Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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Leia as afirmativas a seguir, feitas sobre o poema:
I. A primeira estrofe (linhas ou versos 1 a 4) é composta por três orações, sendo que a oração principal tem como sujeito “a língua”.
II. A outra oração, que começa no primeiro verso, é uma subordinada adjetiva restritiva.
III. Na linha 13, a expressão “língua-mar” exerce a função de sujeito.
IV. O entusiasmo do poeta pela língua portuguesa faz com que ele a considere acima das outras. V. Na última linha, o verbo “singrar” é sinônimo de “navegar”.
VI. A presença do mar – em termos como “espuma”, “nau”, “navegantes”, “sal” – é uma referência à exploração portuguesa de novas terras.
Assinale a alternativa CORRETA:
O ovo ou a galinha?

No trecho a seguir, retirado do texto, o núcleo do sujeito da oração é:
“o destino de um simples almoço revela algo quase filosófico sobre a vida”.
Considerando a classificação da oração destacada no período, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando a classificação morfológica das palavras presentes no trecho, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando a estrutura sintática do período, assinale a alternativa CORRETA quanto à função do trecho destacado.
1. Tenho necessidade de carinho.
2. Florianópolis, ilha das bruxas, tem belezas naturais indescritíveis.
3. A água do lago estava clara.
4. Os aprovados foram eles.
5. Os candidatos que se prepararam estão aqui.
Assinale a alternativa correta.
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
No fragmento “Somos a barreira que garante segurança para a sociedade”, o pronome “que” retoma “sociedade”, sinalizando, nesse caso, a ocorrência de uma catáfora.
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
Na sentença “Também consignou que o sistema processual brasileiro não restringe a perícia judicial exclusivamente aos médicos”, a inserção do pronome “se” imediatamente antes da forma verbal “restringe” mantém a correção gramatical do texto.
Para não perder (1) a autonomia, diz Fernanda, (2) muitos (3) idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar (4) outras atividades que costumavam fazer (5) sozinhos.
Para responder à questão.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje
Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.
Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.
As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.
A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.
No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.
Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.
Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.
Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.
Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html
I. Trata-se de uma oração subordinada adverbial reduzida de particípio que desempenha a função exclusiva de agente da passiva do verbo levantar.
II. A estrutura preposicionada por cerca de 500 estudantes de Medicina exerce a função sintática de agente da passiva em relação à forma verbal no particípio que a antecede.
III. A oração de particípio possui um valor de adjetivo, funcionando no período de forma explicativa em relação ao termo subsequente referente à plateia.
Está CORRETO o que se afirma em
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Considerando os aspectos linguísticos do segundo balão de fala, do jovem à direta da charge, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A locução verbal ESTAVA TRABALHANDO expressa uma ação de caráter contínuo e prolongado que ocorreu em um momento específico do passado.
( ) O uso da vírgula no trecho justifica-se pela necessidade obrigatória de separar um vocativo de chamamento no interior da oração.
( ) O pronome pessoal EU, presente na oração, atua sintaticamente como o sujeito e marca de forma explícita a primeira pessoa do discurso.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Considerando as modalidades de discurso, assinale a alternativa CORRETA.