Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

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Ano: 2011 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2011 - UFES - Assistente em Administração |
Q822440 Português
Uma das alternativas contém escolha correta de palavra para o preenchimento da lacuna da frase. Marque-a.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2011 - UFBA - Assistente em Administração |
Q757944 Português
A expressão “já que” na frase “já que é sustentada pelo status econômico e social, a classe do ócio costuma ser hostil ao PROGRESSO.” (l. 9-10) articula, no contexto, uma ideia de causa.
Alternativas
Q730777 Português
O livro da solidão
     Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: “Que livro escolheria para levar consigo, se
tivesse de partir para uma ilha deserta...?”
    Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: “Uma história de Napoleão.” Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio... Pode ser um passatempo...
     Não sei se muita gente haverá reparado nisso – mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais
poético dos livros. O dicionário tem dentro de si o universo completo.
    O dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.
    O dicionário responde todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas, acomodadas na sua semelhança, – e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, – mas obedecendo a lei das letras, cabalística como a dos números...
     O dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.
     E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas...
     E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de
cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.
   Eu levaria o dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.
    Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.
(São Paulo, Folha da Manhã, 11 de julho de 1948, Cecília Meireles)
Em “Muito recomendável, portanto, na atualidade.” a palavra destacada exprime circunstância de:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UNILAB Prova: CCV-UFC - 2011 - Unilab - Administrador |
Q667419 Português
Assinale a alternativa em que a oração subordinada é marcada por conjunção.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UNILAB Prova: CCV-UFC - 2011 - Unilab - Administrador |
Q667414 Português
Assinale a alternativa que analisa corretamente a classe e o valor semântico da locução destacada.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UNILAB Prova: CCV-UFC - 2011 - Unilab - Administrador |
Q667412 Português
O uso do plural em “animais” (linha 29):
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UNILAB Prova: CCV-UFC - 2011 - Unilab - Administrador |
Q667404 Português
Assinale a alternativa em que a palavra ou locução marca oposição entre parágrafos do texto.
Alternativas
Q620936 Português
                                      O que não mata faz crescer

                     A criança precisa exercitar paciência, esforço e outros
                           pequenos sofrimentos para se desenvolver

      Quem tem filhos com idade entre seis e 12 anos, mais ou menos, precisa pensar seriamente que, nessa fase da vida, o importante é crescer.

      Tem sido muito difícil para essas crianças encontrar oportunidades que as ajudem durante esse processo, porque temos escolhido, muitas vezes, impedir que isso aconteça na hora certa.

      Temos atrapalhado o crescimento dos nossos filhos, esse é o fato.

      Tomemos como exemplo uma parte importante da experiência das crianças nessa fase, e que deveria ser a sua grande chance de crescimento: a vida escolar.

      Primeiramente, vamos entender os motivos disso. É a partir dos seis, dos sete anos que a criança inicia o período escolar, um processo que deve possibilitar a ela, progressivamente, o acesso aos códigos que, por sua vez, lhe permitirão decifrar o mundo adulto.

      Aprender a trabalhar com as letras e os números, com um grau cada vez maior de complexidade, é o que oferece à criança a ferramenta necessária para que ela comece a fazer a sua leitura de mundo, no mais amplo sentido que essa expressão possa ter.

      Mas, ainda, com o necessário apoio dos adultos, é importante ressaltar.

      Essa nova aquisição possibilita, por sua vez, que a criança ganhe condições de começar a andar com suas próprias pernas.

      Até então, vamos lembrar, seus passos eram dirigidos por seus pais ou por outros adultos que acompanhavam de perto sua vida.

      Junto com o entendimento mais bem informado do funcionamento do mundo e da compreensão de como a vida é, experiências novas surgem, é claro.

      Pequenos deveres e responsabilidades, por exemplo, passam a recair sobre a criança. Novas dificuldades e exigências também fazem com que a criança tenha de exercitar o que antes não precisava, porque cabia ao adulto: paciência, esforço, concentração, espera, superação, entre outros.

      O que fazemos nessas horas? Em vez de apoiar a criança, encorajá-la nessa sua nova empreitada, ampará- la em seus inevitáveis, mas ainda pequenos sofrimentos, achamos necessário fazer tudo isso por ela.

      De quem é hoje a responsabilidade pela vida escolar dessas crianças? Delas? Dificilmente. São os pais quem tem assumido essa parte da vida por elas, devidamente incentivados pela escola e pela sociedade de uma maneira geral.

      E por vida escolar vamos entender tudo o que diz respeito ao período passado na escola: desde a árdua batalha pela aquisição do conhecimento até o convívio com colegas e professores naquele espaço.

      Tem sido dever dos pais, por exemplo, o acompanhamento da realização do trabalho escolar que deve ser feito em casa.

      É dos pais também a preocupação com o rendimento e o desenvolvimento no processo da aprendizagem do filho, bem como o monitoramento do comportamento da criança no espaço escolar. 

      E o que dizer então a respeito da frustração ao não ser convidado para uma festa ou à experiência de isolamento na hora do recreio?

      Tudo isso e ainda mais os pais querem (ou são pressionados a) administrar na vida de seus filhos, nessa segunda e última parte da infância deles. E eles têm assumido tudo isso com orgulho, vamos reconhecer.

      Resultado? A criança permanece aprisionada nesse mundo ilusório e mágico em que sempre tudo termina bem, e nunca por sua própria intervenção.

      Desse modo, ela não cresce, não desenvolve o seu potencial, tampouco reconhece esse potencial, enfim: não se encontra. Melhor dizendo: ela se encontra sempre na condição de criança, até o dia em que terá de enfrentar o tédio que isso é.

                                     ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?"
                         Fonte:(Publifolha) www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=441

Assinale a alternativa correta em relação ao significado estabelecido pela conjunção grifada na frase abaixo:

Os pais devem incentivar a autonomia dos filhos, mas sob a supervisão deles.
Alternativas
Q620932 Português
                                      O que não mata faz crescer

                     A criança precisa exercitar paciência, esforço e outros
                           pequenos sofrimentos para se desenvolver

      Quem tem filhos com idade entre seis e 12 anos, mais ou menos, precisa pensar seriamente que, nessa fase da vida, o importante é crescer.

      Tem sido muito difícil para essas crianças encontrar oportunidades que as ajudem durante esse processo, porque temos escolhido, muitas vezes, impedir que isso aconteça na hora certa.

      Temos atrapalhado o crescimento dos nossos filhos, esse é o fato.

      Tomemos como exemplo uma parte importante da experiência das crianças nessa fase, e que deveria ser a sua grande chance de crescimento: a vida escolar.

      Primeiramente, vamos entender os motivos disso. É a partir dos seis, dos sete anos que a criança inicia o período escolar, um processo que deve possibilitar a ela, progressivamente, o acesso aos códigos que, por sua vez, lhe permitirão decifrar o mundo adulto.

      Aprender a trabalhar com as letras e os números, com um grau cada vez maior de complexidade, é o que oferece à criança a ferramenta necessária para que ela comece a fazer a sua leitura de mundo, no mais amplo sentido que essa expressão possa ter.

      Mas, ainda, com o necessário apoio dos adultos, é importante ressaltar.

      Essa nova aquisição possibilita, por sua vez, que a criança ganhe condições de começar a andar com suas próprias pernas.

      Até então, vamos lembrar, seus passos eram dirigidos por seus pais ou por outros adultos que acompanhavam de perto sua vida.

      Junto com o entendimento mais bem informado do funcionamento do mundo e da compreensão de como a vida é, experiências novas surgem, é claro.

      Pequenos deveres e responsabilidades, por exemplo, passam a recair sobre a criança. Novas dificuldades e exigências também fazem com que a criança tenha de exercitar o que antes não precisava, porque cabia ao adulto: paciência, esforço, concentração, espera, superação, entre outros.

      O que fazemos nessas horas? Em vez de apoiar a criança, encorajá-la nessa sua nova empreitada, ampará- la em seus inevitáveis, mas ainda pequenos sofrimentos, achamos necessário fazer tudo isso por ela.

      De quem é hoje a responsabilidade pela vida escolar dessas crianças? Delas? Dificilmente. São os pais quem tem assumido essa parte da vida por elas, devidamente incentivados pela escola e pela sociedade de uma maneira geral.

      E por vida escolar vamos entender tudo o que diz respeito ao período passado na escola: desde a árdua batalha pela aquisição do conhecimento até o convívio com colegas e professores naquele espaço.

      Tem sido dever dos pais, por exemplo, o acompanhamento da realização do trabalho escolar que deve ser feito em casa.

      É dos pais também a preocupação com o rendimento e o desenvolvimento no processo da aprendizagem do filho, bem como o monitoramento do comportamento da criança no espaço escolar. 

      E o que dizer então a respeito da frustração ao não ser convidado para uma festa ou à experiência de isolamento na hora do recreio?

      Tudo isso e ainda mais os pais querem (ou são pressionados a) administrar na vida de seus filhos, nessa segunda e última parte da infância deles. E eles têm assumido tudo isso com orgulho, vamos reconhecer.

      Resultado? A criança permanece aprisionada nesse mundo ilusório e mágico em que sempre tudo termina bem, e nunca por sua própria intervenção.

      Desse modo, ela não cresce, não desenvolve o seu potencial, tampouco reconhece esse potencial, enfim: não se encontra. Melhor dizendo: ela se encontra sempre na condição de criança, até o dia em que terá de enfrentar o tédio que isso é.

                                     ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?"
                         Fonte:(Publifolha) www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=441

Assinale a alternativa correta quanto à classificação das palavras grifadas, de acordo com o contexto em que se encontram.

“É dos pais(1) também a preocupação com o rendimento (2) e o desenvolvimento no (3) processo da aprendizagem do filho, bem como o monitoramento do comportamento da criança no espaço (4) escolar."
Alternativas
Q620519 Português
Assinale a alternativa correta, de acordo com a classificação morfológica das palavras grifadas:

Nos escritórios, (1)e só (2), havia as famosas (3)máquinas (4)de calcular manuais Facit.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: MPE-SP Prova: IBFC - 2011 - MPE-SP - Oficial de Promotoria |
Q575010 Português
Assinale a alternativa que indica a conjunção adequada para preencher a lacuna.

_____________ nós tenhamos mais tempo, nós não terminaremos o projeto no prazo. 

Alternativas
Ano: 2011 Banca: IBFC Órgão: MPE-SP Prova: IBFC - 2011 - MPE-SP - Oficial de Promotoria |
Q575001 Português
Assinale a alternativa que indica a conjunção adequada para substituir o termo destacada no período abaixo, sem alteração de sentido.

Estava indisposto, por isso resolveu ficar em casa. 

Alternativas
Q569682 Português
Em – … ele reconhecia que era um lixo, mas, em silêncio, já não aguentava os insultos… (2.º parágrafo) – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração do significado do texto, por
Alternativas
Q510516 Português
                        Texto: A melhor resposta à dor

        As cidades constituem-se como o maior artefato da cultura. E, justamente, se opõem à natureza. Qualquer condição urbana é um intervento sobre as condições naturais, o que desequilibra o status quo.
        O convívio é algo necessariamente conflituoso, tenso, perigoso. E, como não temos o controle sobre a natureza, precisamos trabalhar com o imponderável e revesti-lo de cuidados compatíveis com as possibilidades do universo em convivência.
        A ocupação das margens de rios é um modelo convencional na produção urbana. Todas as culturas o fizeram. Muitas cidades já sofreram com enchentes - e mesmo assim se mantiveram no mesmo lugar. É que razões mais determinantes foram escolhidas.
        Também a ocupação de encostas e de morros é outro modelo universal. Mas há encostas firmes, há encostas frágeis. Há encostas que rompem sem ação antrópica e outras onde é a ação do homem que causa a derrubada.
        No entanto, as cidades vitoriosas foram aquelas que souberam ajustar suas razões às da natureza. Mas, para o fazerem, planejaram, escolheram, construíram sistemas próprios, capazes de alcançar um patamar de confiança e conforto em que pudessem superar as incertezas do meio.
        O Rio de Janeiro é uma cidade que tem aprendido. Das tragédias da década de 60, emergiu o serviço de geotecnia extremamente bem-sucedido da GeoRio. Nesses 40 anos, a cidade tem investido poderosamente na contenção de encostas e na eliminação de risco.
        O Rio também tem investido na proteção a famílias em risco. É claro que não é simples, considerando-se que a falta de política habitacional é uma realidade no nosso país. Mas é considerável o esforço do município no reassentamento de famílias, pelo menos desde a década de 90, através do programa Morar Sem Risco.
        O monitoramento das condições meteorológicas é outro trabalho importante que obviamente não previne as chuvas, mas pode ser útil na prevenção do dano. Monitorar e informar, alertar as famílias em risco, é tarefa complexa, de grande exigência tecnológica, que hoje já pode ser feita com bom resultado.
        Agora, ante a dor, a melhor resposta será a busca da cooperação.


(Sérgio Magalhães - O Globo, 16/01/2011- disponível em: http://www.cidadeinteira.blogspot.com/ - fragmento)
“E, como não temos o controle sobre a natureza, precisamos trabalhar com o imponderável e revesti-lo de cuidados compatíveis com as possibilidades do universo em convivência.” (2º parágrafo)

A conjunção como introduz uma oração que estabelece com a oração seguinte a relação lógica de:
Alternativas
Q507465 Português
O termo “Portanto” (no terceiro quadro da tira) tem sentido
Alternativas
Q501555 Português
A oração sublinhada esta em forma reduzida (de infinitivo) em “Apesar de só falar a verdade. não Ihe deram apoio.” Assinale a alternativa em que ela aparece desenvolvida de forma correta.
Alternativas
Q490755 Português
                        David Hockney pinta em iPhone e iPad

ANA PAULA SOUSA
ENVIADA ESPECIAL A PARIS

E eis que da tela fez-se o pincel. Com o mesmo toque de dedo que nos faz alcançar um número de telefone ou o mapa de uma estrada, David Hockney, 73, criou cores, formas. Flores.
O pintor britânico reencontrou-se com o desenho quando, deitado na cama, na costa leste da Inglaterra, pegou o iPhone e, empurrado pela própria natureza de artista, se flagrou a transferir para a pequena tela o nascer do sol que via pela janela.
"Eu não teria desenhado a aurora se eu tivesse um lápis e um papel à mão. Foi a luminosidade da tela que me incitou", descreve, no texto feito para a exposição "David Hockney, Fleurs fraîches" (flores frescas), em cartaz na Fundação Pierre Bergé - Yves Saint Laurent, em Paris.
A mostra, que fica aberta até o dia 30 de janeiro, reúne 200 desenhos que Hockney, um dos mais importantes artistas contemporâneos, fez sobre iPhones e iPads.
As imagens que chegam a público surgiram nesse mesmo quarto com vista para o nascer do sol. O espaço, conta Hoc- kney, era diariamente decorado com flores frescas.
"Aprender a desenhar é aprender a olhar e aprender a olhar não faz mal a ninguém", ensina, no texto.
NOVOS VALORES
Hockney, que já foi chamado de "o pintor mais célebre do mundo", e teve suas imagens da Califórnia transformadas em símbolo do hedonismo da sociedade atual, andava desaparecido do grande circuito. Não expunha em Paris desde 1999.
"Uma das vantagens de estar na periferia do mundo das artes é essa: posso observar melhor", declarou, numa longa entrevista à revista especializada "Artpress".
E ele observou que, se no iPad mudará muita coisa, da imprensa escrita à nossa relação com a tela da TV, não é possí- vel achar que as artes plásticas passarão ao largo do seu impacto.
Seus desenhos, que perderiam todo o sentido se fossem impressos, uma vez que ganham vida apenas com a luminosidade da tela, procuram capturar algo que é específico das novas tecnologias.
Isso fica claro à entrada da exposição parisiense. Um vídeo mostra o pintor em ação. Os gestos, apesar de delicados, são velozes. A cada traço se segue a busca por uma nova cor, na própria tela.
Os desenhos têm um quê de primitivos. A provocação, evi- dentemente, não está nos traços em si, quase inocentes, mas na sua existência.
Como observa Hockney na "Artpress", a Sotheby's ou as galerias não saberiam o que fazer com esses desenhos que foram enviados, em forma de arquivo digital, a duas dezenas de pessoas.
"Ninguém se perguntou ainda quanto isso custa", ponderou o artista que, antes de organizar a mostra, mandou seus desenhos para 20 amigos que têm iPhones.
"Como muita gente, ainda não encontrei uma maneira de receber por isso. Mas como esses desenhos dão muito prazer aos meus amigos, que importância isso tem?", pergunta, lúdico, no texto de apresentação.

                                                            Disponível em: imagem-001.jpgAcesso em 29 dez. 2010.


No período “Os gestos, apesar de delicados, são velozes”,
Alternativas
Q487808 Português
Em relação às ideias do texto acima e às estruturas nele empregadas, julgue o item subsequente.

O vocábulo “seja” (l.5 e 7), empregado em ambas as ocorrências como conjunção coordenativa alternativa, confere às orações em que ocorre a noção de possibilidade pela qual se pode optar.
Alternativas
Q487799 Português
Com base no texto acima, julgue o item que se segue.

Prejudica-se a correção gramatical do período e a coerência textual caso se substitua o termo “pois” (l.8) por qualquer um dos seguintes: porquanto, porque, uma vez que.
Alternativas
Q487794 Português
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

O termo “Embora” (l.15) confere à oração em que ocorre a noção de condição.
Alternativas
Respostas
4401: E
4402: C
4403: A
4404: D
4405: C
4406: C
4407: B
4408: A
4409: A
4410: C
4411: B
4412: C
4413: E
4414: D
4415: A
4416: D
4417: C
4418: C
4419: E
4420: E