Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q1745940 Português

TEXTO

Disponível em http://ed-arte.blogspot.com/2009_10_01_. Acesso em 27 set 2020.


LEGENDA:

QUERIDA, OS INDICADORES ECONÔMICOS MOSTRAM QUE ESTAMOS À TODO VAPOR! 

A vírgula presente na fala do personagem foi empregada para
Alternativas
Q1745714 Português
TEXTO 02
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

Avião X Vapor
A minha avó, dona Fernanda, [...] formou um grupo super grande de amigas que trabalhavam muito [...]. Adoravam viajar juntas para estações termais, como Lindoia, São Pedro, etc. [...]. Naquele ano programaram uma viagem para a Itália, em pleno verão Europeu.
Quando suas amigas a convidaram e a nossa família insistiu para que fosse, ela descartou logo de cara "Não vou" [...]. Dizia. "Só gosto de vapor".[...] "Tenho pavor de avião".
As amigas não se conformaram: "mas, Nanda, você gosta tanto de viajar, gosta da nossa companhia", "Gosto, mas de avião não vou". "Mas você foi tantas vezes para a Itália". "Fui, mas de vapor. De avião não vou".
[...] Insistimos, para ela ir. "Mas Nona, vamos pedir para o seu médico receitar um comprimidinho, você vai dormir a viagem toda".
Ela ficou desconfiada e perguntou se era muito forte esse remédio. Seu médico acalmou a Nona e, com um pouco de convencimento por parte dos filhos e das amigas, resolveu ir. Quando ia entrar no avião tomou o comprimido. Sentou no seu lugar e apagou. Quando acordou já estava na Itália.
Gostou tanto que disse: - " Agora só viajo de avião".[...]

Fonte (adaptada) : http://literalmentelivres.com.br/aviao-x-vapor/
Em "A minha avó, dona Fernanda , [...]", o termo destacado é:
Alternativas
Q1745423 Português
TEXTO 02
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

Avião X Vapor
A minha avó, dona Fernanda, [...] formou um grupo super grande de amigas que trabalhavam muito [...]. Adoravam viajar juntas para estações termais, como Lindoia, São Pedro, etc. [...].
Naquele ano programaram uma viagem para a Itália, em pleno verão Europeu.
Quando suas amigas a convidaram e a nossa família insistiu para que fosse, ela descartou logo de cara "Não vou" [...]. Dizia. "Só gosto de vapor".[...] "Tenho pavor de avião".
As amigas não se conformaram: "mas, Nanda, você gosta tanto de viajar, gosta da nossa companhia", "Gosto, mas de avião não vou". "Mas você foi tantas vezes para a Itália". "Fui, mas de vapor. De avião não vou".
[...] Insistimos, para ela ir. "Mas Nona, vamos pedir para o seu médico receitar um comprimidinho, você vai dormir a viagem toda".
Ela ficou desconfiada e perguntou se era muito forte esse remédio. Seu médico acalmou a Nona e, com um pouco de convencimento por parte dos filhos e das amigas, resolveu ir. Quando ia entrar no avião tomou o comprimido. Sentou no seu lugar e apagou. Quando acordou já estava na Itália. Gostou tanto que disse: - " Agora só viajo de avião".[...]

Fonte (adaptada) : http://literalmentelivres.com.br/aviao-x-vapor/
O trecho que apresenta uma relação de causa e consequência é:
Alternativas
Ano: 2020 Banca: STATUS Órgão: Sescoop - BA Prova: STATUS - 2020 - Sescoop - BA - Advogado |
Q1745376 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(Texto)


Analise o trecho abaixo para responder à questão:

“Entretanto, se 38% haviam ido pelo menos uma vez ao urologista, 27% ainda não tinham se consultado e 3% alegavam que nunca procurariam um especialista.” (linhas 22 a 25).


O trecho “que nunca procurariam um especialista.” exerce, no contexto em que está inserido, função sintática de:

Alternativas
Q1739935 Português
A questão se refere ao texto a seguir:

O Brasil teve uma leve melhora nas pontuações de leitura, matemática e ciências no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), mas apenas dois a cada 100 estudantes atingiram os melhores desempenhos em pelo menos uma das disciplinas avaliadas. Os resultados da avaliação, que é referência mundial, foram divulgados [...] pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O Pisa 2018 foi aplicado em 79 países e regiões a 600 mil estudantes de 15 anos. No Brasil, cerca de 10,7 mil estudantes de 638 escolas fizeram as provas. O país obteve, em média, 413 pontos em leitura [...].Na última avaliação, aplicada em 2015, o Brasil obteve, 407 em leitura [...].
As pontuações obtidas pelos estudantes colocam o Brasil no nível 2 em leitura [...] em uma escala que vai até 6. Pelos critérios da OCDE, o nível 2 é considerado o mínimo adequado. Ao todo, quase metade, 43,2% dos estudantes brasileiros ficaram abaixo do nível 2 nas três disciplinas avaliadas. Na outra ponta, apenas 2,5% ficaram nos níveis 5 e 6 em pelo menos uma das disciplinas.
O Brasil ficou abaixo das médias dos países da OCDE. Em leitura, os 37 países membros do grupo, composto, por exemplo, por Canadá, Finlândia, Japão e Chile, obtiveram 487 pontos em leitura, 489, em matemática e 489, em ciências. Como na avaliação 35 pontos equivalem a um ano de estudos, o Brasil está a pouco mais de dois anos atrás desses países. [...]
O desempenho na avaliação posicionou o Brasil no 57ª lugar entre os 77 países e regiões com notas disponíveis em leitura [...] em um ranking com 78 países. [...] 
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2019-12/ pisa-mostra-que-2-dos-alunos-brasileiros-tem-nota-maxima-em-avaliacao-internacional. Acesso em: 03/dez/2019. [modificado]
Sobre o período “Os resultados da avaliação, que é referência mundial, foram divulgados [...] pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).”, os trechos destacados são, correta e respectivamente, classificados sintaticamente como:
Alternativas
Q1739927 Português
A questão se refere ao texto a seguir:

Roman Starovoyt, governador da região de Kursk, no sudoeste da Rússia, começou a punir os funcionários que cometam erros de ortografia ou imprecisões nos documentos oficiais, segundo publicou [...] o site "Sekunda Media".
"Durante o último ano, eu mesmo encontrei erros ortográficos em seis ou sete cartas oficiais. Na Administração de Kursk, há um corretor, mas as vezes a revisão do texto precisa de emendas e acréscimos urgentes. Daí vêm as erratas", disse o líder regional.
O governador explicou que costumava chamar a atenção dos funcionários, mas que precisou se tornar mais rigoroso. "Depois de alguns últimos casos, tive que tomar medidas disciplinares e privei os responsáveis da bonificação trimestral", afirmou Starovoyt.
Segundo o governador, o valor recebido e, que será afetado, equivale a metade do salário e pagamentos extras pelo cargo que ocupam. Para um assessor, por exemplo, representa 3 mil rublos (R$ 229,14), e para um presidente de comitê, 10 mil rublos (R$ 763,80).
"Considero inadmissível qualquer erro na correspondência oficial. Uma vírgula mal colocada pode tergiversar todo o sentido da carta", explicou o político, que lembrou que todos os funcionários públicos estaduais passam por teste do idioma russo para conseguir os postos de trabalho. [...]
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2020/07/14/ na-russia-governador-pune-funcionarios-publicos-por-erros-de-ortografia.htm. Acesso em: 14/jul/2020. [modificado]

Analise as afirmativas abaixo e identifique a que, correta e respectivamente, representa a função sintática dos termos destacados nos trechos:
I- Roman Starovoyt, governador da região de Kursk, no sudoeste da Rússia, começou... II- ... começou a punir os funcionários que cometam erros de ortografia ou imprecisões nos documentos oficiais... III- ... afirmou Starovoyt.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q1737720 Português
Texto 

Leia o texto para responder a questão.

Um dia, numa expedição na África, um cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari. Nisso vê bem perto uma pantera correndo em sua direção.

Ao perceber que a pantera vai devorá-lo pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los. Então, quando a pantera está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:

“Ah, que delícia esta pantera que acabo de comer!”

A pantera para bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho, pensando:

“Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!”

Um macaco que estava trepado em uma árvore perto e que havia visto a cena, sai correndo atrás da pantera para lhe contar como ela foi enganada pelo cachorro. O macaco alcança a pantera e lhe conta toda a história.
Então, a pantera furiosa diz:

“Cachorro maldito! Vai me pagar!
Agora vamos ver quem come quem!”

“Depressa!”, disse o macaco. “Vamos alcançá-lo”.

E saem correndo para buscar o cachorrinho.

O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.

“Ah, macaco desgraçado! O que faço agora?”, pensa o cachorrinho.

Ao invés de sair correndo, o cachorrinho fica de costas como se não estivesse vendo nada e, quando a pantera está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:

“Maldito macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer outra pantera e ele ainda não voltou!”

autor desconhecido

Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto.


1. Em “Vê uns ossos de um animal morto”, as palavras sublinhadas exercem a mesma função sintática e possuem a mesma classificação morfológica.

2. A frase “Faz meia hora” tem como sujeito simples a expressão “meia hora”.

3. A frase sublinhada no texto completa o sentido do verbo “ver” e, como tal, é uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

4. Compare as frases: “A pantera furiosa diz: cachorro maldito!” e “Diz furiosa a pantera: maldito cachorro!”. A ordem das palavras foi alterada e, mesmo assim, as palavras sublinhadas continuam a exercer a mesma função sintática: complemento nominal das palavras a que se referem.

5. Em “A pantera para bruscamente e sai apavorada” os dois verbos são intransitivos e as palavras que a eles se referem são adjuntos adverbiais.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1735633 Português
A questão se refere ao texto a seguir:

O secretário da Educação, Natalino Uggioni, destaca que a participação na consulta pública é muito importante, já que as contribuições serão levadas em consideração na elaboração do documento final. “Essa é mais uma forma participativa e construtiva que estamos apresentando à sociedade, para que de forma democrática todos possam nos ajudar a bem construir um currículo para o Ensino Médio de Santa Catarina, que faça sentido na vida dos jovens catarinenses”.
Essa é a primeira etapa para a definição do Currículo para o Ensino Médio em conformidade com a BNCC. As alterações sugeridas no formulário serão avaliadas para aprimorar o currículo. Além disso, para consolidar o documento final, haverá três seminários com 250 professores da rede de ensino catarinense. O prazo para conclusão de ________ processo de elaboração e aprovação do Currículo do Território Catarinense para o Ensino Médio está previsto para julho _______ ano.
A BNCC em Santa Catarina vem, desde 2015, sendo amplamente difundida com a criação da Comissão Executiva Estadual da BNCC e, posteriormente, o Comitê Executivo em regime de colaboração com Secretaria de Estado de Educação (SED), União dos Dirigentes Municipais de Santa Catarina (UNDIME/SC), Federação Catarinense de Municípios (FECAM), Conselho Estadual de Educação (CEE) e União Nacional de Conselhos Municipais de Educação (UNCME).
Em 2019, foi aprovado o Currículo Base da Educação Infantil e Ensino Fundamental do Território Catarinense. Neste ano, dando continuidade ao processo, será finalizado e aprovado o Currículo Base do Território Catarinense para o Ensino Médio.

Disponível em: https://www.sc.gov.br/noticias/temas/educacao-noticias/ aberta-consulta-publica-para-elaboracao-do-curriculo-do-territorio-catarinense-para-o-ensino-medio.
Acesso em: 28/jan/2020. [adaptado]
No trecho “...o Comitê Executivo em regime de colaboração com Secretaria de Estado de Educação (SED), União dos Dirigentes Municipais de Santa Catarina (UNDIME/SC), Federação Catarinense de Municípios (FECAM), Conselho Estadual de Educação (CEE) e União Nacional de Conselhos Municipais de Educação (UNCME).” , as vírgulas, em todas as ocorrências, foi utilizada para:
Alternativas
Q1735258 Português
TEXTO 
ÉTICA PARA MEU FILHO

   (...)Veja: alguém pode lamentar ter procedido mal mesmo estando razoavelmente certo de que não sofrerá represálias por parte de nada nem de ninguém. É que, ao agirmos mal e nos darmos conta disso, compreendemos que já estamos sendo castigados, que lesamos a nós mesmos - pouco ou muito - voluntariamente. Não há pior castigo do que perceber que por nossos atos estamos boicotando o que na verdade queremos ser...
   De onde vêm os remorsos? Para mim está muito claro: de nossa liberdade. Se não fôssemos livres, não nos poderíamos sentir culpados (nem orgulhosos, é claro) de nada e evitaríamos os remorsos. Por isso, quando sabemos que fizemos algo vergonhoso procuramos afirmar que não tivemos outro remédio senão agir assim, que não pudemos escolher: “cumpri ordens de meus superiores”, “vi que todo o mundo fazia a mesma coisa”, “perdi a cabeça”, “é mais forte do que eu”, “não percebi o que estava fazendo”, etc. Do mesmo modo, quando o pote de geleia que estava em cima do armário cai e quebra, a criança pequena grita chorosa: “Não fui eu!”. Grita exatamente porque sabe que foi ela; se não fosse assim, nem se daria ao trabalho de dizer nada, ou talvez até risse e pronto. Em compensação, ao fazer um desenho muito bonito essa mesma criança irá proclamar: “Fiz sozinho, ninguém me ajudou!” Do mesmo modo, ao crescermos, queremos sempre ser livres para nos atribuir o mérito do que realizamos, mas preferimos confessar-nos “escravos das circunstâncias” quando nossos atos não são exatamente gloriosos.
(SAVATER, Fernando. Ética para meu filho.Trad. Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Tradução de: Ética para Amador.)
Pode-se afirmar que o 1º período do 1º parágrafo encerra:
Alternativas
Q1735253 Português
TEXTO 
ÉTICA PARA MEU FILHO

   (...)Veja: alguém pode lamentar ter procedido mal mesmo estando razoavelmente certo de que não sofrerá represálias por parte de nada nem de ninguém. É que, ao agirmos mal e nos darmos conta disso, compreendemos que já estamos sendo castigados, que lesamos a nós mesmos - pouco ou muito - voluntariamente. Não há pior castigo do que perceber que por nossos atos estamos boicotando o que na verdade queremos ser...
   De onde vêm os remorsos? Para mim está muito claro: de nossa liberdade. Se não fôssemos livres, não nos poderíamos sentir culpados (nem orgulhosos, é claro) de nada e evitaríamos os remorsos. Por isso, quando sabemos que fizemos algo vergonhoso procuramos afirmar que não tivemos outro remédio senão agir assim, que não pudemos escolher: “cumpri ordens de meus superiores”, “vi que todo o mundo fazia a mesma coisa”, “perdi a cabeça”, “é mais forte do que eu”, “não percebi o que estava fazendo”, etc. Do mesmo modo, quando o pote de geleia que estava em cima do armário cai e quebra, a criança pequena grita chorosa: “Não fui eu!”. Grita exatamente porque sabe que foi ela; se não fosse assim, nem se daria ao trabalho de dizer nada, ou talvez até risse e pronto. Em compensação, ao fazer um desenho muito bonito essa mesma criança irá proclamar: “Fiz sozinho, ninguém me ajudou!” Do mesmo modo, ao crescermos, queremos sempre ser livres para nos atribuir o mérito do que realizamos, mas preferimos confessar-nos “escravos das circunstâncias” quando nossos atos não são exatamente gloriosos.
(SAVATER, Fernando. Ética para meu filho.Trad. Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Tradução de: Ética para Amador.)
O fragmento destacado na passagem “É que, ao agirmos mal e nos darmos conta disso, compreendemos que já estamos sendo castigados, que lesamos a nós mesmos - pouco ou muito - voluntariamente.” (1º parágrafo) assume um valor semântico, no contexto em que se insere, de:
Alternativas
Q1735096 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 




“[...], que tem 28 dias, [...]” (linha 15).

O trecho retirado do Texto exerce função sintática de:

Alternativas
Q1735093 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 




“‘Lua Azul’: o raro evento cósmico que poderá ser visto neste 31 de outubro (e não se repetirá até 2023)”.
Analisando-se o título do Texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1735092 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 




“O mês de fevereiro, que tem 28 dias, por exemplo, nunca verá uma ‘Lua Azul’.” (linhas 15 e 16).
Acerca do trecho acima retirado do Texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1734160 Português
Captura_de tela 2026-09-19 064550.png (717×217)


TELES, Lygia Fagundes. Antologia escolar. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 147.
A preposição constante deste fragmento “Sem chorar, aprendi bem cedo os versos exemplares” (l. 06 e l. 07) estabelece, entre as duas orações, uma relação de subordinação que indica:
Alternativas
Q1734156 Português
Captura_de tela 2026-09-19 064550.png (717×217)


TELES, Lygia Fagundes. Antologia escolar. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1995, p. 147.
Considerando-se a estrutura morfossintática deste trecho “mas se sairmos de casa certos de que vamos encontrar alguma” (l. 08 e l. 09), qual é a alternativa cujo teor é INEXATO?
Alternativas
Q1734008 Português
Leia o poema “Quadrilha” de Carlos Drummond de Andrade.
João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.
Analise as afirmativas abaixo:
1. No verso “que não amava ninguém”, em uma análise morfológica temos: pronome, advérbio, verbo, adjetivo. 2. A palavra sublinhada no primeiro verso é objeto direto da primeira oração e sujeito da segunda. Nesse último caso, para efeitos de coesão textual, foi substituída por “que”. 3. Em “Raimundo morreu de desastre”, a estrutura frasal tem ordem direta e apresenta: sujeito + predicado. O predicado forma-se com: verbo + adjunto adverbial. 4. O título do poema certamente foi aleatório, já que não encontra justificativa ao longo do poema. 5. As expressões “para o convento”, “de desastre” e “na história” possuem, na palavra sublinhada, a mesma classificação morfológica e desempenham a mesma função sintática.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmações verdadeiras.
Alternativas
Q1733626 Português
Sexo e temperamento em três sociedades primitivas

  Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de dominação ou submissão.
  Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram (homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
  Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade, padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
  Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e emocionalmente dependente.
  Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
O termo destacado na passagem “os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram (homens e mulheres) maternais, (...)” (2º parágrafo) desempenha um papel sintático de:
Alternativas
Q1733622 Português
Sexo e temperamento em três sociedades primitivas

  Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de dominação ou submissão.
  Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram (homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
  Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade, padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
  Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e emocionalmente dependente.
  Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
Assinale a opção com informação INCORRETA sobre a pontuação do 2º parágrafo:
Alternativas
Q1733621 Português
Sexo e temperamento em três sociedades primitivas

  Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais. A partir dos resultados obtidos na pesquisa, concluiu que a crença, então compartilhada na sociedade americana, em um temperamento inato ligado ao sexo não era universal. Segundo ela, toda cultura determina de algum modo os papéis dos homens e das mulheres, mas não o faz necessariamente em termos de contraste entre as personalidades prescritas para os dois sexos nem em termos de dominação ou submissão.
  Entre os povos estudados por Mead, os montanheses Arapesh, agricultores e criadores de porcos, eram (homens e mulheres) maternais, cooperativos, sociáveis, pouco individualistas e orientados para as necessidades da geração seguinte. Em síntese, um povo com características “femininas”.
  Já os ferozes caçadores de cabeça Mundugumor, agricultores e pescadores, eram o extremo oposto. De acordo com a autora, desprezando o sexo como base para o estabelecimento de diferenças de personalidade, padronizaram o comportamento de homens e mulheres como “ativamente masculino, viril e sem quaisquer das características edulcoradas que estamos acostumados a considerar indiscutivelmente femininas”. Esse povo era formado por indivíduos implacáveis que se aproximavam de um tipo de personalidade que, na cultura americana, só se encontraria em homens indisciplinados e extremamente violentos.
  Nos Tchambuli, por sua vez, pescadores lacustres e amantes das artes, havia uma inversão das atitudes sexuais: a mulher seria o parceiro dirigente, dominador e impessoal, e o homem, menos responsável e emocionalmente dependente.
  Para Mead, o fato de que traços de temperamento tradicionalmente considerados femininos fossem, em uma tribo, erigidos como padrão masculino e, em outra, prescritos para a maioria das mulheres e dos homens demonstra não haver base para considerar tais aspectos comportamentais vinculados ao sexo. Essa conclusão seria reforçada pela inversão da posição de dominância entre os sexos no terceiro povo estudado.
(PISCITELLI, Adriana. Uma questão de gênero – Mente cérebro. São Paulo: Duetto Editorial, 2008. p. 24)
No primeiro período do texto: “Nos anos 30, Margareth Mead comparou três sociedades primitivas da Nova Guiné, visando observar como as atitudes sociais se relacionavam com as diferenças sexuais.” A forma verbal destacada introduz uma oração com valor semântico de:
Alternativas
Q1727159 Português
Leia a crônica de Carlos Drummond de Andrade.


Brasileiro Cem-Milhões


Telefonei para a maternidade indagando se havia nascido o bebê no 100.000.000, e não souberam informar-me:

— De zero hora até este momento nasceram oito, mas nenhum foi etiquetado com esse número.

É uma falha do nosso registro civil: as crianças não recebem números ao nascer. Dão-lhes apenas um nome, às vezes surrealista, que o acompanhará por toda a vida como pesadelo, quando a numeração pura e simples viria garantir identidade insofismável, poupando ainda o vexame de carregar certos antropônimos. Centenas de milhares nascem João ou José, mais o homem ou a mulher 25.786.439 seria uma única pessoa viva, muito mais fácil de cadastrar no Imposto de Renda e nos mil outros fichários com que é policiada a nossa existência.

Passei por baixo do viaduto, onde costumam nascer filhos do vento, e reinava uma paz de latas enferrujadas e grama sem problemas. Ninguém nascera ali depois da meia-noite. O dia 21 de agosto, marcado para o advento do brasileiro cem-milhões, transcorria sem que sinal algum, na terra ou no ar, registrasse o acontecimento.

Costumo acreditar nos bancos, principalmente nos oficiais, e se o Banco Nacional da Habitação, através do Serfhau, garantiu que nessa segunda-feira o Brasil atingiria a cifra redonda de 100 milhões de habitantes, é porque uma parturiente adrede orientada estaria de plantão para perfazer esse número.

Verdade seja que o IBGE, pelo Centro Brasileiro de Estudos Demográficos, julgou prematura a declaração, e só para o trimestre de outubro/dezembro nos promete o brasileiro em questão. Não ponho em dúvida sua autoridade técnica, mas um banco é um banco, ainda mais se agência governamental, e a esta hora deve ter recolhido nosso centésimo milionésimo compatrício em berço especial da casa própria, botando-lhe à cabeceira um cofre de caderneta de poupança.

É que me custa admitir o nascimento desse garoto, ou garota, sem o amparo de nossas leis sociais, condenado a ser menos que número – uma dessas crianças mendicantes, que não conhecerão as almofadas da felicidade. Não queria que a televisão lhe desse um carnê e uma viagem à Grécia, nem era preciso que Manchete lhe dedicasse 10 páginas coloridas, sob o patrocínio do melhor leite em pó. Mas gostaria que viesse ao mundo com um mínimo de garantia contra as compulsões da miséria e da injustiça, e de algum modo representasse situação idêntica de milhões de outras crianças que recebessem – estou pedindo muito? – não somente o dom da vida, mas oportunidades de vivê-la.

Seria vaidade irrisória proclamar-se ele, o 100.000.000o brasileiro, membro eufórico da geração dos 100 milhões, e saber-se apenas mais um marginalizado, que só por artifício de média ganha sua fatia no bolo do Produto Nacional Bruto.

Não desejo o herói do monumento nem mártir anônimo. Prefiro vê-lo como um ser capaz de fazer alguma coisa de normal numa sociedade razoavelmente suportável, em que a vida não seja obrigação estúpida, sem pausa para fruir a graça das coisas naturais e o que lhes acrescentou a imaginação humana.

Olho para esse brasileiro cem-milhões, nascido ontem ou por nascer daqui a algumas semanas, como se ele fosse meu neto… bisneto, talvez. Pois quando me dei conta de mim, isto aí era um país de 20 milhões de pessoas, diluídas num território quase só mistério, que aos poucos se foi desbravando, mantendo ainda bolsões de sombra. Vi crescer a terra e lutarem os homens, entre desajustes e sofrimentos. Os maiorais que dirigiam o processo lá se foram todos. Vieram outros e outros, e encontro nesta geração um novo rosto de vida que se interroga. Há muita ingenuidade, também muita coragem, e os problemas se multiplicam com o crescimento desordenado. Somos mais ricos… e também mais pobres.

Meu querido e desconhecido irmão no 100.000.000, onde quer que estejas nascendo, fica de olho no futuro, presta atenção nas coisas para que não façam de ti subproduto de consumo, e boa viagem pelo século XXI adentro.
Assinale a alternativa correta, considerando as frases do texto.
Alternativas
Respostas
4301: C
4302: B
4303: A
4304: C
4305: A
4306: B
4307: D
4308: B
4309: C
4310: A
4311: A
4312: B
4313: A
4314: D
4315: A
4316: D
4317: B
4318: D
4319: A
4320: D