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Questões de Concurso Sobre emprego do hífen em português

Foram encontradas 1.110 questões

Q1359601 Português

TEXTO 3

“Um dos fatos mais lamentáveis da nossa história pós-redemocratização”


O professor de direito constitucional da PUC, Marcelo Figueiredo, disse neste sábado à rádio Jovem Pan que a censura imposta à Crusoé e a O Antagonista fere a democracia.

“O episódio é um precedente perigoso para a liberdade de imprensa porque se cada ministro se sentir agravado com uma reportagem e mandar cassar o veículo de comunicação, nós voltamos a um Estado ditatorial, antidemocrático”, afirmou.

“A censura ao site Antagonista e à revista Crusoé entrará como um dos fatos mais lamentáveis da nossa história pós-redemocratização. Por outro lado, tem que se celebrar. A mobilização da sociedade e o posicionamento certeiro de ministros do Supremo que discordam do conjunto de absurdos que têm sido praticados.”

(Fonte: https://www.oantagonista.com/brasil/um-dos-fatos-mais-lamentaveis-da-nossa-historia-pos-redemocratizacao/)

Considerando o período: “O episódio é um precedente perigoso para a liberdade de imprensa porque se cada ministro se sentir agravado com uma reportagem e mandar cassar o veículo de comunicação, nós voltamos a um Estado ditatorial, antidemocrático”, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CIEE Órgão: TRE-SP Prova: CIEE - 2019 - TRE-SP - Estagiário |
Q1351390 Português
Tempo incerto

        Os homens têm complicado tanto o mecanismo da vida que já ninguém tem certeza de nada: para se fazer alguma coisa é preciso aliar a um impulso de aventura grandes sombras de dúvida. Não se acredita mais nem na existência de gente honesta; e os bons têm medo de exercitarem sua bondade, para não serem tratados de hipócritas ou de ingênuos.
        Chegamos a um ponto em que a virtude é ridícula e os mais vis sentimentos se mascaram de grandiosidade, simpatia, benevolência. A observação do presente leva‐nos até a descer dos exemplos do passado: os varões ilustres de outras eras terão sido realmente ilustres? Ou a História nos está contando as coisas ao contrário, pagando com dinheiro dos testamentos a opinião dos escribas? 

        Se prestarmos atenção ao que nos dizem sobre as coisas que nós mesmos presenciamos – ou temos que aceitar a mentira como a arte mais desenvolvida do nosso tempo, ou desconfiaremos do nosso próprio testemunho, e acabamos no hospício! 

        Pois assim é, meus senhores! Prestai atenção às coisas que vos contam, em família, na rua, nos cafés, em várias letras de forma, e dizei‐me se não estão incertos os tempos e se não devemos todos andar de pulga atrás da orelha! 

        A minha esperança estava no fim do mundo, com anjos descendo do céu; anjos suaves e anjos terríveis; os suaves para conduzirem os que se sentarão à direita de Deus, e os terríveis para os que se dirigem ao lado oposto. Mas até o fim do mundo falhou; até os profetas se enganam, a menos que as rezas dos justos tenham podido adiar a catástrofe que, afinal, seria também uma apoteose. E assim continuaremos a quebrar a cabeça com estes enigmas cotidianos. [...] 

        Os pedestres pensam que devem andar no meio da rua. Os motoristas pensam que devem pôr os veículos nas calçadas. Até os bondes, que mereciam a minha confiança, deram para sair dos trilhos. Os analfabetos, que deviam aprender, ensinam! Os revólveres, que eram consideradas armas perigosas, e para os quais se olhava a distância, como quem contempla a Revolução Francesa ou a Guerra do Paraguai – pois os revólveres andam agora em todos os bolsos, como troco miúdo. E a vocação das pessoas, hoje em dia, não é nem para o diálogo com ou sem palavras, mas para balas de diversos calibres. Perto disso a carestia da vida é um ramo de flores. O que anda mesmo caro é a alma. E o demônio passeia pelo mundo, glorioso e impune.

(MEIRELES, Cecília. 1901‐1964. Escolha o seu sonho. Crônicas – 26ª ed.– Rio de Janeiro: Record, 2005 ‐ Adaptado.)
Considerando a adequação linguística, assim como a vigência do Novo Acordo Ortográfico, assinale a afirmativa que apresenta ERRO de grafia.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2019 - IF-PE - Nível Médio |
Q1325441 Português

Leia o TEXTO 4 para responder à questão .

TEXTO 4

 

BECK, A. Disponível em <https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/143703532119/tirinha-original>. Acesso em: 26 out. 2019.

Segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, a palavra “autoestima”, que foi empregada no primeiro quadrinho do TEXTO 4, é grafada sem hífen. Isso acontece com muitos outros vocábulos. Considerando as regras para o uso do hífen em palavras com prefixos, assinale a alternativa que possui uma palavra grafada CORRETAMENTE, conforme o referido acordo.
Alternativas
Q1318449 Português

Farmácia literária


    Imagine chegar ao consultório ou ao hospital com um incômodo qualquer e sair de lá com a prescrição de uma terapia intensiva de George Orwell, seguida de pílulas de Fernando Pessoa, emplastros de Victor Hugo e doses generosas de Monteiro Lobato. Você não leu errado: uma boa história ajuda a aliviar depressão, ansiedade e outros problemas que atingem a cabeça e o resto do organismo.

    Quem garante esse poder medicamentoso das ficções são as inglesas Ella Berthoud e Susan Elderkin, que acabam de publicar no Brasil Farmácia Literária (Verus). Redigida no estilo de manual médico, a obra reúne cerca de 200 males divididos em ordem alfabética. Para cada um, há dicas de leituras.

    As autoras se conheceram enquanto estudavam literatura na Universidade de Cambridge. Entre um debate sobre um romance e outro, viraram amigas e criaram um serviço de biblioterapia, em que apontam exemplares para indivíduos que procuram assistência. “O termo biblioterapia vem do grego e significa a cura por meio dos livros”, ressalta Ella.

    O método é tão sério que virou política de saúde pública no Reino Unido. Desde 2013, pacientes com doenças psiquiátricas recebem indicações do que devem ler direto do especialista. Da mesma maneira que vão à drogaria comprar remédios, eles levam o receituário à biblioteca e tomam emprestados os volumes aconselhados.

     A iniciativa britânica foi implementada com base numa série de pesquisas recentes que avaliaram o papel das palavras no bem-estar. Uma experiência realizada na Universidade New School, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com o hábito de reservar um tempo às letras costumam ter maior empatia, ou seja, uma capacidade ampliada de entender e se colocar no lugar do próximo. Outra pesquisa da também americana Universidade Harvard apontou que leitores ávidos são mais sociáveis e abertos para conversar.

     E olha que estamos falando de ficção mesmo. No novo livro não vemos gêneros como autoajuda ou biografia. “Eles já tinham o seu espaço, enquanto as ficções eram um recurso pouco utilizado. É difícil lembrar-se de uma condição que não tenha sido retratada em alguma narrativa”, esclarece Susan.

    As autoras acreditam que é possível tirar lições valiosas do que fazer e do que evitar a partir da trajetória de heróis e vilões. “Ler sobre personagens que experimentaram ou sentiram as mesmas coisas que vivencio agora auxilia, inspira e apresenta perspectivas distintas”, completa.

    As sugestões percorrem praticamente todas as épocas e movimentos literários da humanidade. A obra mais antiga que integra o livro é a epopeia ‘O Asno de Ouro’, assinada pelo romano Lúcio Apuleio, no século II, que serve de fármaco para exagero na autoconfiança. Há também os moderníssimos ‘Reparação’, do inglês Ian McEwan (solução para excesso de mentira), e ‘1Q84’, do japonês Haruki Murakami (potente para as situações em que o amor simplesmente termina). 

    Disponível em 20 países, cada edição de Farmácia Literária é adaptada para a cultura local, com a inclusão de verbetes e de literatos nacionais. “Nós precisamos contemplar as obras que formaram e moldaram o ideal daquela nação para que nosso ofício faça sentido”, conta Ella. No caso do Brasil, foram inseridos os principais textos de Machado de Assis, Guimarães Rosa e Milton Hatoum, que fazem companhia aos portugueses Eça de Queirós e José Saramago.

(Rosa Maria Miguel Fontes. Jornalista e Escritora. Disponível em: http://blogs.uai.com.br/contaumahistoria/farmaci a-literaria/. Abril de 2017. Com adaptações.) 

Considerando que o Novo Acordo Ortográfico que alterou o emprego do hífen em palavras compostas, assinale a alternativa que apresenta palavras hifenizadas grafadas corretamente.
Alternativas
Q1318380 Português
O que acontece com seu cérebro se você largar o Facebook?
    
    O Facebook, com 2,3 bilhões de contas ativas, ajuda a nos conectarmos e compartilharmos nossa vida com nossos amigos/conhecidos. Somos animais sociais, e nos relacionar com os outros é uma das fontes de felicidade do ser humano. Mas qual é o impacto das redes sociais sobre nossas atitudes, nossas rotinas, nossos comportamentos, nosso humor...? Dois estudos buscaram responder a estas perguntas fazendo alguns usuários desaparecerem temporariamente.
    “Um mês fora do Facebook aumenta o _____________ geral, reduz a ansiedade, a depressão e o tempo dedicado posteriormente a esta rede social”, segundo a pesquisa das universidades NYU e Stanford. Como concluíram isso? Com o mesmo método que os laboratórios farmacêuticos usam para saber se um remédio funciona: escolheram um grupo de 2.844 usuários que cumpriam os requisitos e os dividiram aleatoriamente. A uns deram o tratamento, um mês de abstinência do Facebook, e ao outro, o grupo de controle, permitiram que continuassem conectados.
    Um segundo estudo, da universidade do Texas, não encontrava um efeito relevante na felicidade. Nessa pesquisa, a desativação da rede social durou só uma semana, mas mesmo assim se constatou, de forma compatível com o estudo mencionado antes, uma redução de 17% nos sentimentos depressivos.
    Como isso se explica? Uma possibilidade é a teoria da comparação social. O Facebook pode alimentar sentimentos de inveja e frustração se decidirmos que o valor de nossa vida social e pessoal varia em função de como vai o resto. Porque, sejamos sinceros, a maioria tende a compartilhar seu melhor momento ou foto do dia, e isso pode gerar a falsa ideia de que a vida dos nossos amigos é maravilhosa, e que a nossa não faz sentido.
    O impacto mais relevante foi na polarização. No grupo de usuários abstêmios, reduziu-se a divisão de opiniões com relação a questões políticas – na verdade, aumentava a capacidade de entender o outro lado. Para se ter uma ideia desse impacto, se o nível de polarização na sociedade ______________ aumentou 100 pontos entre 2006 e 2016, um mês fora do Facebook reduziu esse indicador em 42 pontos.
    Entre o grupo dos que se desconectaram, 43% se dispuseram a dedicar menos atenção à sua timeline no futuro e efetivamente conseguiram: 12 minutos a menos em média. De fato, nove semanas depois do final do projeto, 5% do grupo de tratamento continuava sem reativar sua conta.     

 https://brasil.elpais.com/... - adaptado. 
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q1309519 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão.


A Daslu e o shopping-bunker



      A nova Daslu é o assunto preferido das conversas em São Paulo. Os ricos se entusiasmam com a criação de um local tão exclusivo e cheio de roupas e objetos sofisticados e internacionais. Os pequeno-burgueses praguejam contra a iniciativa, indignados com tanta ostentação.

         Antes instalada num conjunto de casas na Vila Nova Conceição, região de classe alta, a loja que vende as grifes mais famosas e caras do mundo passará agora a funcionar num prédio monumental construído no bairro "nouveau riche" da Vila Olímpia e ao lado do infelizmente pútrido e malcheiroso rio Pinheiros.

       A imprensa aproveita a mudança da Daslu para discorrer sobre as vantagens de uma vida luxuosa e exibir fotos exclusivas do interior da megaloja de quatro andares e seus salões labirínticos, onde praticamente não há corredores, pois, como diz a dona da loja, a ideia é que o consumidor se sinta em sua casa. 

        Estranha casa, deve-se dizer. Para entrar nela é preciso fazer uma carteira de sócio, depois de deixar o carro num estacionamento que custa R$ 30,00 (a primeira hora). Obviamente, tudo isso tem por objetivo selecionar os consumidores e intimidar os pouco afortunados – os mesmos que, ao se aventurar na antiga loja, reclamavam da indiferença das vendedoras, as dasluzetes, muito mais solícitas com aqueles que elas já conheciam ou que demonstravam de cara seu poder de compra.

      As complicações na portaria visam também, embora não se diga com clareza, a proteger o local e dar  segurança aos milionários de todo o país que certamente farão da nova Daslu um de seus "points" durante a estada em São Paulo, como já ocorria com a antiga casa. A segurança é um item cada vez mais prioritário nos negócios hoje em dia – antes mesmo da inauguração, a loja teve um de seus caminhões de mudança roubados.

    As formalidades na entrada levam ainda em conta a privacidade do local de quase 20 mil metros quadrados, não muito longe da favela Coliseu (sic). A reportagem de um site calculou, por falar nisso, que a soma da renda mensal de todas as famílias da favela (R$ 10.725, segundo o IBGE) daria para comprar apenas duas calças Dolce & Gabbana na loja. 

     Tais fatores, digamos assim, sinistros da realidade brasileira é que impulsionam o pioneirismo da nova Daslu. Sim, a loja é uma empreitada verdadeiramente inédita. A Daslu, que desenvolveu no Brasil um certo tipo de atendimento exclusivo e personalizado para ricos, agora introduz, pela primeira vez no mundo, o modelo do shopping-bunker.

      Todos sabem como os shopping-centers floresceram em São Paulo e nas capitais brasileiras, tanto pelas facilidades que propiciam para a gente que vive nos centros urbanos congestionados e tumultuados, quanto pela segurança. Ao longo dos anos, eles foram surgindo aqui e ali, alterando a sociabilidade e a paisagem das cidades. Acabaram se transformando em uma espécie de praça (fechada), onde as classes alta e média podiam circular com tranquilidade, sem serem importunadas pela visão e a presença dos numerosos pobres e miseráveis, que, por sua vez, ocuparam as praças públicas (abertas), como a da República e a da Sé, em São Paulo. Dentro dos shoppings, os brasileiros sonhamos um mundo de riqueza, organização, limpeza, segurança, facilidades e sobretudo de distinção que lá fora, nas ruas, está agora longe de existir.


     Mas talvez os shoppings, mesmo os mais sofisticados, como o Iguatemi, tenham se tornado democráticos demais para o gosto da classe alta paulista. A cada pequeno entusiasmo econômico, logo a alvoraçada classe média da cidade resolve se intrometer aos bandos nas searas exclusivas dos muito ricos. (...)



Disponível em: : https://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult682u123.shtml

O vocábulo “malcheiroso” está corretamente grafado; o mesmo NÃO ocorre na alternativa:
Alternativas
Q1307803 Português
Marque a opção que contenha apenas palavras que NÃO tiveram seu registro alterado pelo acordo ortográfico.
Alternativas
Q1304678 Português
Em relação ao emprego do hífen, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1295597 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


Considerando o uso do hífen, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 04, 22, 33 e 42.
Alternativas
Q1291422 Português

Instrução: A questão pode referir-se ao do texto abaixo; consulte-o, quando necessário.


Faltando pouco para o Enem, escolas contam como contornam ansiedade de alunos

Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br – Agência Brasil

Levando em conta a correta ortografia dos vocábulos, assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas tracejadas das linhas 08, 10, 22 e 38, nesta ordem.
Alternativas
Q1287048 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

YouTube, o paraíso da publicidade infantil

Texto especialmente adaptado para esta prova.
Daniel Salgado, Revista Época, 07/12/2018. Disponível em: https://epoca.globo.com
Na linha 43, temos o vocábulo “pé-de-meia”, grafado com hífen. Assinale a alternativa na qual, segundo o Acordo Ortográfico vigente, o emprego do hífen está INCORRETO.
Alternativas
Q1285782 Português
Ao chegar à cidade você se deparou com a placa “Bem-vindos à Criciúma”. Um amigo seu, sabendo de sua formação em Letras, pergunta-lhe sobre o que há de errado na placa. Apenas uma das explicações abaixo está correta. Identifique-a.
Alternativas
Q1283814 Português
Considerando-se as normas vigentes de ortografia, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1281341 Português

Sobre algumas palavras retiradas do texto, considere as seguintes afirmações:


I. “erva-mate” (l. 04) está grafada incorretamente, pois o correto é escrever “erva mate”.

II. “tique-taquear”(l. 13) está grafada corretamente.

III. “bolicho” (l. 23) está grafada corretamente.

IV. “microondas” (l. 37) está grafada incorretamente, pois o correto é escrever “micro-ondas”.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1280450 Português
Assinale a alternativa INCORRETA quanto às regras normativas de ortografia:
Alternativas
Q1280412 Português
Leia o texto a seguir: “Como Portugal se tornou referência mundial na regulação das drogas: Há 20 anos o país (1) o consumo de entorpecentes, o que reduziu o consumo de heroína e cocaína e diminuiu a (2) do HIV. As drogas entraram com força em Portugal [...] na década de setenta junto com a liberdade para criar uma verdadeira crise social. “Não havia família sem algum viciado”, lembra João Goulão, diretor do Serviço de (3) de Comportamentos Aditivos e Dependências (SICAD). Os governos democráticos tentaram resolver o problema com mão dura: tolerância zero com traficantes, e com consumidores, sobre os quais caía o peso do sistema penal se fossem pegos em (4). Mas a situação só piorava: o consumo (5) no mesmo ritmo das doenças infecciosas e da (6) das prisões. Até abril de 1999.” (Adaptado de https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/02/internacional/1556794358_ 113193.html. Acesso 9 de maio de 2019)
Assinale a alternativa que contenha a grafia correta das palavras faltantes de (1) a (6): 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2019 - UFPR - Mestre em Edicifações |
Q1258744 Português
Imagem associada para resolução da questão

Sobre a charge ao lado, considere as seguintes afirmativas: 1. A charge tematiza a última reforma ortográfica da Língua Portuguesa. 2. As formações que apresentam prefixo terminado em vogal e o segundo elemento iniciado por s não mais levam hífen. 3. Os sinais representados na charge são o hífen e as reticências.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1258300 Português
Assinale a alternativa cujos vocábulos completam, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 09, 27 e 30, considerando o Sistema Oficial Vigente.
Alternativas
Q1256964 Português

Acerca da correção dos vocábulos apresentados conforme as normas de ortografia oficial, julgue o item.


anti‐semita, contra‐regra e co‐seno
Alternativas
Q1256963 Português

Acerca da correção dos vocábulos apresentados conforme as normas de ortografia oficial, julgue o item.


tele‐homenagem, proto‐história e sobre‐humano
Alternativas
Respostas
761: C
762: B
763: A
764: D
765: C
766: B
767: D
768: B
769: A
770: A
771: B
772: B
773: A
774: D
775: C
776: A
777: B
778: A
779: E
780: C