Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q24556 Português
A respeito do trecho "sem ofensa à lei e anteriormente à ocorrência do fato gerador" (L.112-113), analise os itens a seguir:

I. Os termos "à lei" e "à ocorrência do fato gerador" desempenham funções sintáticas diferentes.

II. As duas ocorrências da preposição a, que formam os dois casos de crase, subordinam os termos que introduzem ao mesmo elemento.

III. Somente a segunda ocorrência de crase não é obrigatória.

Assinale:
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Q24543 Português
"No Brasil, o debate sobre ética tributária só recentemente ganhou vulto em decorrência do aumento da carga tributária, da expansão da 'indústria de liminares', do visível aperfeiçoamento da administração fiscal, da estabilidade econômica e da crescente inserção do país na economia globalizada." (L.23-29)

No trecho grifado do excerto acima, em relação às ocorrências de complemento nominal, é correto afirmar que há:
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Q18526 Português
O primeiro período do texto tem natureza nominal.
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Q18332 Português
Imagem 018.jpg

Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
A função sintática exercida por "a mim mesmo", em "Tratarei a mim mesmo" (Imagem 026.jpg.14-15) corresponde a me e, por essa razão, também seria gramaticalmente correta a seguinte redação: Tratarei-me.
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Q12023 Português
Está inteiramente clara e correta a redação da seguinte frase:
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Q9787 Português
Na linha 17, o termo "um romancista introvertido" exerce função sintática de predicativo do objeto "da criança".
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Q9609 Português
"mesmo admitindo que grandes massas da população estejam excluídas dele." (l. 8-10) Os segmentos destacados têm a mesma função que a oração em destaque em:
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Q9608 Português
"mesmo admitindo que grandes massas da população estejam excluídas dele." (l. 8-10) O termo destacado no trecho acima está empregado na mesma classe gramatical em
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Q2962301 Português

As questões 04 a 06 são feitas com base no seguinte texto de Somerset Maugham:

Felipe lembrou-se da história do Rei do Oriente que, desejando conhecer a história da humanidade, recebeu de um sábio quinhentos volumes; ocupado com negócios de Estado, pediu-lhe que a condensasse. Ao cabo de vinte anos, o sábio voltou e a sua história ocupava agora apenas cinqüenta volumes; mas o rei, já velho demais para ler tantos livros volumosos, pediu-lhe que a fosse abreviar mais uma vez. Passaram-se de novo vinte anos, e o sábio, velho e encanecido, trouxe um único volume com os conhecimentos que o rei procurara; este, porém, estava deitado em seu leito de morte, nem tinha mais tempo de ler sequer aquilo. Aí o sábio deu-lhe a história da humanidade numa única linha: "nasceram, sofreram, morreram."

"Felipe lembrou-se da história do Rei do Oriente que, desejando conhecer a história da humanidade, recebeu de um sábio quinhentos volumes; ocupado com negócios de Estado, pediu-lhe que a condensasse."; a observação correta sobre as orações que compõem esse período do texto é:

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Q2954183 Português

O texto a seguir é referência para as questões 31 a 34.


De como não ler um poema


Há tempos me perguntaram umas menininhas, numa dessas pesquisas, quantos diminutivos eu empregara no meu livro A Rua dos Cataventos. Espantadíssimo, disse-lhes que não sabia. Nem tentaria saber, porque poderiam escapar-me alguns na contagem. Que estas estatísticas, aliás, só poderiam ser feitas eficientemente com o auxílio de robôs. Não sei se as menininhas sabiam ao certo o que era um robô. Mas a professora delas, que mandara fazer as perguntas, devia ser um deles.

E mal sabia eu, então, que estava dando um testemunho sobre o estruturalismo – o qual só depois vim a conhecer pelos seus produtos em jornais e revistas. Mas continuo achando que um poema (um verdadeiro poema, quero dizer), sendo algo dramaticamente emocional, não deveria ser entregue à consideração de robôs, que, como todos sabem, são inumanos.

Um robô, quando muito, poderá fazer uma meticulosa autópsia – caso fosse possível autopsiar uma coisa tão viva como é a poesia.

Em todo caso, os estruturalistas não deixam de ter o seu quê de humano...

Nas suas pacientes, afanosas, exaustivas furungações, são exatamente como certas crianças que acabam estripando um boneco para ver onde está a musiquinha.


(Mário Quintana)

Com relação ao texto de Mário Quintana, considere as seguintes ocorrências:


1. O uso repetido do diminutivo menininha no primeiro parágrafo e o termo musiquinha no último.

2. A seqüência substantivo–verbo (autópsia–autopsiar), para referir-se às atividades dos robôs.

3. Os três adjetivos no último parágrafo e a escolha lexical para definir a atividade dos estruturalistas.

4. A seqüência de conjunções integrantes (que) no segundo parágrafo.


Constituem estratégias para obtenção de efeitos sensoriais:

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Q2951886 Português

No texto seguinte,


“Eles andam quilômetros, pegam chuva, são mordidos por cachorros e até fome passam para manter viva uma tradição religiosa em extinção.”

as vírgulas foram usadas para

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Q2927029 Português

Assinale a opção correta de acordo com as regras de concordância verbal e nominal.

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Q2923315 Português

Morango – Da cor da paixão


Ele é um fruto pequeno e delicado, que sempre foi associado à paixão e ao desejo. Talvez seja pelo seu sabor suave e ao mesmo tempo marcante. Mas, seja o que for, o morango se revelou uma das frutas mais deliciosas e instigantes da humanidade. Utilizado in natura ou até em cremes de beleza, desperta a imaginação e os sentidos.

Parte desse efeito pode ser pelo morango pertencer à família das Rosáceas, a mesma das rosas, maçãs, pêras e cerejas. Planta nativa das terras temperadas do continente europeu, atualmente é cultivada com sucesso em diversas regiões do mundo. Na era romana, valorizava-se pelas suas propriedades terapêuticas. Praticamente servia para todos os tipos de doenças.

O plantio de morango popularizou-se no século 18, quando mais de 600 espécies foram desenvolvidas. Pobre em calorias, é rico em vitamina C, um poderoso antioxidante que parece diminuir no organismo os efeitos nocivos dos radicais livres. É importante na formação do colágeno que dá força e suporte a ossos, dentes, pele e artérias. Também ajuda na cicatrização de feridas e absorção de ferro, entre outras funções. Além disso, também contém vitamina A, K, B1 e B2, além de potássio, ferro, cálcio, magnésio e fibras.

O início do cultivo do morango no Brasil não é bem conhecido. Sabe-se que o plantio começou a expandir-se a partir de 1960, com o lançamento da Cultivar Campinas, ainda hoje de expressão no mercado. Desde então, não parou mais de avançar, inclusive em áreas do estado do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, e em regiões de diferentes solos e climas, como Goiás, Santa Catarina, Espírito Santo e Distrito Federal. Em São Paulo, a produção está concentrada em Campinas, Jundiaí e Atibaia, cidade que representa 60% da área cultivada da fruta.

A cultura é praticada por pequenos produtores rurais. Eles utilizam a mão-de-obra familiar durante todo o ciclo da plantação. A maior parte do volume de produção é destinada ao consumo in natura. Na última década, verificou-se um interesse crescente pelo cultivo, justificado pela grande rentabilidade, quando comparada a outros cultivos, como, por exemplo, o milho.

(Especial Globo Rural / Como Plantar –nº 14 / Junho 2007 – p. 72)

Na frase: “Também ajuda na cicatrização de feridas e absorção de ferro, entre outras funções”. (3º§) A palavra sublinhada na frase anterior, estabelece, com a oração anterior uma relação de:

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Q2913799 Português

O debate sobre a preservação do planeta e sua exploração tem se tornado cada vez mais acirrado e confuso. Cientistas que pregam a seriedade do aquecimento global são acusados de alarmismo. Por outro lado, os que afirmam que não há provas conclusivas para de fato defender a tese de que a Terra está aquecendo devido à emissão de gases poluentes são acusados de serem vendidos às indústrias ou ao menos tendenciosos em suas conclusões.
Manchetes dizem que a década de 1990 foi a mais quente do século (foi), que o ciclo do El Niño, que marca o aquecimento das águas do Pacífico perto do Peru, está desregulado (está), que as calotas polares estão descongelando a taxas muito altas (estão), que os níveis de poluição em países de rápida industrialização, como a China e a Índia, estão se tornando intoleráveis (estão), que o desmatamento acelerado das grandes florestas, incluindo as nossas, provocará instabilidades climáticas por todo o planeta (provocará), enfim, notícias que causam medo, talvez até pânico. Fica difícil saber em que acreditar, especialmente porque construir uma nova conscientização global de preservação do planeta pode exigir mudanças custosas em informar e educar a população, em monitorar indústrias e plantações, em controlar os esgotos, o lixo, as emissões dos carros, caminhões, navios, aviões.
O que fazer? Existem três possibilidades. Uma é deixar para lá essa história de tomar conta do planeta e nos preocuparmos só quando o problema for realmente óbvio e irremediável. Péssima escolha. Outra é tentar filtrar do mundo de informações que recebemos as que de fato são confiáveis e não tendenciosas. Essa possibilidade é meio difícil pois, a menos que sejamos especialistas no assunto, não saberemos, de início, em quem acreditar. A terceira, que me parece a mais sábia, é usar o bom senso.
Talvez uma analogia entre a Terra e a nossa casa seja útil. Começamos com a casa limpa, abastecida, e com o número ideal de pessoas para que todos possam viver com conforto. O número de pessoas cresce, o espaço aperta, a demanda por água e alimentos aumenta. Um número maior de pessoas implica aumento de consumo de energia e maior produção de lixo. A solução é impor algumas regras, reduzir o lixo e o consumo de energia. Caso contrário, a casa original rapidamente não daria conta da demanda crescente dos seus habitantes.
A Terra é bem maior do que uma casa, mas também é finita. A atmosfera, os oceanos e o solo reciclam eficientemente a poluição e o lixo que criamos. Mas todo sistema finito tem um limite. Não há dúvida de que, se não mudarmos o modo como usamos e abusamos do planeta, chegaremos a esse limite. Infelizmente, a ciência ainda não pode prever exatamente quando isso vai ocorrer. Mas ela, juntamente com o bom senso, afirma que é mera questão de tempo.

(Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 30 de abril de 2006, p. 9)


A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:

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Q2907563 Português

(Globo Rural / Setembro 2007 pág. 12)

Em relação às funções que as palavras possuem nas frases, enumere a 2ª coluna de acordo com a 1ª, relacionando o trecho em destaque à função correspondente e em seguida assinale a alternativa que contenha a sequência correta:


1. “... o Governo Federal vai investir ainda mais no setor agropecuário...”

2. “O Governo Federal vai investir 70 bilhões...”

3. “... vai investir 70 bilhões no campo e na qualidade...”

4. “... ainda mais no setor agropecuário brasileiro, um dos mais importantes da nossa economia.”


( ) Adjunto adverbial de lugar.

( ) Sujeito.

( ) Aposto.

( ) Objeto direto.

Alternativas
Q2907562 Português

(Globo Rural / Setembro 2007 pág. 12)

Identifique a seguir qual das orações abaixo NÃO possui coletivo:

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Q2907558 Português

(Globo Rural / Setembro 2007 pág. 12)

“...o campo contribuirá cada vez mais para o desenvolvimento do País.” Indique a alternativa abaixo que mesmo com a alteração verbal feita, o sentido da oração em destaque permanece o mesmo:

Alternativas
Q2892464 Português

Assinale a opção correta com referência à sintaxe da oração e do período.

Alternativas
Q2892287 Português

QUINOA


Na região dos Andes, local onde surgiu há milhares de anos, é chamado de quinua. Aqui, esse grão, dotado de muitas características benéficas à saúde humana, ganhou popularidade com o nome de quinoa. A planta foi introduzida no país na década de 1990, mas só recentemente tornou-se mais conhecido entre os brasileiros.

Espécie de granífera, a quinoa (Chenopodium quinoa) pertece à mesma família do espinafre e da beterraba, a Chenopodiacea. Por muito tempo, seu cultivo ficou restrito à agricultura de subsistência. Porém, com as descobertas de suas inúmeras propriedades nutricionais, o alimento indígena ganhou visibilidade. Fácil de plantar e com o apelo de produto saudável, essa cultura nova no cenário nacional pode se tornar uma alternativa rentável para o agricultor.

Rica em proteína, a quinoa tem boa distribuição de aminoácidos essenciais, que se assemelham à caseína – fração protéica do leite –, podendo, assim, incrementar a composição de mingaus para crianças. O cereal ainda adequa-se muito bem à dieta de pessoas interessadas em alimentos com alto valor nutritivo e baixo colesterol. Inclusive é indicado para pacientes celíacos – pessoas que são alérgicas ao glúten.

Semelhante ao espinafre, quando pequena, e ao sorgo, no período de maturação, a planta é anual, mas com ciclo variável. Tolerante à seca, à acidez do solo e a baixas temperaturas, seu crescimento acelera-se após os primeiros 30 dias de plantio, podendo chegar a dois metros de altura. Entre verde e rósea no início, a coloração passa para o amarelo na inflorescência. O plantio vai bem em locais com temperaturas elevadas.

O produto colhido são pequenas sementes achatadas e sem dormência. Elas são boas fontes de vitamina B e E, e possuem amido, além de conter alta dose de ferro – o dobro da encontrada na cevada e no trigo, e três vezes mais do que no arroz.

A quinoa vai bem cozida, em saladas, sopas e molhos. Derivada do grão, a farinha pode ser usada na alimentação infantil e como ingrediente para pudins, pães, panquecas, biscoitos e até bebidas. Os botões florais, parecidos com brócolis, podem ser consumidos cozidos.

As folhas também são comestíveis, mas sempre misturadas com outras plantas ou em cozidos, para diluir a quantidade de nitrato, prejudicial ao organismo quando em alta dosagem. Para os animais, as folhas da quinoa são muito boas para compor a dieta com forragens, pois carregam bastante proteína, fibras, minerais e vitaminas.

(Texto: João Mathias. Consultor: Wellington Pereira de Carvalho/ Revista Globo Rural, Setembro / 2007)

A palavra “quinoa” aparece referida com outras palavras no desenvolvimento do texto; a única palavra destacada que NÃO a repete é:

Alternativas
Respostas
9401: B
9402: E
9403: C
9404: E
9405: D
9406: E
9407: C
9408: A
9409: E
9410: A
9411: E
9412: C
9413: D
9414: A
9415: A
9416: E
9417: E
9418: A
9419: A
9420: E