Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q3909473 Português
Colorindo Sentimentos

− Mamãe, qual cor você acha que tem o amor?

− Acho que vermelho, porque o coração e tudo ligado ao amor é vermelho.

− Durante a pandemia, eu escutava muito um álbum do Emicida. As músicas falavam sobre união, força e relações afetivas. Na música principal, ele diz que o amor é amarelo.

− Amarelo? Como assim?

− Ele fala de um amor mais amplo, ligado à empatia, às pessoas e à união. Um trecho famoso diz: "Tudo que nóis tem é nóis".

− E você, que cor acha que o amor tem?

− Antes eu achava que era só vermelho, como o amor romântico. Mas hoje vejo que também pode ser amarelo.

Quando penso nas pessoas importantes da minha vida, percebo que o amor não é uma única cor. O vermelho representa o amor entre um casal, mas o amarelo representa o carinho, a amizade e os laços que nos unem.

− Qual o nome da música?

− Principia.

− E o álbum?

− Amarelo.

Texto Adaptado

LOPES, Damaris Caroline. Colorindo sentimentos. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Portal de Livros Abertos da USP. 
No trecho "Ele fala de um amor mais amplo, ligado à empatia, às pessoas e à união", o emprego do acento indicativo de crase decorre de relações sintático-semânticas específicas. À luz da norma culta e dos princípios que regem a fusão da preposição com o artigo definido feminino, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3909400 Português
O sucesso contínuo do trabalho levou "à aceitação" e "à devolução" de áreas antes consideradas perigosas.
Em relação ao sinal indicativo de crase nas expressões destacadas, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3909359 Português
Colorindo Sentimentos

− Mamãe, qual cor você acha que tem o amor?

− Acho que vermelho, porque o coração e tudo ligado ao amor é vermelho.

− Durante a pandemia, eu escutava muito um álbum do Emicida. As músicas falavam sobre união, força e relações afetivas. Na música principal, ele diz que o amor é amarelo.

− Amarelo? Como assim?

− Ele fala de um amor mais amplo, ligado à empatia, às pessoas e à união. Um trecho famoso diz: "Tudo que nóis tem é nóis".

− E você, que cor acha que o amor tem?

− Antes eu achava que era só vermelho, como o amor romântico. Mas hoje vejo que também pode ser amarelo.

Quando penso nas pessoas importantes da minha vida, percebo que o amor não é uma única cor. O vermelho representa o amor entre um casal, mas o amarelo representa o carinho, a amizade e os laços que nos unem.

− Qual o nome da música?

− Principia. − E o álbum?

− Amarelo.

Texto Adaptado

LOPES, Damaris Caroline. Colorindo sentimentos. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: USP, [s.d.]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 199/1094/4129 . Acesso em: 22 fev. 2026.
No trecho "Ele fala de um amor mais amplo, ligado à empatia, às pessoas e à união", o emprego do acento indicativo de crase decorre de relações sintático-semânticas específicas. À luz da norma culta e dos princípios que regem a fusão da preposição com o artigo definido feminino, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3909294 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro pela primeira vez em novo museu egípcio


Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de história, desde o período pré-dinástico até as eras grega e romana, consolidando-se como um novo marco cultural.


Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico. Entre as atrações principais está a exposição completa do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente pela primeira vez desde sua descoberta por Howard Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e as carruagens do jovem faraó.


Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi oferecer ao público a mesma experiência vivida por Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças armazenadas ou dispersas em outros museus.


Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o museu espera receber até oito milhões de visitantes por ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro para a egiptologia, abrigando também o barco funerário de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das embarcações mais remotas e bem preservadas do mundo antigo.


O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados — equivalente a setenta campos de futebol —, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides de Gizé.


Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua conclusão representa o orgulho nacional do Egito moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes centros de arqueologia do mundo.


O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece o pedido de repatriação de peças como a Pedra de Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti, retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.


O entusiasmo da comunidade científica é evidente: restauradores egípcios recuperaram meticulosamente peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como guardião e protagonista de sua própria herança.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.

Para Tawfik, o museu é um tributo "à história antiga" e "à força do Egito" contemporâneo.

Com base nas regras de uso do acento indicativo de crase, é correto afirmar que o emprego do sinal nas expressões destacadas ocorre
Alternativas
Q3909280 Português
Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?

Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas.

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos "à perda de gelo", com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.
Em relação ao uso do acento indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3909176 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil

 

O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.

 

Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.

 

No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.

 

A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.

 

Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.

 

Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.

 

Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.

Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados "à" chuva — aumento de 223%.
Com base nas regras do uso da crase, é correto afirmar que o acento indicativo ocorre porque 
Alternativas
Q3909095 Português
Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil


O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.

Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.

No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.

A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.

Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.

Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.

Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados "à" chuva — aumento de 223%.
Com base nas regras do uso da crase, é correto afirmar que o acento indicativo ocorre porque 
Alternativas
Q3908377 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que alguns ursos polares estão mais gordos e saudáveis apesar do derretimento do gelo marinho?


Os cientistas esperavam observar um quadro oposto, mas os ursos polares de um arquipélago norueguês tornaram-se mais gordos e saudáveis desde o início da década de 1990, mesmo com o avanço contínuo do derretimento do gelo marinho provocado pelas mudanças climáticas. 

Esses animais dependem do gelo marinho como plataforma de caça às focas, das quais obtêm a gordura essencial para sua alimentação. As reservas de gordura são fundamentais para fornecer energia, garantir isolamento térmico e permitir que as fêmeas produzam leite rico em nutrientes para os filhotes.

Entre 1992 e 2019, pesquisadores pesaram e mediram setecentos e setenta ursos polares adultos e constataram um aumento significativo na condição corporal dos animais. A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos à perda de gelo, com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

A descoberta, publicada em uma revista científica, chamou a atenção devido à intensidade das transformações climáticas na região. Durante o período analisado, o aumento das temperaturas elevou o número de dias sem gelo por ano em quase cem, a um ritmo aproximado de quatro dias anuais. Ainda assim, segundo os pesquisadores, quanto maior a reserva de gordura do urso, melhor tende a ser sua condição física.

A proteção das morsas na Noruega, em vigor desde a década de 1950 após a caça excessiva quase levá-las à extinção, contribuiu para a recuperação de sua população. Isso parece ter criado uma nova e abundante fonte de alimento para os ursos polares. Além disso, a redução do gelo faz com que as focas se concentrem em áreas menores, o que facilita a caça pelos ursos.

Apesar do resultado positivo observado no curto prazo, os pesquisadores alertam que essa tendência dificilmente se manterá. À medida que o gelo marinho continue diminuindo, os ursos precisarão percorrer distâncias maiores para alcançar seus territórios de caça, gastando mais energia e comprometendo suas reservas de gordura.

Especialistas também lembram que os ursos polares noruegueses estiveram entre os mais caçados do mundo até a adoção de medidas internacionais de proteção na década de 1970. Assim, a melhora recente está relacionada, em parte, à recuperação populacional após esse período, combinada ao aumento de presas disponíveis, como morsas e renas.

Em outras regiões do Ártico, contudo, o cenário é bem diferente. Há vinte subpopulações conhecidas de ursos polares, e algumas delas já apresentam declínio acentuado. No Canadá, por exemplo, a redução populacional está diretamente associada ao aumento das temperaturas e à perda do gelo marinho.

Pesquisadores destacam que a boa condição física observada no arquipélago representa apenas um aspecto da situação. Outros estudos indicam que o aumento dos dias sem gelo reduz a sobrevivência de filhotes e de fêmeas jovens e idosas. Assim, embora os dados atuais revelem um efeito positivo localizado e temporário, o consenso científico aponta que, a longo prazo, a perda contínua do gelo marinho compromete a sobrevivência dos ursos polares, tornando o futuro da espécie cada vez mais incerto.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg10w4j7kmo.adaptado.
A principal explicação apontada é a adaptação desses ursos "à perda de gelo", com maior consumo de presas terrestres, como renas e morsas.

Em relação ao uso do acento indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3908260 Português

Complete a frase abaixo:


Aquele cartaz dizia que.......... ninguém seria permitida..........entrada nas salas de reunião..........não ser com autorização escrita.


Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.

Alternativas
Q3907927 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil

 

O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.

 

Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.

 

No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.

 

A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.

 

Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.

 

Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.

 

Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.

Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados "à" chuva — aumento de 223%.
Com base nas regras do uso da crase, é correto afirmar que o acento indicativo ocorre porque 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Bento Gonçalves - RS Provas: FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Contador | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Enfermeiro | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Fonoaudiólogo | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Angiologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Cardiologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Cirurgia Geral | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Clínica Médica | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Endocrinologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Dermatologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Gastroenterologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Geral Comunitário | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Ginecologista/Obstetra | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Infectologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Ginecologista/Obstetra - Edital n° 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Neurologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Generalista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Oftalmologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Ortopedista Traumatologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Otorrinolaringologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Pediatra | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Pneumologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Psiquiatra | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Radiologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Médico Urologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Bento Gonçalves - RS - Terapeuta Ocupacional |
Q3907833 Português

Por que crianças não quebram mais o braço?





Por Pedro Guerra  


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos trechos a seguir, retirados do texto:
“___ vezes, nem elas mesmas entendem onde dói” (l. 19).
• “Soma-se a isso ___ pandemia” (l. 25).
• “[...] seguidos de um tipo de bullying que não se restringe ___ escola” (l. 25-26).
Alternativas
Q3907797 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As mudanças climáticas e o saneamento básico


As mudanças climáticas têm gerado crescente apreensão em todo o mundo devido às adversidades já observadas e às que ainda podem ocorrer. Entre os setores mais impactados está o saneamento básico, que vem sofrendo com ondas de calor, secas prolongadas e tempestades cada vez mais intensas, exigindo respostas estruturais urgentes.

Os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e drenagem urbana tornam-se mais sobrecarregados diante desses eventos extremos. Enchentes comprometem sistemas de esgoto e contaminam mananciais, enquanto as secas reduzem a disponibilidade de água potável e forçam o uso de fontes de menor qualidade.

O aumento da temperatura afeta diretamente os corpos d'água, favorecendo a proliferação de algas, bactérias e outros agentes patogênicos, além de intensificar processos como a eutrofização. A elevação do nível do mar também ameaça regiões litorâneas, com a salinização de fontes de água doce e impactos diretos na operação dos sistemas de saneamento.

Diante desse cenário, torna-se indispensável planejar políticas públicas voltadas à adaptação climática, com investimentos em infraestrutura resiliente e gestão integrada dos recursos hídricos. A relação entre mudanças climáticas e saneamento básico exige ações coordenadas, sustentáveis e educativas, sob pena de agravamento dos riscos ambientais e à saúde pública.

Texto Adaptado


OLIVER, Francisco Carlos. As mudanças climáticas e o saneamento básico. Folha BV, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.folhabv.com.br/opiniao/as-mudancas-climaticas-e-o-saneamento-basico/ . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No trecho "devido às adversidades já observadas e às que ainda podem ocorrer", a presença da crase decorre de uma relação estrutural entre regência, determinação do sintagma e comportamento distributivo do artigo. Considerando as propriedades sintáticas e semânticas da expressão, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3907758 Português
Preencha as lacunas abaixo com “a” ou “à”, de acordo com a norma-padrão em Língua Portuguesa. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
- Estou ___ espera de um milagre econômico. - Trouxe ___ você vários brindes da empresa. - Nem tudo condiz com ___ fala de ontem.
Alternativas
Q3907637 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As mudanças climáticas e o saneamento básico


As mudanças climáticas têm gerado crescente apreensão em todo o mundo devido às adversidades já observadas e às que ainda podem ocorrer. Entre os setores mais impactados está o saneamento básico, que vem sofrendo com ondas de calor, secas prolongadas e tempestades cada vez mais intensas, exigindo respostas estruturais urgentes.

Os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e drenagem urbana tornam-se mais sobrecarregados diante desses eventos extremos. Enchentes comprometem sistemas de esgoto e contaminam mananciais, enquanto as secas reduzem a disponibilidade de água potável e forçam o uso de fontes de menor qualidade.

O aumento da temperatura afeta diretamente os corpos d'água, favorecendo a proliferação de algas, bactérias e outros agentes patogênicos, além de intensificar processos como a eutrofização. A elevação do nível do mar também ameaça regiões litorâneas, com a salinização de fontes de água doce e impactos diretos na operação dos sistemas de saneamento.

Diante desse cenário, torna-se indispensável planejar políticas públicas voltadas à adaptação climática, com investimentos em infraestrutura resiliente e gestão integrada dos recursos hídricos. A relação entre mudanças climáticas e saneamento básico exige ações coordenadas, sustentáveis e educativas, sob pena de agravamento dos riscos ambientais e à saúde pública.

Texto Adaptado


OLIVER, Francisco Carlos. As mudanças climáticas e o saneamento básico. Folha BV, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.folhabv.com.br/opiniao/as-mudancas-climaticas-e-o-saneamento-basico/ . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No trecho "devido às adversidades já observadas e às que ainda podem ocorrer", a presença da crase decorre de uma relação estrutural entre regência, determinação do sintagma e comportamento distributivo do artigo. Considerando as propriedades sintáticas e semânticas da expressão, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3907437 Português
Assinale a alternativa cuja lacuna só pode ser preenchida corretamente com “a”, de acordo com as normas de crase em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3907397 Português
Assinale a alternativa cuja expressão preenche corretamente a lacuna a seguir, de acordo com as normas de ocorrência ou não de crase.
“O trabalho em equipe foi realizado _______.”
Alternativas
Q3907130 Português

“Nas últimas décadas, ampliou-se o acesso à educação escolar no país, ofertou-se o ensino institucionalizado às diferentes camadas sociais, conquistou-se um espaço para o desenvolvimento do cidadão e a construção da cidadania. Busca-se agora, para garantir o direito à educação, a implementação de políticas públicas eficientes de atendimento à criança e ao adolescente...”.


Eliana Maria França Carneiro



Sobre o texto acima, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3905706 Português
     Algumas pessoas são naturalmente ruins em matemática?


       Um fazendeiro tem três tipos de animais em sua fazenda. Seus animais são todos ovelhas, exceto três. Todos cabras, exceto quatro. E todos cavalos, exceto cinco. Quantos animais de cada tipo o fazendeiro tem? Se esse enigma te deixou confuso, você não está sozinho. A resposta é um cavalo, duas cabras e três ovelhas. Mas por que a matemática parece vir com tanta facilidade para algumas pessoas, enquanto outras parecem ter dificuldade?

       Embora a genética possa desempenhar um papel, ela é apenas uma peça de um quebra-cabeça muito maior, que envolve uma combinação complexa de biologia, psicologia e ambiente.

        Estudos com irmãos gêmeos

      A professora Yulia Kovas, do Goldsmiths, uma Universidade de Londres, no Reino Unido, é geneticista e psicóloga e estuda porque as pessoas têm diferentes habilidades matemáticas. Ela trabalhou em um estudo de grande escala com gêmeos, acompanhando cerca de 10 mil pares de gêmeos idênticos e não idênticos desde o nascimento, para investigar como fatores genéticos e ambientais moldam as capacidades de aprendizagem. “Gêmeos idênticos são mais semelhantes do que gêmeos não idênticos em todas as características psicológicas que estudamos. Portanto, eles são mais parecidos em habilidade matemática, e isso sugere que os ambientes domésticos não explicam toda a variabilidade. Parece que os genes, sim, contribuem”, explica.

        Segundo a professora Kovas, no Ensino Médio e na vida adulta, o componente genético da aprendizagem e da habilidade matemática parece ficar em torno de 50% a 60%. “Isso reforça a ideia de que genes e ambientes são ambos importantes”, afirma. O ambiente a que somos expostos também é um fator importante a ser considerado. E isso não se limita apenas à qualidade da escola ou à quantidade de ajuda que recebemos com a lição de casa. Pode ser algo “aleatório”, como algo ouvido no rádio que mudou o rumo dos nossos interesses, sugere a professora Kovas. Mas ela observa que predisposições genéticas podem levar uma pessoa a se expor mais a determinados estímulos.

       Embora nem todos se tornem matemáticos especialistas, a boa notícia é que todos podem melhorar sua capacidade, segundo a doutora Iro Xenidou-Dervou, que pesquisa cognição matemática na Universidade de Loughborough, no Reino Unido. Há evidências de que, para desenvolver nossa numeracia e nossas habilidades matemáticas, nossos pensamentos, crenças, atitudes e emoções desempenham um papel importante, explica ela. A doutora Xenidou-Dervou afirma que a “ansiedade em relação à matemática” pode influenciar o desempenho, e que é importante que as pessoas que querem melhorar acreditem que são capazes.

          'Ansiedade matemática'

        Experiências negativas, como ouvir que você é ruim em matemática ou tirar uma nota mais baixa em uma prova em comparação com os colegas, podem levar a um “ciclo vicioso” de pensamentos ansiosos, afirma ela. “A ansiedade em relação à matemática leva à evitação da matemática, o que por sua vez leva a um desempenho ruim, o que então aumenta ainda mais a ansiedade matemática.” E isso sobrecarrega a nossa memória de trabalho, onde o pensamento acontece. “O que ocorre com a ansiedade é que esses pensamentos negativos e ansiosos ocupam muito desse espaço precioso na nossa memória de trabalho, e sobra muito pouco para que você realmente use para resolver o problema em questão”, explica Xenidou-Dervou.

       Ela cita um estudo da Universidade de Loughborough com crianças de nove e dez anos que investigou a relação entre memória de trabalho e ansiedade em matemática. As crianças receberam uma tarefa de cálculo mental com números de dois dígitos, mas também passaram por uma condição em que ouviam palavras antes da tarefa, que precisavam reter e depois recordar verbalmente. O desempenho das crianças que apresentavam “alta ansiedade em matemática” foi particularmente afetado, observa ela.

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Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly0p23d3yvo

No fragmento “...a 'ansiedade em relação à matemática' pode influenciar o desempenho...”, o uso do acento indicativo de crase justifica-se porque  
Alternativas
Q3905623 Português
Leia o texto:

"O técnico foi à sala de servidores verificar uma possível falha de rede."

A crase é empregada corretamente porque:
Alternativas
Q3905622 Português
Observe o texto:

"A paciente retornou à clínica para realizar o ajuste da prótese." 

O uso da crase em "à clínica" está correto porque:
Alternativas
Respostas
601: B
602: B
603: A
604: C
605: C
606: A
607: C
608: D
609: A
610: B
611: A
612: A
613: B
614: D
615: E
616: A
617: B
618: A
619: C
620: C