Questões de Concurso
Sobre crase em português
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I- A crase antes da palavra “Casanova” incomoda o autor, pois não há artigo feminino antes do sobrenome “Casanova”.
II- A preposição “a”, que ocorre nesse contexto, é exigida pela expressão “abrir os braços”.
III- A ironia, segundo Japiassu, está no fato de o jornal sugerir que uma cidade antiquíssima “abrisse os braços” para uma “casa nova”.
Marque a alternativa correta:
O Dr. Camargo, chamado à pressa, nem chegou a tempo de empregar os recursos da ciência
Em qual das frases abaixo, a ocorrência da crase se dá em virtude da mesma regra?
Pode-se afirmar que:

Nas férias de dezembro, conheça o Museu dos Dinossauros de Peirópolis, MG
O espaço conta com exposições que contemplam réplicas e acervos didáticos de paleontologia
Lucas Rocha, da CNN 10/12/2022
Peirópolis, no distrito rural de Uberaba, em Minas Gerais, é o lar de um conjunto de dinossauros de várias espécies. O local, que fica próximo à região do morro da Serra do Veadinho, é bastante conhecido pelos achados de vários fósseis de vertebrados em bom estado de conservação.
Para caracterizar uma nova espécie, os pesquisadores do campo da taxonomia, a ciência que envolve a descrição e classificação dos organismos, buscam encontrar detalhes na fisiologia de cada espécime.
Entusiastas do período Jurássico podem visitar, em Peirópolis, o Museu dos Dinossauros da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). O espaço conta com exposições que contemplam acervos didáticos de paleontologia.
A partir da mostra, os visitantes realizam uma viagem no tempo com a observação de fósseis e réplicas dos dinossauros.
O horário de funcionamento é de terça-feira a domingo, das 8h às 17h. A entrada é gratuita e não há necessidade de agendamento prévio.
O museu está localizado no bairro de Peirópolis, situado nas margens da BR-262 no km 784. Está distante de Uberaba aproximadamente 22 km, sentido Belo Horizonte.
fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/nas-ferias- -de-dezembro-conheca-o-museu-dos-dinossauros-de-peiropolis- -em-mg/
As máquinas não conseguem realizar (pelo menos ainda) as atividades consideradas exclusivamente humanas, como liderar, empatizar, criar e julgar outros humanos (se bem que acabamos de ver exemplos de previsões de julgamentos realizados por máquinas; mas, no caso da tabela, os autores referem-se a julgamentos que levam em consideração emoções e empatia, não apenas o lado racional). Essa questão de decisões legais realizadas por máquinas ainda é bastante polêmica, mas, em alguns casos, os algoritmos podem ser excelentes referências.
Com relação à criatividade, esse tem sido um tema constante entre os estudiosos. Há algoritmos para escrever canções, imitar estilos de grandes pintores e ajudar nas decisões criativas em um set de filmagem, por exemplo. Os programas tentam entender os critérios que os humanos usam para gostar de determinadas obras e usam como apoio para a tomada de decisão.
O Watson (o famoso robô da IBM) conseguiu, em 2016, criar o trailer para um filme de terror da Century Fox Studios (Morgan) analisando o visual, o som e a composição de centenas de trailers de filmes de terror a fim de identificar padrões. Com base nisso, Watson selecionou as cenas que iriam para o trailer, reduzindo semanas de trabalho exaustivo.
John Smith, que gerenciou todo o projeto, faz, porém, uma ressalva: “É fácil para a inteligência artificial criar alguma coisa nova aleatoriamente. Mas é muito difícil criar alguma coisa nova, inesperada e útil”.
Os algoritmos, então, seriam ferramentas úteis para substituir profissionais medianos, que se baseiam em gostos mais populares e comuns para criar peças — sejam pinturas, músicas, esculturas, ilustrações ou vídeos — ou para auxiliar nos trabalhos mais demorados e acelerar protótipos.
Mas para se criar algo realmente original, brilhante e inesperado, que se transforme em uma experiência memorável, ainda são necessários talentos exclusivamente humanos.
Uma das tendências apontadas para futuros trabalhos dominados por humanos, inclusive, é o setor de entretenimento. Se as pessoas terão mais tempo livre, mais tempo também terão de pensar sobre a vida, de ouvir música, visitar exposições, assistir a filmes, ver peças de teatro.
A arte fala sobre o ser humano, seus dilemas, dúvidas, crises existenciais, emoções e sentimentos. O que nos faz humanos, em suma, é a capacidade que temos de fazer (e apreciar) a arte. Essa parte não tem como ser assumida por uma máquina.
(Fonte: Atitude pró-inovação, 2021 — Adaptado.)
Considerando-se o trecho do texto “Com relação à criatividade, esse tem sido um tema constante entre os estudiosos.”, analisar os itens abaixo sobre a expressão sublinhada:
I. Deve permanecer com “à”, porque a preposição “a” é seguida de uma palavra feminina determinada por um artigo definido.
II. Pode ser reescrito com “a”, porque se trata de um caso de uso facultativo da crase.
III. Pode ser substituído por “Em relação a”.
Está(ão) CORRETO(S):
Ana das Carrancas: artista que transformou a tradição em arte completaria 100 anos em 2023
A artesã pernambucana ficou conhecida por suas obras em barro inspiradas em carrancas de madeira que via nas embarcações
Rodolfo Rodrigo
Brasil de Fato | Recife (PE)
15 de Março de 2023
No dia 18 de fevereiro, a artesã pernambucana Ana Leopoldina dos Santos, também conhecida como Ana das Carrancas, completaria 100 anos de idade se estivesse viva. Ela ficou conhecida por suas esculturas em barro inspiradas nas carrancas de madeira que via nas embarcações e sua história de superação marcou a arte do Nordeste até hoje.
Ana das Carrancas era uma mulher negra e sertaneja que enfrentou muitas dificuldades até encontrar na arte uma forma de sustentar sua família por meio das esculturas de carrancas feitas no barro. À medida que seu trabalho evoluiu, as figuras ganharam uma definição cada vez mais característica, chamando a atenção sobretudo pelos olhos vazados em homenagem a seu marido, Zé Vicente, que era uma pessoa com deficiência visual e ajudava na preparação do barro.
Hoje, as responsáveis por manter o legado de Ana das Carrancas são suas filhas, Maria da Cruz e Ângela, que mantêm, juntas, o Centro de Arte Ana das Carrancas, em Petrolina. Maria, filha de Ana das Carrancas, revelou que a habilidade da mãe em moldar o barro foi transmitida de geração em geração em sua família.
“Ana das Carrancas aprendeu a moldar o barro com a mãe dela. É um trabalho hereditário. A mãe dela era descendente de índios e o pai de afrodescendentes e através dessa família ela conseguiu construir no barro uma arte singular aqui na região que deu origem às carrancas de barro”, disse.
Ao longo dos anos, o nome de Ana das Carrancas abriu novos caminhos e lhe trouxe muitas conquistas. Décadas depois do início do seu trabalho, ela foi homenageada com o título de cidadã de Petrolina, reconhecida como patrimônio vivo de Pernambuco, em 2006, e convidada a Brasília para receber a comenda de Ordem ao Mérito Cultural, ao lado de um grande elenco de artistas de diversas linguagens.
A Arte de moldar o barro e criar peças únicas é uma tradição que Ana também passou para suas filhas. "Através do amor que ela tinha na arte, ela repassa pras filhas esse conhecimento e até então a gente dá continuidade ao trabalho produzindo peças rústicas e diversificadas no barro", afirmou Maria.
Ana das Carrancas faleceu em 2008, após enfrentar consecutivos problemas de saúde, deixando saudades. Sua obra permanece como um legado valioso para a cultura popular e para o artesanato pernambucano e brasileiro que permanece influenciando nas produções em barro.
“A maior influência foi de eu ter aprendido a arte através do amor e da boa vontade dela, e o que ficou de influência foi a gente dar continuidade até hoje. Para mim, eu só deixo de ter essa vontade de construir, fabricar e ser artesã quando eu for para o andar de cima”, concluiu Maria.
Disponível em: Ana das Carrancas: artista que transformou a
tradição em | Cultura (brasildefato.com.br) –
Acesso em: 05/11/2023
Sobre as ocorrências do fenômeno crase no texto, leia as assertivas a seguir.
I. Em “À medida que seu trabalho evoluiu”, a crase ocorre por se tratar de uma locução conjuntiva que tem como núcleo uma palavra feminina.
II. Em “deu origem às carrancas de barro”, é o substantivo “origem” que projeta a preposição “a”, tratando-se de um caso de regência nominal.
As assertivas acima estão respectivamente:
Acerca dos aspectos linguísticos do texto, marque com V ou com F, conforme sejam, respectivamente, verdadeiras ou falsas as afirmativas abaixo.
(___) A partícula “se” em “onde se registravam as entradas” é uma conjunção integrante.
(___) A partícula “se” em: “Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes” e em “é assim que cada verso se inicia” exercem a mesma função morfossintática.
(___) Na oração “Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta!” o termo em destaque exerce a função de pronome relativo.
(___) Em “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia” o sinal indicativo de crase justifica-se pela regência do verbo “poder”, que exige preposição, e pela presença de artigo definido feminino.
(___) Em “Os poetas são seres muito estranhos” encontramos uma oração coordenada assindética. O tipo de sujeito da oração é denominado de sujeito simples. Desse modo, os vocábulos “poetas” e “são” são termos essenciais da oração.
(___) A partícula “que” em “dinheiro que não era mais seu” e em “A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar” possuem a mesma função.
(___) A substituição do vocábulo “têm” em “Os outros têm de aprender” por “tem” prejudicaria a correção gramatical do texto.
(___) Em “Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem” a partícula “que” é pronome relativo e exerce, na oração, função anafórica.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
I.Antes das locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas.
II.Antes de palavras femininas.
De acordo com as considerações feitas, assinale a alternativa cujo uso da crase NÃO deve ser empregado:
Considere as seguintes orações:
I. Ele votou pela reparação civil por crimes de tortura na ditadura militar e, portanto, a favor do pagamento de indenização à família do jornalista.
II. A atriz assiste à vitória do Brasil.
III. A BR 324 foi interditada para dar segurança à procissão.
O uso da crase, de acordo com a norma culta da língua portuguesa, está correto:
I. Os decretos flexibilizavam _____ aquisição e ____ circulação de armamentos no País
II. O Senado e a Câmara lançam ‘agosto Lilás’ em combate ____ violência contra mulheres.
III. Eles estabelecerão escalas de serviço a fim de que o atendimento _____ população não seja afetado.
IV. Os pais quilombolas e indígenas defendem legado de respeito _______ natureza.
V. O pai impulsionou _____ buscar os seus sonhos.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das orações acima:
(___) A partícula “se” em “onde se registravam as entradas” é uma conjunção integrante.
(___) A partícula “se” em: “Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes” e em “é assim que cada verso se inicia” exercem a mesma função morfossintática.
(___) Na oração “Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta!” o termo em destaque exerce a função de pronome relativo.
(___) Em “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia” o sinal indicativo de crase justifica-se pela regência do verbo “poder”, que exige preposição, e pela presença de artigo definido feminino.
(___) Em “Os poetas são seres muito estranhos” encontramos uma oração coordenada assindética. O tipo de sujeito da oração é denominado de sujeito simples. Desse modo, os vocábulos “poetas” e “são” são termos essenciais da oração.
(___) A partícula “que” em “dinheiro que não era mais seu” e em “A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar” possuem a mesma função.
(___) A substituição do vocábulo “têm” em “Os outros têm de aprender” por “tem” prejudicaria a correção gramatical do texto.
(___) Em “Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem” a partícula “que” é pronome relativo e exerce, na oração, função anafórica.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
Considere as seguintes orações:
I. São políticas alternativas de combate ______ inflação além dos juros altos.
II. Entenda o ________ de certas faixas estarem indisponíveis na rede social.
III. A ___________ desempenha um papel fundamental em nossa saúde mental e emocional.
Assinale a alternativa adequadamente as lacunas:
Cigarros Eletrônicos: um crime continuado
Por Dráuzio Varella

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 16, 20 e 36.
Abaixo o trote nas universidades
Por Dráuzio Varella

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

