Questões de Concurso
Sobre denotação e conotação em português
Foram encontradas 2.273 questões
Fonte: Arte Cartoon
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aspectos Básicos do Texto Literário: Denotação e Conotação
No estudo da linguagem, especialmente no contexto literário, os conceitos de denotação e conotação desempenham um papel fundamental na construção e interpretação dos textos. Essas duas formas de significado, embora interligadas, possuem características distintas que enriquecem a análise literária e permitem uma compreensão mais profunda das obras.
A denotação é o significado literal, direto e objetivo das palavras, aquele que se encontra no dicionário, livre de qualquer interpretação subjetiva. No contexto literário, a denotação é a base sobre a qual o autor constrói suas ideias. Ao utilizar uma palavra denotativa, o escritor se refere ao seu sentido original, sem procurar evocar emoções ou significados implícitos. Por exemplo, ao se referir ao "mar", a palavra carrega o significado simples e literal de uma grande massa de água salgada que cobre grande parte da superfície terrestre.
Porém, a riqueza do texto literário vai muito além do simples significado denotativo. A conotação, por outro lado, é o significado secundário e subjetivo que as palavras adquirem em determinado contexto. Ela está relacionada à carga emocional, cultural ou simbólica que as palavras podem carregar, ampliando a interpretação do leitor. Quando o autor usa a palavra "mar" de forma conotativa, ele pode estar se referindo a algo mais profundo, como o sentimento de vastidão, solidão ou liberdade. Nesse caso, o "mar" não é apenas um corpo d'água, mas se torna um símbolo de emoções ou situações específicas.
No texto literário, a utilização das palavras de forma conotativa permite ao escritor criar camadas de significado que desafiam o leitor a ir além da superfície do texto. A conotação pode evocar imagens poéticas, metáforas ou reflexões filosóficas que enriquecem a obra, tornando-a mais complexa e multifacetada. Um bom exemplo disso é a utilização de figuras de linguagem, como a metáfora, a metonímia e a sinédoque, que são fundamentadas no uso conotativo das palavras.
A interação entre denotação e conotação no texto literário é fundamental para a criação de sentidos e significados. Em um romance, por exemplo, o autor pode usar uma descrição aparentemente simples, mas que, ao ser analisada sob uma perspectiva conotativa, revela tensões, emoções e conflitos internos dos personagens. A denotação fornece o ponto de partida, enquanto a conotação abre espaço para a interpretação criativa e subjetiva.
Em resumo, a denotação e a conotação são dois aspectos essenciais do texto literário, ambos desempenhando papéis distintos, mas complementares. Enquanto a denotação estabelece um significado claro e preciso, a conotação adiciona camadas de complexidade, emoção e simbolismo, transformando o texto em uma rica experiência interpretativa para o leitor. Juntas, essas duas formas de significado tornam a literatura uma ferramenta poderosa de comunicação e reflexão, desafiando o leitor a explorar não apenas as palavras, mas também os sentidos subjacentes e as emoções que elas despertam
FIORIN, José Luiz. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2015.
Com base no texto apresentado, analise as afirmativas e escolha a opção correta sobre o papel da denotação e da conotação no contexto literário.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Aspectos Básicos do Texto Literário: Denotação e Conotação
No estudo da linguagem, especialmente no contexto literário, os conceitos de denotação e conotação desempenham um papel fundamental na construção e interpretação dos textos. Essas duas formas de significado, embora interligadas, possuem características distintas que enriquecem a análise literária e permitem uma compreensão mais profunda das obras.
A denotação é o significado literal, direto e objetivo das palavras, aquele que se encontra no dicionário, livre de qualquer interpretação subjetiva. No contexto literário, a denotação é a base sobre a qual o autor constrói suas ideias. Ao utilizar uma palavra denotativa, o escritor se refere ao seu sentido original, sem procurar evocar emoções ou significados implícitos. Por exemplo, ao se referir ao "mar", a palavra carrega o significado simples e literal de uma grande massa de água salgada que cobre grande parte da superfície terrestre.
Porém, a riqueza do texto literário vai muito além do simples significado denotativo. A conotação, por outro lado, é o significado secundário e subjetivo que as palavras adquirem em determinado contexto. Ela está relacionada à carga emocional, cultural ou simbólica que as palavras podem carregar, ampliando a interpretação do leitor. Quando o autor usa a palavra "mar" de forma conotativa, ele pode estar se referindo a algo mais profundo, como o sentimento de vastidão, solidão ou liberdade. Nesse caso, o "mar" não é apenas um corpo d'água, mas se torna um símbolo de emoções ou situações específicas.
No texto literário, a utilização das palavras de forma conotativa permite ao escritor criar camadas de significado que desafiam o leitor a ir além da superfície do texto. A conotação pode evocar imagens poéticas, metáforas ou reflexões filosóficas que enriquecem a obra, tornando-a mais complexa e multifacetada. Um bom exemplo disso é a utilização de figuras de linguagem, como a metáfora, a metonímia e a sinédoque, que são fundamentadas no uso conotativo das palavras.
A interação entre denotação e conotação no texto literário é fundamental para a criação de sentidos e significados. Em um romance, por exemplo, o autor pode usar uma descrição aparentemente simples, mas que, ao ser analisada sob uma perspectiva conotativa, revela tensões, emoções e conflitos internos dos personagens. A denotação fornece o ponto de partida, enquanto a conotação abre espaço para a interpretação criativa e subjetiva.
Em resumo, a denotação e a conotação são dois aspectos essenciais do texto literário, ambos desempenhando papéis distintos, mas complementares. Enquanto a denotação estabelece um significado claro e preciso, a conotação adiciona camadas de complexidade, emoção e simbolismo, transformando o texto em uma rica experiência interpretativa para o leitor. Juntas, essas duas formas de significado tornam a literatura uma ferramenta poderosa de comunicação e reflexão, desafiando o leitor a explorar não apenas as palavras, mas também os sentidos subjacentes e as emoções que elas despertam
FIORIN, José Luiz. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 2015.
Com base no texto, qual das afirmativas a seguir melhor representa a relação entre denotação e conotação no texto literário?
Acerca de aspectos semânticos e gramaticais do texto precedente, julgue o próximo item.
O trecho “Encostamos o ouvido nesse búzio” (terceiro parágrafo) está em sentido denotativo.
Considerando o texto anterior e aspectos da linguagem nele empregada, julgue o item seguinte.
O primeiro parágrafo do texto é caracterizado pelo emprego de palavras com sentido denotativo.
Considerando o texto anterior e aspectos da linguagem nele empregada, julgue o item seguinte.
Na construção do texto, são adotados tanto o nível formal da linguagem quanto a norma padrão da língua portuguesa.
Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto 9A1, julgue o item seguinte.
O primeiro período do quarto parágrafo é construído com sentido conotativo.

Analise a frase abaixo e identifique em que sentido o termo destacado está empregado:
“Aquela professora é uma estrela na sala de aula.”
A saga do azeite

(Fonte: www.super.abril.com.br/sociedade/a-saga-do-azeite-a-historia-as-fraudes-e-o-preco-nas-alturas/ - Texto adaptado
I. No trecho, “Então, já sabemos que o azeite é um aliado da saúde e é bom incluí-lo à mesa; entretanto, o produto sofreu uma alta de preço bastante importante que ameaça essa boa prática”, o conectivo “entretanto” apresenta valor semântico adversativo, pois estabelece uma relação de oposição com a informação apresentada antes – de que o azeite faz bem à saúde.
II. No trecho “E a alta segue sem freio” (l. 44), o autor faz uso de linguagem conotativa.
III. No trecho “os americanos descobriram algo que os povos mediterrâneos já sabiam intuitivamente há milênios”, o vocábulo “há” está incorretamente empregado, uma vez que, para indicar tempo decorrido, utiliza-se a forma “a”.
Quais estão corretas?
1. Sentido denotativo
2. Sentido conotativo
( ) “Armando Nogueira dizia que Zagallo jogava com duas camisas, uma para defender, outra para atacar”.
( ) “Tema e tom preferidos de quem sempre defendeu com gritos, unhas e dentes o respeito à Seleção”.
( ) “Ao todo, foram seis gols em 37 partidas como jogador da Seleção”.
A sequência que preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, é:
( ) Aqui tão dizeno que tem buraco. Encontra um aí, compadre, e mete o bicho nele que tem hora pra começá os trabalho! – esse trecho demonstra uma variante linguística brasileira muito utilizada na oralidade.
( ) O vocábulo ‘avionada’ é formado pelo processo de composição por justaposição.
( ) O chacoalhar era tamanho que a maleta do comandante, acomodada nos porta bagagens, desabou sobre o meu cocuruto – pode-se observar nesse excerto uma relação de causa e consequência.
( ) O jato mergulhou na pequena fenda da nuvem em direção à pistinha, as turbinas gritavam em dramática desaceleração. – nesse trecho há linguagem denotativa.
( ) Em Visibilidade zero, doutor. e Estamos sem comunicação, estou vendo se volta..., – o uso da vírgula se justifica pela mesma razão: separar orações.
Assinale a sequência correta.
Medo da eternidade
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.
Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.
Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:
– Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.
– Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.
– Não acaba nunca, e pronto.
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.
– E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.
– Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.
Perder a eternidade? Nunca.
O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.
– Acabou-se o docinho.E agora?
– Agora mastigue para sempre.
Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.
Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.
Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.
– Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!
– Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.
Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.
(LISPECTOR, Clarice – In: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)
Quanto mais difícil, melhor
Leia o texto II e responda à questão.
Caso Marielle: relação com agentes públicos é alarmante, diz Anistia
A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça. Essas foram as considerações da Anistia Internacional Brasil sobre a operação que prendeu acusados de serem os mandantes do assassinato, cometido há seis anos, e de terem obstruído suas investigações.
"Informações já apuradas pelas autoridades sugerem que o crime poderia estar ligado aos interesses de expansão das milícias no Rio. Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade e da falha das autoridades do Estado em oferecerem respostas contundentes a desvios em suas estruturas", diz a organização, que acompanha o crime e dá suporte às famílias de Marielle e Anderson desde os primeiros momentos após o assassinato.
Na manhã deste domingo (24), a operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com fontes ligadas à investigação, foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", que estabelece responsabilidades como o dever de prevenir violações de direitos, investigar de forma diligente, responsabilizar por violações e reparar as vítimas.
"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime.
"Este grave crime foi preparado minuciosamente. Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, muitas delas protagonizadas por agentes públicos. Todos devem ser responsabilizados".
A Anistia Internacional conclui afirmando que renova sua cobrança pública por justiça e instando as autoridades brasileiras a garantir que todos os responsáveis pelo planejamento e execução do crime, bem como todos os responsáveis por eventuais desvios e obstruções das investigações, sejam levados à justiça em julgamentos justos que atendam aos padrões internacionais.
"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/caso-marielle-relacao-com-agentes-publicos-e-alarmante-diz-anistia
"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos".
Assinale a alternativa CORRETA.
(1) Denotação.
(2) Conotação.
( ) A mosca está batendo-se contra o vidro.
( ) Dizem que a gerente dessa loja é uma cobra.
( ) Nessa questão eu comi mosca, porque tinha estudado essa matéria.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 22 jan. 2024.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de formação do texto 02.
I. O verbo “derreter” foi empregado em linguagem denotativa.
II. O adjetivo “derretida” foi empregado em linguagem conotativa.
III. O pronome “ela” faz referência a um substantivo não expresso.
IV. A linguagem não verbal traz um conteúdo semântico essencial.
V. O termo “derretida” comprova o uso da linguagem coloquial.
Estão CORRETAS as alternativas
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Na Língua Portuguesa, as palavras podem apresentar significados diferentes, dependendo de como estão dispostas dentro da frase e do contexto. Na frase do texto I “[...] perdemos nossa verdadeira essência.”, a palavra em destaque refere-se à própria existência, a tudo que constitui a natureza de um ser. No entanto, em outros contextos, por exemplo, pode ser empregada no sentido de “perfume”, “cheiro”, “fragrância”.
A esse fato linguístico dá-se o nome de