continuar ajudando a Clarinha com as releituras até quando ela quiser. É muito legal ver que ela tem essas grandes mulheres para se inspirar, o que era mais raro quando eu era criança, por exemplo. Muitas delas já existiam, mas o acesso às informações sobre a vida, trabalho e conquistas delas era muito difícil. Ainda temos muito que avançar na questão da representatividade, mas acredito que o que já conquistamos fará toda a diferença para essa nova geração", disse a mãe.




Conceição Evaristo, escritora, e Clara. (Disponível em:https://jornalnota.com.br/2022/07/17/menina-faz-sucesso-ao-recriar-foto grafias-de-mulheres-inspiradoras/. Acesso em: 2026. Adaptado.)

No texto, há a palavra "autorretrato". Atentando às regras ortográficas de uso do hífen e considerando a escrita da palavra destacada, analise as sentenças a seguir:
I.O canal de tele-entrega da farmácia não atende após as duas da madrugada.
II.Toda a situação em torno do conflito foi resultado de um mal-entendido.
III.A parede estava tomada de porta-retratos, de diversos formatos e tamanhos. Muita história era contada ali.
IV.Não há anti-inflamatório capaz de conter a inflamação da alma.

É correta a grafia das palavras destacadas em:
Alternativas
Q4284578 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de comunicação especializado para temas cotidianos. Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos igualitários.

Porém, a construção da personagem feminina não contou apenas com William, um homem branco de classe média, mas também com importantes mulheres ao seu redor. A principal era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens, além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da natalidade.

Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e morando, por um curto período, com Sadie e William.

A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst, que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as características físicas da super-heroína. William a conheceu em 1911, quando a garota foi impedida de falar em público no campus da Universidade de Harvard, onde estudava.


Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
Segundo a ortografia oficial da Língua Portuguesa, a justificativa para o emprego do hífen na palavra “Mulher-Maravilha” é:  
Alternativas
Q4282583 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Menina faz sucesso ao recriar fotografias de mulheres inspiradoras


Clara Larchete, de 8 anos, moradora de São Paulo, conquistou as redes sociais ao fazer a releitura fotográfica de mulheres inspiradoras. Inicialmente, o projeto surgiu em decorrência de uma atividade escolar em 2020. A tarefa, proposta pela professora de artes, consistia em fazer uma releitura de um quadro, vídeo ou foto de uma personalidade. Com a ajuda da mãe, a menina resolveu recriar o autorretrato da Tarsila do Amaral. Após, o resultado foi compartilhado nas redes. A receptividade foi tão surpreendente que as duas decidiram continuar desenvolvendo a atividade. Além disso, o processo proporcionou que conhecessem um pouco mais da história de cada pessoa retratada.


"Além de ter nos aproximado ainda mais, esse projeto é uma oportunidade para aprender e ensinar a ela sobre essas grandes figuras, conversando sobre a vida delas, a contribuição que deram à sociedade ou suas lutas atuais", contou a mãe.


Estão entre as mulheres retratadas: Michele Obama, Maju Coutinho, Taís Araújo, Frida Kahlo e outras. Clara participa de todo o processo de criação e produção como a escolha da foto original, o figurino e o cenário.


"Vou continuar ajudando a Clarinha com as releituras até quando ela quiser. É muito legal ver que ela tem essas grandes mulheres para se inspirar, o que era mais raro quando eu era criança, por exemplo. Muitas delas já existiam, mas o acesso às informações sobre a vida, trabalho e conquistas delas era muito difícil. Ainda temos muito que avançar na questão da representatividade, mas acredito que o que já conquistamos fará toda a diferença para essa nova geração", disse a mãe.



Conceição Evaristo, escritora, e Clara.


(Disponível em: https://jornalnota.com.br/2022/07/17/menina-faz-sucesso-ao-recriar-foto grafias-de-mulheres-inspiradoras/. Acesso em: 2026. Adaptado.)

No texto, há a palavra "autorretrato". Atentando às regras ortográficas de uso do hífen e considerando a escrita da palavra destacada, analise as sentenças a seguir:


I.O canal de tele-entrega da farmácia não atende após as duas da madrugada.


II.Toda a situação em torno do conflito foi resultado de um mal-entendido.


III.A parede estava tomada de porta-retratos, de diversos formatos e tamanhos. Muita história era contada ali.


IV.Não há anti-inflamatório capaz de conter a inflamação da alma.


É correta a grafia das palavras destacadas em:

Alternativas
Q4281701 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de comunicação especializado para temas cotidianos. Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos igualitários.

Porém, a construção da personagem feminina não contou apenas com William, um homem branco de classe média, mas também com importantes mulheres ao seu redor. A principal era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens, além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da natalidade.

Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e morando, por um curto período, com Sadie e William.

A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst, que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as características físicas da super-heroína. William a conheceu em 1911, quando a garota foi impedida de falar em público no campus da Universidade de Harvard, onde estudava.


Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml. Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
Segundo a ortografia oficial da Língua Portuguesa, a justificativa para o emprego do hífen na palavra “MulherMaravilha” é: 
Alternativas
Q4278736 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Jovens negros do Rio e da Bahia recebem bolsa para estudar no exterior

Estudar no exterior é a vontade de muitas pessoas ao longo da vida. Cursar a graduação em outro país permite não só acessar ambientes de excelência acadêmica global, mas também construir conexões culturais. Mas se o processo de aprovação já apresenta desafios robustos, fica ainda mais difícil ter os recursos necessários para permanecer nesses espaços.

É com base nessa percepção que o Fundo Baobá − instituição social que busca promover a equidade racial − criou o programa Black STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática). A iniciativa selecionou três estudantes negros para receberem a bolsa de R$ 42 mil destinada à permanência no exterior. Eles embarcam em setembro para cursar a graduação.

Antes da aprovação, Caio passou por severos desafios acadêmicos e familiares. Durante a pandemia de covid-19, em 2020, o estudante ficou sem aulas durante um ano inteiro, porque sua escola não tinha estrutura para fornecer aulas online.

No mesmo ano, o pai de Caio começou a apresentar sintomas de Alzheimer e Parkinson. Com o avanço das doenças degenerativas, ele teve que parar de trabalhar.

Sem recursos financeiros para contratar um cuidador e diante do alto custo dos remédios, Caio precisou começar a trabalhar em 2022 para ajudar no sustento da casa.

Essa nova rotina prejudicou a entrada no ensino superior. Apesar das dificuldades, ele conta que busca não se limitar. Essa determinação é o impulso para procurar alternativas internacionais.

A estudante Quezia Fernanda nasceu em Rio das Ostras, também no estado do Rio de Janeiro. A jovem de 19 anos cursou o ensino médio técnico em automação industrial no Instituto Federal Fluminense.

Foi por meio de uma parceria entre o instituto e a Faculdade de Jaén, na Espanha, que a jovem teve acesso à informação sobre a existência de uma bolsa de estudos no exterior, permitindo-lhe perseguir um sonho que antes considerava distante.

Durante bate-papo no evento de boas-vindas, com a jornalista Adriana Couto, ela contou sobre a motivação em cursar Engenharia Elétrica.

"Vindo de Macaé, capital do petróleo no Brasil, sei bem como a área da energia é fundamental. Vi na engenharia elétrica possibilidade de iniciar um estudo e futuramente quero poder me aprofundar na área sustentável," explicou Quezia.

O terceiro estudante contemplado pela bolsa é João Vitor, da cidade de Cruz das Almas, na Bahia. Desde a infância, ele conta ter facilidade com computação e interesse pela manutenção de computadores. Essa afinidade foi consolidada quando ingressou no Instituto Federal para cursar informática.

O jovem cresceu no Recôncavo Baiano, o que lhe permitiu conviver de perto com lideranças negras e comunidades quilombolas. A decisão de estudar na Northwestern University ocorreu quando ele descobriu que a instituição contava com Jean, um estudante brasileiro de origem quilombola.

"Por ter tanta proximidade com as comunidades quilombolas, tenho um carinho enorme por aquelas lideranças que me ajudaram, que me aconselharam e que abriram as portas para mim", ressalta João Victor.

AGÊNCIA BRASIL. Jovens negros do Rio e da Bahia recebem bolsa para estudar no exterior. [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-08/jovens-negr os-do-rio-e-da-bahia-recebem-bolsa-para-estudar-no-exterior. Acesso em: 7 ago. 2026.
"Durante bate-papo no evento de boas-vindas, com a jornalista Adriana Couto, ela contou sobre a motivação em cursar Engenharia Elétrica."
Os vocábulos 'bate-papo' e 'boas-vindas' estão grafados corretamente com hífen. Complete as lacunas abaixo com a grafia correta das palavras compostas indicadas, segundo a norma-padrão vigente.
"Durante o passeio no jardim, as crianças observaram um pequeno______ pousar sobre um______. Mais tarde, começou a chover, e todos precisaram usar seus______ para voltar para casa, enquanto no céu já era possível avistar um______."
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem apresentada.
Alternativas
Q4278307 Português
Identifique a opção que só traz palavras corretas quanto ao uso ou omissão do hífen.
Alternativas
Q4277754 Português
Identifique a opção que só traz palavras corretas, quanto ao uso ou omissão do hífen.
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: D
4: E
5: C
6: D
7: C
8: A
9: B
10: C
11: E
12: E
13: D
14: E
15: D
16: C
17: D
18: A
19: C
20: B