Questões de Concurso
Sobre colocação pronominal em português
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Nos dizem qual foi o peso do escravismo em cada sociedade. (L.20)
Assinale a alternativa que apresente comentário pertinente sobre a colocação pronominal no período acima.

“[...] imaginei um sem-número de sons que nos confortam.” (linha 6)
"O povo de casa não se aquietará até encontrar alguém para levar a comidinha."
Com base nas regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta que analisa a posição do pronome oblíquo átono "se".
Em relação à colocação pronominal, assinale a alternativa correta.
(__)Deverá ocorrer obrigatoriamente próclise em orações imperativas afirmativas.
(__)Deverá ocorrer obrigatoriamente próclise sempre que houver uma palavra atrativa que justifique o adiantamento do pronome.
(__)Deverá ocorrer obrigatoriamente próclise em orações reduzidas do gerúndio.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
MONTE CASTELO (RENATO RUSSO)
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos Sem amor eu nada seria
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema
A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
Os excertos que seguem são trechos do conto "A carteira", de Machado de Assis. Leia os trechos e analise-os quanto à colocação pronominal dos verbos destacados:
I. De repente, Honório olhou para o chão e viu uma carteira. Abaixar-se, apanhá-la e guardá-la foi obra de alguns instantes.
II. Ninguém o viu , salvo um homem que estava à porta de uma loja, e que, sem o conhecer , lhe disse rindo:
— Olhe, se não dá por ela; perdia-a de uma vez.
— É verdade, concordou Honório envergonhado.
III. Nunca demorou tanto a conta, nem ela cresceu tanto, como agora; e, a rigor, o credor não lhe punha a faca aos peitos; mas disse-lhe hoje uma palavra azeda, com um gesto mau, e Honório quer pagar-lhe hoje mesmo.
IV. Eram cinco horas da tarde. Tinha-se lembrado de ir a um agiota, mas voltou sem ousar pedir nada."
Estão adequadas, conforme a gramática formal da Língua Portuguesa, as colocações pronominais em:
Considere a seguinte passagem do texto: “Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.” Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfológica e sintática dessa passagem.
I- A vírgula depois de “externas” foi usada, de acordo com a norma, para separar a expressão adverbial “Na busca por experiências externas”, que se encontra deslocada.
II- O uso do sinal indicativo de crase em “à nossa vida”, de acordo com a norma, é facultativo, tendo em vista a presença do pronome possessivo feminino “nossa”.
III- Os pronomes “aquela” e “que” são anafóricos uma vez que constroem coesão, pois retomam o termo “a convivência íntima”.
IV- O uso da próclise em “aquela que nos permite” de acordo com a norma, é obrigatório, pois a palavra “que” é atrativa.
V- Os termos “que” e “e” foram usados como conjunções subordinativas, uma vez que ligam orações e constroem a coesão.
Estão CORRETAS as afirmativas
1. Na sala do Chefe:
Rui, o Empregado:- Com licença, Senhor Marcos! A diretora pediu-me que lhe entregasse o relatório. Marcos, o Chefe:- Obrigado! Deixe-me verificar os números.
2. Na partida de futebol, com os amigos:
Rui:- E aí, Mermão? Tudo” belê”? Amigo 1:- E aí, mano?
( ) Na situação 1, há a função metalinguística e uma variação discursiva diastrática em relação ao diálogo e situação do número 2;
( ) No diálogo 1, tem um caso de colocação pronominal de mesóclise; e no diálogo 2, o uso da língua na forma coloquial;
( ) Nos diálogos 1 e 2, há linguagem verbal, há variação linguística diafásica entre os diálogos e colocação pronominal no 1 e uso da linguagem informal no 2;
( ) No diálogo 2, o uso da língua padrão predomina, e, no diálogo 1, a variação linguística discursiva é diacrônica.
“Agora Fabiano era vaqueiro, e ninguém o tiraria dali. Aparecera como um bicho, entocara-se como um bicho, mas criara raízes, estava plantado.”
“Tinha a obrigação de trabalhar para os outros, naturalmente, conhecia do seu lugar. Bem. Nascera com esse destino, ninguém tinha culpa de ele haver nascido com um destino ruim. Que fazer? Podia mudar a sorte? Se lhe dissessem que era possível melhorar de situação, espantar-se-ia. (…) Era a sina. O pai vivera assim, o avô também. E para trás não existia família.” (Vidas Secas, 27 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1970. P. 53-56)