Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q2816092 Português

De acordo com as normas de concordância verbal, assinale a alternativa que apresenta concordância incorreta:

Alternativas
Q2816000 Português

Analise os trechos abaixo:


I. Jovens de classe média e média-alta ____________________ frequentado o noticiário policial.

II. O pai __________________ grande parte da culpa.

Assinale a alternativa cuja expressão completa, respectivamente, as lacunas presentes no trecho:

Alternativas
Q2810498 Português
Em qual das alternativas o verbo NÃO poderia estar no plural?
Alternativas
Q2807811 Português

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas: Os passageiros ______ perfeitamente no vagão.

Não _______ a hora para o próximo trem! A chefia espera que nós _______ um agente capaz de resolver o problema.

Alternativas
Q2801614 Português

Leia os trechos da matéria jornalística exposta na revista Veja, de 26/07/17, para responder às questões 14 e 15


Preencha as cinco lacunas no subtítulo como também no primeiro fragmento textual, com as formas verbais indicadas, estabelecendo a concordância verbal e indique a sequência CORRETA:

Alternativas
Q2799132 Português

Todos os enunciados abaixo tornam a concordância nominal adequada à variedade padrão, EXCETO.

Alternativas
Q2798009 Português

Considerando a norma culta, a concordância está incorreta na seguinte frase:

Alternativas
Q2794356 Português

Texto para responder às questões de 01 a 10.


Facebook está construindo sua própria cidade na Califórnia


O Facebook está construindo uma espécie de minicidade para seus funcionários. A ampliação do seu campus em Menlo Park, Califórnia, será repleta de regalias para os moradores — já que os funcionários vão morar praticamente dentro do trabalho.

O Wall Street Journal relatou que a rede social de Mark Zuckerberg está trabalhando para construir uma comunidade de US$ 120 milhões, com 394 unidades habitacionais a uma curta distância de seus escritórios. Com 192 mil metros quadrados, o chamado Anton Menlo vai incluir tudo, desde um bar de esportes até uma creche para cachorros.

O projeto do Facebook ultrapassa todas as novidades que as empresas do Vale do Silício já inventaram para tornar seus escritórios mais divertidos e descolados. Porém, uma porta-voz da empresa disse que a ideia de criar a propriedade não é para reter os funcionários — que estão cada dia mais disputados entre as empresas de tecnologia.

“Certamente estamos animados para ter opções de moradia mais perto do campus, mas acreditamos que as pessoas trabalham no Facebook porque o que elas fazem é gratificante, e elas acreditam em nossa missão”, disse a porta-voz. Em outras palavras, eles dizem que não querem apenas bajular os funcionários com todas as regalias possíveis para que eles não saltem para a concorrência.

Apesar de soar como inovadora, a ideia evoca memórias das “cidades empresas”, que eram comuns na virada do século 20, onde os operários norte-americanos viviam em comunidades pertencentes ao seu empregador e recebiam moradia, cuidados de saúde, polícia, igreja e praticamente todos os serviços oferecidos em uma cidade. Porém, elas acabaram extintas por colocar os trabalhadores completamente nas mãos dos empregadores, que muitas vezes se aproveitavam para explorá-los.

É claro que ninguém espera que o Facebook faça isso. O que acontece é que os preços dos imóveis estão subindo rapidamente no Vale do Silício — calcula-se um aumento de 24% desde o quarto trimestre de 2012, e alguns funcionários da empresa acabam enfrentando problemas com isso. Além disso, a cidade do Facebook terá capacidade para abrigar apenas 10% dos funcionários da companhia.


(Disponível em: http//www.canaltech.com.br — por Redação - 03/10/2013. Acesso em 22/08/2017)

Uma das opções a seguir está correta quanto à concordância verbal, assim como o binômio: “calcula-se um aumento” / calculam-se aumentos.

Alternativas
Q2783314 Português

Leia os cartazes apresentados nas figuras 1, 2, 3 e 4.


Figura 1

Imagem associada para resolução da questão


Figura 2

Imagem associada para resolução da questão


Figura 3

Imagem associada para resolução da questão


Figura 4

Imagem associada para resolução da questão


Sobre as figuras 1, 2, 3 e 4, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) No aviso da rodovia apresentado na figura 1, o dígrafo correto é OM e a grafia correta da palavra é LOMBADA, porque, conforme os padrões normativos da língua portuguesa, antes de P e B, escreve-se M.

( ) No anúncio apresentado na figura 2, o uso do acento gráfico, nas duas ocorrências, está correto. Essas palavras são paroxítonas e todas as palavras paroxítonas, na língua portuguesa, são acentuadas.

( ) Na figura 3, o anúncio apresenta falta de clareza e coesão textuais. Não há suporte gramatical quanto à ortografia e à concordância, a exemplo de “VENDE-SE BISICELETAS”, cuja forma correta é VENDEM-SE BICICLETAS.

( ) No aviso apresentado na figura 4, a ocorrência ou não da crase antes do pronome possessivo é facultativa; portanto, está gramaticalmente coerente. Nele ocorre mudança de sentido ao utilizar a palavra PELICULOSIDADE e, na linha 04, o uso da vírgula é necessário para separar a locução adverbial.


A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é

Alternativas
Q2783308 Português

Considerando as regras gramaticais de concordância e regência, a alternativa em que as três orações do grupo estão corretas é

Alternativas
Q2781140 Português

No enunciado “Nós vamos encontrá-lo, para que ele responda pelos crimes que ele está sendo acusado” (policial, em entrevista ao JPB 1 . Edição – 05/07/2015), registra-se um desvio da norma gramatical em relação:

Alternativas
Q2779909 Português

“No mundo, o clima de agitação e de intensa controvérsia política se prolonga, assim como as situações ___________ dos países”. Complete a lacuna conforme concordância nominal correta.

Alternativas
Q2779637 Português

A CASA MATERNA


Há, desde a entrada, um sentimento de tempo na casa materna. As grades do portão têm uma velha ferrugem e o trinco se oculta num lugar que só a mão filial conhece. O jardim pequeno parece mais verde e úmido que os demais, com suas palmas, tinhorões e samambaias que a mão filial, fiel a um gesto de infância, desfolha ao longo da haste.

É sempre quieta a casa materna, mesmo aos domingos, quando as mãos filiais se pousam sobre a mesa farta do almoço, repetindo uma antiga imagem. Há um tradicional silêncio em suas salas e um dorido repouso em suas poltronas. O assoalho encerado, sobre o qual ainda escorrega o fantasma da cachorrinha preta, guarda as mesmas manchas e o mesmo taco solto de outras primaveras. As coisas vivem como em prece, nos mesmos lugares onde as situaram as mãos maternas quando eram moças e lisas. Rostos irmãos se olham dos porta-retratos, a se amarem e compreenderem mudamente. O piano fechado, com uma longa tira de flanela sobre as teclas, repete ainda passadas valsas, de quando as mãos maternas careciam sonhar.

A casa materna é o espelho de outras, em pequenas coisas que o olhar filial admirava ao tempo em que tudo era belo: o licoreiro magro, a bandeja triste, o absurdo bibelô. E tem um corredor à escuta, de cujo teto à noite pende uma luz morta, com negras aberturas para quartos cheios de sombra. Na estante junto à escada há um Tesouro da juventude com o dorso puído de tato e de tempo. Foi ali que o olhar filial primeiro viu a forma gráfica de algo que passaria a ser para ele a forma suprema da beleza: o verso.

Na escada há o degrau que estala e anuncia aos ouvidos maternos a presença dos passos filiais. Pois a casa materna se divide em dois mundos: o térreo, onde se processa a vida presente, e o de cima, onde vive a memória. Embaixo há sempre coisas fabulosas na geladeira e no armário da copa: roquefort amassado, ovos frescos, mangas-espadas, untuosas compotas, bolos de chocolate, biscoitos de araruta – pois não há lugar mais propício do que a casa materna para uma boa ceia noturna. E porque é uma casa velha, há sempre uma barata que aparece e é morta com uma repugnância que vem de longe. Em cima ficam os guardados antigos, os livros que lembram a infância, o pequeno oratório em frente ao qual ninguém, a não ser a figura materna sabe por que, queima às vezes uma vela votiva. E a cama onde a figura paterna repousava de sua agitação diurna. Hoje, vazia.

A imagem paterna persiste no interior da casa materna. Seu violão dorme encostado junto à vitrola. Seu corpo como que se marca ainda na velha poltrona da sala e como que se pode ouvir ainda o brando ronco de sua sesta dominical. Ausente para sempre da casa materna, a figura paterna parece mergulhá-la docemente na eternidade, enquanto as mãos maternas se fazem mais lentas e as mãos filiais mais unidas em torno à grande mesa, onde já agora vibram também vozes infantis.


(Vinícius de Moraes)

A alternativa em que a concordância NÃO condiz com a norma culta é:

Alternativas
Q2772048 Português

No uso dos pronomes, é essencial que se mantenha a concordância durante toda a frase. Nesse sentido, assinale a alternativa em que todos os pronomes e verbos foram utilizados corretamente quanto à concordância:

Alternativas
Q2748554 Português

Escolha uma das palavras dos parênteses para completar cada uma das frases. Após marque a sequência correta.

I – A receita indica ______________ gramas de queijo parmesão ralado. (trezentas / trezentos)

II - ______ eczema está cada vez mais aparente. ( O / A)

III – Foi enviado telegrama de ____________ para a família enlutada. (pêsames / pêsame)

IV - ______ champanha foi servido bem gelado. (O /A)

V - _____ omoplata foi deslocada com o impacto. (O / A)

VI – Esqueci _________ óculos em casa. (meu / meus)

Alternativas
Q2746520 Português

Assinale a única alternativa que apresenta equívoco quanto à concordância verbal:

Alternativas
Q2745387 Português

INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 07 a 09.


Ande como alguém feliz para ser feliz, afirma estudo


1 Uma pesquisa publicada em uma revista internacional sobre Comportamento e Psiquiatria

afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma

série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais

felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.

5 No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns

fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de

movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à

esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.

À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas

10 tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste

físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.

Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O

resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo)

conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais

15 palavras positivas.

Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o

tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e

segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar

mais “animado” por aí. Vai que contagia.

(Adaptado a partir de htttp://revistagalileu.globo.com/. Acesso em abril de 2017.)

A regra de concordância presente no trecho uma série de pessoas foi testada é a mesma em

Alternativas
Q2743558 Português

Em qual das alternativas há, em língua culta, um erro de concordância nominal?

Alternativas
Q2740280 Português

Metendo a tesoura


Ganhei de minha filha uma calça jeans realmente irada. Tão irada, que já veio rasgada, esfolada, remendada. Coisa da moda. Da moda de hoje. Talvez de ontem, coisa que começou nos anos 60.

Rubem Braga dizia que ele era do tempo em que geladeira era branca e telefone era preto. Com efeito, houve um tempo, algo entre o Mesozoico e o Paleolítico superior, em que todos os automóveis eram pretos e as etiquetas sociais eram outras. Mas ganhei esse jeans iradíssimo, surradíssimo e, contraditoriamente, novo. Lembrei-me de quando fui lecionar na Califórnia nos anos 60 (ah! Os anos 60! “those were the days, my friend, I thouught they’ll never end”) (que quer dizer – aqueles foram os dias, meu amigo, pensei que eles nunca fossem terminar) e no primeiro dia de aula causou-me surpresa ver os estudantes de bermuda na aula, mas uma bermuda toda desfiada, meio rasgada. Meninos e meninas meio molambentos, até descalços, e não eram mendigos, eram jovens californianos ricos, cheios de dentes e brilho nos olhos e na pele, falando alto e achando que o mundo era deles. E quase era. Mas muitos deles foram morrer no Vietnã.

Mas eu via aqueles garotos em plena emergência da ideologia hippie, e pensava: eles brincam de pobre porque são ricos, vai ver que nunca viram um, por isto, estão se fantasiando assim. Enfim, fazia parte da revolução de costumes, inverter papeis, subverter o sistema.

Mas o fato é que ganhei aquele jeans. Não era tão degenerado como um que vi o Ronaldinho, numa foto, usando, rasgado de propósito no joelho e que ele botou para ir a uma festa, como se estivesse de fraque. Examinei o meu jeans e dentro, costurado, havia não sei quantas etiquetas dizendo que veio do México com sofisticadas instruções de como lavar o valioso traste. Quer dizer, a moda é do “trash”, mas a gente tem que, mesmo assim, ter cuidado para não estragar o estragado. Então, o experimentei. E ficou ótimo. Cintura baixa, “muderno”. Meio esfolado, com desgaste e talhos aqui e ali.

Terei coragem? Não fica ridículo num coroa? Mas há muito que aceito, aliás, obedeço sugestões de vestuários das filhas e da mulher. Me olhei no espelho e voltei a ter 27 ou 17 anos talvez.

Mas estava sobrando quatro ou cindo dedos de pano na bainha. Tem uma loja ali na esquina que faz bainha, me lembram. Mas aí, o grande paradoxo: como e por que levar para fazer bainha num jeans desmazelado? Que hipocrisia é essa? Estou tendo de ler notícias sobre o Severino*, estou tendo que enfrentar tiroteios na Linha Vermelha. Guerra é guerra, uai! Na véspera, uma amiga disse que a filha compra roupas e, quando estão meio grandes, mete a tesoura na sobrante bainha, forçando até para que o tecido desfiasse.

Houve um tempo em que o telefone e a geladeira eram pretos e quem tivesse um fiapo na roupa morria de vergonha. Agora saímos para mostrar a descostura, o avesso, a etiqueta do fabricante, o rasgão.


Ou seja, como nas bienais, o rascunho virou obra de arte.


Affonso Romano de Sant’Anna


* Severino – Político pernambucano. Foi presidente da Câmara dos Deputados entre fevereiro e setembro de 2005, quando renunciou.

A frase em que a concordância nominal está INDEVIDA é:

Alternativas
Q2737401 Português

A concordância nominal está correta em todas as frases abaixo, exceto em:

Alternativas
Respostas
6401: D
6402: B
6403: B
6404: C
6405: E
6406: B
6407: A
6408: B
6409: B
6410: A
6411: B
6412: C
6413: C
6414: B
6415: A
6416: C
6417: C
6418: D
6419: B
6420: C