Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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I.O sujeito da locução verbal "deve pagar" no título do texto é "quem".
II.O sujeito da locução verbal "deve pagar" no título do texto é indeterminado.
III.A expressão verbal "explicitou" tem como sujeito a expressão "nenhuma".
IV.No trecho "A cena comprovou que a enchente não havia poupado nem mesmo o único aeródromo internacional, a forma verbal destacada pode ser substituída por "tinha" sem prejudicar o sentido.
V.Em "Com a cheia, a água avançou pelas avenidas de acesso, cobrindo pista, dois terminais de passageiros, hangares e outras dependências". o termo destacado tem como referente "águas".
VI.A única imagem da tragédia climática no Rio Grande do Sul foi a do Boeing 727, submerso no aeroporto.
As afirmativas acima, estão CORRETAS na alternativa:

A vulnerabilidade consiste no estado de pessoas ou grupos que, por quaisquer razões ou motivos, tenham a sua capacidade de autodeterminação reduzida ou impedida, ou de qualquer forma estejam impedidos de opor resistência, sobretudo no que se refere ao consentimento livre e esclarecido.
A respeito da construção desse período, podemos afirmar que:
I.O trecho consiste em um período composto por três orações.
II.Todas as conjunções alternativas foram empregadas com a mesma função, isto é, ligando elementos da mesma natureza no trecho.
III.Há, no excerto, elemento que desempenha a função sintática de advérbio.
IV.A palavra "que", no excerto, desempenha a função de pronome relativo.
V.A expressão "ao consentimento livre e esclarecido" desempenha a função de objeto direto.
É correto o que se afirma
A vulnerabilidade consiste no estado de pessoas ou grupos que, por quaisquer razões ou motivos, tenham a sua capacidade de autodeterminação reduzida ou impedida, ou de qualquer forma estejam impedidos de opor resistência, sobretudo no que se refere ao consentimento livre e esclarecido.
A respeito da construção desse período, podemos afirmar que:
I.O trecho consiste em um período composto por três orações.
II.Todas as conjunções alternativas foram empregadas com a mesma função, isto é, ligando elementos da mesma natureza no trecho.
III.Há, no excerto, elemento que desempenha a função sintática de advérbio.
IV.A palavra "que", no excerto, desempenha a função de pronome relativo.
V.A expressão "ao consentimento livre e esclarecido" desempenha a função de objeto direto.
É correto o que se afirma em:
A vulnerabilidade consiste no estado de pessoas ou grupos que, por quaisquer razões ou motivos, tenham a sua capacidade de autodeterminação reduzida ou impedida, ou de qualquer forma estejam impedidos de opor resistência, sobretudo no que se refere ao consentimento livre e esclarecido.
A respeito da construção desse período, podemos afirmar que:
I.O trecho consiste em um período composto por três orações.
II.Todas as conjunções alternativas foram empregadas com a mesma função, isto é, ligando elementos da mesma natureza no trecho.
III.Há, no excerto, elemento que desempenha a função sintática de advérbio.
IV.A palavra "que", no excerto, desempenha a função de pronome relativo.
V.A expressão "ao consentimento livre e esclarecido" desempenha a função de objeto direto.
É correto o que se afirma em:
A vulnerabilidade consiste no estado de pessoas ou grupos que, por quaisquer razões ou motivos, tenham a sua capacidade de autodeterminação reduzida ou impedida, ou de qualquer forma estejam impedidos de opor resistência, sobretudo no que se refere ao consentimento livre e esclarecido.
A respeito da construção desse período, podemos afirmar que:
I.O trecho consiste em um período composto por três orações.
II.Todas as conjunções alternativas foram empregadas com a mesma função, isto é, ligando elementos da mesma natureza no trecho.
III.Há, no excerto, elemento que desempenha a função sintática de advérbio.
IV.A palavra "que", no excerto, desempenha a função de pronome relativo.
V.A expressão "ao consentimento livre e esclarecido" desempenha a função de objeto direto.
É correto o que se afirma em:
Leia o texto:
Desafios da juventude no Brasil
Para crescer, país precisa melhorar a educação e propiciar a inserção dos jovens no mercado de trabalho
Brasil nunca teve tantos jovens. Entre 2003 e 2020, o país registrou sua maior população com idade entre 15 e 29 anos em números absolutos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ________________________________________ o equivalente a um quarto da população nacional. Isso significa a maior força de trabalho da história do país, o que pode representar um futuro promissor para a economia nacional. Por outro lado, o percentual de jovens desempregados também é recorde: 41,88% entre indivíduos de 14 a 17 anos e 26,8% entre os que têm de 18 a 24 anos, em 2021. Em relação à educação, os números seguem preocupantes: o acesso ao ensino médio não foi universalizado e 28,6% dos jovens com idade entre 15 e 17 anos estão fora dessa etapa do ensino, conforme o IBGE. Como superar esses obstáculos? Pesquisas recentes apontam caminhos à formulação de políticas públicas para mitigar o cenário, com foco em iniciativas para aprimorar o currículo do ensino médio e fomentar a inserção no mercado de trabalho.
“Apesar do pico demográfico, o número de jovens de 15 a 29 anos no Brasil tende a cair significativamente, nos próximos 40 anos, devendo ser reduzido pela metade, até o final deste século. O país precisa aproveitar o tamanho de sua força de trabalho atual para impulsionar a economia”, considera o economista Marcelo Neri, da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas (EPGE-FGV), ao comentar resultados de pesquisa realizada em 2021 para o Atlas das Juventudes. Ao recordar que a juventude é uma etapa da vida repleta de desafios, com a saída da escola e, em muitos casos, do ambiente familiar, Neri destaca que a geração atual enfrenta dificuldades extras, sendo uma delas relacionada com a Covid-19. De acordo com ele, desde a chegada da pandemia no país, em março de 2020, as matrículas de jovens de 15 a 29 anos na educação básica aumentaram. “Mas isso aconteceu porque muitos perderam seus empregos e decidiram voltar a estudar”, avalia. O economista informa ainda que, segundo dados do Ministério da Educação (MEC), os índices de aprovação dos estudantes nas escolas foram altos, em 2020 e 2021. Porém ele não considera esses dados positivos, uma vez que as instituições não estavam exigindo notas mínimas tampouco a presença dos estudantes em sala de aula. “Essas complexidades trazem desafios adicionais para os formuladores de políticas públicas do país, que devem considerar a dimensão da população jovem e sua importância estratégica para priorizar ações que fomentem a entrada no mercado de trabalho, seja por meio de empregos ou por atividades empreendedoras”, alerta Neri.
Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/desafios-da-juventude-no-brasil/
Assinale a alternativa que completa, de acordo com a norma culta da língua portuguesa, a lacuna presente no texto:
Leia o texto abaixo para responder à questão.
"Ilha de Marajó é como ficou conhecido um vasto arquipélago situado no estuário do rio Amazonas, mais precisamente no Estado do Pará, região Norte do Brasil. É considerado o maior arquipélago fluviomarinho do mundo. O Marajó apresenta clima equatorial e relevo modesto, sendo recoberto por florestas, campos e também mangues, um tipo de vegetação característico de áreas estuarinas. Detentor de uma enorme biodiversidade, o Arquipélago do Marajó é reconhecido pela enorme população de búfalos que vive na ilha.
O Arquipélago do Marajó é dividido em 16 municípios, nos quais vivem cerca de 550 mil habitantes. Grande parte da população do arquipélago vive em áreas rurais e em cidades ribeirinhas, onde há baixa cobertura de infraestrutura social como aquela atrelada aos serviços de saneamento. Registra-se, além disso, baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para a maior parte dos municípios da região. Uma das exceções é Soure, com IDH de 0,615, considerado médio.
O extrativismo vegetal, a agricultura e a pecuária bubalina são as principais atividades econômicas desenvolvidas no Marajó, além, é claro, do turismo."
Fonte:https://brasilescola.uol.com.br/brasil/ilha-de-marajo.htm
Indique a alternativa em que o “onde” possui o mesmo valor semântico da expressão destacada.
PERÍODO 1:
PERÍODO 2:
PERÍODO 3:
Considerando os três períodos compostos descritos acima, assinale a alternativa CORRETA:
I- “O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano” (2º§).
II- “Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais.” (3º§).
É CORRETO o que se afirma em:
“À medida que a tecnologia avança, a fronteira entre ficção e realidade se torna mais tênue, [..].levando-nos a refletir sobre o futuro que desejamos”.

TEXTO PARA A QUESTÃO
Mudança
Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra.
A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da caatinga rala. Arrastaram-se para lá, devagar, Sinha Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás. Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.
– Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai. Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo. (Vidas Secas, excerto).
“– Anda, condenado do diabo!” gritou-lhe o pai. Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta.
1. Sujeito principal
2. Oração Principal
3. Oração subordinada adverbial
4. Oração subordinada substantiva objetiva direta
5. Adjunto adverbial de instrumento
– Anda, condenado do diabo ( )
gritou-lhe o pai( )
o pai( )
Não obtendo resultado( )
fustigou-o com a bainha da faca de ponta( ) .
... com a bainha da faca de ponta( )
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA da análise sintática das 05 (cinco) orações destacadas do trecho acima:
"Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade."
Analise as afirmativas relacionada aos períodos acima:
I. 'suficiente' é predicativo do sujeito.
II. 'embora ' inicia uma oração subordinada adjetiva concessiva.
III. O substantivo 'demógrafos' tem a mesma função sintática do substantivo 'vida'.
IV. 'designado'(1º trecho) e 'identificado' (2º trecho) exercem a mesma função na oração.
V. Os vocábulos 'diferença' e 'país' exercem a função de sujeito do verbo 'ser', respectivamente.
Estão corretas:
"Um deles é Daniel Kahneman, pesquisador que analisou como tomamos decisões e como elas influenciam a economia comportamental, investigação pela qual recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2002 (com Vernon Smith)."
Os vocábulos destacados no texto têm como referentes:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanizar a escrita: a nova tarefa dos robôs
Depois da chegada de nossos robôs auxiliares de escrita, que são capazes de resumir, de parafrasear e até mesmo de escrever por conta própria, vieram os programas de "humanização da escrita", também disponíveis na internet. Essas novas ferramentas, segundo seus fabricantes, servem para tornar indetectável o uso de inteligência artificial na produção de um texto, tornando-o mais semelhante a um texto escrito por um ser humano.
Dado que a inteligência artificial aprendeu com o material produzido por seres humanos, qual seria o elemento humano faltante aos textos escritos por ela? Em outras palavras, como fazer para que humanos não percebam que um texto foi produzido por uma máquina? Por curiosidade, fiz alguns testes, sem a menor pretensão de avaliar essas poderosas inteligências e seus criadores, e não cheguei a uma conclusão sobre o que seria a linguagem humanizada dos robôs.
Em um caso, o robô humanizado substituiu "pedido" por "request" num texto que, aliás, tinha sido escrito por um humano de carne e osso. Em outro, houve substituição de frases mais curtas e econômicas por períodos mais longos e redundantes; em outro, houve troca de "entre" por "dentre" (naturalmente, sem critério gramatical). Enfim, os seres humanos que criam esse tipo de ferramenta têm algum critério, seja ele qual for, para definir o que seria um estilo mais "humano". Qual será?
Em todo o caso, o termo "humanizado" vem aparecendo em muitos contextos, o que nos pode dar uma pista do que nós, afinal humanos, cremos ser "humano". Dia desses, uma discussão entre leitores de uma crônica na internet trouxe, talvez sem querer, uma questão curiosa. Um deles achou que o autor do texto tivesse cometido um erro de português (especificamente o uso de "câmara" no lugar de "câmera"). Outro explicou que as duas formas são corretas etc. etc., o que é verdade e qualquer bom dicionário pode atestar. Outros ainda consideraram inoportuno levantar esse tipo de questão, pois o texto era tão interessante e divertido etc. − tanta coisa a que prestar atenção e o sujeito vai logo reparar na grafia da palavra!
Até que outro acrescentou que qualquer um, autor ou revisor, pode errar (ora bolas!), a que se seguiu um comentário de assentimento: "Exatamente, compreensível. Essa é a forma humanizada da ortografia". Note-se que, a essa altura, o problema não era saber se as duas grafias eram corretas, muito menos se cogitava aproveitar o ensejo para discutir a variação ortográfica ou as acepções da palavra. Não. O problema mesmo foi o fato de alguém ter levantado a questão de supostamente haver um erro de grafia no texto do escritor.
A "forma humanizada da ortografia", ao que tudo indica, pressupõe um nível importante de tolerância. Sendo a ideia compreensível, para que essa "obsessão" pelo "correto"? Existe "o correto"? O curioso é que a ortografia, por ser convencionalmente estabelecida, é (ou era) a parte da gramática menos sujeita aos debates sobre variação da língua.
A humanização a que alude o comentário, porém, parece mais ligada a uma atitude ou posicionamento moral, que prescreve tolerância com a "diversidade ortográfica" como reflexo da tolerância com a pessoa que escreveu o texto. Corrigir ou assumir "tom professoral" é uma espécie de afronta à expressão alheia, uma atitude em si "intolerante". É preciso, afinal, respeitar o "diverso". O problema é que a língua precisa de elementos comuns para que seja eficaz em sua principal função, a da comunicação ("comunicar", na origem, é "pôr em comum").
Talvez essa postura humanizada explique o fato de hoje ser frequente encontrarmos erros gramaticais em livros caros, ilustrados, produzidos em ótimo papel, com capa dura etc. Afinal, como diziam nossas avós, errar é humano e, como já disse José Saramago, na sua "História do Cerco de Lisboa", ao explicar que o revisor nem sempre corrige, "primeiro mandamento do decálogo do revisor que aspire à santidade, aos autores deve-se evitar sempre o peso das vexações".
Não faz assim tanto tempo que o nosso querido Paulo Coelho, um dos mais bem-sucedidos escritores brasileiros, era alvo de críticas na imprensa por causa das gralhas que se avolumavam nos seus livros, as quais, diga-se, nunca atrapalharam seus negócios. Certa vez, um tanto irritado pela cobrança de jornalistas, ele se saiu com um chiste, que acabou sendo levado a sério: disse que a magia de seus livros (responsável pelo milagre das vendas) poderia estar justamente nos erros gramaticais, de modo que não providenciaria revisão nas edições seguintes. E assim provavelmente foi. Mal sabia ele que antecipava uma tendência.
A tolerância às falhas às − falhas, que, mágicas ou não, afinal, nos lembram que somos humanos parece ser − um valor nos dias de hoje. Talvez essa seja a dica de ouro para os humanizadores de texto. Vamos ensinar os robôs a errar.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br
Os dois termos destacados, (1) e (2) no período acima, se classificam quanto à função sintática, respectivamente, como

