Questões de Concurso
Sobre advérbios em português
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Texto para a questão.

BELTRÃO, Eliana Santos; GORDILHO, Tereza. A conquista - Língua Portuguesa. São Paulo: FTD – PNLD, 2024
Leia o quadro a seguir e responda a questão:

( ) “Durante séculos pensei que a guerra fosse o desvio e a paz a rota” ( Afonso Romano de Sant’Anna)
( ) “Todo caminho que trilhamos pela primeira vez é muito mais longo do que o mesmo caminho quando já o conhecemos”.
( ) “O mais importante e bonito, no mundo, é que as pessoas não estão sempre iguais – ainda não foram terminadas – mas que elas estão sempre mudando”.
( ) “Na medida em que aprendemos de nossos erros, nosso conhecimento aumenta, mesmo que jamais possamos alcançar a certeza do saber”.
( ) “E quando você me envolver nos seus braços serenos, eu vou me rende“
Assinale a alternativa correta:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos
A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha.
No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar.
Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende.
O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica.
Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo.
A Revolução Industrial e a ascensão dos corantes sintéticos no século 19, como a alizarina, mudaram o cenário. A indústria da cochonilha entrou em crise, e muitas fábricas fecharam: criar e triturar insetos aos milhões não era uma solução tão lucrativa ou escalável quanto usar pigmentos artificiais.
O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom.
No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.
MOURÃO, M. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos. Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em
<https://super.abril.com.br/historia/carmim-de- cochonilha-a-historia-do-pigmento-feito-de-insetos- moidos>.
A empatia é a capacidade de compreender e compartilhar os sentimentos dos outros. Ela nos permite não apenas enxergar o mundo a partir de diferentes perspectivas, mas também nos ajuda a nos conectar em um nível mais profundo com as experiências e as emoções das pessoas ao nosso redor. No ambiente profissional, a empatia desempenha um papel vital, aprimorando a comunicação eficaz e servindo como base para a colaboração bem-sucedida e a resolução construtiva de conflitos.
ZANETTA, Cristiano. Disponível em: <https://exame.com/bussola/desvendando-o-valor-da- empatia-e-da-compaixao-em-sua-jornada-de-desenvolvimento/>. Acesso em: 22 set. 2024, com adaptações.
Acerca das relações entre as classes de palavras no texto, assinale a alternativa correta.
Elas também não consomem recursos naturais preciosos, como florestas, por exemplo.
Assinale a opção correta quanto às classes de palavras dos vocábulos mencionados nesta frase.
Assinale a opção em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As casas feitas de lixo no deserto do Novo México
Nos belos e rigorosos planaltos desérticos do Estado americano do Novo México, é possível encontrar casas fantásticas e não convencionais que parecem ter saído de um filme de ficção científica.
Algumas dessas residências são esculturalmente arredondadas e chegam a lembrar palácios. Outras se parecem com templos antigos.
Elas foram criadas há quarenta anos e ficam na cidade de Taos e arredores. São casas ecológicas, conhecidas como naves terrestres − residências que atingiram o equilíbrio entre a emissão e a absorção de carbono, projetadas de forma sustentável e construídas principalmente com materiais naturais e resíduos, como pneus velhos, garrafas de vinho vazias, madeira e barro.
A construção das casas requer menos materiais de construção tóxicos ou emissores de carbono. Elas também não consomem recursos naturais preciosos, como florestas, por exemplo. Por isso, a procura por essas residências diferenciadas cresce em todo o mundo.
O arquiteto Michael Reynolds mudou-se para a cidade em 1969. Seu objetivo era "praticar motocross por diversão", segundo ele.
Agora, com 71 anos de idade, Reynolds conta que teve um momento de inspiração. "Um programa de TV americana falava sobre o desmatamento das florestas para extração de madeira, o que cria não só erosão, mas um problema de oxigênio, já que as árvores emitem oxigênio".
"O programa destacava sobre o que chamamos, hoje, de mudanças climáticas e aquecimento global. Eu vi todas aquelas latas de cerveja jogadas fora e perguntei: por que não construímos com latas de cerveja em vez de árvores?"
Reynolds construiu sua primeira casa de latas de cerveja em 1971, conquistando algum espaço no noticiário com sua singularidade. Mas ele ainda passou anos sendo considerado um maluco, não um arquiteto sério. "Era uma ideia meio ridícula, pura fantasia, mas segui adiante e avancei naquela direção".
E levou ainda muito tempo até que sua ideia conseguisse a aceitação do público.
"As casas pareciam muito esquisitas e ainda têm aparência estranha", ele conta. "Mas, agora, as pessoas entendem."
Ele destaca o aspecto financeiramente econômico de viver sem depender da rede elétrica. E, além disso, as pessoas querem reverter as mudanças climáticas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgnglmjrgyo.adaptado.
Assinale a opção correta quanto às classes de palavras dos vocábulos mencionados nesta frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Governo desistiu de voltar com o horário de verão neste ano
A prática, que adianta os relógios em uma hora, era adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz natural.
O governo atual começou a avaliar a volta da prática extinta em 2019.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que, após uma última reunião com o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia necessidade para decretar a medida para este verão.
"Nós temos a segurança energética garantida, há o início de um processo de restabelecimento ainda muito modesto da nossa condição hídrica. Temos condições de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em 2025", afirmou.
Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta do horário de verão, sob argumento de que a medida cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.
O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".
"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do governo federal", declarou.
O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas.
"A prática dessa medida, já universal, traz grandes benefícios ao público, em consequência da natural economia de luz artificial", dizia o texto do decreto assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro daquele ano.
A medida foi repetida em períodos seguintes, sem regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma seca histórica, que resultou em blecautes e racionamento de água —, o horário diferenciado foi adotado anualmente, com duração e abrangência territorial definidas por decretos presidenciais.
Em 2008, um decreto tornou o horário de verão permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.
Em abril de 2019, o governo da época, também por decreto, extinguiu a prática.
O horário de verão costumava ser implementado entre o período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse adotado, seria implementado somente a partir de novembro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.
Assinale a opção em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
O vocábulo destacado pertence a classe dos:
Leia o texto e responda à questão seguinte:

