Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

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Q107477 Português
Na frase “Identificava-se, portanto, o responsável pelo fracasso na legitimidade das feições” (L.16-17), a palavra sublinhada expressa o sentido de
Alternativas
Q107466 Português
A locução “no entanto”, empregada no último período do texto, poderia ser substituída, com correção gramatical e sem prejuízo para a coerência textual, por
Alternativas
Q107370 Português
Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.

A substituição de “não obstante" (L.12) por no entanto manteria a correção gramatical e o sentido original do texto.
Alternativas
Q106898 Português
Considerando o fragmento de texto acima, adaptado de entrevista concedida por Marlova J. Noleto à revista Planeta em março de 2011, julgue os itens subsecutivos.

Seriam mantidas a coerência e a correção gramatical do texto se a conjunção porque fosse inserida imediatamente antes de “é um meio” Imagem 057.jpg, tornando mais explícita a relação de causa e efeito entre as duas orações do período.
Alternativas
Q105702 Português
Imagem 003.jpg

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens seguintes.

No trecho ‘Por pressa ou até por falta de costume, alguns profissionais não lavam as mãos de forma adequada’ (L.4-5), estabelece-se uma relação de condição.
Alternativas
Q105287 Português
As questões de números 1 a 6 baseiam-se no texto seguinte
Observa-se relação entre uma situação e seu efeito nas seguintes afirmativas do texto:
Alternativas
Q105139 Português
Estamos submersos no mundo da informação, alvejados
continuamente por notícias ou torpedos numa rede comunica-
cional em que se projeta a prevalência da mídia, que passou a
conformar nosso modo de ser. O virtual assume papel relevante
na realidade, pois as formas de conhecer e avaliar deixaram de
ser fruto da leitura e da reflexão para se alicerçarem unicamente
na informação rápida, no conhecimento por tiras, retirado das
comunicações que são enviadas em processo contínuo de
transmissão durante todo dia, compartilhadas por todos.
Dessa forma a assunção de convicções individuais, bem
como o silêncio e a solidão cederam passo a uma posição
passiva de recepção contínua e coletiva de comunicações, com
aceitação indiscutida da informação urgente trazida pelos
órgãos da imprensa. E o grande meio de informação ainda é a
televisão, em especial no Brasil, malgrado o crescimento da
internet. Mas o que é a televisão?
A televisão pode ser uma via autoritária, na medida em
que penetra nossa existência em todos os instantes, de manhã
até a noite. Não há mais horário para ver televisão, vê-se
televisão a todo tempo. Não se escolhe um programa de
televisão, liga-se a televisão, cuja mensagem é recebida
enquanto se conversa ou durante o jantar. Assim, a televisão é
uma imposição de modos de ser, de pensar, que vão sendo
introjetados imperceptivelmente. Os programas de baixo nível,
nada educativos e exploradores de anseios de sucesso
segundo o modelo dos "famosos", são fenômenos graves, pois
hoje não têm mais força os emissores simbólicos tradicionais: a
religião, a escola, o sindicato, a família. Concentra-se a capaci-
dade de transmissão simbólica nos meios de comunicação, com
fácil penetração dos estereótipos forjados pela mídia em campo
aberto, dada a desavisada recepção. Assim, o rádio e a
televisão têm um impacto extraordinário porque expressam
manifestações de cunho valorativo, mesmo no campo político, e
modelam a opinião pública.
Em grande parte dos países democráticos há formas de
controle da mídia, porém prevalece a autorregulação, tal como
no Canadá, na Austrália, na Inglaterra. A autorregulação, a meu
ver, cabe ser exercida por um ombudsman, dotado de indepen-
dência e inamovibilidade durante seu mandato, que deverá
pautar sua ação em código de conduta do órgão de imprensa, a
ser registrado em conselho constituído segundo lei federal.
Desse modo, conciliam-se o direito de liberdade de expressão e
o direito de preservação dos valores éticos e sociais da pessoa
e da família, como expressa nossa Constituição. Faz-se, assim,
a conjugação e não a colisão de direitos.

(Trecho de artigo de Miguel Reale Júnior, com adaptações.
O Estado de S. Paulo, A2, Espaço aberto, 4 de dezembro
de 2010)

Faz-se, assim, a conjugação e não a colisão de direitos. (final do texto)

A noção de antonímia que se estabelece entre os dois segmentos da afirmativa acima está também presente no par reproduzido em:
Alternativas
Q104960 Português
As questões de número 1 a 5 referem-se ao texto acima.
... a densidade da ocupação espacial resulta na concen- tração de necessidades. Assim, nas cidades surgem pro- blemas que em outras condições as pessoas nunca tive- ram oportunidade de resolver. (1o parágrafo)

Identifica-se entre as frases acima, respectivamente, relação de
Alternativas
Q104670 Português

Os habitantes das cidades não são necessariamente
mais inteligentes que outros seres humanos, mas a densidade
da ocupação espacial resulta na concentração de necessi-
dades. Assim, nas cidades surgem problemas que em outras
condições as pessoas nunca tiveram oportunidade de resolver.
Encarar tais problemas amplia a inventividade humana a um
nível sem precedentes. Isso, por sua vez, oferece uma oportu-
nidade tentadora para quem vive em lugares mais tranquilos,
porém menos promissores.
Ao migrarem para as cidades, as pessoas de fora ge-
ralmente trazem “novas maneiras de ver as coisas e talvez de
resolver antigos problemas”. Coisas familiares aos moradores
antigos e já estabelecidos exigem explicação quando vistas
pelos olhos de um estranho. Os recém-chegados são inimigos
da tranquilidade.
Essa talvez não seja uma situação agradável para os
nativos da cidade, mas é também sua grande vantagem. A ci-
dade está em sua melhor forma quando seus recursos são de-
safiados. Michael Storper, economista, geógrafo e projetista,
atribui a vivacidade intrínseca da densa vida urbana à incerteza
que advém dos relacionamentos pouco coordenados “entre as
peças das organizações complexas, entre os indivíduos e entre
estes e as organizações”.
Compartilhar o espaço com estranhos é uma condição
da qual os habitantes das cidades consideram difícil, talvez
impossível, fugir. A presença ubíqua de estranhos é fonte de
ansiedade, assim como de uma agressividade que volta e meia
pode emergir. Faz-se necessário experimentar, tentar, testar e
(espera-se) encontrar um modo de tornar a coabitação pala-
tável. Essa necessidade é “dada”, não-negociável. Mas o modo
como os habitantes de cada cidade se conduzem para
satisfazê-la é questão de escolha. E esta é feita diariamente.


(Adaptado de Zygmunt Bauman. Amor Líquido. Tradução:
Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2004,
pp. 127-130)

... a densidade da ocupação espacial resulta na concentração de necessidades. Assim, nas cidades surgem problemas que em outras condições as pessoas nunca tiveram oportunidade de resolver. (1o parágrafo)

Identifica-se entre as frases acima, respectivamente, relação de
Alternativas
Q104345 Português
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue os itens subsequentes.

O sentido do texto seria mantido caso se substituísse a conjunção “quanto” Imagem 019.jpg por como.
Alternativas
Q104287 Português
Imagem 002.jpg

Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.

Prejudica-se a correção gramatical do período e a coerência textual caso se substitua o termo “pois” (L.8) por qualquer um dos seguintes: porquanto, porque, uma vez que.
Alternativas
Q104282 Português
Imagem 001.jpg

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue
os itens a seguir.

O termo “Embora” (L.15) confere à oração em que ocorre a noção de condição.
Alternativas
Q95344 Português
Assinale a alternativa correta a respeito do texto III.
Alternativas
Q88946 Português
Imagem 003.jpg
Imagem 004.jpg

Com relação aos aspectos linguísticos e semânticos do texto acima,
julgue os itens subsequentes.


Na linha 9, se a conjunção “e” fosse substituída pela conjunção mas, antecedida de vírgula, seria mantida a correção gramatical do período, mas a relação entre as ideias expressas seria alterada.
Alternativas
Q88654 Português
Imagem 003.jpg
Imagem 004.jpg

Em relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue
os itens a seguir.

No trecho “mais o prazer do ataque que o lamento sincero de um estudioso honesto” (L.9-10), a substituição da conjunção “que” por do que manteria a correção gramatical da relação comparativa.
Alternativas
Q88574 Português

Imagem associada para resolução da questão
Julgue os itens de 5 a 11, relativos à estrutura linguística do texto.
A conjunção “mas” (L.4) poderia ser substituída, no texto, sem afetar o sentido ou a correção gramatical deste, por todavia ou por entretanto.
Alternativas
Q87340 Português
Ficam hibernando à espera do momento eleitoral quando deveriam estar em praça pública em busca de militantes e se expondo ao debate. (L.38-41)

A conjunção quando, no período acima, tem valor
Alternativas
Q86813 Português
Na organização do texto, é apresentado como causa o seguinte segmento:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Público |
Q86028 Português
A expressão No entanto (linha 8) pode ser substituída, alterando o significado da frase, por
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2011 - DPE-RS - Defensor Público |
Q86016 Português
Lição de bom senso

Imagem 008.jpg

O conetivo portanto (linha 24) pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Respostas
4481: D
4482: A
4483: C
4484: E
4485: E
4486: A
4487: B
4488: B
4489: B
4490: C
4491: E
4492: E
4493: B
4494: C
4495: C
4496: C
4497: E
4498: A
4499: B
4500: D