Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q4107665 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)A expressão "Voz cava" remete à ideia de "voz rouca".
(__)A frase exclamativa: "Atenção, meninos!" inicia com termo trissílabo oxítono, seguido de substantivo com função sintática de vocativo.
(__)No trecho: "tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande", temos elemento coesivo conjuntivo com ideia comparativa; ocorrências de contração prepositiva impostas pela regência nominal, e predominância de termos dissílabos paroxítonos.
(__)A expressão: "Pelo que se vê" tem o mesmo sentido contextual de "Pelo que fora visto".
(__)No período: "ele tossiu, mudou de tom e disse", temos três orações coordenadas assindéticas.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4107622 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)A expressão "Voz cava" remete à ideia de "voz rouca".
(__)A frase exclamativa: "Atenção, meninos!" inicia com termo trissílabo oxítono, seguido de substantivo com função sintática de vocativo.
(__)No trecho: "tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande", temos elemento coesivo conjuntivo com ideia comparativa; ocorrências de contração prepositiva impostas pela regência nominal, e predominância de termos dissílabos paroxítonos.
(__)A expressão: "Pelo que se vê" tem o mesmo sentido contextual de "Pelo que fora visto".
(__)No período: "ele tossiu, mudou de tom e disse", temos três orações coordenadas assindéticas.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4107621 Português
Aula inaugural de uma pequena escola do interior. Os alunos, endomingados, como requeria a ocasião. O professor, grave, de preto, voz cava. Pelo que bem se vê que a aula era de Português. E eis que no final, tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande, ele tossiu, mudou de tom e disse:
- Atenção, meninos! Para gravarem melhor a matéria exposta, copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro.
Perpassa pela classe um frio de pânico.
Esquema?! Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?
Mas o professor, que, além de autodidata, era também humano, farejou a angústia daquelas alminhas e esclareceu então, com um esgar bondoso: - É uma sinopse, meus filhos, apenas uma sinopse...
(QUINTANA, Mário. Poeta e escritor gaúcho, consagrado nacionalmente)


Sobre os componentes linguísticos textuais, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4107620 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)Na série: "Vê"; "também"; "miúda"; "pânico", temos dois termos oxítonos, um termo paroxítono; um termo proparoxítono.

(__)O verbo da frase: "Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?" - está conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.

(__)No período: "copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro" - temos um verbo no imperativo seguido de objeto direto; um pronome relativo; uma locução verbal, seguida de adjunto adverbial de lugar.

(__)Os adjetivos das expressões: "gente miúda" e "gente grande" se opõem pelo sentido.


(__)Nas expressões: "farejou a angústia daquelas alminhas" e "com um esgar bondoso" temos ideias que subestimam a autonomia do próprio professor.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4107552 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)A expressão "Voz cava" remete à ideia de "voz rouca".
(__)A frase exclamativa: "Atenção, meninos!" inicia com termo trissílabo oxítono, seguido de substantivo com função sintática de vocativo.
(__)No trecho: "tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande", temos elemento coesivo conjuntivo com ideia comparativa; ocorrências de contração prepositiva impostas pela regência nominal, e predominância de termos dissílabos paroxítonos.
(__)A expressão: "Pelo que se vê" tem o mesmo sentido contextual de "Pelo que fora visto".
(__)No período: "ele tossiu, mudou de tom e disse", temos três orações coordenadas assindéticas.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4107550 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)Na série: "Vê"; "também"; "miúda"; "pânico", temos dois termos oxítonos, um termo paroxítono; um termo proparoxítono.
(__)O verbo da frase: "Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?" - está conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.
(__)No período: "copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro" - temos um verbo no imperativo seguido de objeto direto; um pronome relativo; uma locução verbal, seguida de adjunto adverbial de lugar.
(__)Os adjetivos das expressões: "gente miúda" e "gente grande" se opõem pelo sentido.
(__)Nas expressões: "farejou a angústia daquelas alminhas" e "com um esgar bondoso" temos ideias que subestimam a autonomia do próprio professor.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4107462 Português
Sobre os componentes linguísticos textuais, analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).
(__) A frase: "A escola serve para ensinar" - enuncia a finalidade da escola.
(__) A crase usada em: "A primeira coisa que nos vem à mente" - é imposta  pela regência verbal.
(__)A frase interrogativa: "Mas ensinar a quem?" - está escrita com conjunção coordenativa adversativa, verbo de primeira conjugação seguido de objeto indireto.
(__)Na frase: "O professor terá que se adaptar" - temos uma opinião da voz do texto, representada por uma ideia hipotética comprovada pelo uso do verbo no futuro do presente do modo indicativo.
(__)A frase: "Como ensinar?" - exemplifica uso de advérbio interrogativo de modo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4107411 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)A expressão "Voz cava" remete à ideia de "voz rouca".
(__)A frase exclamativa: "Atenção, meninos!" inicia com termo trissílabo oxítono, seguido de substantivo com função sintática de vocativo.
(__)No trecho: "tão ansiado pela gente miúda como pela gente grande", temos elemento coesivo conjuntivo com ideia comparativa; ocorrências de contração prepositiva impostas pela regência nominal, e predominância de termos dissílabos paroxítonos.
(__)A expressão: "Pelo que se vê" tem o mesmo sentido contextual de "Pelo que fora visto".
(__)No período: "ele tossiu, mudou de tom e disse", temos três orações coordenadas assindéticas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4107410 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso).

(__)Na série: "Vê"; "também"; "miúda"; "pânico", temos dois termos oxítonos, um termo paroxítono; um termo proparoxítono.
(__)O verbo da frase: "Meu Deus, que diabo disto seria aquilo?" - está conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.
(__)No período: "copiem o esquema que vou traçar no quadro-negro" - temos um verbo no imperativo seguido de objeto direto; um pronome relativo; uma locução verbal, seguida de adjunto adverbial de lugar.
(__)Os adjetivos das expressões: "gente miúda" e "gente grande" se opõem pelo sentido.
(__)Nas expressões: "farejou a angústia daquelas alminhas" e "com um esgar bondoso" temos ideias que subestimam a autonomia do próprio professor.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4107168 Português

Construção


Chico Buarque


Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido


Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima


Sentou pra descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música


E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão feito um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão, atrapalhando o tráfego 


Amou daquela vez como se fosse o última

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado


Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego


Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo


E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público


Amou daquela vez como se fosse máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas

Sentou pra descansar como se fosse um pássaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado

Morreu na contramão atrapalhando o sábado


Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir

A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir

Por me deixar respirar, por me deixar existir

Deus lhe pague


Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir

Pela fumaça, desgraça, que a gente tem que tossir

Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair

Deus lhe pague


Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir

E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir

E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir

Deus lhe pague.

Nos versos:
“Agonizou no meio do passeio náufrago”/“Morreu na contramão atrapalhando o público”, temos respectivamente:
Alternativas
Q4107166 Português

Para que serve o saber


Mario Sergio Cortella


Clarice Lispector, grande escritora nascida na Ucrânia e que viveu no nosso país, tem uma frase magnífica que, sintetizada, dizia: “O melhor de mim é aquilo que eu não sei”. Isso significa que aquilo que eu não conheço é a minha melhor parte. Porque aquilo que eu já sei é mera repetição. Aquilo que eu não sei é o que me renova, o que me faz crescer. O conhecimento é algo que reinventa, que recria, que renova.


Essa noção é importante, pois estabelece a natureza da nossa relação com o conhecimento e suas nuances. O gênio, por exemplo, não é aquele que julga já saber. Gênio é aquele que sabe que não sabe tudo e continua na busca do saber. Gênio é aquele que se faz. O gênio não desiste de conhecer. Cuidado com gente que acha que já sabe, que acha que já conhece. Cuidado com gente que acha que o conhecimento é algo a ser concluído.


Afinal, para que serve o conhecimento? Qual é o poder do saber? Não podemos perder a perspectiva de que a finalidade do poder é servir. Servir à vida, servir a uma comunidade, servir às pessoas. Todo poder que, em vez de servir, serve a si mesmo, é um poder que não serve. O poder da informação, o poder da ciência, o poder da arte é servir.


O que fazemos com o poder do nosso saber? Nós repartimos, partilhamos, o usamos para crescer? Ou eventualmente o utilizamos para dominar? Para tornar o outro ser humano menor? Para diminuir a vida?


Conhecimento tem a finalidade de servir à vida. Mas à vida de quem? De todas e todos. À vida coletiva.

Analise as proposições abaixo:
1- No trecho “com o conhecimento e suas nuances” o termo destacado pode ser substituído sem alteração de sentido pelo termo sutileza.
2- No trecho “ Gênio é aquele que sabe que não sabe tudo e continua na busca do saber.” Há um período misto formado por uma oração subordinada substantiva e uma oração coordenada sindética.
3- No trecho “ O melhor de mim é aquilo que...” o termo sublinhado é classificado sintaticamente como objeto indireto.
4- No trecho “ Aquilo que eu não sei é o que me renova”, o pronome oblíquo átono destacado funciona sintaticamente como objeto direto e foi empregado na forma proclítica, uma vez que o termo que o antecede exige essa colocação.
Está (ão) correta (s)
Alternativas
Q4107165 Português

Para que serve o saber


Mario Sergio Cortella


Clarice Lispector, grande escritora nascida na Ucrânia e que viveu no nosso país, tem uma frase magnífica que, sintetizada, dizia: “O melhor de mim é aquilo que eu não sei”. Isso significa que aquilo que eu não conheço é a minha melhor parte. Porque aquilo que eu já sei é mera repetição. Aquilo que eu não sei é o que me renova, o que me faz crescer. O conhecimento é algo que reinventa, que recria, que renova.


Essa noção é importante, pois estabelece a natureza da nossa relação com o conhecimento e suas nuances. O gênio, por exemplo, não é aquele que julga já saber. Gênio é aquele que sabe que não sabe tudo e continua na busca do saber. Gênio é aquele que se faz. O gênio não desiste de conhecer. Cuidado com gente que acha que já sabe, que acha que já conhece. Cuidado com gente que acha que o conhecimento é algo a ser concluído.


Afinal, para que serve o conhecimento? Qual é o poder do saber? Não podemos perder a perspectiva de que a finalidade do poder é servir. Servir à vida, servir a uma comunidade, servir às pessoas. Todo poder que, em vez de servir, serve a si mesmo, é um poder que não serve. O poder da informação, o poder da ciência, o poder da arte é servir.


O que fazemos com o poder do nosso saber? Nós repartimos, partilhamos, o usamos para crescer? Ou eventualmente o utilizamos para dominar? Para tornar o outro ser humano menor? Para diminuir a vida?


Conhecimento tem a finalidade de servir à vida. Mas à vida de quem? De todas e todos. À vida coletiva.

No trecho “ Clarice Lispector, grande escritora nascida na Ucrânia e que viveu no nosso país, tem uma frase magnífica que, sintetizada, dizia:”, a expressão destacada funciona sintaticamente como:
Alternativas
Q4105912 Português
No trecho “Mas até onde vai o direito da família de escolher o tipo de educação que quer dar a seus filhos? Vários tratados internacionais de direitos humanos assinalam que a família tem primazia na escolha da forma de educação a ser dada aos filhos. A discussão é antiga no Brasil, que pretende regulamentar a prática do ensino domiciliar no país”, as palavras sublinhadas classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q4105528 Português

Homeschooling

Por Audry Branco



(Disponível em: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/homeschooling.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

 No trecho “Atualmente, os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos”, qual é o núcleo do sujeito?
Alternativas
Q4105521 Português

Homeschooling

Por Audry Branco



(Disponível em: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/homeschooling.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir sobre o texto:

I. Na linha 02, o pronome relativo “cujo” refere-se à “alternativa de ensino diferenciada”.
II. O homeschooling, legalizado em cerca de 63 países, prima pela formação integral das crianças e adolescentes, valorizando a socialização, a convivência e o lugar do educador como mediador da aprendizagem.
III. Na linha 08, a expressão “de encontro” garante sentido de oposição ao trecho em que ocorre.
IV. A matrícula de menores de idade em instituições de ensino é de responsabilidade legal dos pais ou responsáveis, podendo ser determinada pelo poder público caso não seja realizada.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4104523 Português
“A percepção do desconhecido é a mais fascinante das experiências. O homem que não tem os olhos abertos para o misterioso passará pela vida sem ver nada.” Albert Einstein.
A frase abaixo que mostra uma informação estrutural correta sobre esse pensamento de Einstein é: 
Alternativas
Q4104515 Português
Nas frases a seguir há orações adjetivas sublinhadas.
Assinale a opção que apresenta a frase em que foi proposto um adjetivo adequado para a substituição de uma dessas orações. 
Alternativas
Q4102363 Português
A FELICIDADE REALISTA


(1º§) A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num "SPA" cinco estrelas.

(2º§) E quanto ao amor? Ah, o amor..., não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e namorar de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

(3º§) Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.

(4º§) Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma bênção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo, juntando, juntando, juntando dinheiro sem se lembrar da felicidade. Junte apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.

(5º§) E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!

(6º§) Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias".

(7º§) Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

(8º§) Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade!


(Mário Quintana. Poeta gaúcho) - (Adaptado)
Marque a alternativa com análise CORRETA. 
Alternativas
Q4102362 Português
A FELICIDADE REALISTA


(1º§) A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num "SPA" cinco estrelas.

(2º§) E quanto ao amor? Ah, o amor..., não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e namorar de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

(3º§) Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.

(4º§) Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma bênção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo, juntando, juntando, juntando dinheiro sem se lembrar da felicidade. Junte apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.

(5º§) E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!

(6º§) Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias".

(7º§) Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

(8º§) Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade!


(Mário Quintana. Poeta gaúcho) - (Adaptado)
Marque a alternativa com análise CORRETA. 
Alternativas
Q4102361 Português
A FELICIDADE REALISTA


(1º§) A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num "SPA" cinco estrelas.

(2º§) E quanto ao amor? Ah, o amor..., não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e namorar de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.

(3º§) Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade.

(4º§) Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma bênção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo, juntando, juntando, juntando dinheiro sem se lembrar da felicidade. Junte apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.

(5º§) E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Crie, inove, reflita e valorize a importância da felicidade realista!

(6º§) Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. "Estamos num mundo complexo de sentimentos e fantasias".

(7º§) Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

(8º§) Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade!


(Mário Quintana. Poeta gaúcho) - (Adaptado)
Marque a oração escrita com os termos essenciais explícitos e dispostos na ordem direta.
Alternativas
Respostas
2641: C
2642: A
2643: C
2644: C
2645: D
2646: A
2647: A
2648: C
2649: C
2650: A
2651: C
2652: C
2653: B
2654: A
2655: E
2656: B
2657: C
2658: B
2659: A
2660: D