Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q1725465 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.



No trecho abaixo retirado do Texto, analise as partículas “que” indicadas pelos números 1 e 2, respectivamente. Em seguida, responda à questão:


“Essa é a maior onda de tempestades que (1) atingiu a Califórnia em mais de uma década, que (2) provocou 367 incêndios.” (linhas 8 a 10).




O trecho “[...] que atingiu a Califórnia em mais de uma década, [...]” (linhas 9 e 10), introduzida pela partícula 1, exerce função sintática de: 
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Q1725463 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.



No trecho abaixo retirado do Texto, analise as partículas “que” indicadas pelos números 1 e 2, respectivamente. Em seguida, responda à questão:


“Essa é a maior onda de tempestades que (1) atingiu a Califórnia em mais de uma década, que (2) provocou 367 incêndios.” (linhas 8 a 10).


Com base na análise das partículas “que” no trecho acima, assinale a alternativa correta:

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Q1725072 Português

Leia a história em quadrinhos a seguir e responda à questão:


Dentre os enunciados presentes nos balõezinhos de fala, qual deles apresenta uma relação de sentido marcada pela ideia de finalidade?
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Q1724686 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.



Os termos “que significa „patos caçadores de campo‟.” (linhas 10 e 11), no contexto em que estão inseridos, exercem função sintática de:
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Q1723810 Português
“O rapaz encontrou uma mulher perdida.”
Os termos destacados, no contexto em que estão inseridos, exercem função sintática de:
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Q1720975 Português

SEJA GIRASSOL.


Busque sempre a luz.

Seja um incentivador.

Fique de pé a cada amanhecer.

Ame a sua própria companhia.

Mantenha o pensamento positivo.

Seja forte em meio à tempestade.

Seja lembrado pela sua essência.

(O Pequeno Mestre - Fonte: https://br.pinterest.com/pin/478507529161322432/ - adaptado).


Quanto ao período e verbos, no quadro temos:

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Q1720637 Português
Assinale a alternativa em que se identifica a ocorrência de uma oração coordenada.
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Q1720055 Português

Imagem associada para resolução da questão

Considere as seguintes afirmativas sobre a tira de Fernando Gonsales:
I - A conjunção se estabelece uma relação de condição entre a guerra nuclear e a piora de vida para as baratas. II - Difícil é objeto direto de vai ficar e indica o estado de vida das baratas após a guerra. III - A conjunção mas introduz uma consequência que a falta de lixo trará à vida das baratas. IV - No último quadro, quem é sujeito da oração que tem o lixo como objeto direto.
É correto apenas o que se afirma em:

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Q1719303 Português

Texto IX


“Quem desejar compreender como se relacionam as orações será mais prudente se fizer o percurso da subordinação para a coordenação. Por que nessa ordem e não ao inverso, como é o usual? Porque a subordinação é, dos dois procedimentos, o mais coerente, constituindo-se também em etapa necessária para a compreensão do outro.”


(CARONE, Flávia de Barros. Subordinação e coordenação: contrastes e confrontos. 1ª ed, São Paulo: Ática, 1988, p. 45)


No excerto: “(I) Fabiano meteu a faca na bainha, (II) guardou-a no cinturão, (III) acocorou-se, (IV) pegou no pulso do menino, (V) que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto.” 5 ° parágrafo), a numeração indica o início de orações que exemplificam os processos sintáticos referidos na metalinguagem acima. Conforme a sugestão do texto metalinguístico, o professor na aula de língua portuguesa, deverá começar os estudos pelo tipo de oração numerada com o

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Q1719013 Português
ENTREVISTA COM ENI ORLANDI

     M. S. – Você tem apresentado uma distinção entre a formação e a capacitação no que tange à formação de professores. Nesse sentido, de que forma os pressupostos teóricos da Análise de Discurso podem contribuir para a proposição de uma política de formação para os profissionais de Letras, tanto em nível de graduação, passando pelas chamadas formações continuadas, ofertadas pelas Secretarias de Educação de estados e municípios, quanto no âmbito da pós-graduação? 

     E. O. – A distinção que faço entre formação e capacitação não significa como está significada a palavra formação em “formação continuada”. Ao contrário, é uma noção que procurei formular para abrigar a possibilidade de se pensar em uma prática pedagógica de construção real de conhecimento, e não presa ao imaginário escolar já significado antes mesmo que se estabeleçam relações concretas com os alunos. A distinção básica é a que estabeleço entre a relação do ensino com a informação – capacitação – e com o conhecimento, com o saber – formação. Na capacitação, consumo e cidadania se conjugam. 
 
     Na conjuntura histórica atual, a alfabetização e o desenvolvimento se declinam, então, em “educação e mercado”, em que o mercado exige a qualificação do trabalho, a qualificação do trabalhador: um país educado. Isto significa um país rico em que os cidadãos “educados” são capacitados para o trabalho e circulam como consumidores de um mercado de trabalho qualificado; neste caso, o da capacitação, o denominador comum é o trabalho, e não o conhecimento. Basta a informação, o treinamento. O mercado funciona como uma premissa indefinida para se falar em “sustentabilidade”

     Esta palavrinha traz em seu efeito de memória a de desenvolvimento, que é o que precisamos, segundo o discurso dominante em uma sociedade capitalista, sobretudo em países ditos pobres. A capacitação é a palavra presente constantemente na mídia, na fala de empresários, governantes e... na escola. De nosso ponto de vista, este funcionamento discursivo silencia a força da reivindicação social presente, no entanto, na palavra formação. Pensando politicamente, podemos dizer que a formação, e não a capacitação, pode produzir um aluno “não alienado”. Retomo, aqui, o conceito de K. Marx (1844), segundo o qual a alienação desenvolve-se quando o indivíduo não consegue discernir e reconhecer o conteúdo e o efeito de sua ação interventiva nas formas sociais.

     A análise de discurso pode prover elementos para que a formação, e não a capacitação, seja incentivada como forma de relação com o conhecimento. Já porque suas reflexões juntam sujeito, língua, educação e formação social. Em minhas reflexões, uno a isto uma teorização do sujeito em que se tem os seus modos de individuação, produzidos pela articulação simbólico-política do Estado, através de instituições e discursos. Aí incluo, nesta presente reflexão, a escola e os discursos do conhecimento.

     Consideramos que a educação, e, em particular, o ensino da língua, como parte do que tenho trabalhado como a individuação do sujeito, neste caso, sendo a instituição a escola, poderia, se bem praticado como processo formador do indivíduo na sua relação com o social e o trabalho, dar condições para que este sujeito “soubesse” que sabe a língua e soubesse “ler e escrever”, de forma a, em sua compreensão, ser capaz de dimensionar o efeito de sua intervenção nas formas sociais, com todas as consequências sociais e históricas que isto implica. Em uma palavra, se desalienasse. O que a capacitação não faz, pois o torna apenas um indivíduo bem treinado e, logo, mais produtivo. Isto não o qualifica em seu conhecimento, o que, com a formação, se dá e produz o efeito de tornar esse sujeito mais independente, deixando de ser só mais um instrumento na feitura de um “país rico”. Ele estaria formado para dar mais um passo na direção de não só formular como reformular e ressignificar sua relação com a língua institucionalizada, a da escola, mas também com a sociedade.

     Ao invés de ser apenas um autômato de uma empresa (com a capacitação), poderia ser um sujeito em posição de transformar seu próprio conhecimento, compreender suas condições de existência na sociedade e resistir ao que o nega enquanto sujeito social e histórico. Tudo isto, se pensamos na formação - desde a educação básica, como o ensino superior – leva-nos a dizer que há modos de formar sujeitos preparados para descobertas e para inovações. Sujeitos bem formados que podem “pensar por si mesmos”, tocando o real da língua em seu funcionamento e o da história, no confronto com o imaginário que o determina.

ORLANDI, EniPulccinelli. Entrevista com EniOrlandi. [Entrevista
concedida a Maristela Cury Sarian] Pensares em Revista, São Gonçalo
– RJ, n. 17, p. 8-17, 2020. (Fragmento).
Analise o período seguinte atendendo aos aspectos semânticos e gramaticais. “Pensando politicamente, podemos dizer que a formação, e não a capacitação, pode produzir um aluno ‘não alienado’”.
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Q1718278 Português
TEXTO

Bairro com mais idosos no Rio, Copacabana tem desobedientes da quarentena

   Perto da avenida Nossa Senhora de Copacabana, a mais movimentada do bairro da zona sul do Rio, a professora Kátia Prentki, 53 anos, afirma que a pandemia causada pelo covid-19 não alterou muito sua rotina. Ela dá aulas particulares para pessoas de todas as idades, e diz que sua presença na rua tem um propósito: "Não estou apenas passeando". De fato, segundo as autoridades sanitárias, ela pode também estar transportando o vírus para o apartamento onde mora com o pai, de 93 anos, uma irmã e uma prima. Ou, quando faz o caminho inverso, levando para os alunos.

Disponível em https://noticias.uol.com.br/colunas/paulosampaio/2020/03/22/bairro-com-mais-idosos-no-rio-copacabana-temdesobedientes-da-quarentena.htm. Acesso em 24.mar.2020.
Sintaxe é a parte da gramática que estuda a disposição das palavras na oração e a das orações no discurso, bem como a relação lógica das orações entre si. A partir dessa definição, marque o item em que o termo negritado apresenta sua função sintática correta entre parênteses.
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Q1717305 Português
TEXTO

Trecho do livro Modernidade Líquida

         “Indivíduos frágeis”, destinados a conduzir suas vidas numa “realidade porosa”, sentem-se como que patinando sobre gelo fino; e “ao patinar sobre gelo fino”, observou Ralph Waldo Emerson em seu ensaio Prudence, “nossa segurança está em nossa velocidade”. Indivíduos, frágeis ou não, precisam de segurança, anseiam por segurança, buscam a segurança e assim tentam, ao máximo, fazer o que fazem com a máxima velocidade. Estando entre os corredores rápidos, diminuir a velocidade significa ser deixado para trás; ao patinar em gelo fino, diminuir a velocidade também significa a ameaça real de afogar-se. Portanto, a velocidade sobe para o topo da lista dos valores de sobrevivência.
         A velocidade, no entanto, não é propícia ao pensamento, pelo menos ao pensamento de longo prazo. O pensamento demanda pausa e descanso, “tomar seu tempo”, recapitular os passos já dados, examinar mais de perto o ponto alcançado e a sabedoria (ou imprudência, se for o caso) de o ter alcançado.
         Pensar tira nossa mente da tarefa em curso, que requer sempre a corrida e a manutenção da velocidade. E na falta do pensamento, o patinar sobre o gelo fino que é uma fatalidade para todos os indivíduos frágeis na realidade porosa pode ser equivocadamente tomado como seu destino.
         Tomar a fatalidade por destino, como insistia Max Scheler em sua Ordo amoris, é um erro grave: “O destino do homem não é uma fatalidade… A suposição de que fatalidade e destino são a mesma coisa merece ser chamada de fatalismo”. O fatalismo é um erro do juízo, pois de fato a fatalidade “tem origem natural e basicamente compreensível”. Além disso, embora não seja uma questão de livre escolha, e particularmente de livre escolha individual, a fatalidade “tem origem na vida de um homem ou de um povo”. Para ver tudo isso, para notar a diferença e a distância entre fatalidade e destino, e escapar à armadilha do fatalismo, são necessários recursos difíceis de obter quando se patina sobre gelo fino: tempo para pensar, e distanciamento para uma visão de conjunto.
          (…) Tomar distância, tomar tempo – a fim de separar o destino e a fatalidade, de emancipar o destino da fatalidade, de torná-lo livre para confrontar a fatalidade e desafiá-la: essa é a vocação da sociologia. E é o que os sociólogos podem fazer caso se esforcem consciente, deliberada e honestamente para refundir a vocação a que atendem – sua fatalidade – em seu destino.
Zygmunt Bauman

Disponível em https://colunastortas.com.br/zygmunt-bauman-frases/. Acesso
em 25/06/2020.
“Tomar a fatalidade por destino, como insistia Max Scheler em sua Ordo amoris, é um erro grave:...”. A oração destacada está exercendo função sintática de
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Q1716818 Português

Memórias de um aprendiz de escritor


Em relação às palavras ou às expressões grifadas nas orações a seguir e sua função sintática, assinale F para falso e V para verdadeiro:

( ) “Verdade é uma palavra muito relativa” (L. 11-12) – Predicativo

( ) “Uma vez, o rádio deu uma notícia alarmante” (L. 18) – Objeto indireto

( ) “Daí a pouco o vizinho via o escritor” (L. 52-53) – Sujeito

( ) “Ele vira, realmente, o avião cair.” (L. 35) – Adjunto adnominal

( ) “quando apareceu ele, o Mentiroso.” (L. 21-22) – Aposto

Assinale a opção que indica a sequência correta, de cima para baixo.

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Q1716816 Português

Memórias de um aprendiz de escritor


“E ele acreditava no que dizia, porque era um ficcionista.” (L. 37-38)

A oração destacada nessa frase traz uma ideia de

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Q1716811 Português

Memórias de um aprendiz de escritor


Em se tratando de paralelismo, correspondência de funções gramaticais e semânticas existentes nas orações, assinale a opção que contém um exemplo de paralelismo sintático.
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Q1716370 Português
Imagem associada para resolução da questão


A fala “Combateremos a sombra. Com crase e sem crase”, indica, nesse contexto, que 
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Q1713536 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/estilo-de-vida/obsessao-feliz-tornando-ansiosas-depressivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que indica o número correto de orações que compõem o período a seguir, “Depois, reviu sua relação com o trabalho, que havia deixado em segundo plano por causa do casamento, e começou em um novo emprego”, retirado do texto.
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Q1713492 Português

TEXTO II


QUINO, J. L. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003

No 2º quadrinho, há um problema gramatical. Esse problema é de ordem:
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Q1713489 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Em relação à organização sintática do poema, na 2ª estrofe, os períodos apresentam-se como:
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Q1713466 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Os pronomes podem apresentar-se como adjuntos do núcleo - capazes de funcionar como núcleo de sintagma nominal, à maneira dos substantivos - ou como absolutos, à maneira dos adjetivos, dos artigos e dos numerais.

II. Verbos são palavras invariáveis que servem para conectar orações ou dois termos de mesma função sintática, estabelecendo, entre eles, uma relação de dependência. Assim, verbo é uma classe de palavras variável com que se designam ou se nomeiam os seres em geral ou são as palavras variáveis com que se designam os seres.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
4321: C
4322: B
4323: A
4324: C
4325: B
4326: A
4327: A
4328: C
4329: E
4330: E
4331: C
4332: D
4333: B
4334: D
4335: A
4336: C
4337: C
4338: A
4339: C
4340: D