Questões de Concurso
Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português
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É CORRETO afirmar que as palavras destacadas são RESPECTIVAMENTE:
As palavras destacadas estabelecem relação de sentido RESPECTIVAMENTE:

I. A situação comunicativa do texto envolve elementos de um texto do gênero narrativo.
II. O pronome “la”, em “roubá-la” (l. 22), refere-se à Maria Isabel.
III. A conjunção “Até que” (l. 19) estabelece uma relação de tempo, indicando que a narrativa avança para um momento posterior.
Quais estão corretas?
Solidão na velhice aumenta em 31% o risco de desenvolver demência
Sentir-se solitário na velhice aumenta em 31% o risco de desenvolver demências e eleva em 15% a probabilidade de comprometimento das funções cognitivas, como a memória e a concentração. É o que constata uma revisão de estudos que analisou autorrelatos de solidão e saúde neurológica de mais de 600 mil pessoas. Os resultados foram publicados em outubro na revista Nature Mental Health.
Cada vez mais, a solidão vem sendo estudada como um problema de saúde pública. Isso porque crescem as evidências de que a falta de conexão social está associada a várias doenças. Na nova pesquisa — liderada por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos — esse foi um fator de risco para demências por todas as causas, incluindo Alzheimer e demência vascular.
A associação persistiu mesmo quando foram feitos ajustes para controlar a depressão, o isolamento social e outros fatores de risco modificáveis para essas condições. "Esses resultados ressaltam a importância de examinar mais profundamente o tipo de solidão e os sintomas cognitivos para desenvolver intervenções eficazes que reduzam o risco de demência", escrevem os autores no artigo.
Solidão x isolamento social
Solidão e isolamento social são coisas diferentes. O isolamento social acontece quando a pessoa não tem uma rede de suporte: mora sozinha, não tem família, não tem amigos, nem uma comunidade próxima com quem ela possa interagir e socializar. A solidão, por sua vez, é um sentimento que pode surgir mesmo que o indivíduo tenha uma convivência social.
"A pessoa pode viver em uma casa de repouso cheia de idosos e rodeada de profissionais, mas sentir solidão porque não está sendo amparada ou por entender que não recebe o suporte emocional de que precisa. Ou ela pode morar em uma casa com seus familiares, mas sentir solidão porque não recebe atenção", explica a geriatra Thaís Ioshimoto, do Hospital Israelita Albert Einstein. [...].
Fernanda Bassette - Da Agência Einstein
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/11/24- adaptado - Acessado em 29/12/2024.
Cheiro de bebê e de vó: Por que o odor do nosso corpo muda ao longo da vida?
Em artigo, médica fisiologista descreve como a ciência explica o cheiro da infância, adolescência e velhice.
Proponho um desafio: você seria capaz de adivinhar a faixa etária de alguém sentado ao seu lado que não usa perfume usando apenas o olfato? Não encontrei nenhum desafio desse tipo no TikTok, mas encontrei pesquisas que comprovam isso: podemos discriminar a idade de uma pessoa pelo cheiro. [...]
O cheiro de um bebê fortalece o carinho dos pais
Durante a infância, o odor corporal geralmente é leve devido à baixa atividade das glândulas sudoríparas e a um simples microbioma da pele (comunidade de microrganismos). Mesmo assim, os pais conseguem identificar a “fragrância” que o próprio filho exala e preferem-na à de crianças desconhecidas.[...]
Aroma adolescente de “humanidade”
A adolescência envolve uma mudança significativa no odor corporal. Essa transformação se deve à produção de hormônios sexuais, que, entre outras coisas, induz a ativação das glândulas sudoríparas e sebáceas.
Enquanto a maioria das glândulas sudoríparas (glândulas écrinas) excretam água e sais, as chamadas glândulas sudoríparas apócrinas (associadas aos cabelos e localizadas nas axilas e na área genital) secretam proteínas e lipídios. É a degradação conjunta destes lípidos e do sebo (triglicéridos, ésteres de cera, esqualeno e ácidos gordos livres) libertados pelas glândulas sebáceas presentes em quase toda a pele que gera o característico aroma “humano”.
A decomposição dessas substâncias ocorre quando entram em contato com o ar e as bactérias da pele. Microrganismos como o Staphylococcus convertem gorduras em ácido acético e ácido 3-metilbutonóico, responsáveis pelo cheiro azedo dos adolescentes. [...]
E o que acontece com o nosso cheiro quando envelhecemos?
Com o envelhecimento, a falta de colágeno na pele comprime e reduz a atividade das glândulas sudoríparas e sebáceas. A perda dos primeiros explica a dificuldade dos idosos em manter o equilíbrio térmico. Quanto aos sebáceos, não só a sua produção diminui, como a sua composição muda, reduzindo a quantidade de compostos antioxidantes como a vitamina E ou o esqualeno. Tudo isso, somado à também menor capacidade de produção de antioxidantes pelas células da pele, desencadeia um aumento das reações de oxidação, dando origem ao cheiro de “idoso”, que os japoneses chamam de kareishu.
Assim, a partir dos 40 anos, a forma como são processados alguns ácidos graxos da pele, como o ômega-7 (ácido palmitoléico), começa a mudar. A oxidação deste ácido graxo monoinsaturado dá origem ao 2-nonenal , responsável pelo odor característico. A propósito, esse composto também é encontrado na cerveja velha e no trigo sarraceno, e é descrito como tendo um cheiro gorduroso e de grama.
Se para algumas pessoas esse cheiro é desagradável, a maioria de nós o associa às boas lembranças dos avós e dos pais. E é provável que, tal como na infância, ajude a perpetuar o cuidado, desta vez com os mais velhos.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/the-conversation/noticia/2024/11/ acessado em 29/12/2024.
The Conversation*
*Este artigo foi originalmente publicado em espanhol no site The Conversation por Noélia Valle, Professora de Fisiologia na Universidade Francisco de Vitória, na Espanha.( adaptado)
A conjunção Se transcrita acima, em relação ao contexto, remete a uma
Escola do crime: a operação que desmontou um curso online para aplicar golpes
Por Fantástico

(Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2025/01/05/escola-do-crime-a-operacao-quedesmontou-um-curso-online-para-aplicar-golpes.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. No trecho “Depois de um ano e meio de investigação, BG foi preso em dezembro de 2024”, a locução conjuntiva em destaque introduz uma ideia de consequência em relação à investigação policial.
II. Em “‘Tudo o que eu vendo eu procuro vender com garantia e regras para que vocês estejam sempre assegurados’, diz BG em uma gravação”, a locução conjuntiva destacada expressa a finalidade das ações do criminoso.
III. O pronome relativo “que” presente em “A perícia descobriu que BG tinha no computador um total de 180 mil cartões clonados” retoma o termo “perícia” e introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva.
Quais estão corretas?

1) O especialista não concordará com sua argumentação, por mais que você insista.
2) O arrependimento, se não repara o feito, previne a reincidência.
A locução conjuncional e a conjunção adverbial sublinhadas, nos períodos acima, podem ser substituídas - flexionando-se o verbo da segunda oração -, preservando-se o sentido nas duas, por:

Com base no texto, julgue o item seguinte.
Na linha 22, a locução conjuntiva “uma vez que” tem valor consecutivo.

Com base no texto, julgue o item a seguir.
Na linha 10, em “que foram bloqueados”, aparece a conjunção coordenativa explicativa “que”.
Leia o texto a seguir:
Única aluna de escola pública do país a tirar 1.000 na redação do Enem é do Coluni, em Viçosa
Além dela, Minas teve outra nota máxima no concurso, mas de um estudante de escola particular; no Brasil, só 12 pessoas "gabaritaram" a redação
A estudante Samille Leão Malta foi a única aluna do Brasil vinda de uma escola pública a tirar nota 1.000 na redação do Enem em 2024. A estudante concluiu o ensino médio no Colégio de Aplicação (Coluni), em Viçosa, na Zona da Mata.
A informação foi confirmada pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), instituição a que o Coluni é vinculado. Samille também é ex-estudante da rede de ensino estadual. Ela frequentou a Escola Estadual Nossa Senhora do Patrocínio, em Virginópolis, no Vale do Rio Doce.
“Estou muito feliz e surpresa com o resultado. Sou grata a todos que me apoiaram ao longo do meu caminho de preparação, minha família, meus professores, meus amigos", disse a jovem, que espera que essa nota a ajude a garantir uma vaga no curso de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Além de Samile, um candidato de uma escola particular também alcançou a nota máxima na redação. Ao todo, 12 participantes do Enem conquistaram tal feito. Minas também foi o estado com mais redações com notas entre 950 e 1000, segundo o Ministério da Educação (MEC).
Para o secretário de Estado de Educação de Minas Gerais, Igor de Alvarenga, esse resultado é motivo de orgulho e motivação para continuar avançando. "Os estudantes mineiros mostraram sua dedicação e capacidade, alcançando resultados expressivos em um exame de relevância nacional, que vai influenciar diretamente no futuro profissional deles", disse.
Os demais estados com estudantes que tiveram as notas máximas são Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo.
Os dados foram apresentados pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Mais de 3 milhões de pessoas fi zeram as provas da última edição. As notas individuais estão disponíveis na Página do Participante.
Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/minas/unica-estudante-de-escola-publica-atirar-1000-no-enem-estuda-no-coluni-em-mg-1.1048667
É verdade que cerveja feita de milho é pior?
Por Felipe van Deursen

(Disponível em: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/e-verdade-que-cerveja-feita-de-milho-e-pior/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

( ) Na linha 08, o “que” em destaque é classificado como pronome relativo.
( ) Na linha 12, o “que” em destaque introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva.
( ) Na linha 13, o “que” em destaque é classificado como conjunção integrante.
( ) Na linha 34, o “que” em destaque está retomando “órgão”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

