Questões de Concurso
Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português
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Analise este trecho adaptado de Dom Casmurro, de Machado de Assis:
No meio da confusão, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas.
Sobre ele, NÃO é correto dizer:
Leia o texto abaixo e responda as questões de 17 a 20.
1 No Brasil. as desigualdades de gênero
estão ainda nas raízes do sofrimento físico
e mental das mulheres. Alguns cenários
onde ocorrem as violências são
5 problemáticos, como na família e nos
relacionamentos afetivos. O lugar onde
deveria existir harmonia e segurança, para
muitas é o local mais perigoso. O
machismo e o patriarcado, arraigados na
10 sociedade, vêm transformando a casa em
lugar de risco para elas.
As mortes violentas de mulheres não
ocorrem como casos isolados ou
episódicos, mas inseridas em um processo
15 contínuo de violência que limita o
desenvolvimento livre e saudável de
meninas e mulheres.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao 09/03/2019)
Analise o trecho abaixo. O autor utiliza a expressão “mas” para construção da coesão do texto. O valor semântico expresso por esse termo também é encontrado na seguinte frase:
“As mortes violentas de mulheres não ocorrem como casos isolados ou episódicos, mas inseridas em um processo contínuo de violência que limita o desenvolvimento livre e saudável de meninas e mulheres.” (linhas 12 a 17)
Leia o texto abaixo e responda as questões de 17 a 20.
1 No Brasil. as desigualdades de gênero
estão ainda nas raízes do sofrimento físico
e mental das mulheres. Alguns cenários
onde ocorrem as violências são
5 problemáticos, como na família e nos
relacionamentos afetivos. O lugar onde
deveria existir harmonia e segurança, para
muitas é o local mais perigoso. O
machismo e o patriarcado, arraigados na
10 sociedade, vêm transformando a casa em
lugar de risco para elas.
As mortes violentas de mulheres não
ocorrem como casos isolados ou
episódicos, mas inseridas em um processo
15 contínuo de violência que limita o
desenvolvimento livre e saudável de
meninas e mulheres.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao 09/03/2019)
O uso da expressão pelo autor “ainda” na frase abaixo tem como objetivo principal:
“No Brasil, as desigualdades de gênero estão ainda nas raízes do sofrimento físico e mental das mulheres.” (linhas 1 a 3)
Leia o texto abaixo para responder às questões de 04 e 05.
Analisando os elementos de coesão destacados abaixo e seus sentidos, podemos afirmar que está incorreta a alternativa:
Concordância verbal é a relação estabelecida de forma harmônica entre sujeito e verbo. Assinale a alternativa cuja frase os elementos do sujeito unidos por ou, onde a conjunção exprime exclusão, a concordância verbal está CORRETA:
Leia o texto, para responder às questões de números 05 a 13.
Paz na escola: é possível
A violência é o fator de maior preocupação da população brasileira, de acordo com pesquisas de opinião pública. Embora não seja um evento novo no país, como mostra nossa trajetória, rica em acontecimentos bárbaros, o que parece inusitado são as maneiras como ela vem acontecendo atualmente no Brasil. As inesperadas ações de violência e suas diversas formas de manifestação reforçam na sociedade a ideia de que ela se tornou incontrolável e, por isso, acabamos nos submetendo à imposição do medo e do terror por não ter o que fazer diante da ineficácia dos poderes públicos.
Ainda que tenhamos muita clareza da proporção e das consequências visíveis e sutis do fenômeno violência, podemos facilmente perceber as modificações que ele vem acarretando na maneira de viver e ser das pessoas, no funcionamento das instituições e nos relacionamentos interpessoais: é como se a epidemia de violência infestasse a teia social, colocando em risco a nossa saúde emocional e física.
Por ser tão aguda no cenário atual, a violência atinge, obviamente, a escola, que é a tradução em si mesma dos processos históricos, culturais e econômicos de uma sociedade. Atitudes violentas acontecem de formas variadas no ambiente escolar: nas manifestações de racismo, nas brincadeiras sobre gênero e religião, nas atitudes de intimidação e isolamento, nas pequenas agressões físicas e, na pior de todas, na morte violenta entre os jovens.
A reversão desse quadro é um árduo caminho a ser percorrido. A sociedade, a escola e os governos precisam, juntos, incluir a Cultura de Paz como política de Estado, estendendo a discussão para a sala de aula e além dela. E sem a participação da maior das instituições, a família, essa reversão é muito mais difícil.
A escola sem violência é possível e muito pode fazer ao incentivar nos alunos valores, livres de qualquer pretensão moralista, capazes de evidenciar razões para não se optar pelo uso da violência e viver em uma sociedade mais humana.
(Simone Cristina Succi. Diário da Região, 21.03.2019. Adaptado)
Para responder às questões de números 07 a 09, considere a seguinte passagem:
Embora não seja um evento novo no país, como mostra nossa trajetória, rica em acontecimentos bárbaros, o que parece inusitado são as maneiras como ela vem acontecendo atualmente no Brasil.
Assinale a alternativa em que a expressão destacada estabelece, no contexto, a mesma relação de sentido que a conjunção “Embora” provê na passagem.
Leia o texto para responder às questões de números 11 a 20.
União, gente
___Nunca se despreze o poder de uma ideia cuja hora chegou. Minha rebelião contra a salsinha ganha adeptos e, a julgar pela correspondência que recebo, esta era uma causa à espera do primeiro grito. Só não conseguimos ainda nos organizar e partir para a mobilização – manifestações de rua, abraços a prédios públicos – porque persiste uma certa indefinição de conceitos. Eu sustento que “salsinha” é nome genérico para tudo que está no prato só para enfeite ou para confundir o paladar, o que incluiria até aqueles galhos de coisa nenhuma espetados no sorvete, o cravo no doce de coco, etc. Outros, com mais rigor, dizem que salsinha é, especificamente, o verdinho picadinho que você não consegue raspar de cima da batata cozida, por exemplo, por mais que tente. Outros, mais abrangentes até do que eu, dizem que salsinha é o nome de tudo que é persistentemente supérfluo em nossas vidas, da retórica ao porta-aviões, passando pelo cheiro-verde. Meu conselho é que evitemos a metáfora e a disputa semântica e, unidos pela mesma implicância, passemos à ação.
___Mas, como se esperava, começou a reação dos pró-salsinhas. Alegam que a salsinha não é uma inconsequência culinária, mas tem importância gastronômica reconhecida, tanto que na cozinha francesa faz parte do nome de um prato – isto é, eles não só usam a salsinha como a anunciam! E não podia faltar: um salsófilo renitente, o jornalista Reali Jr., alega que a salsinha é, inclusive, afrodisíaca. Agora só falta dizerem que o verde intrometido tem vitamina V.
(Luis Fernando Verissimo. A mesa voadora. Rio de Janeiro,
Objetiva, 2010, Adaptado)
Considere a passagem do 2o parágrafo:
Alegam que a salsinha não é uma inconsequência culinária, mas tem importância gastronômica reconhecida, tanto que na cozinha francesa faz parte do nome de um prato – isto é, eles não só usam a salsinha como a anunciam!
Com relação às afirmações que as antecedem, as expressões destacadas introduzem, respectivamente, ideias de
Leia o texto abaixo para responder às questões de 7 a 10.
O Rio Severino
Um tísico à míngua espera a tarde inteira
Pela assistência que não vem
Mas vem de tudo n`água suja, escura e espessa deste
Rio Severino, morte e vida vêm
Mas quem não tem abc não pode entender HIV
Nem cobrir, evitar ou ferver
O rio é um rosário cujas contas são cidades
À espera de um Deus que dê
Quem possa lhes dizer [...]
Os Paralamas do Sucesso
“Pela assistência que não vem / ‘Mas’ vem de tudo n`água suja”. Assinale a alternativa que apresenta a correta relação estabelecida pela conjunção em destaque.
Leia o texto abaixo de modo a responder às questões de 11 a 13:
NÃO COMERÁS COMO ANTES
1 __ Uma nova revolução está em curso e promete transformar a indústria de alimentos e a
2 agropecuária, talvez em menos de duas décadas. Sabemos que as transformações digitais em série tiraram
3 os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se. A indústria automotiva
4 debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros
5 elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar. A febre de aplicativos de bikes e patinetes aponta
6 para a chegada de uma nova geração decidida a desembarcar do sonho de ter um carro e do desejo de
7 dirigir. Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até
8 potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio, isso para citar apenas um
9 aspecto. Testemunhamos uma série de mudanças de crenças, valores e certezas. Qual será a próxima
10 onda disruptiva? Possivelmente ela acontecerá pela boca. Ou em torno de todo o modelo que existe hoje
11 para alimentar as pessoas. Não comerás como antes. E não produzirás alimentos da mesma forma que se
12 faz hoje. Em questão de décadas, o que soa agora como um mandamento bíblico poderá fazer todo o
13 sentido.
14 __ É possível que a produção de tudo o que se come atualmente seja muito diferente em um futuro
15 não muito distante. O setor econômico que gira ao redor da circunferência de um prato de arroz, feijão,
16 alface, batata, tomate e carne, entre uma garfada geracional e outra, sofrerá impactos estruturais. Chegou
17 a hora de discutir o que a comida disruptiva – e toda a sua fascinante tecnologia – fará com o modus
18 operandi da indústria e da agropecuária e com a próxima etapa do agronegócio, quando a produção de
19 bifes de laboratório ganhar escala e se tornar acessível, por exemplo. Será que, nas próximas décadas, a
20 carne suculenta saboreada no almoço ainda vai depender da criação de gado para o abate, como sempre
21 funcionou no modelo tradicional da pecuária?
[...] (Veja, 12/06/19)
Observe a construção dos períodos abaixo transcritos:
I- “(...) as transformações digitais em série tiraram os discos e CDs da estante e obrigaram a indústria fonográfica a reinventar-se”.
II- “A indústria automotiva debruça-se sobre os efeitos da sociedade uberizada e redesenha seus próximos passos com carros elétricos, autônomos e drones automotivos pelo ar”.
III- “Os smart-phones não só transformaram o telefone fixo quase em enfeite, mas já obrigam até potentes emissoras de televisão a repensar suas telinhas e modelos de negócio”.
Em todos os períodos citados, há duas afirmações sobre o tópico inicial, mas, em III, são empregados dois conectores para enfatizar a segunda informação. O mecanismo de construção do período empregado em III se classifica como:
Leia com atenção o texto abaixo, de modo a responder às questões de 1 a 6:
Que tempos são esses?
1 __ Os dias estão sombrios. Em todo o planeta, o ódio tem mostrado sua face mais intransigente. E ela parece
2 com a nossa! Isso é o que, de fato, assusta. O poder da morte e da destruição ao alcance da nossa mão. A um
3 click, a uma nota assinada por algum poderoso mandatário...
4 __ No centro de tudo, a Palavra.
5 __ Tenho visto brigas completamente desnecessárias no trânsito, homens e mulheres que dão espaço a uma
6 verdadeira entidade guerreira graças a uma ultrapassagem indevida ou a uma simples buzinada. Jovens e
7 adolescentes que se agridem pelas redes sociais. Políticos que usam o verbo para separar nações, apontar o
8 dedo para cidadãos, enaltecer guerras.
9 __ No centro de tudo, a Palavra.
10 __ Diante dos temores e terrores da nossa época – e de todas as épocas – é a palavra que define o que somos.
11 Na era da disseminação fácil, rápida e aleatória, notícias falsas podem produzir o andamento da história. Ou o
12 contrário dela. Defender uma ideia, mesmo que levemente, pode determinar sua exclusão de um grupo social
13 ou da própria família.
14 __ No centro de tudo, a Palavra.
15 __ A vida está sombria. E aquele que acha graça em uma brincadeira de criança, ou se delicia com um
16 inocente sorvete, é visto com reservas, taxado de desvairado ou desvairada, com certeza falta-lhe um parafuso.
17 __ No centro de tudo, a Palavra.
18 __ Dos livros sagrados, da interpretação do que está escrito nessas obras, sempre em nome de Deus se
19 formam milícias, exércitos, alguém em uma mesquita e atira em uma centena de pessoas. Não sem antes deixar
20 claro em vídeo o que vai em sua mente. Ao vivo. Ou um jovem escreve uma mensagem enigmática e assassina
21 seus antes colegas da sua antiga escola. Pela dor que as palavras produzem em sua alma.
22 __ No centro de tudo, a Palavra.
23 __ Os corações estão sombrios. E é preciso urgentemente que se dê uma nova ordem à ordem social. Que se
24 escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos,
25 bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
26 __ No centro de tudo, a Palavra.
27 __ Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras
28 sua bandeira:
29 __ “Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?”
(Jussara Saraíba, jornalista e contadora de histórias - Rev. Língua Portuguesa, Ed. 76)
Considerando o trecho, a seguir, que finaliza o texto acima, avalie como verdadeiras(V) ou falsas(F) as proposições:
“[...] Que se escancarem os risos, as canções, as histórias encantadas, as lendas... Que venham as fadas, os duendes, elfos, bruxos e bruxas nos ensinarem, novamente, a razão da vida. E que isso não seja um pecado.
Mas, como disse o grande escritor e dramaturgo Bertold Brecht, que fez da indignação com as sombras sua bandeira:
‘Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime?’”
( ) O emprego do conector mas serve para introduzir uma ressalva, em tom irônico, dado que a autora, pressupondo o estranhamento quanto ao conteúdo das informações precedentes, já se adianta admitindo a dificuldade de mudança em tempos de tantos desencantos.
( ) Todas as frases introduzidas pelo item que expressam o desejo da autora de uma mudança no comportamento da sociedade; trata-se de frases exclamativas, ou desiderativas, constituindo-se, pois, como marcas de subjetividade na construção do texto.
( ) Ao encerrar o texto com a indagação feita pelo dramaturgo Bertold Brecht, a autora demonstra conformação com a realidade descrita e, assim, nega a possibilidade de mudança.
A sequência que responde CORRETAMENTE à questão é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Os principais tipos de relacionamentos ioiô
- Um tema de imensa importância e que se costuma não dar a devida atenção são os
- chamados relacionamentos ioiô. O que são esses relacionamentos? São aqueles em que o casal
- vive se separando e voltando poucos dias ou semanas depois. Esse tipo de relacionamento é
- dominado pela insegurança, medos, carências e, principalmente, pela imaturidade. Os casais
- que costumam fazer isso podem estar passando por diversos problemas ou dificuldades. Os
- maiores motivos para se embarcar nesses relacionamentos são a falta de sinceridade
- e transparência.
- Um caso clássico são aquelas pessoas que ___ uma autoestima infinitesimal ou tendendo a
- zero. Muitas dessas pessoas namoram alguém só para não ficarem sozinhas. Já ouviu aquela
- frase? “Ruim contigo, pior semtigo”? Pois é! É dessas pessoas que estou falando! Os
- relacionamentos ioiô nesses casos acontecem assim, um dos dois termina e tenta “encontrar
- alguém melhor”. Como encontrar alguém melhor se você mesmo não consegue ser melhor?
- Não se esforça para ser melhor? Não dá, meu amigo! Aí a pessoa fica carente e depois de
- tentativas em vão volta para a pessoa que não ama de verdade, volta só para não ficar sozinha
- e vive assim um pseudorrelacionamento. Para esses casos, a melhor saída é a busca de uma
- ajuda psicológica, para melhorar a autoestima, juntamente com a busca incessante pelo
- autoconhecimento.
- Um dos casos mais comuns são os namorados pilantras. Isso mesmo! Pilantras! Quem são
- os namorados pilantras? São aqueles que terminam dois ou três dias antes do carnaval e
- querem voltar dois ou três dias depois do carnaval. Por que será que eles fazem isso, hein?
- Acho que nem preciso responder, não é mesmo? Pois é! Esses são os namorados pilantras. Mas
- sabe de uma coisa! Muitos casais aceitam isso. Eu digo ___ você que o mais importante é se
- amar primeiro. Se você se ama e consegue ser feliz e equilibrado sozinho, pode ter certeza que
- isso que acabei de citar jamais acontecerá, porque você jamais permitirá que aconteça,
- entende?
- Outra possibilidade é a das pessoas com problemas mal resolvidos do passado. Esse pode
- ser um grande “abacaxi”, porque muitas delas sofrem de algo que denomino “medo de revelar
- os medos”. São pessoas que sentem que quando alguém está prestes a adentrar em seus
- territórios feridos das emoções, ou se fecha no seu mundo de sombras, ou muda totalmente o
- assunto. Vários relacionamentos ioiô passam por essas situações. O indivíduo que sofre desse
- medo se sente sufocado pelo outro, como se ele ou ela quisesse fazer um interrogatório sobre o
- seu passado. Para esse tipo de casal e situação, o meu conselho é simples e precioso. Evite
- conversar sobre o passado da outra pessoa! Lembre-se sempre da frase do grande Roberto
- Carlos: “o que passou não quero mais lembrar, só quero ter você aqui…”. Dessa forma, a
- pessoa se sentirá muito mais confortável e segura.
- Outro caso um pouco mais sutil e complexo acontece com as pessoas nostálgicas. Esse tipo
- de relacionamento ioiô mexe com o inconsciente do indivíduo, por isso ele é mais complexo.
- Como acontecem esses casos? Um dos dois termina e aquele mais nostálgico fica sofrendo em
- demazia ao lembrar os melhores momentos que o casal passou junto, e como a nostalgia
- sempre é a lembrança de algo bom e carregado de emoções positivas, a pessoa desvia seus
- pensamentos daquilo que foi conflituoso e levou ao rompimento amoroso e volta a pensar no
- relacionamento em suas fases mais iniciais, que certamente estavam carregadas de emoções
- positivas e, acima de tudo, de paixão. Dessa forma, a pessoa também fica carente
- e “louca” para voltar o relacionamento, o que acaba acontecendo. Porém, a realidade mostra
- que já não existe mais paixão e dentro de pouco tempo um dos dois decide terminar mais uma
- vez, e fica um ciclo quase interminável de terminar-voltar-terminar-voltar! Você se identificou
- com essa possibilidade? Ela é mais comum do que se imagina…
- Existem outras possibilidades, mas acho que falei as principais. Evite os relacionamentos
- ioiô, pois eles só revelam medos, inseguranças, carências e, principalmente, infantilidades.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.contioutra.com/os-principais-tipos-derelacionamentos-ioio/. Acesso em 26 mar. 2019.
Por qual das seguintes opções a locução conjuntiva “por isso” (l. 37) pode ser substituída, sem haver distorções ao sentido original da mensagem?
Analise o texto poético a seguir, de autoria do compositor brasileiro Sérgio Bittencourt, para responder às próximas questões.
“Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor
Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã
Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída não doía assim
Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa tá faltando ele
E a saudade dele tá doendo em mim”
No primeiro verso do poema, aparece o verbo “sentava”. Em relação à conjugação desse verbo, pode-se afirmar que está no:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.
O combate ao Aedes sob a ótica dos determinantes sociais da saúde
Mobilizar a população para combater os focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti é fundamental para evitar possíveis epidemias de dengue, zika e chikungunya. Essa ação, no entanto, pode ser potencializada se estiver integrada a outras políticas, isto é, integrada às condições sociais em que as pessoas vivem e trabalham, aí incluídos fatores econômicos, ambientais e culturais, entre outros.
Pesa muito a questão do planejamento urbano. Uma cidade que evolui de forma planejada é capaz de oferecer serviços e garantir direitos a sua população com mais facilidade e qualidade, não apenas na saúde, mas também em outras áreas.
Além disso, o desequilíbrio ambiental e as consequentes mudanças climáticas são outros macrofatores relacionados a possíveis epidemias de dengue. O aumento de temperatura e a maior ocorrência de fenômenos climáticos, como chuvas fortes, formam um cenário ideal para a proliferação do mosquito. Por isso, a educação ambiental, assim como a educação, em sentido amplo, geram estratégias para a realização de ações intersetoriais. Importante frisar também que a mobilização da população e o incentivo a mudanças de comportamento representam oportunidades para trabalhar valores de solidariedade e fortalecer os laços comunitários.
(www.multirio.rio.rj.gov.br, acessado em 06.09.2019. Adaptado)
A alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase, quanto ao emprego do pronome e da conjunção - Centros urbanos ___________ o planejamento é precário estão sujeitos à proliferação de epidemias, ___________ o poder público for negligente.– é:
TEXTO
A Inglaterra era o berço da maioria dos
esportes de destaque mundial e os primeiros
amadores ingleses apregoavam o culto à
justiça. A disputa tinha de ser mais importante
do que a vitória, por isso o espírito de
competição sobrepunha-se ao placar final.
Alguns dos mais conhecidos clubes ingleses de
futebol da atualidade têm sua origem nas
equipes das escolas dominicais, tendo sido
formados de acordo com a ideologia do
“cristianismo muscular”. Esporte e jogo limpo
eram quase sinônimos. Se os campeões de
1900 tivessem a chance de testemunhar
grandes disputas esportivas um século mais
tarde, ficariam um tanto desapontados pela
enorme ênfase dada à vitória. No início do
século, eram poucos os jogos que reuniam
multidões. Esportes populares, como corrida
de cavalos, críquete, beisebol, futebol e boxe,
dificilmente atraiam competidores e
espectadores estrangeiros. Mesmo os torneios
de tênis que aconteciam a cada verão em
Wimbledon contavam quase exclusivamente
com jogadores britânicos. Houve agitação
quando May Sutton, uma norte-americana,
apareceu: ela jogava com os antebraços
desnudos, o que foi considerado indelicado e
lhe rendeu o apelido de lavadeira. Eventos
esportivos internacionais tornaram-se mais
frequentes nas duas décadas anteriores à
Primeira Guerra Mundial. Os Jogos Olímpicos
de Paris, em 1900, e de St. Louis, em 1904,
careceram de excelência, uma vez que os
melhores atletas do mundo não dispunham de
condições financeiras para ir até os locais dos
jogos ou, por serem profissionais, não tinham
permissão de participar (as competições,
renascidas em Atenas em 1896, eram apenas
para amadores). O futebol, inventado na Grã-
-Bretanha e hoje em dia o esporte mais popular
do mundo, tinha pouca pretensão de ter fama
internacional. No críquete, os únicos times que
competiam regularmente eram os da Austrália
e os da Inglaterra. Poucos arriscariam dizer que
os esportes se tornariam uma parte tão importante
da indústria do entretenimento.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do Século
XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 291).
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um tipo de conjunção:
Para onde vão as palavras
Como se sabe, a palavra durante algum tempo foi obrigada a recuar diante da imagem, e o mundo escrito e impresso diante do falado na tela. Tiras de quadrinhos e livros ilustrados com um mínimo de texto hoje não se destinam mais somente a iniciantes que estão aprendendo a soletrar. De muito mais peso, no entanto, é o recuo da notícia impressa em face da notícia falada e ilustrada. A imprensa, principal veículo da esfera pública no século XIX assim como em boa parte do século XX, dificilmente será capaz de manter sua posição no século XXI.
Mas nada disso pode deter a ascensão quantitativa da literatura. A rigor, eu quase diria que - apesar dos prognósticos pessimistas - o mais importante veículo tradicional da literatura, o livro impresso, sobreviverá sem grande dificuldade, com poucas exceções, como as das enciclopédias, dos dicionários, dos compêndios de informação etc., os queridinhos da internet.
Fonte: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 29-30. (trecho adaptado)
Analise as afirmativas, tendo em vista questões gramaticais:
I. Em ‘como se sabe’ o termo destacado é partícula apassivadora.
II. Em ‘no século XIX’ o algarismo em destaque denomina-se ‘arábico’.
III. Em ‘Mas nada disso pode deter’ ocorrem dois pronomes.
IV. Em ‘De muito mais peso, no entanto,’ a expressão destacada denomina-se conjunção.
Assinale a alternativa correta:
Para se tornarem melhores, no entanto, elas precisam de outro técnico. – a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
TEXTO I
Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 3.
1. De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho:
2. — Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio.
3. Lá de dentro, estremunhado, o filho respondeu:
4. — Pai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu
5. estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque
6. eu não aguento mais aqueles meninos.
7. E o pai respondeu lá de fora:
8. — Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque
9. você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro
10. porque você é o diretor do colégio.
(Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981. p.8)
Os vocábulos " para", linha 2 e " porque", linha 4 , pertencem, respectivamente, às seguintes classes gramaticais:
I. Existem no referido parágrafo tanto orações coordenadas quanto subordinadas. II. “para que”, locução conjuntiva pode ser substituída corretamente por afim de que. III. “uma área” possui função de predicativo do sujeito.
Está(ão) correta(s) apenas:
