Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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( ) No trecho “Então é emocionante ver toda a __________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens”, o termo “ela” exerce função catafórica.
( ) No trecho “Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou”, o termo “porque” estabelece relação de explicação ou justificativa.
( ) No trecho “Meus pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos”, a conjunção “e” é classificada como coordenativa conclusiva.
( ) No trecho “logo percebi que sendo brasileira, mulher e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13, soube de uma mulher chamada Frances ‘Poppy’ Northcutt”, a palavra “mas” estabelece relação de contraste em relação a uma ideia apresentada anteriormente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

(1ª parte). A palavra música é acentuada graficamente por ser uma pa/avra paroxítona terminada em voga/.
(2ª parte). O termo uma música exerce a função de objeto díreto da forma verbal cante, pois completa o sentrdo do verbo transitivo direto sem o auxího de preposíção.
(3ª parte). O verbo dizer pertence à segunda conjugação, o que é evidenciado pela vogal temática -e- presente em sua forma de infinitívo.
Pode-se afirmar que:
"As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios provam apenas que a vida prossegue"
Sobre o uso das vírgulas nesse fragmento, assinale a alternativa CORRETA.
Para responder à questão, observe o infográfico a seguir.

Fonte: https://www.facebook.com/ReceitasDeFamiliaBr/posts/-oque-a-ansiedade-faz-com-o-seu-corpo-os-efeitos-que-voc%C3%AAn%C3%A3o-v%C3%AA-quando-a-ansie/1389635199871377/ Acesso em 10 de maio de 2026.
Analise a frase:
“Os médicos chamaram as enfermeiras, solicitaram os blocos de receitas e indicaram os remédios adequados.”
Assinale a afirmativa que não se verifica na sua estruturação.
O vício mais poderoso e perigoso do mundo não é mais uma substância
Durante décadas, quando se falava em vício, o imaginário social recorria a drogas, álcool, nicotina ou jogos de azar. Substâncias químicas e comportamentos já reconhecidos como destrutivos. O que mudou no nosso tempo não foi apenas o objeto do vício, mas sua forma de apresentação. O vício mais poderoso do mundo contemporâneo não tem cheiro, não deixa marcas físicas imediatas e raramente é percebido como ameaça enquanto se instala. Ele se apresenta como entretenimento leve, descanso mental e até como forma legítima de informação.
Um estudo publicado em 2025 no Psychological Bulletin oferece um mapa preciso desse fenômeno. Trata-se de uma revisão sistemática com meta-análise que reuniu dados de 71 estudos independentes, com quase 100 mil participantes, analisando os efeitos do consumo de vídeos de formato curto sobre a cognição e a saúde mental. O método é relevante justamente por eliminar impressões subjetivas e consolidar padrões que se repetem em diferentes contextos culturais e etários.
As conclusões são consistentes. O consumo frequente de vídeos curtos está associado a prejuízos significativos na atenção sustentada e no controle inibitório, isto é, na capacidade de manter foco e resistir a impulsos. Em um dos trechos, os autores afirmam que “o consumo de vídeos curtos está consistentemente associado a um funcionamento cognitivo mais fraco, especialmente em domínios relacionados à atenção e ao autocontrole”. Não se trata de um efeito marginal. Trata-se de uma reorganização do modo como a mente aprende a funcionar.
No campo da saúde mental, o padrão se repete. O estudo identifica associações claras entre uso intensivo desse tipo de conteúdo e níveis mais elevados de estresse e ansiedade, além de impactos negativos sobre o sono e o bem-estar geral. Os pesquisadores observam que “os efeitos negativos observados não se limitam a adolescentes, manifestando-se também de forma consistente em adultos”, desmontando a ideia de que estamos diante de um problema transitório ou geracional.
O ponto mais decisivo, porém, não está apenas nos números, mas no mecanismo. Plataformas baseadas em vídeos curtos operam com estímulos rápidos, recompensas imprevisíveis e rolagem infinita. Esse desenho favorece a formação de hábitos automáticos. O estudo descreve esse processo ao registrar que “os sistemas de design dessas plataformas promovem padrões de uso compulsivo, reforçando a fragmentação da atenção e a dificuldade de engajamento prolongado”. A mente passa a ser treinada para o imediato, para o fragmento, para o próximo estímulo.
É assim que a tecnologia deixa de ser ferramenta e se torna vício. E quando o vício se consolida, ele passa a moldar não apenas comportamentos, mas expectativas internas. O esforço começa a parecer sofrimento. O silêncio, ameaça. A continuidade, tédio. O vício mais poderoso não é aquele que paralisa, mas o que reconfigura silenciosamente o limiar do que é suportável para a mente humana.
Os próprios autores do estudo sugerem estratégias de mitigação, como limites de tempo, pausas deliberadas e estímulo a atividades que favoreçam atenção prolongada. Mas essa resposta, embora necessária, é insuficiente para compreender a dimensão do problema. O que está em jogo não é apenas desempenho cognitivo. É a própria relação do ser humano com a atenção, que sempre foi o fundamento da vida interior.
(Por: Madeleine Lacsko. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/cidadania-digital. Acesso em: 10/02/2026. Fragmento.)
O vício mais poderoso e perigoso do mundo não é mais uma substância
Durante décadas, quando se falava em vício, o imaginário social recorria a drogas, álcool, nicotina ou jogos de azar. Substâncias químicas e comportamentos já reconhecidos como destrutivos. O que mudou no nosso tempo não foi apenas o objeto do vício, mas sua forma de apresentação. O vício mais poderoso do mundo contemporâneo não tem cheiro, não deixa marcas físicas imediatas e raramente é percebido como ameaça enquanto se instala. Ele se apresenta como entretenimento leve, descanso mental e até como forma legítima de informação.
Um estudo publicado em 2025 no Psychological Bulletin oferece um mapa preciso desse fenômeno. Trata-se de uma revisão sistemática com meta-análise que reuniu dados de 71 estudos independentes, com quase 100 mil participantes, analisando os efeitos do consumo de vídeos de formato curto sobre a cognição e a saúde mental. O método é relevante justamente por eliminar impressões subjetivas e consolidar padrões que se repetem em diferentes contextos culturais e etários.
As conclusões são consistentes. O consumo frequente de vídeos curtos está associado a prejuízos significativos na atenção sustentada e no controle inibitório, isto é, na capacidade de manter foco e resistir a impulsos. Em um dos trechos, os autores afirmam que “o consumo de vídeos curtos está consistentemente associado a um funcionamento cognitivo mais fraco, especialmente em domínios relacionados à atenção e ao autocontrole”. Não se trata de um efeito marginal. Trata-se de uma reorganização do modo como a mente aprende a funcionar.
No campo da saúde mental, o padrão se repete. O estudo identifica associações claras entre uso intensivo desse tipo de conteúdo e níveis mais elevados de estresse e ansiedade, além de impactos negativos sobre o sono e o bem-estar geral. Os pesquisadores observam que “os efeitos negativos observados não se limitam a adolescentes, manifestando-se também de forma consistente em adultos”, desmontando a ideia de que estamos diante de um problema transitório ou geracional.
O ponto mais decisivo, porém, não está apenas nos números, mas no mecanismo. Plataformas baseadas em vídeos curtos operam com estímulos rápidos, recompensas imprevisíveis e rolagem infinita. Esse desenho favorece a formação de hábitos automáticos. O estudo descreve esse processo ao registrar que “os sistemas de design dessas plataformas promovem padrões de uso compulsivo, reforçando a fragmentação da atenção e a dificuldade de engajamento prolongado”. A mente passa a ser treinada para o imediato, para o fragmento, para o próximo estímulo.
É assim que a tecnologia deixa de ser ferramenta e se torna vício. E quando o vício se consolida, ele passa a moldar não apenas comportamentos, mas expectativas internas. O esforço começa a parecer sofrimento. O silêncio, ameaça. A continuidade, tédio. O vício mais poderoso não é aquele que paralisa, mas o que reconfigura silenciosamente o limiar do que é suportável para a mente humana.
Os próprios autores do estudo sugerem estratégias de mitigação, como limites de tempo, pausas deliberadas e estímulo a atividades que favoreçam atenção prolongada. Mas essa resposta, embora necessária, é insuficiente para compreender a dimensão do problema. O que está em jogo não é apenas desempenho cognitivo. É a própria relação do ser humano com a atenção, que sempre foi o fundamento da vida interior.
(Por: Madeleine Lacsko. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/cidadania-digital. Acesso em: 10/02/2026. Fragmento.)
“Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar”
Com base na análise sintática, morfológica e semântica do trecho, avalie as afirmativas a seguir e julgue-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O verbo “tem” estabelece concordância verbal com o núcleo do sujeito da oração em que está inserido.
( ) A inserção de vírgula entre os versos “Numa flor que tem espinhos” e “Você pode se arranhar” provocaria separação indevida entre estruturas sintaticamente articuladas no contexto do período.
( ) O pronome “se”, em “se arranhar”, indica que a ação verbal recai sobre o próprio sujeito da oração.
( ) O fragmento é constituído por mais de uma oração, não podendo ser classificado como período simples.
( ) A ausência de sinais de pontuação entre os versos contribui para a continuidade rítmica e para a fluidez característica do gênero canção.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:

“Todo vexame advém da falta de timing.”
Com base nos conceitos gramaticais de frase, oração e período, analise as afirmativas a seguir e julgue-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O enunciado constitui uma frase verbal, pois apresenta verbo e sentido completo.
( ) O trecho apresenta apenas uma oração, caracterizando um período simples.
( ) O verbo “advém” funciona como núcleo da oração presente no período.
( ) O segmento “da falta de timing” constitui uma oração subordinada substantiva completiva nominal.
Após análise, conclui-se que a sequência correta é:
Leia o texto e responda a questão.
Paraíba registra mais de 2,3 mil casos de dengue em 2026
Boletim da Saúde aponta 2.398 casos prováveis de dengue em 2026, que concentram mais de 96% das arboviroses notificadas no estado.
A Paraíba registrou 2.398 casos prováveis de dengue em 2026. Também foi confirmada uma morte pela doença. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (12) pela Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB).
No total, o estado contabilizou 2.489 casos prováveis de arboviroses neste ano. Além da dengue, foram registrados 88 casos de chikungunya e três de zika.
As maiores incidências se concentram na 1ª, 7ª e 11ª Regiões de Saúde, que abrangem municípios como João Pessoa, Mamanguape, Itaporanga, Princesa Isabel, Tavares e Juru.
Segundo a SES, a morte confirmada por dengue é de um homem adulto jovem, com comorbidades, que apresentou sinais de alerta e evoluiu para óbito. Além desse caso, outros oito óbitos seguem em investigação para a doença no estado.
A responsável técnica pelas arboviroses da SES, Carla Jaciara Jaruzo, explicou que, mesmo em um cenário de menor sazonalidade, a dengue continua concentrando a maior parte das notificações.
Para conter o avanço das arboviroses, o estado tem adotado medidas como uso de fumacê em áreas prioritárias, capacitação para aplicação de larvicidas, implantação de ovitrampas e fortalecimento da vigilância entomológica em parceria com os municípios.
A SES reforça que a principal forma de prevenção segue sendo a eliminação de água parada, com ações simples que ajudam a reduzir os focos do mosquito transmissor.
Por g1 PB - 13/05/2026 Disponível em: g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2026/05/13/paraibaregistra-mais-de-23-mil-casos-de-dengue-em-2026.ghtml
Analise as assertivas a seguir.
I. “Paraíba registra mais de 2,3 mil casos de dengue em 2026.” O termo em destaque exerce a função de sujeito da oração.
II. “As maiores incidências se concentram na 1ª, 7ª e 11ª Regiões de Saúde”. Quanto ao número de sílabas o termo em destaque é classificado como uma palavra trissílaba.
III. “O estado contabilizou 2.489 casos prováveis de arboviroses neste ano.” O termo em destaque exerce a função de sujeito da oração.
Após análise, conclui-se que está(ão) correta(s):
“A saúde é o estado no qual as funções necessárias se cumprem insensivelmente ou com prazer.”
O termo “insensivelmente ou com prazer” poderia ser escrito de forma sintaticamente paralela e correta do seguinte modo:
Assinale a alternativa que apresenta o termo destacado com a mesma função sintática de 'Essas mudanças de hábito'.
"Vendem-se apartamentos no centro da cidade com condições facilitadas de pagamento."
Assinale a alternativa que classifica corretamente a função da partícula "se" na oração apresentada:
Coluna 01
(__)Machado de Assis, importante romancista brasileiro, publicou obras centrais do Realismo nacional.
(__)Senhores candidatos, o prazo para entrega dos documentos termina nesta sexta-feira.
(__)A Amazônia, maior floresta tropical do planeta, possui enorme biodiversidade ambiental.
(__)Caros pesquisadores, os resultados preliminares serão divulgados após a revisão metodológica.
(__)Clarice Lispector, escritora reconhecida internacionalmente, influenciou diversas gerações de leitores.
Coluna 02
I.Aposto.
II.Vocativo.
Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
- Texto para os itens de 9 a 16.
A formação do fonoaudiólogo frente às novas tecnologias: desafios e oportunidades
A transformação digital tem redefinido práticas, processos e paradigmas em diversas especialidades, criando um novo cenário de possibilidades e desafios para profissionais e instituições de ensino. Na fonoaudiologia, a tecnologia também tem avançado, oferecendo novas ferramentas e possibilidades de intervenção. As inovações tecnológicas têm o potencial de ampliar significativamente o acesso ao cuidado fonoaudiológico. A teleaudiologia, por exemplo, representa uma mudança paradigmática ao possibilitar o atendimento a pacientes em regiões remotas ou com dificuldades de deslocamento. Essa modalidade de atendimento não apenas amplia o alcance do serviço, mas também promove maior equidade no acesso à saúde. Por outro lado, essa rápida evolução tecnológica também traz desafios significativos para a formação profissional. A formação do fonoaudiólogo precisa acompanhar esse ritmo acelerado de mudanças, garantindo que os estudantes desenvolvam não apenas competências tecnológicas, mas também as habilidades éticas e humanas necessárias para atuar com segurança e efetividade nesse novo cenário digital. O uso de tecnologias na saúde exige uma reflexão ética aprofundada. Os futuros fonoaudiólogos devem compreender questões complexas relacionadas à privacidade, à confidencialidade, ao consentimento informado e ao uso responsável de dados. É fundamental que os profissionais compreendam as implicações legais e éticas do uso dessas tecnologias, garantindo que a inovação não comprometa a segurança e privacidade dos pacientes. Apesar do avanço tecnológico impressionante, é crucial reconhecer que habilidades humanas continuam essenciais e insubstituíveis na prática fonoaudiológica. A tecnologia deve ser vista como uma ferramenta que potencializa e complementa essas habilidades, e nunca como um substituto para o cuidado humano. A formação do fonoaudiólogo, diante das novas tecnologias, representa tanto um desafio quanto uma oportunidade extraordinária. O caminho à frente exige adaptação contínua, investimento em recursos e uma visão clara de que a tecnologia deve servir ao propósito maior da fonoaudiologia: melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio do cuidado especializado com a comunicação humana.
Internet:(com adaptações)
No que diz respeito ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.
No período “As inovações tecnológicas têm o potencial de ampliar significativamente o acesso ao cuidado fonoaudiológico”, o vocábulo “significativamente” é um advérbio de modo que, no contexto, modifica o adjetivo “fonoaudiológico”.
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
A construção “Integrar painéis de monitoramento de sustentabilidade aos relatórios diários de performance clínica permite que a instituição reaja rapidamente a desvios de padrão” poderia ser reescrita, com preservação do sentido original e da correção gramatical, da seguinte forma: A integração de painéis de monitoramento de sustentabilidade aos relatórios diários de performance clínica possibilita que a instituição reaja rapidamente a desvios de padrão.
Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
No fragmento “Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem”, a inserção de uma vírgula imediatamente após o segundo travessão estaria correta gramaticalmente, uma vez que o trecho intercalado pelos travessões exerce função explicativa em relação ao sujeito da oração.