Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

Foram encontradas 13.401 questões

Q1947921 Português

Texto CB1A1-I


    A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

    No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

    Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.

Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações)

Considerando as relações coesivas do texto CB1A1-I, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q1947920 Português

Texto CB1A1-I


    A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

    No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

    Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.

Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações)

Cada uma das próximas opções apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte período do texto CB1A1-I: “Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional.” (terceiro parágrafo). Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada preserva a correção gramatical e a coerência do texto. 
Alternativas
Q1947919 Português

Texto CB1A1-I


    A decisão de atuar em mercados externos é uma escolha estratégica que implica competitividade, condição que exige o melhor potencial das áreas funcionais da empresa, sendo, portanto, fundamental um gerenciamento seguro de todas elas, assim como o investimento em tecnologia, seja para competir no mercado externo, com produtos atualizados tecnologicamente e, no mínimo, compatíveis com a oferta de concorrentes internacionais, seja para modernizar seus processos de produção com o objetivo de aumentar a produtividade e competitividade.

    No comércio internacional, as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas que no comércio interno, o que implica aumento do prazo do ciclo de produção, venda e recebimento do pagamento, e demanda maior capital de giro da empresa exportadora para a manutenção desse ciclo.

    Ao pensar em exportação, qualquer empreendedor deve considerar a operação completa — compra da matéria-prima, produção, saída do produto da fábrica, chegada ao consumidor ou usuário final no país de destino — e, ao mesmo tempo, manter ou adequar os serviços que oferece aos clientes no Brasil, mesmo que parte desse trabalho seja terceirizada. Para muitos produtos, não basta encontrar um importador-distribuidor, é necessário definir quem prestará a assistência técnica, a reposição de peças, os serviços pós-venda etc. e como eles serão prestados. Conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é também essencial às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar assessoria para auxiliá-la na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.

Internet: www.sebrae.com.br (com adaptações)

A respeito de aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, assinale a opção correta.  
Alternativas
Q1947715 Português
Leia o texto para responder a questão.

Quanto custa carregar um carro elétrico?

Por Paulo Amaral

   Como cada empresa fornecedora de energia cobra uma tarifa diferente no Brasil, vamos adotar como padrão o valor do kilowatt/hora praticado em São Paulo em fevereiro de 2022 pela Enel: R$ 1,304, com impostos inclusos. Também para efeitos de padronização, o carro será o elétrico mais vendido do Brasil em 2021, o Nissan Leaf.   
     Capacidade da bateria
    Antes de mais nada, para saber quanto custa carregar um carro elétrico em casa é necessário se informar sobre qual a capacidade da bateria do modelo que você tem na garagem — algo que, convenhamos, normalmente você sabe desde que comprou o veículo. Para quem não tem um carro elétrico, mas está pensando em comprar um, a informação é preciosa. O Nissan Leaf, por exemplo, tem uma bateria de 40 kWh.
     Autonomia do carro
    Outro ponto fundamental para entender o quanto custa carregar um carro elétrico é saber qual a autonomia dele. Ou seja: quantos quilômetros ele vai rodar por carga completa. Quanto mais ele rodar, menos vezes você terá que carregar e, consequentemente, menos irá gastar. O Nissan Leaf tem autonomia de 270 quilômetros em seu ciclo WLTP, padronizado pela União Europeia e adotado na maior parte dos países do mundo como referência, inclusive no Brasil. Então nossas contas serão baseadas nele.
     Potência do carregador
  Existem diversos tipos de carregadores, mas, mais uma vez para efeitos de padronização, faremos o cálculo de quanto custa carregar um carro elétrico em casa com base na potência de um dos mais comuns, que é vendido tanto pela Nissan como por outras marcas. O carregador em questão fornece capacidade de carga de 7 kWh. Portanto, para carregar completamente a bateria de um Nissan Leaf, que é de 40 kWh, seriam necessárias 6 horas (arredondando, pois é um pouco menos, na verdade) com o carro plugado à fonte de energia.
    Matemática pura
    Agora chegou a hora de pegar a calculadora e seguir com as contas. Sabendo que a bateria é de 40 kWh, o carregador de 7 kWh e o tempo de carga completa de aproximadamente 6 horas, qual custo isso gerará ao dono do carro a cada ciclo? Vamos usar a boa e velha matemática para saber o consumo equivalente entre carros elétricos e a combustão. O primeiro passo é saber qual o gasto do Nissan Leaf a cada 100 quilômetros e, a partir daí, encontrar o valor exato de kWh que ele gasta a cada carga. A regra de três é simples: 40 kWh (capacidade da bateria)/x = 270 km (autonomia total) /100. Isso significa que “x” é igual a 4.000 / 270, que resulta em um gasto de 14,81 kWh a cada 100 quilômetros rodados. Agora ficou fácil, né? Se 14,81 kWh é o gasto a cada 100 quilômetros, em 270km, que é a autonomia total, o gasto em kWh é de 39,98 kWh. Como cada kWh em São Paulo custa R$ 1,304, o custo por carregar um Nissan Leaf e rodar 270km é de R$ 52,13. Vale lembrar que o litro da gasolina, em média, está na casa dos R$ 6 na capital paulista. Como um carro similar ao Nissan Leaf tem tanque com capacidade de 50 litros, o custo de abastecimento seria de R$ 300 por tanque, quase seis vezes maior do que o dono de um carro elétrico gasta.
     Carregadores públicos e ultrarrápidos
    Para finalizar, faltou abordar as opções para quem tem carro elétrico, mas não quer (ou não gosta) de carregar o veículo na rede da própria residência. Para você que se encaixa neste perfil, há opções disponíveis e um cenário animador pela frente. Alguns dos principais shoppings e supermercados da cidade de São Paulo (e de outras cidades do Brasil) contam com uma rede de carregadores públicos, mais potentes do que os instalados nas residências, mas que ainda exigem um bom tempo para fazer a carga completa do carro. Nesses casos, o único gasto do cliente será com o estacionamento, que normalmente é cobrado após um certo período de permanência no local. A gratuidade dos centros comerciais em relação ao uso dos carregadores elétricos, na verdade, não é “bondade”. Ela é praticada porque a legislação brasileira, ao menos por enquanto, não permite que empresas, exceto as fornecedoras de energia (como a Enel) cobrem qualquer tipo de taxa. Há projetos, no entanto, para que a regulamentação seja alterada em breve. Há também, ainda de forma embrionária, estações de carregamento ultrarrápido disponíveis. A Movida, locadora de veículos, por exemplo, fechou uma parceria com a Nissan e a Zletric e inaugurou, na Marginal Tietê, uma estação que conta com 11 carregadores rápidos e ultrarrápidos. Apesar de a recarga também ser gratuita, por lá ela é exclusiva para clientes da locadora ou para proprietários do Nissan Leaf. Estes poderão carregar o carro em apenas 40 minutos, e sem gastar um único centavo.

Disponível em https://canaltech.com.br/carros/quanto-custa-carregar-um-carroeletrico-209077/
Analise: “Há projetos, no entanto, para que a regulamentação seja alterada em breve.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1947070 Português

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da tirinha.


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1945883 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Vacina contra a dengue desenvolvida pelo Butantan entra na reta final de estudos clínicos


Considerando o trecho “Os vírus atenuados foram cultivados em células Vero do macaco verde africano, uma técnica já estabelecida e usada em diversas vacinas”, assinale a alternativa que poderia substituir “estabelecida” sem prejudicar o sentido do texto.
Alternativas
Q1945795 Português

Pandemia nos faz questionar noção de individualidade
Verlaine Freitas*

    “Quem sou eu em meio ao oceano de pessoas do país e do mundo?” “O que representam bilhões de pessoas do planeta para mim, um mero indivíduo?”
     Essas perguntas, que nos rondam ocasionalmente como meras fantasias existenciais – sem respostas e sem desdobramentos práticos, meros índices das incertezas quanto ao sentido da existência individual e coletiva em um mundo cada vez mais individualista, repentinamente ganharam uma concretude avassaladora.
    A pandemia de COVID-19 nos mostra a densidade urgente, visceral e corpórea do tecido societário, expondo à luz do dia como falácias inadmissíveis os discursos baseados no mero esforço próprio, nas opções individuais, no interesse centrado na maximização do lucro em detrimento do bem-estar coletivo.
   [...]
  Vivemos atualmente um chamamento à concretude radical da negatividade do mundo, muito além da experimentada nas figuras dos vilões nos filmes, nas derrotas esportivas e nas notícias de guerras do outro lado do mundo.
   Ela deverá forjar uma nova consciência do significado dessa vida “em piloto automático”, com este vaivém constante, seguindo o eterno princípio da maior vantagem para si. Tal como toda interrupção do trânsito com objetos de desejo constrange a uma posição crítica sobre o significado deste vínculo, agora também seremos levados a nos perguntar sobre esta colonização expansiva do mundo, cuja marcha inexorável levou a natureza a nos questionar: “Quais seus limites? Qual a racionalidade social disso tudo? Quais os custos ambientais e de vidas humanas vocês estão dispostos a pagar para manter a ilusão de um individualismo exacerbado?”.     
   Naturalmente, o aprendizado dessa experiência negativa será muito diverso, pois alguns grupos sociais lucram com esta crise, outros aferram-se a leituras religiosas fundamentalistas baseando-se no conceito de castigo divino, e alguns tenderão a se fechar mais ainda em seu mundo, isolando-se de toda e qualquer responsabilização social.
    Espero, porém, que a maior parte da sociedade tenha uma visão crítica progressista, cobrando de si e dos outros um comprometimento maior com o bemestar social, percebendo o quanto a vida em sociedade significa, por si, uma dimensão inexpugnável e inelidível da vida individual no sentido mais próprio do termo.
   O isolamento social a que hoje nos vemos forçados pode ser lido como uma metáfora do quanto a negligência para com os serviços públicos de saúde significa o desprezo para com a vida de cada uma e cada um de nós em termos singulares.
  Os filósofos da Escola de Frankfurt, Theodor Adorno e Max Horkheimer, haviam concebido a destruição avassaladora da Segunda Guerra Mundial como um retorno violento da natureza recalcada, reprimida e mutilada. Tal como, segundo a psicanálise, desejos recalcados retornam sob a forma de sofrimento neurótico, todo o complexo natural pareceu retornar, furioso, nas centenas de bombas despejados sobre as metrópoles.
   Agora vemos, mais uma vez, porém de forma menos metafórica, a natureza cobrando um alto preço pelo esquecimento de que somos seres vivos, aliás muito frágeis, muito mais fracos que outros, invisíveis aos nossos olhos, mas muito mais poderosos que nós humanos, demasiadamente humanos.

*Verlaine Freitas é professor da UFMG e pesquisador do CNPq

Disponível em:<https://www.em.com.br/app/noticia/cultura/2020/ 03/28/interna_cultura,1133266/pandemia-nos-faz-questionar-nocao-de-individualidade-diz-filosofo-da.shtml> . Acesso em 28 mar. 2020.
Assinale a alternativa em que a palavra grifada não pode ser substituída pelo termo entre colchetes sem que haja prejuízo para o sentido do trecho. 
Alternativas
Q1945647 Português
Os vocábulos “pois” (l. 07) e “mas” (l. 14) podem ser substituídos, respectivamente, sem alteração de sentido ou de outras palavras nas frases, por:
Alternativas
Q1945646 Português
Os vocábulos “incautas” (l. 09) e “afazeres” (l. 15) podem ser substituídos, respectivamente, sem alteração de sentido ou de outras palavras nos trechos nos quais se encontram, por: 
Alternativas
Q1945215 Português
Confusões cronológicas

   Rigorosamente, quando o amável leitor e a encantadora leitora lerem no jornal de hoje que algum fato se dará amanhã, estarão lendo uma mentira, não importa a veracidade da notícia. A mentira se encontra na feitura da matéria, porque o redator a escreve, por exemplo, na quinta, para que ela seja publicada na sexta. Portanto, para ele é quinta, mas, como o jornal sai na sexta, escreve “amanhã”, referindo-se ao sábado. Quando eu escrevo “hoje” aqui, claro que não é o hoje do dia em que escrevi, mas o hoje de hoje, domingo. Parece, e é simples, mas, pelo menos no tempo em que não havia escolas de comunicação e a profissão se aprendia no tapa, sob a orientação nem sempre carinhosa de veteranos, muitos focas – ou seja, calouros – caíam nessa. Eu mesmo, vergonha mate-me, caí e acho que o trauma da gozação subsequente nunca foi inteiramente superado. Minha matéria tinha um “realizou-se hoje”, ou equivalente, mas, para os leitores, seria “realizou-se ontem”.
   Outro dia, esteve um técnico aqui em casa, para resolver uns probleminhas de televisão. Muito simpático, fez questão de cumprimentar-me com efusão. Pessoalmente, não era dado à leitura, mas na família dele havia vários fãs meus, tinha realmente grande prazer em me conhecer, era uma honra. E aí, com boa vontade e competência, ajeitou todos os pepinos encontrados. Muito grato, resolvi pegar dois livros meus que estavam por aqui à toa, para dar de presente a ele. Ele ficou comovido, pediu dedicatórias para o pessoal da família. Enquanto eu fazia as dedicatórias, me perguntou, com admiração:
    – O senhor leva mais de um dia para fazer um livro destes, não é, não?
    – Levo, levo – disse eu.
   Portanto, concluo que haverá quem pense que, minutos antes do fechamento da edição, me dirijo a este computador, encaro o teclado como um pianista virtuose iniciando um concerto e, em poucos instantes, dedilho um texto prontinho para ser publicado. Ai de mim, já se disse mais de uma vez que escritor escreve com dificuldade, quem escreve com facilidade é orador. Além disso, o fato de eu ser acadêmico me rende uma fiscalização zelosa e irritadiça. Um dia, em 2012, eu me distraí e escrevi “asterisco” em vez de “apóstrofo” e até hoje padeço por isso. Mas, mesmo que não fosse assim e eu fosse o Flash, a triste situação em que me meteram os fados cruéis não seria resolvida.
   O primeiro clichê do jornal de domingo, como sabem os mais impacientes, começa a chegar às bancas no fim da tarde do sábado. Ou seja, praticamente tudo já estará pronto, quando acabar o jogo de ontem. Vejam que frase esquisita acabo de escrever: quando acabar o jogo de ontem, estranhíssima contradição em termos, pois é óbvio que o jogo de ontem só pode ter acabado, tudo de ontem já acabou. [...]


(RIBEIRO, João Ubaldo. Confusões cronológicas. O Estado de S. Paulo, São Paulo, ano 135, nº 44.084, 29/jun. 2014. Caderno 2, p. C4.)
O referente sugerido entre parênteses para o elemento coesivo destacado está INCORRETO em:
Alternativas
Q1944911 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 a seguir, para responder à questão que a ele se refere.

Texto 01


Fonte: AVEZEDO, Clô. Nossa casa, nosso coração. Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/nossa-casa-nosso-coracao/. Acesso em: 12 maio 2022. Adaptado. 
Na construção da coesão textual, os termos que a autora usa como referenciação metafórica da palavra “casa(s)” são 
Alternativas
Q1944592 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


O vocábulo “Então” (l. 15) pode ser substituído, sem alteração de sentido ou de outras palavras na frase, por:
Alternativas
Q1944582 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Os vocábulos “momento” (l. 23) e “vitórias” (l. 24) podem ser substituídos, respectivamente, sem alteração de sentido ou de outras palavras no trecho no qual se encontram, por:
Alternativas
Q1944530 Português

Violência contra a juventude negra no Brasil- 2012


A maioria dos homicídios que ocorrem no Brasil atinge pessoas jovens: do total de vítimas em 2010, cerca de 50% tinham entre 15 e 29 anos. Desses, 75% são negros. As respostas governamentais e não-governamentais ao processo de agravamento deste fenômeno em muito se beneficiaram de estudos e diagnósticos elaborados a partir dos dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. No entanto, pouco ainda se sabe sobre as percepções da sociedade acerca de tão importante tema. Por isso, o DataSenado realizou a inédita pesquisa de opinião pública Violência contra a juventude negra no Brasil. Ela é parte do Protocolo de Intenções firmado entre o Senado Federal e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), no âmbito da campanha Igualdade Racial é Pra Valer.

Dentre os resultados da pesquisa, cabe destacar que a maioria considera que as mulheres sofrem mais com a violência (67,1%) e que os negros são as principais vítimas (66,9%). Pouco mais de um terço (35,8%) acredita que a violência atinge mais os jovens na faixa de 19 a 29 anos. Perguntados sobre as causas, 63,0% atribuíram a violência contra a juventude a aspectos sociais, enquanto 34,8% disseram ser fatores comumente associados ao comportamento juvenil de risco. Quando inquiridos especificamente sobre a principal causa de morte entre os jovens, a maioria indicou o uso de drogas (56,2%), os acidentes de trânsito (22,4%) e os assassinatos (19,8%).

A maior parte dos entrevistados (62,3%) disse que jovens brancos e negros são mortos na mesma quantidade e 31,4% concordaram que jovens negros são mortos em maior quantidade que os brancos. Para 26,3% dos respondentes, a cor dos jovens tem influência na quantidade de mortes. A noção de que no Brasil a violência mata mais pobres do que ricos é compartilhada por 90,4% dos respondentes. Também é alta a concordância (80,9%) com a afirmativa de que os jovens brasileiros são vítimas da violência independentemente da cor ou raça. Entretanto, diante da frase “homicídio é a principal causa de morte dos jovens negros” 56,6% dos entrevistados se manifestaram favoravelmente. Percentual semelhante (55,8%) foi registrado para os que concordaram com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte violenta de um jovem branco”. Para 55,1% dos respondentes, é correto afirmar que “a principal causa de homicídios de jovens negros é o racismo”. (...)

Disponível em:  (https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/materias/pesqui sas/pesquisa-sobre-a-violencia-contra-a-juventude-negra-no-brasil

Acesso em 15 jun 2022)

No trecho “Quando inquiridos especificamente sobre a principal causa de morte entre os jovens, a maioria indicou o uso de drogas (56,2%), os acidentes de trânsito (22,4%) e os assassinatos (19,8%).”, a expressão “inquiridos” pode ser substituída, sem alteração significativa de sentido, por:
Alternativas
Q1943477 Português
Além de ministrar as aulas de Português, sou responsável pelas atividades de Projeto de Vida, e resolvi trabalhar de forma interdisciplinar nessas duas frentes. Por conseguinte, aproveitei para avaliar o desenvolvimento do texto, quanto à coesão, coerência e gramática, e também identificar qual ideia os alunos têm de si mesmos, se é generosa e de autoestima”, descreve Jonathan.
Fonte: (https://novaescola.org.br/conteudo/21187 – Fragmento retirado do texto “Escuta dos alunos e atividades interdisciplinares são opções para recompor a aprendizagem”).
Em relação à coesão e coerência textuais, avalie as assertivas que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Além de é um operador argumentativo que liga enunciados que constituem argumentos orientados para uma conclusão distinta da que o antecede.
( ) Por conseguinte introduz um enunciado de valor conclusivo em relação a atos de fala anteriores.
( ) A remissão pode ser feita para trás e para frente no texto, constituindo uma anáfora ou uma catáfora. A expressão si mesmos é um exemplo de catáfora.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q1943191 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto está citado na questão.



Assinale a alternativa que indica palavra ou expressão que possa substituir a expressão sublinhada no trecho a seguir. “época em que a temperatura foi semelhante ___ do século XX” (l. 12-13).
Alternativas
Q1943186 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto está citado na questão.



Assinale a alternativa que indica palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “forasteiros” (l. 34) sem causar alteração ao sentido original do texto.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CORE-MA Prova: Ibest - 2022 - CORE-MA - Fiscal |
Q1942985 Português

Texto para a questão.


O politicamente correto como ferramenta de controle


Internet: <https://www.mises.org.br> (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo de “miríade” (linha 13), de modo a preservar que mantém a coerência e o sentido do texto.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRM-SC Prova: Quadrix - 2022 - CRM-SC - Revisor de Texto |
Q1942890 Português

Considerando a correção gramatical, a concisão e a coerência dos trechos apresentados, julgue o item. 


A impressão 3D já vem sido usada em diferentes áreas, como na criação de maquetes na arquitetura e na indústria de modo geral. Mas ela é recente na área médica para o desenvolvimento de modelos de órgãos e estruturas do corpo humano, mas ainda é mais usada em caráter experimental, como no caso do treinamento de procedimentos, onde os modelos permitem uma melhor visualização de partes internas do corpo humano e o entendimento de anomalias, como tumores. No entanto, acredita-se que muito em breve seja possível imprimir órgãos artificiais que possam ser transplantados, podendo significar uma grande revolução na medicina. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRM-SC Prova: Quadrix - 2022 - CRM-SC - Revisor de Texto |
Q1942889 Português

Considerando a correção gramatical, a concisão e a coerência dos trechos apresentados, julgue o item. 


Na medicina atual, já existem ferramentas capazes de processar uma grande quantidade de informações por meio da inteligência artificial, que podem executar algumas tarefas com mais precisão, além de projetarem cenários e fazer análises mais eficientes com base na comparação de dados, sendo um bom exemplo o algoritmo usado para auxiliar no tratamento de câncer, comparando resultados anteriores de casos parecidos, materiais científicos e o histórico do paciente para indicar possíveis linhas de tratamento, seus efeitos colaterais e riscos. Podendo, assim, o profissional tomar decisões embasadas em informações confiáveis. 

Alternativas
Respostas
3461: C
3462: D
3463: D
3464: C
3465: C
3466: E
3467: C
3468: B
3469: A
3470: B
3471: B
3472: E
3473: E
3474: B
3475: A
3476: A
3477: E
3478: D
3479: E
3480: E