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Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

Foram encontradas 8.915 questões

Q1300377 Português
Analise a frase abaixo:
“Carla é uma profissional muito simpática, gentilmente me deu preferência do atendimento.”
Assinale a alternativa que classifique correta e respectivamente os termos destacados:
Alternativas
Q1295897 Português
No trecho: “Devorou ao caçador o leão, depois perseguiram-no e trouxeram-no para o barco. Os complementos verbais destacados podem ser classificados, respectivamente, como: 
Alternativas
Q1295896 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.

Na linha 42, o trecho “para conseguir ser aceito em outra classe social” é uma oração reduzida. Sua correta expansão é dada por:
Alternativas
Q1295891 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.

Assinale a alternativa cujo termo sublinhado seja um Complemento Nominal.
Alternativas
Q1291868 Português

Leia o trecho a seguir.

Bechara (2004) faz uma distinção de elementos que denotam circunstâncias (lugar, tempo etc) entre adjuntos circunstanciais e complementos relativos, ambos categorizados como adjuntos adverbiais pela gramática tradicional. O autor utiliza como exemplo a oração “Os carregadores puseram o móvel na sala logo pela manhã” e aplica um teste de redução – em que se retira um termo da oração para verificar se esse termo é obrigatório, se pertence à regência do verbo. Mostra que “na sala” é complemento relativo e “logo pela manhã” é adjunto adverbial, pois, com a retirada do primeiro (“Os carregadores puseram o móvel logo pela manhã”), a oração se torna sintaticamente incompleta.

Considerando a perspectiva de Bechara (2004), assinale a alternativa em que o elemento em destaque se categoriza como complemento relativo.

Alternativas
Q1291857 Português

Sintaxe estranha?

Sírio Possenti

Em sua coluna de 13/3/2014 na Folha de S. Paulo, o Prof. Pasquale criticou duramente uma construção cada vez mais frequente. Os exemplos são do tipo “O técnico da TAP estava previsto para chegar a Cabo Verde…” e “Aponte está prevista para ser inaugurada…”. Segundo ele, não faz o menor sentido ligar “ponte” ou “técnico” a “estar previsto/a”. O que se prevê é a chegada do técnico e a inauguração da ponte. Esta concepção de sintaxe como devendo não se sustenta, no entanto. São muitos os exemplos de estruturas sintáticas que interpretamos “indiretamente”, digamos assim. Todos sabemos, por exemplo, que pneus de carro podem furar, que ponteiros de relógio podem quebrar (ou ser furados e quebrados). Mas todos ouvimos e dizemos também construções como “o carro furou o pneu” e “o relógio quebrou o ponteiro”. Isso não quer dizer que pensamos que o carro e o relógio são os agentes que furam o pneu e quebram o ponteiro. Esses exemplos são pequena amostra de que a organização sintática não é uma exteriorização ponto por ponto, e na mesma ordem, de eventuais pensamentos. O sentido é sempre o resultado da interpretação. Há algum tempo, comentei aqui uma instrução que se ouve assim que aviões pousam: “… só fume nas áreas permitidas”. É óbvio que o que se permite em certas áreas é que se fume. Isso não faz da área uma “área permitida” – literalmente. A sintaxe “da aviação” expressa a ordem de forma indireta. A sintaxe é preservada (concordância etc.) e o sentido não é segredo para ninguém. Para os falantes que dizem “fume na área permitida” e “o técnico está previsto para chegar” não há segredo nenhum na interpretação. Só se vê nonsense nesses casos se não se considera o real funcionamento da língua.

Disponível em: <http://terramagazine.terra.com.br/blogdosirio>. Acesso em: 20 fev. 2019.

Corrobora a argumentação desenvolvida por Possenti a ocorrência, normalmente aceita, da construção

Alternativas
Q1291425 Português

Instrução: A questão pode referir-se ao do texto abaixo; consulte-o, quando necessário.


Faltando pouco para o Enem, escolas contam como contornam ansiedade de alunos

Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br – Agência Brasil

No que diz respeito a período composto e período simples, avalie as afirmações que seguem:
I. De acordo com Cegalla, para a formação do período composto, podem ser usados três processos sintáticos: a coordenação, a subordinação e a interligação de frases. II. À unidade linguística que faz referência a uma experiência comunicada e que deve ser aceita e depreendida cabalmente pelo nosso interlocutor se dá o nome de enunciado ou período, de acordo com Bechara. III. De acordo com Cunha e Cintra, as orações sem autonomia gramatical, isto é, as orações que funcionam como termos essenciais, integrantes ou acessórios de outra oração chamam-se subordinadas; o período constituído de orações subordinadas e uma principal denomina-se composto por subordinação.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1289383 Português
Tomar bebidas geladas de fato faz mal para a garganta?
Por quê?

     Essa é dos mesmos criadores de “ler no escuro estraga a vista” e “bolo quente dá dor de barriga”. Tudo sem fundamento. 
     O que irrita mesmo a garganta são infecções causadas por vírus e bactérias – gripe, resfriado, faringite – ou hábitos como tabagismo, passar muito tempo perto do ar-condicionado e exagerar no uso da voz (como naquele karaokê em que você cantou cinco músicas seguidas). Quem _________ é Fausto Nakandakari, otorrinolaringologista do Hospital Sírio-Libanês.
     Bebidas trincando só são realmente _________ a quem precisa da voz para trabalhar (o que não é o caso de cantores de bar). Artistas profissionais e locutores de rádio, por exemplo, precisam aquecer as cordas vocais para que possam emitir sons com clareza. Ao ingerir um líquido gelado, todo o aquecimento vai por água abaixo.
     Se você quer mesmo evitar dor de garganta, cuide da sua imunidade – com vacinas em dia e alimentação balanceada –, beba água regularmente e evite ambientes empoeirados ou com ar muito frio. Essas são algumas medidas que – de fato – resguardam seu gogó.
https://super.abril.com.br... - adaptado.
Assinalar a alternativa na qual a classificação do termo sublinhado está CORRETA:
Alternativas
Q1284946 Português

A Paz e a Lei

A paz!! Não a vejo. Não há, como não pode existir, senão uma, é a que assenta na lei, na punição dos crimes, na responsabilidade dos culpados, na guarda rigorosa das instituições livres. Outra espécie de paz, não é senão a paz da servidão, a paz indigna e aviltante dos países oprimidos, a paz abjeta que a nossa índole e o nosso regímen essencialmente repelem, a paz que humilha todos os homens honestos, a paz que nenhuma criatura humana pode tolerar sem abaixar a cabeça envergonhada.

Esta não é a paz que eu desejo. Quando peço a observância da lei, é justamente porque a lei é o abrigo da tolerância e da bondade. Não há outra bondade real, Srs. Senadores, senão aquela que consiste na distribuição da justiça, isto é, no bem distribuído aos bons e no castigo dispensado aos maus.

E a tolerância, que vem a ser senão a observância da igualdade legal? Porventura temos sido nós iguais perante a lei, neste regímen, nestes quatro anos de Governo, especialmente? Há algum chefe de partido, há algum cabeça de grupo, algum amigo íntimo da situação, algum parente ou chegado às autoridades, que não reúna em sua pessoa um feixe de regalias, que não goze de prerrogativas especiais, que não tenha em torno de sua individualidade uma guarda e defesa régia ou principesca?

Essa excursão, Srs. Senadores, me levaria longe e poderia por si só absorver os meus poucos minutos de tribuna nesta sessão.

Nas poucas vezes em que me atrevo a perturbar a serenidade absoluta deste recinto e a contrariar os sentimentos dos meus honrados colegas, tenho consciência, Sr. Presidente, de ter-me colocado sempre em um plano, que não se opõe nem à tolerância nem à paz; que é, ao contrário, o terreno onde a paz e a tolerância se devem estabelecer, o único terreno em que nós todos nos poderíamos aproximar e dar-nos as mãos, o terreno da reconciliação com a lei, com a República, com as suas instituições constantemente postergadas, debaixo da política sem escrúpulos da atualidade.

Fonte: Rui Barbosa. Discurso no Senado Federal, em 13 de outubro de 1914. In: Antologia. Rio de Janeiro, Ediouro, s.d., p. 58-59 – com adaptações. 

Leia o trecho a seguir para responder a próxima questão:

Nas poucas vezes em que me atrevo a perturbar a serenidade absoluta deste recinto e a contrariar os sentimentos dos meus honrados colegas, tenho consciência, Sr. Presidente, de ter-me colocado sempre em um plano, que não se opõe nem à tolerância nem à paz.

As expressões grifadas são, respectivamente:

Alternativas
Q1283872 Português
Assinalar a alternativa em que o termo sublinhado NÃO exerce função de sujeito:
Alternativas
Q1281391 Português
Da oração “Podemos embarcar apenas em nosso próprio corpo” (l. 29-30), o conteúdo sublinhado constitui:
Alternativas
Q1281342 Português
Na oração “Meu avô entregava a um dos filhos seu próprio relógio de bolso” (l. 25), o conteúdo sublinhado corresponde ao:
Alternativas
Q1278940 Português

A COLUNA I, explica os níveis de aceitação de cada frase apresentada na COLUNA II que estão escritas considerando graus variados de aceitação pelas regras linguísticas. As frases podem ter ligações aceitáveis em termos sintáticos (ligações entre palavras), mas problemas semânticos (significados estranhos).

Leia com atenção as frases da COLUNA I e as explicações previstas na COLUNA II para fazer a correlação CORRETA entre as colunas:


COLUNA I

1- Frase bem formada sintaticamente e com sentido.

2- Frase bem formada sintaticamente mas sem sentido.

3- Frase mal formada sintaticamente mas com algum sentido.

4- Frase mal formada sintaticamente e sem sentido.


COLUNA II

( ) Aniversário mês sexagenário um fará o daqui rapaz.

( ) O rapaz fará aniversário daqui a um mês.

( ) O rapaz fazer aniversário daqui a um mês.

( ) O rapaz sexagenário fará cento e quatro anos daqui a um mês.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

Alternativas
Q1276698 Português
O período “Marta e João compraram para o sobrinho inquieto um porquinho-da-índia de cores preta, branca e marrom.” classifica-se como:
Alternativas
Q1275595 Português
Leia o texto.

Defender a língua é, de modo geral, uma tarefa ambígua e até certo ponto inútil. Mas também é quase inútil e ambíguo dar conselhos aos jovens de uma perspectiva adulta e, no entanto, todo adulto cumpre o que julga ser seu dever. (...) Ora, no que se refere à língua, o choque ou oposição situam-se normalmente na linha divisória do novo e do antigo. Mas fixar no antigo a norma para o atual obrigaria este antigo a recorrer a um mais antigo, até o limite das origens da língua. A própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar. A língua mastiga e joga fora inúmeros arranjos de frases e vocábulos. Outros, ela absorve e integra a seu modo de ser.

Vergílio Ferreira
Assinale a alternativa correta, considerando a frase retirada do texto: “A própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar.”
Alternativas
Q1272856 Português

Nos Estados Unidos, uma casa pode

ser legalmente assombrada

      Existem dois tipos de pessoas: aquela que escuta um barulho estranho na cozinha e vai conferir o que é, e a que fica quietinha no seu canto e planeja um jeito de fugir. Essa pode ser a diferença entre sobreviver ou não em um filme de terror – mas também pode definir se você compraria ou não uma casa.

      Muita gente é fascinada por eventos macabros e considerados “sobrenaturais”. Tanto é que ___________ até mesmo agentes imobiliários especializados em vender casas mal-assombradas. Mas o que define se uma casa é ou não assombrada? Nos Estados Unidos, isso pode estar até na escritura.

      Dependendo dos eventos passados ocorridos na casa, ela pode ser considerada “estigmatizada”. Ou seja, mesmo que não tenha nada de errado fisicamente com a casa, os vendedores ou agentes imobiliários devem avisar que algumas coisas estranhas já aconteceram por ali, o que pode afastar os compradores – ou atraí-los.

      Nos Estados Unidos, os estados são mais autônomos para decidir as próprias leis. Na Califórnia, por exemplo, o vendedor é obrigado a informar de quaisquer mortes que tenham se passado na casa nos últimos três anos. Já em Massachusetts, quem vende só é obrigado a falar sobre o passado da casa se os compradores perguntarem.

      O fato de a casa ser estigmatizada influencia a decisão do consumidor e até o preço. Segundo uma enquete feita nos Estados Unidos, metade dos moradores não compraria uma casa se ela fosse conhecida por ser assombrada. Por lá, a preocupação é tanta que ___________ até um site que mostra se alguém já morreu no terreno que você está querendo comprar – se estiver disposto a pagar 11 dólares pelo serviço, claro.

https://super.abril.com.br... - adaptado

No trecho “quem vende só é obrigado a falar sobre o passado da casa se os compradores perguntarem.” (quarto parágrafo), a oração sublinhada indica:
Alternativas
Q1267671 Português

A CRÔNICA


“Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

Carlos Drummond de Andrade

Assinale a oração classificada CORRETAMENTE.
Alternativas
Q1267664 Português

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

Assinale a opção CORRETA, quanto à classificação das orações:


I. Só fui ter consciência disso, quando mais tarde percebi que poderia perder outro filho.

II. A reação da mãe foi tamanha que procurou recuperar o tempo perdido.


As orações são respectivamente:

Alternativas
Q1262111 Português

Leia o texto de Mário Quintana.


POESIA & MAGIA

A beleza de um verso não está no que diz, mas no poder encantatório das palavras que diz: um verso é uma fórmula mágica.

(QUINTANA, Mário. Caderno H. São Paulo: Globo, 2003, p.59.)


Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir sobre os sinais de pontuação no texto de Mário Quintana.


( ) A vírgula separa uma oração coordenada assindética.

( ) A vírgula separa uma oração coordenada sindética adversativa.

( ) Os dois-pontos separam uma oração subordinada adjetiva explicativa.

( ) Os dois pontos separam uma oração subordinada substantiva predicativa.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Alternativas
Q1258675 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?
Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho

   Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?
   A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.
   Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.
    Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.
    Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.
    O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso.shtml)
No trecho “Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?”, a oração grifada indica:
Alternativas
Respostas
4421: C
4422: C
4423: B
4424: C
4425: C
4426: A
4427: D
4428: B
4429: D
4430: C
4431: B
4432: C
4433: C
4434: A
4435: B
4436: A
4437: A
4438: A
4439: A
4440: E