Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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Leia o fragmento:
Analise as proposições:
I – A repetição do termo “pen drive” constitui uma prática viciosa, que prejudica a produção de sentidos por parte do leitor.
II – o trecho “verdade que pequeno” constitui uma opção redacional, que intensifica a argumentação.
III – a utilização do trecho entre parênteses constitui uma intervenção retórica do autor para interromper a estrutura sintática do período para relativizar a afirmação do enunciado anterior.
IV – a opção do autor por iniciar a frase “Que tinha caído por ali” corresponde às prescrições da gramática normativa.
Assinale a alternativa CORRETA:
A expressão ‘esse tipo de estratégia’ (l.12) retoma a ideia expressa no período imediatamente anterior, de que sítios com reputação confiável tendem a ser mais visados por “cibercriminosos”.
1. Em “que grilaram” há um pronome relativo, equivalente a “os quais” .
2. Em “o transformaram” o pronome refere-se a “o tempo ocioso de toda a humanidade”.
3. Em “os depositaram” o pronome refere-se a “dólares”.
4. No texto, o pronome “seus” refere-se a “labradores”.
5. A forma verbal “grilaram” indica ação conclu- ída no passado.
6. A palavra “continuamente” corresponde a “talvez dia a dia”.
Assinale a alternativa que indica todas as afrmativas corretas.
A expressão “o referido mecanismo” (l.2-3) retoma o antecedente “justiça ineficiente” (l.2).
“Foi então que leu sobre a relação entre lágrimas de mulher e a testosterona, o hormônio masculino. Foi uma verdadeira revelação.” (Texto I – 3º parágrafo)

Julgue os itens que se seguem, relativos às informações e estruturas linguísticas do texto acima.
Volta à polêmica sobre patente de remédios
Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito.
A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.
A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.
A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.
O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada.
(O Globo, 07/04/2013)
O emprego da forma pronominal “esse”, nos casos sublinhados, se justifica por que

Com base nas ideias e na estrutura do texto acima, julgue o item.

Com base nas ideias e na estrutura linguística do texto acima, julgue o item a seguir.
A expressão “começou a se desconstruir” (L.17-18) apresenta
sujeito indeterminado pelo pronome “se” e tem como
complemento o objeto “o esquema de financiamento existente”
(L.18-19).

Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.

Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto ao lado, de Adriano C. F. Amorim.

De acordo com o contexto, os elementos sublinhados no trecho acima têm, respectivamente, o sentido de:

As versões radicais do cartesianismo consideram que até mesmo a dor de outros mamíferos é apenas uma resposta automática.
Para o cartesianismo, o sofrimento dos animais não deve ser motivo para nos preocuparmos com sua possível ex- tinção.
As frases acima articulam-se num único período, com clareza e correção, em:





