Questões de Concurso
Sobre colocação pronominal em português
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Para que serve o saber
Mario Sergio Cortella
Clarice Lispector, grande escritora nascida na Ucrânia e que viveu no nosso país, tem uma frase magnífica que, sintetizada, dizia: “O melhor de mim é aquilo que eu não sei”. Isso significa que aquilo que eu não conheço é a minha melhor parte. Porque aquilo que eu já sei é mera repetição. Aquilo que eu não sei é o que me renova, o que me faz crescer. O conhecimento é algo que reinventa, que recria, que renova.
Essa noção é importante, pois estabelece a natureza da nossa relação com o conhecimento e suas nuances. O gênio, por exemplo, não é aquele que julga já saber. Gênio é aquele que sabe que não sabe tudo e continua na busca do saber. Gênio é aquele que se faz. O gênio não desiste de conhecer. Cuidado com gente que acha que já sabe, que acha que já conhece. Cuidado com gente que acha que o conhecimento é algo a ser concluído.
Afinal, para que serve o conhecimento? Qual é o poder do saber? Não podemos perder a perspectiva de que a finalidade do poder é servir. Servir à vida, servir a uma comunidade, servir às pessoas. Todo poder que, em vez de servir, serve a si mesmo, é um poder que não serve. O poder da informação, o poder da ciência, o poder da arte é servir.
O que fazemos com o poder do nosso saber? Nós repartimos, partilhamos, o usamos para crescer? Ou eventualmente o utilizamos para dominar? Para tornar o outro ser humano menor? Para diminuir a vida?
Conhecimento tem a finalidade de servir à vida. Mas à vida de quem? De todas e todos. À vida coletiva.
1- No trecho “com o conhecimento e suas nuances” o termo destacado pode ser substituído sem alteração de sentido pelo termo sutileza.
2- No trecho “ Gênio é aquele que sabe que não sabe tudo e continua na busca do saber.” Há um período misto formado por uma oração subordinada substantiva e uma oração coordenada sindética.
3- No trecho “ O melhor de mim é aquilo que...” o termo sublinhado é classificado sintaticamente como objeto indireto.
4- No trecho “ Aquilo que eu não sei é o que me renova”, o pronome oblíquo átono destacado funciona sintaticamente como objeto direto e foi empregado na forma proclítica, uma vez que o termo que o antecede exige essa colocação.
Está (ão) correta (s)
No lugar dela, mantendo a correção gramatical, é mais usual
( ) Em “[...] o futuro que ela vê, [...]” (1º§), o pronome pessoal tem como referente a mãe de Mafalda e foi usado a fim de evitar repetições desnecessárias no texto.
( ) Em “Como ela não perceberia isso, [...]” (2º§), há dois elementos de reiteração: os pronomes “ela” e “isso”. Nos dois casos, esses elementos estabelecem relação anafórica com a informação a que fazem referência.
( ) Em “Este talvez seja o aspecto mais explicitamente feminista de Mafalda: o familiar – o pessoal – é político.” (5º§), o pronome demonstrativo “este” estabelece relação catafórica com a informação a que faz referência.
( ) Em “[...] porque o trabalho doméstico a oprime, estrangula-a, degrada-a [...]” (5º§), há apenas dois elementos de referenciação. Ambos estão pospostos ao verbo com que se relacionam, em situação de ênclise, já que não há fator de próclise.
A sequência está correta em
( ) 1 - “...doenças para as quais prescreve-se descanso.”
( ) 2 - “O efeito se faz notar...”
( ) 3 - “...aconselham-se meios de auxílio à leitura.”
( ) 4 - “...sugere-se um livro a cada dois ou três dias.”
A sequência correta é:
“Chamavam-lhe, por ironia, a Rua do Meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado.” Em relação à colocação dos pronomes, em destaque, junto aos verbos temos respectivamente:

Disponível em: <https://blogdoaftm.com.br/charge-enquanto-isso-na
-amazonia/>.
Nesse caso, considerando-se a colocação dos pronomes oblíquos átonos na charge, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir.
( ) No terceiro balão, a palavra negativa determina o emprego da próclise.
( ) No segundo balão, o verbo no gerúndio exige a ênclise.
( ) É facultativo o emprego do pronome oblíquo nas locuções verbais, conforme empregado no segundo balão.
( ) O pronome relativo “que” atrai o pronome oblíquo “o”, por isso a próclise no primeiro balão.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
(CEGALLA, D. Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Companhia Editora Nacional: 2010, p. 18.)
Em sintonia com os conceitos apresentados pelo gramático, leia os textos a seguir.
TEXTO I
“Atualmente, muito se preconiza quanto à humanização da saúde. O legado de Pedro Bloch não pode figurar fora desses ensinamentos. Além de ele próprio ouvir os pacientes miúdos, recolhendo matéria -prima para seus estudos e textos, dava voz à meninada, reproduzindo suas histórias.” (3º§)
TExTO II
Disponível em: https://mamaepratica.com.br/2015/04/26/perolas-das-criancas-transformadas-em-tirinhas/
Com base nos aspectos gramaticais analisados nos dois textos, é correto afirmar que a
CEREJA, William Roberto, MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática reflexiva: Texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 368.
A esse respeito, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I – No trecho “Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.”, a colocação pronominal se realizou de acordo com a norma-padrão
PORQUE,
II – no caso, a próclise é de rigor, pois há antes do verbo, na oração, uma palavra que atrai o pronome átono, representada pela conjunção subordinativa.
A respeito das asserções é correto afirmar que

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
A correção gramatical do quinto parágrafo seria mantida caso, no trecho “se tornou” (linha 14), a forma pronominal “se” fosse deslocada para logo após a forma verbal — escrevendo‐se tornou‐se.
Sobre as regras de colocação pronominal, assinale a alternativa incorreta:
Atente para a colocação do pronome oblíquo no texto do seguinte cartaz.
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=wdBGGim8hhU>.
Segundo Cegalla (2010, p. 538), “Conforme sua posição junto ao verbo, os pronomes oblíquos átonos podem ser: proclíticos (antepostos ao verbo); mesoclíticos (intercalados no verbo); enclíticos (pospostos ao verbo)”.
A esse respeito, analise as asserções e a relação proposta entre elas.
I – No texto do cartaz a colocação do pronome oblíquo átono “me” está de acordo com as regras da gramática normativa
PORQUE
II – a próclise é de rigor, nesse caso, por ser lícito iniciar a frase com pronome quando o verbo está no presente do indicativo.
Sobre as asserções é correto afirmar que
Leia a frase transcrita de um meme.
Disponível em: <https://www.facebook.com/708755369290065/photos/a.708776732621262/994165590749040/?type=3>.
Na frase “...e depois me arrepender.”, o pronome átono é colocado antes do verbo porque está precedido de
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Recursos marinhos não renováveis: vão durar?
Estanho, titânio, cascalho, calcário, enxofre, carvão e petróleo são exemplos de minerais utilizados amplamente pela sociedade atual. Estão na base das mais avançadas tecnologias que facilitam nossas vidas, mas, cabe lembrar, são recursos não renováveis. Sua exploração segue desenfreada, inclusive no ambiente marinho.
O oceano tem diferentes ecossistemas, cada um deles com variados e abundantes recursos, e os minerais marcam forte presença. Nas águas mais rasas da zona costeira e da plataforma continental, os principais são o cascalho e a areia - esta é muito utilizada para produção de cimento ou vidro e aquele, útil na produção de cosméticos, fertilizantes e cimentos. Em regiões costeiras também há os ditos minerais pesados, como ilmenita, rutilo, zircão, monazita e magnetita, todos importantes para a produção de pigmentos e de ligas metálicas.
Há também os evaporitos, um tipo de rocha sedimentar formada em ambientes marinhos com pouca influência de sedimentos de origem continental. Entre os evaporitos, estão a halita, utilizada como sal de cozinha e fonte de cloro e derivados; a silvita, principal fonte de potássio para a produção de fertilizantes e fogos de artifício; a gipsita, matéria-prima para a fabricação de gesso; além da calcita, da anidrita e da dolomita, presentes na fabricação de cal para argamassa. Outro tipo de rocha sedimentar formada no ambiente marinho em grandes profundidades (maiores que mil metros) é a fosforita, bastante usada na produção de fertilizantes.
Formados ao longo de milhões de anos a partir da matéria orgânica de seres vivos, os depósitos de carvão mineral, gás natural e petróleo são importantes fontes de energia para a sociedade. O petróleo, além de ser a principal matriz energética na atualidade, também é usado na fabricação de tecidos, plásticos, detergentes, entre outros produtos.
Há, ainda, um composto energético marinho, talvez mais abundante do que todo o petróleo e o carvão: os hidratos de gás. São sólidos cristalinos semelhantes ao gelo, presentes em todas as margens oceânicas abaixo dos 500 metros de profundidade. Com uma estrutura que aprisiona gases, principalmente o metano, eles têm alto potencial energético a ser explorado.
Em diferentes profundidades do oceano, encontram-se também outros minerais: os nódulos polimetálicos, as crostas cobaltíferas e os sulfetos metálicos. Os nódulos, que contêm ferro e manganês, estão localizados sobre o sedimento marinho entre 4 mil e 5 mil metros de profundidade. Os sulfetos metálicos, ricos em ferro e cobre, são encontrados em zonas relacionadas ao vulcanismo e à expansão das placas tectônicas, a aproximadamente 3 mil metros de profundidade. As crostas cobaltíferas, ricas em cobalto, são formadas sobre estruturas rochosas em regiões entre 400 metros e 4 mil metros de profundidade.
O olhar sobre esses minerais é estratégico, uma vez que são ricos em elementos usados na construção de painéis solares, celulares, lâmpadas, ligas metálicas, vidro, lentes dos óculos, cabos de transmissão de dados, entre outros.
A obtenção desses e de outros recursos minerais do oceano apresenta desafios ambientais e tecnológicos complexos, mas que certamente não são insuperáveis. Acontece que, se nesse movimento pela exploração, a ganância pelo lucro prescindir do bem maior que é o meio ambiente, pode-se considerar o comprometimento das gerações atuais e futuras.
A diversidade biológica também é enorme nos fundos marinhos - grande parte ainda desconhecida -, e pode ser afetada de forma irreversível se os cuidados necessários não forem tomados. A obtenção desses recursos deve considerar os grandes custos envolvidos e ser feita para gerar e compartilhar prosperidade, sem inviabilizar a natureza.
Há quem se pergunte como contribuir para que a exploração não ocorra desnecessariamente e de modo predatório. Já é de grande valia uma atitude individual que considere o consumo de forma consciente e, melhor ainda, seria se, coletivamente, houvesse mais pressão para que as empresas desenvolvam produtos com maior eficiência e durabilidade, demandando menos recursos e reciclando materiais.
Retirado e adaptado de: TOLEDO, Felipe.; BIAZON, Tássia. Recursos marinhos não renováveis: vão durar? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/recursos-marinhos-nao-renovaveis-vao-durar/ Acesso em 2 ago., 2022.
Assinale a alternativa que apresenta correção na colocação pronominal:
Leia o texto abaixo:
No ritmo atual da destruição, uma espécie se extingue a cada 20 minutos. Há muito para ser feito, mas o tempo é curto. Por onde começar, então? Muitos acreditam que bastam dados alarmantes para a conscientização das pessoas. Especialistas em comunicação advertem, no entanto, que pode acontecer o contrário: a grandiosidade do problema talvez provoque a imobilização e o conformismo nas pessoas. Segundo Michael Soulé, professor da Universidade de Recursos Naturais de Michigan, “a realidade mostra que as más notícias, quando apresentadas sem perspectivas de saída, criam uma repulsão pelo tema”.
As organizações não governamentais, que dependem do apoio público para sobreviver, há muito descobriram a importância de propor estímulos positivos enquanto denunciam a devastação. “É preferível o otimismo das ações ao pessimismo das ideias”, sustentam os militantes do Greenpeace, num dos seus slogans prediletos. Essas ideias são compartilhadas por Mário Mantovani, diretor da Fundação SOS Mata Atlântica, hoje com mais de 23.000 associados. “Reforçamos os fatos positivos. Mostrar uma área da Mata Atlântica que tenha se regenerado depois de praticamente destruída prova para as pessoas que a luta vale a pena.”
“Não conseguiremos ensinar às pessoas o amor à vida com argumentos econômicos e raciocínio lógico”, sentencia Michael Soulé. Para ele, a conscientização depende de um sentimento de comunhão com a natureza. Para amá-la, é preciso um contato direto, o pé na trilha, a caminhada na praia, o pôr do sol na praça. “Não há argumento que substitua a experiência direta com o mundo natural”, assegura.
“É quase uma experiência religiosa”, disse o biólogo Russel Mittermeier, presidente da organização Conservation International, à revista Time. Esses momentos podem ser precedidos por informações colhidas em livros, revistas, filmes ou mesmo exposições. Mittermeier conta que aprendeu a amar a natureza com os livros de Tarzan. Porém, esses contatos indiretos só são sedimentados nos momentos de real comunhão, ao vivo. “Se quiser convencer alguém da importância da biodiversidade, em vez dos números, tenha a coragem de contar uma experiência emocional concreta sua com a natureza”, sugere o professor Michael Soulé. O amor pela diversidade da vida continua sendo a nossa melhor arma.
ALVES, Liane Camargo de Almeida. Um mundo por conhecer e preservar. Terra, São Paulo, v.8, n. 5, p. 29, maio 1999, adaptação
Assinale a alternativa correta em relação ao texto.
Leia o texto abaixo:
O Coronel
Uma das mais tradicionais figuras da sociedade brasileira é o coronel. O coronel, seja ou não do exército (e geralmente não é), comporta-se como alguém que possui um imenso poder, alguém que manda e desmanda, que possui e faz questão de demonstrar sua autoridade. Provavelmente tal figura nasceu nas fazendas de cana-de-açúcar e de café, e sua brutalidade vem do áspero trato com os escravos. (…)
O curioso é que, além de persistir a figura do coronel, permanece a do servo. Grande parte da população ama e reverencia esse padrão de comportamento autoritário. Exemplos estão espalhados pelo Brasil. (…)
Seus eleitores e admiradores são, em geral, pessoas que não simpatizam ou não entendem os complicados processos da democracia. Para elas, e muitas vezes isso é uma desconfiança justificada, o mundo dos poderosos é composto de enganadores. Nos coronéis elas reconhecem um sujeito franco, espontâneo, daqueles que falam primeiro e pensam depois. Elas o sentem como alguém próximo e com quem podem se identificar. Sentem-se representadas por ele e por isso votam nele. (…)
Na canção “Podres Poderes”, o compositor Caetano Veloso põe em destaque este vezo cultural de nossa sociedade: o de reverenciar coronéis. Para quem nunca teve o prazer de ouvir a música, o verso é o seguinte: “Será que nunca faremos senão confirmar a incompetência da América católica, que sempre precisará de ridículos tiranos?”. Queria saber a resposta, mas não sei.
José Roberto Torero – Folha de S. Paulo,
caderno de Esportes, 5/01/2001
Analise as afirmativas abaixo:
1. A palavra figuras retoma a coronel, logo é elemento de coesão textual.
2. Na expressão esse padrão de comportamento, o pronome se refere a antecedente.
3. A expressão este vezo cultural relaciona-se ao que será exposto mais adiante no texto.
4. Na oração elas o sentem, no 3º parágrafo, o pronome oblíquo o retoma enganadores.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como garantir tempo de planejamento dentro da jornada dos professores?
Por José Marcos Couto Júnior
01............Ser um dos vencedores do Prêmio Educador Nota 10 em 2018 foi um dos momentos mais
02...marcantes de minha trajetória. Nos últimos dias estava recordando aquela experiência e ...... de
03...que, durante os compromissos da premiação, pediram-nos para responder duas perguntas: “o
04...professor é um herói?” e “o magistério é uma espécie de sacerdócio?”
05............Esses questionamentos geraram um belo debate entre os vencedores. Havia quem
06...concordasse e quem discordasse. Assim como pensava ...... quase quatro anos, reafirmo o meu
07...entendimento: não somos heróis. Embora acredite que, sem amor e empatia, o processo de
08...aprendizagem nunca será completo e satisfatório, somos profissionais da Educação. Por isso,
09...necessitamos de boas condições de trabalho e de valorização profissional.
10............Dentro dessas necessidades não pode faltar o direito ao tempo de planejamento do
11...docente. Estamos em junho de 2022, catorze anos após a aprovação da Lei 11.738/2008, a qual
12...garante 1/3 da carga horária do professor dedicada ___ atividades realizadas fora de sala de
13...aula. No entanto, infelizmente, ela ainda é uma realidade distante para muitos educadores.
14............Não há como falarmos sobre valorização da profissão sem viabilizar momentos para o
15...planejamento, e sem compreendermos que ele faz parte da rotina escolar. Do contrário,
16...perdemos qualidade nas aulas por um lado, ao mesmo tempo em que passamos a exigir que o
17...professor estenda sua jornada de trabalho por outro lado.
18............Faltam quadros docentes que viabilizem essa organização da rotina. No entanto, esse
19...problema não pode “ficar na conta” do professor, muito menos prejudicar ____ aprendizagens
20...dos alunos. Além disso, essa deve ser uma demanda primordial de gestores, mas a princípio não
21...de gestores escolares. Cabe ao executivo federal, estadual e municipal, bem como aos seus
22...respectivos ministros/secretários, garantirem a contratação de docentes, além de
23...desenvolverem grades curriculares que permitam a dedicação para as atividades fora de sala de
24...aula dentro da jornada de trabalho.
25............Enquanto isso não acontece, quem está na ponta é afetado. E mesmo sem sermos aqueles
26...que poderão sanar o problema em definitivo, precisamos agir. Nesse sentido, passa-se a exigir
27...que os gestores escolares busquem estratégias provisórias para mitigar o problema.
28............Desde já reafirmo que o termo melhor empregado neste caso é “mitigação”. Gestores
29...escolares não darão conta de garantir um tempo de planejamento adequado em unidades
30...escolares sem professores. É o velho ditado que afirma não ser possível “fazer omeletes sem
31...ovos”.
32............Muitas vezes a própria equipe gestora acaba atuando em sala de aula como solução
33...emergencial. Evidentemente, este é o pior dos cenários, pois como a minha avó dizia, de novo
34...apelando para o conhecimento popular, “cobre-se um santo para descobrir outro”. No fim,
35...terminamos exercendo mal as duas funções.
36............Assim, para garantirmos o direito dos alunos ____ aulas de qualidade e do docente
37...planejar dentro de sua jornada de trabalho, faz-se urgente encontrar soluções com apoio de
38...parceiros da escola. Precisamos pedir ajuda, ...... não conseguiremos isso sozinhos.
(Disponível em: Revista Nova escola – https://novaescola.org.br/conteudo/21285/gestao-escolar-como
garantir-tempo-para-o-planejamento-dentro-da-jornada-de-trabalho-dos-professores – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as relações morfossintáticas em língua portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 02, 06 e 38.