Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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BARROS, Daniel. Gênero, brilhantismo e esforço. Galileu. São Paulo, Editora Globo, Nº 333, mar. 2019. p.71 [Adaptado]
A história por trás dessa pesquisa[1] é curiosa. A filósofa Sarah-Jane Leslie e o psicólogo Andrei Cimpian notaram que[2] algumas áreas valorizavam muito mais o brilhantismo do que o esforço de seus pesquisadores. A filosofia, ao contrário da psicologia, esperava que[3] apenas gênios procurassem a carreira, parecia-lhes[4].
Os elementos linguísticos [2] e [3] pertencem

É correto afirmar sobre a classificação do termo destacado nesse período:
Leia com atenção a tirinha a seguir:

https://www.google.com






No período acima






“outros povos que conquistava.” (L.29).
Na oração em evidência, o termo em negrito possui o
mesmo valor sintático que a oração



Leia o texto a seguir e responda à questão:
Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)
Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.
Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.
Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o
português e outras aventuras.
Leia o texto a seguir e responda à questão:
Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)
Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.
Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.
Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o
português e outras aventuras.
Leia o texto a seguir e responda à questão:
Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)
Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.
Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.
Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o
português e outras aventuras.
Leia o texto a seguir e responda à questão:
Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)
Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.
Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.
Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o
português e outras aventuras.
Os reinos do amarelo
(João Cabral de Melo Neto)
A terra lauta da Mata produz e exibe
um amarelo rico (se não o dos metais):
o amarelo do maracujá e os da manga,
o do oiti-da-praia, do caju e do cajá;
amarelo vegetal, alegre de sol livre,
beirando o estridente, de tão alegre,
e que o sol eleva de vegetal a mineral,
polindo-o, até um aceso metal de pele.
Só que fere a vista um amarelo outro,
e a fere embora baço (sol não o acende):
amarelo aquém do vegetal, e se animal,
de um animal cobre: pobre, podremente.
Só que fere a vista um amarelo outro:
se animal, de homem: de corpo humano;
de corpo e vida; de tudo o que segrega
(sarro ou suor, bile íntima ou ranho),
ou sofre (o amarelo de sentir triste,
de ser analfabeto, de existir aguado):
amarelo que no homem dali se adiciona
o que há em ser pântano, ser-se fardo.
Embora comum ali, esse amarelo humano
ainda dá na vista (mais pelo prodígio):
pelo que tardam a secar, e ao sol dali,
tais poças de amarelo, de escarro vivo.
El Camino é uma despedida à altura de Jesse Pinkman, mas não de Breaking Bad
Filme dá continuidade à série de Vince Gilligan e traz o merecido desfecho ao personagem
O final de Breaking Bad é perfeito. Walter White (Bryan Cranston), totalmente transformado e tomado por Heisenberg, morre em um laboratório de metanfetamina após matar toda a gangue neonazista liderada por Jack (Michael Bowen). Ao acaso, o antigo professor de Química que se tornou o maior traficante de drogas dos Estados Unidos, também salva o ex-aluno e "colega de cozinha" Jesse Pinkman (Aaron Paul). Jesse, que sofreu as piores dores possíveis durante a série, e finalmente escapa rumo à liberdade, dirigindo um Chevrolet El Camino.
Já disponível na Netflix, El Camino: A Breaking Bad Film responde à pergunta "para onde foi Jesse?", mesmo que muitos sequer tenham se perguntado sobre o paradeiro do personagem em momento algum. A última vez em que o vemos, ele pisa no acelerador aos prantos, completamente deslumbrado por pensar que seu sofrimento teve fim. Aquele belo momento de êxtase passado a nós pelo ator Aaron Paul já estava de bom tamanho. Parecia um desfecho ideal para Jesse, que começou como um delinquente que se surpreendia com ciência (yeah, bitch!, yeah science!, yeah qualquer coisa!) e ganhou mais camadas a cada temporada da série.
Enquanto Walter perdia por completo sua humanidade e a simpatia do público ao mergulhar mais e mais no mundo da criminalidade, sem medir as consequências de seus atos para si e sua família, Jesse tentava sair a todo custo, pois entendeu que aquilo só lhe traria mais perdas.
Se tem alguém que merecia respirar aliviado com um recomeço, esse alguém é Jesse Pinkman. No começo de El Camino, vemos um flashback de uma conversa dele com Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um dos poucos que jamais tirou proveito da inocência de Jesse e que simpatizava verdadeiramente com ele. "Só você pode decidir o que é melhor pra você", aconselha Mike. Os dois discutem sobre o que farão com tanto dinheiro que acumularam, sobre possíveis recomeços e do desejo de "fazer o certo" -- más notícias quanto a isso: não há volta para tudo o que foi feito.
Mesmo assim, torcemos para que Jesse deixe de sofrer e que obtenha sucesso em sua fuga. Alternando entre o tempo presente e flashbacks (muitos deles com retornos de personagens, como Todd, Jane e o próprio Walt), El Camino mostra como Jesse ganhou as cicatrizes no corpo e no rosto e a consequente blindagem que adquiriu ao não ter absolutamente mais nada a perder.
Identifique a alternativa na qual as orações do período abaixo estão classificadas corretamente.
'Parecia um desfecho ideal para Jesse, que começou como um delinquente que se surpreendia com ciência (yeah, bitch!, yeah science!, yeah qualquer coisa!) e ganhou mais camadas a cada temporada da série'.
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