Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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Em relação à classificação dos termos destacados no período, tem-se respectivamente:
A oração destacada é:
Em relação à análise sintática dos termos do trecho acima, analise a afirmativa INCORRETA:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quais frutas secas são as melhores para a saúde? A ciência já sabe que elas fazem bem ao organismo
Nesta época de festas de fim de ano, com almoço e ceia de Natal, ceia de Ano Novo, as frutas secas se tornam destaque nas mesas de muitas famílias. E elas são uma ótima opção de alimento, mas não só nesse período, como para fazerem parte sempre da dieta alimentar do dia a dia.
Embora a maioria das pessoas saiba que as frutas secas (como castanhas e nozes) contenham vitaminas e minerais, talvez você não saiba quantos benefícios à saúde estão associados a essas frutas secas saborosas.
Algumas das vantagens que podem vir do consumo de frutas secas incluem a redução do risco de câncer, ossos mais fortes e, como elas mantêm os níveis de açúcar no sangue sob controle, um risco menor de contrair diabetes. Um estudo mostra que a ingestão de apenas 30 gramas de frutas secas por dia resulta em uma redução surpreendente de 21% no risco de doenças cardiovasculares.
Talvez o mais surpreendente de tudo seja que, considerando seu alto teor calórico, as frutas secas consumidas com moderação não promovem ganho de peso – uma contradição das diretrizes dietéticas comuns da década de 1990.
Na verdade, “as dietas que incluem a ingestão regular de frutas secas estão relacionadas à perda de peso”, afirma Deirdre Tobias, epidemiologista de obesidade e nutrição da Harvard Medical School, nos Estados Unidos.
Isso se deve ao fato de que a gordura, a fibra e a proteína das frutas secas ajudam na sensação de saciedade, reduzem a fome e ajudam na saúde intestinal. Além disso, descobriu-se que há pelo menos 20% menos calorias do que o esperado nas castanhas, como amêndoas e nozes, porque algumas dessas calorias são excretadas nas fezes.
A lista de benefícios do consumo das frutas secas se estende ainda mais à redução da pressão arterial, à melhora da função cognitiva, à redução dos níveis de colesterol e até mesmo à longevidade. “Se você deseja melhorar a qualidade da sua dieta, recomendo fortemente o consumo de mais frutas secas”, diz Katherine Zeratsky, nutricionista registrada na Mayo Clinic.
Ao mesmo tempo, nem todas as frutas secas proporcionam os mesmos benefícios – e nenhuma noz deve ser consumida em excesso. “Mesmo que as calorias sejam menores do que a quantidade indicada na embalagem, um pequeno punhado de frutas secas ainda está carregado de calorias”, diz Jill Weisenberger, nutricionista registrada na Virgínia e autora de ”Prediabetes: A Complete Guide”.
Algumas das melhores frutas para incluir em sua dieta compreendem: amêndoas, pistache, castanha-do-pará, amendoim e nozes.
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/qual-e-omelhor-momento-para-comecar-um-novo-habito-e-realmente-mante-lo (adaptado).

SERGIO LEO. A linguagem performática dos possuídos realizadores. Revista do Correio. 20/10/2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2024/10/6964579-cronica-cidade-nossa-a-linguagemperformatica-dos-possuidos-realizadores.html
“UMA VELA PARA DARIO”
Dalton Trevisan
Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearamno e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu:
- Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.
Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Internet:<www.soarespereira.com.br>
I.O termo "alimentos mais nutritivos, acessíveis e variados' é objeto direto do verbo 'colocar'.
II.O termo 'no prato' tem função de adjunto adverbial.
III.O núcleo do sujeito do verbo 'colocar' é 'campo'.
IV.O verbo 'depender' está com transitivo indireto.
Estão corretas:
O vocábulo 'bastante' no trecho possui a mesma função sintática do destacado em:
Em relação ao período acima, é INCORRETO afirmar que:
O período acima é formado por:
Em relação à oração destacada é correto o que se afirma em:
Em relação à formação do período acima, identifique a alternativa que apresenta uma informação INCORRETA:
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0lg061w184o.adaptado)
O número de orações presentes na frase em questão é de:
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0lg061w184o.adaptado)
A frase apresentada é constituída por período:
Texto CB1A1
O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).
Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.
No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.
Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.
Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.
Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.
Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No segundo período do quarto parágrafo, o termo ‘que’, em ‘que diferem profundamente’, funciona como sujeito sintático da oração por ele introduzida, sendo o seu referente semântico a expressão ‘esses programas’.
E Macabéa, com medo de que o silêncio já significasse uma ruptura, disse ao recém-namorado: – Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? (Clarice Lispector, A hora da estrela, 1977)
No fragmento: “E Macabéa, com medo de”, classifique “com medo de”:
No quarto período, o segmento “o modelo obrigatório de qualquer composição social entre nós” exerce a função de complemento da forma verbal “forneceram”.
Julgue o próximo item, relativo a aspectos gramaticais do texto precedente.
O segmento “Estar com aquela turma” (primeiro período) desempenha a função sintática de sujeito.