Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Ano: 2021 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2021 - MPE-RS - Promotor de Justiça |
Q1839493 Português

Assinale com V (verdadeiro) ou com F (falso) as seguintes afirmações, referentes ao emprego de sinais de pontuação no texto.


(  ) A vírgula que ocorre imediatamente após escasso (l.31) poderia ser eliminada, sem acarretar erro ou alteração do significado.

(  ) A vírgula que ocorre imediatamente após desafio (l. 31) poderia ser eliminada, sem acarretar erro ou alteração do significado.

(  ) Sem acarretar erro ou alteração do significado, o ponto final da linha 47 poderia ser substituído por dois-pontos, iniciando-se a oração seguinte com letra minúscula.

(  ) Sem acarretar erro ou alteração do significado, as vírgulas que isolam o segmento célebre comandante das forças britânicas (l. 77) poderiam ser substituídas por travessões.


A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é 

Alternativas
Ano: 2021 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2021 - MPE-RS - Promotor de Justiça |
Q1839490 Português

Considere as seguintes propostas de substituição de segmentos do texto.


1. Substituir lhe (l. 9) por a ele.

2. Substituir melhor (l. 13) por mais satisfatoriamente.

3. Substituir o primeiro o da linha 36 por aquilo.


Quais propostas estão corretas e mantêm o sentido do texto?

Alternativas
Ano: 2021 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2021 - MPE-RS - Promotor de Justiça |
Q1839483 Português

Considere as seguintes ocorrências da palavra que no texto.


1. que (l. 26)

2. que (l. 41)

3. que (l. 46)


Quais ocorrências da palavra que retomam uma palavra ou uma expressão anteriormente explicitada no texto? 

Alternativas
Ano: 2021 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2021 - MPE-RS - Promotor de Justiça |
Q1839482 Português
Assinale a alternativa em que se estabelece uma relação correta entre um pronome do texto e o segmento que ele retoma. 
Alternativas
Ano: 2021 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2021 - MPE-RS - Promotor de Justiça |
Q1839476 Português
Com base na relação de sentido que o período na linha 39 do texto mantém com o período precedente, assinale a expressão que mais adequadamente preenche a lacuna pontilhada da linha 39.
Alternativas
Q1839390 Português

Leia o texto a seguir.


Na placa acima há dois elementos coesivos “Se” e “para”. Analisando esses dois elementos e o período acima, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q1839386 Português

Observe o texto a seguir.

Resposta da anterior:

A linguagem verbal estabelece relação de Tempo.

De acordo com a resposta da questão anterior e, ainda, em relação à expressão no segundo quadrinho que introduz a fala, em todas as alternativas abaixo, esse elemento coesivo foi utilizado com o mesmo sentido expresso no segundo quadrinho, EXCETO. 
Alternativas
Q1839252 Português
“Deve-se rezar para se ter mente sã em corpo são.”
A segunda oração desse pensamento é chamada de reduzida, com o verbo (ter) no infinitivo. Assinale a opção que apresenta a forma adequada para transformar essa oração em desenvolvida.
Alternativas
Q1839248 Português
“Para males extremos, extremos remédios, levados ao máximo rigor, são os mais válidos.”
Em relação à estrutura dessa frase, assinale a afirmação inadequada.
Alternativas
Q1839172 Português
Assinale a opção que apresenta a frase que mostra incoerência.
Alternativas
Q1838044 Português

    Em 16 de setembro de 1620, o Mayflower zarpou da Inglaterra com destino ao Novo Mundo, transportando 102 peregrinos e inaugurando a colonização do país que viria a ser os Estados Unidos. Quatrocentos anos depois, no mesmo dia e no mesmo porto britânico de Plymouth, de onde a antiga embarcação se lançou ao Atlântico, um novo Mayflower, completamente diferente daquele, foi oficialmente batizado. Dessa vez, porém, a missão desbravadora é outra: nos próximos dias, a nau inaugurará uma nova era nas navegações, sem passageiros nem tripulação, viajando de forma completamente autônoma.

    O Mayflower do século XXI é efetivamente guiado pela tecnologia, e não por pessoas — mais especificamente por um software que analisa informações vindas de radares, satélites e outros equipamentos que ajustam seu percurso e velocidade, evitando colisão com outras embarcações. O sistema tem como objetivo principal comprovar a viabilidade de navios sem assistência humana.

     Ao refazer a jornada histórica, o reluzente Mayflower não só provará sua capacidade de navegação autônoma, como também coletará informações da vida marinha, monitorando constantemente a temperatura e os níveis de sal e oxigênio das águas, além de verificar a existência de microplásticos poluentes no mar. Outro dispositivo especial são os microfones, que captarão sons emitidos por baleias encontradas pelo caminho.

    Apesar de toda a tecnologia e cuidados, o grau de aventura do projeto é inequívoco — sujeito, evidentemente, a contratempos, chuvas e trovoadas. Poucos dias depois da primeira partida do porto de Plymouth, em 15 de junho, com 10% do percurso já concluído, um problema no gerador a diesel forçou o retorno da embarcação à Inglaterra para reparo e, até 29 de junho, o barco aguardava sinal verde para zarpar novamente.

    Embora os percalços existam, a empolgação com o Mayflower e com outros barcos do tipo não arrefeceu. Com os últimos avanços, a tecnologia já tornou semiautônomos alguns processos de carga e descarga nos portos mais avançados. Até agora, depois de alguns anos de testes, existem dificuldades técnicas e legais a superar antes de pôr para rodar os aguardados carros autônomos. Imagine o tamanho do problema quando se trata de cargueiros e petroleiros de 10000 toneladas. Para chegar lá, as esperanças estão depositadas no sucesso de embarcações como o moderno Mayflower. Assim como a sua versão histórica, ele pode ficar marcado como o navio pioneiro de uma grande mudança.

(Sabrina Brito. Águas remotas. Veja, 07.07.2021. Adaptado)

Na passagem do último parágrafo – Para chegar lá, as esperanças estão depositadas no sucesso de embarcações como o moderno Mayflower. –, o advérbio destacado faz referência 
Alternativas
Q1837612 Português
“A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – parece nome de cartão de crédito – tomou a iniciativa de modificar as regras para a redação das bulas dos remédios. Que os laboratórios chamem profissionais que saibam escrever.” Deonísio da Silva, A língua nossa de cada dia. Sobre esse pequeno fragmento, assinale a afirmativa correta.  
Alternativas
Q1837607 Português
“A medicina é uma grande ciência; basta só isso de dar saúde aos outros, conhecer as moléstias, combatê-las e vencê-las.” Machado de Assis. Dom Casmurro. Nesse segmento, o pronome isso se refere textualmente
Alternativas
Q1837537 Português

Leia o texto I para responder à próxima.


Texto I


O vírus da linguagem


Sérgio Rodrigues


O escritor argentino Jorge Luis Borges, que não era muito simpático à etimologia, apontou a inutilidade de saber que a palavra cálculo veio do latim “calculus”, pedrinha, em referência aos pedregulhos que se usavam antigamente para fazer contas.

Tal conhecimento, argumentou o genial autor de “A Biblioteca de Babel”, não nos permite “dominar os arcanos da álgebra”. Verdade: ninguém aprende a calcular estudando etimologia.

O que Borges não disse é que o estudo da história das palavras abre janelas para como a linguagem funciona, como produz seus sentidos, que de outro modo permaneceriam trancadas. É pouco?

Exemplo: a história de “calculus” não ensina ninguém a fazer contas, mas a do vírus ilustra muito bem o mecanismo infeccioso que opera dentro dos —e entre os— idiomas.

O latim clássico “virus”, empregado por Cícero e Virgílio, é a origem óbvia da palavra sob a qual se abriga a apavorante covid-19. Ao mesmo tempo, é uma pista falsa.

Cícero e Virgílio não faziam ideia da existência de um troço chamado vírus. Este só seria descoberto no século 19, quando o avanço das ciências e da tecnologia já tinha tornado moda recorrer a elementos gregos e latinos para cunhar novas expressões para novos fatos.

No caso, nem foi preciso cunhar, bastou buscar no latim uma palavra pronta, sonora. Seus sentidos originais, todos vizinhos da sujeira, ajudavam: sumo, sêmen, veneno, poção, beberagem, linguagem vil.

Contudo, a não ser pelo código genético rastreável em palavras como visgo, viscoso e virulento, fazia séculos que o “virus” latino hibernava. Foi como metáfora venenosa que, já às portas do século 20, saiu do frigorífico clássico para voltar ao quentinho das línguas.

Em 1898, o microbiologista holandês Martinus Beijerink decidiu batizar assim certo grupo de agentes infecciosos invisíveis aos microscópios de então, com o qual o francês Louis Pasteur tinha esbarrado primeiro ao estudar a raiva.

O vírus nasceu na linguagem científica, mas era altamente contagioso. Acabou se tornando epidêmico no vocabulário comum de diversas línguas.

Quando a gripe espanhola varreu o mundo, em 1918, a humanidade já sabia nomear a coisa. “A linguagem é um vírus”, cantou Laurie Anderson.

É claro que saber de tudo isso não nos protege da epidemia que bate às portas do país quando ele está mais frágil, menos funcional, menos inteligente. Borges tem razão em parte.

Ainda não foi descoberto, no entanto, um tema em que a ignorância seja preferível ao conhecimento. Já se disse que nomear bem um problema é o primeiro passo para resolvê-lo.

O vírus da palavra penetrou no vocabulário da computação em 1972, como nome de programas maliciosos que se infiltram num sistema para, reproduzindo-se, colonizá-lo e infectar outros.

No século 21, com o mundo integrado em rede, deu até num verbo novo, viralizar. Foi a primeira vez que um membro da família ganhou sentido positivo, invejável: fazer sucesso na internet, ser replicado em larga escala nas redes sociais.

Mesmo essa acepção, como vimos, tinha seu lado escuro, parente de um uso metafórico bastante popular que a palavra carrega há décadas. No século passado, tornou-se possível falar em “vírus do fascismo”, por exemplo. Ou “vírus da burrice”.

Antigamente, quando se ignorava tudo sobre os vírus, uma receita comum que as pessoas usavam para se proteger do risco de contrair as doenças provocadas por eles era rezar. Está valendo.


Disponível em:

<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2020/03/o-virus-da-linguagem.shtml>.

Acesso em 12 mar. 2020

Assinale a alternativa em que o elemento entre parênteses não se refere, no texto, ao pronome destacado.
Alternativas
Q1837490 Português
INSTRUÇÕES: A questão dize respeito ao texto abaixo. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

(Texto)


De acordo com o Texto, é CORRETO afirmar que o pronome “eles” (linha 5) refere-se ao seguinte trecho do Texto: 
Alternativas
Q1837303 Português

Obs.: As questões se apoiam em frases do discurso publicitário ou de propaganda.

Assinale a opção que apresenta o texto que não respeita a coerência.
Alternativas
Q1837300 Português

Obs.: As questões se apoiam em frases do discurso publicitário ou de propaganda.

“Quando nos casamos, tudo aquilo que gostávamos era muito caro e tudo aquilo que podíamos comprar era muito feio.”
Segundo a gramática tradicional, na formulação desse texto há um erro gramatical. Assinale a opção que o apresenta.
Alternativas
Q1837158 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.

(ORWELL, George. 1984 – trad. Alexandre Hubner e Heloisa Jahn. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)

Quanto ao uso dos diferentes elementos gramaticais, a fim de se garantir tanto a coesão como a coerência no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1837157 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.

(ORWELL, George. 1984 – trad. Alexandre Hubner e Heloisa Jahn. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)

Considere as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) À guisa (1º parágrafo) poderia ser substituído por À espera, sem prejuízo ao sentido original da frase. ( ) Em relação ao uso de figuras de linguagem, são exemplos de antítese os slogans GUERRA É PAZ e LIBERDADE É ESCRAVIDÃO. ( ) Os travessões (último parágrafo) podem ser substituídos por dois pontos, sem que seja afetado o sentido do texto. ( ) A partícula -la (linha 12) retoma o vocábulo voz (linha 12). ( ) As palavras sensação, escravidão e exceção são acentuadas graficamente segundo a mesma regra: são oxítonas terminadas em ditongo nasal.
A sequência correta, de preenchimento das lacunas, é:
Alternativas
Q1837066 Português

Texto para a questão. 


Internet: <medicina.ufmg.br> (com adaptações).

Considerando os mecanismos de coesão no texto, assinale a alternativa em que há correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência. 
Alternativas
Respostas
4601: B
4602: E
4603: A
4604: D
4605: C
4606: A
4607: D
4608: B
4609: D
4610: D
4611: B
4612: E
4613: A
4614: B
4615: A
4616: D
4617: B
4618: C
4619: E
4620: D