Questões de Concurso Sobre adjetivos em português

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Q316686 Português
Texto para as questões 04 a 08

                              Políticas Públicas de Segurança no Brasil

Parece que uma das razões do fracasso e da inexistência de políticas nessa área reside num plano puramente cognitivo. A proposição de políticas públicas de segurança, no Brasil, consiste num movimento pendular, oscilando entre a reforma social e a dissuasão individual. A ideia da reforma decorre da crença de que o crime resulta de fatores socioeconômicos que bloqueiam o acesso a meios legítimos de se ganhar a vida. Esta deterioração das condições de vida traduz-se no acesso restrito de alguns setores da população a oportunidades no mercado de trabalho e de bens e serviços, assim como na má socialização a que são submetidos nos âmbitos familiar, escolar e na convivência com subgrupos desviantes. Consequentemente, propostas de controle da criminalidade passam inevitavelmente tanto por reformas sociais de profundidade como por reformas individuais voltadas a reeducar e ressocializar criminosos para o convívio em sociedade. A par das políticas convencionais de geração de empregos e combate à fome e à miséria, ações de cunho assistencialista visariam minimizar os efeitos mais imediatos da carência, além de incutir em jovens candidatos potenciais ao crime novos valores através da educação, da prática de esportes, do ensino profissionalizante e do aprendizado de artes e na convivência pacífica e harmoniosa com seus semelhantes. Quando isto já não é mais possível, que se reformem então aqueles indivíduos que caíram no mundo do crime através do trabalho e da reeducação nas prisões. (Cláudio C. Beato Filho)
"Parece que uma das razões do fracasso e da inexistência de políticas nessa área reside num plano puramente cognitivo. A proposição de políticas públicas de segurança, no Brasil, consiste num movimento pendular, oscilando entre a reforma social e a dissuação individual. A ideia da reforma decorre da crença de que o crime resulta de fatores socioeconômicos que bloqueiam o acesso a meios legítimos de se ganhar a vida".
Entre os adjetivos sublinhados, aqueles que se encontram explicados nesse segmento destacado do texto são
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Ano: 2012 Banca: OFFICIUM Órgão: TJ-RS Prova: OFFICIUM - 2012 - TJ-RS - Juiz |
Q312061 Português
Considere as assertivas abaixo sobre aspectos morfológicos de palavras do texto.

I - Com o sufixo presente na forma verbal banalizaram (linha 16), existe uma forma verbal da mes ma família de finitude (linha 32).

II - O radical presente em excessivas (linha 31) também está presente em excepcional.

III - Com o prefixo presente em incapaz (linha 32), podem-se formar palavras da mesma família do adjetivo apresentáveis (linha 07).

Quais são corretas?

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Q288946 Português
Assinale a alternativa em que a palavra não é um adjetivo.
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Q281346 Português
Leia o texto para responder às questões de números 03 a 10.

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Para responder às questões de números 09 e 10, considere a frase do texto: Falando baixinho, ela me informou que haveria um imprevisto no dia seguinte. As gramáticas deixam claro que o adjetivo é um modificador do substantivo, com este concordando em gênero e número. Na frase, o termo que exerce essa função é:
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Q280296 Português
TEXTO:
Costuma-se contar a história do samba em dois momentos opostos. O primeiro, quando os sambistas eram perseguidos pela polícia — que reprimia manifestações culturais dos negros — e obrigados a tocar escondidos, em vielas dos morros e fundos de quintal. No segundo momento, acontece o contrário: o governo passa a incentivar 5 – o carnaval e as músicas populares. Em 1995, com a publicação do livro O Mistério do Samba, o antropólogo Hermano Vianna revelou que a mudança de postura com relação à música não aconteceu assim tão de repente. Estilos negros e populares faziam parte de festas dos ricos e famosos séculos antes de o desfile das escolas de samba virar uma festa oficial. Em 1802, por exemplo, o comerciante inglês Thomas 10 – Lindley escreveu que as festas dos baianos ricos eram animadas pela “sedutora dança dos negros, misto de coreografia africana e fandangos espanhóis e portugueses". Até mesmo em Portugal, os músicos populares brasileiros eram bem recebidos. No fim do século 18, poucos anos antes de a corte portuguesa fugir para o Brasil, o músico Caldas Barbosa, mestiço filho de uma escrava, encantou a corte de 15 – dona Maria I, a rainha louca, tocando lundus. Hermano Vianna revelou também que o samba, em sua origem, tinha muito pouco de folclórico ou nacionalista. Os estilos europeus fazem parte da raiz ancestral do samba tanto ou mais que a percussão africana. Os primeiros sambistas liam partituras, tocavam instrumentos clássicos, participavam de bandas de jazz, adoravam 20 – ouvir tango e conhecer as novidades musicais nos cabarés parisienses. A cara que o samba tem hoje, de símbolo da “autenticidade brasileira" e da resistência da cultura negra dos morros cariocas, é uma criação mais recente, que de certa forma abafou a primeira. NARLOCH, Leandro. O samba antes do folclore. Guia politicamente incorreto da História do Brasil. São Paulo: Leya, 2009. p. 126-127. Responda:
C, se a proposiçao é certa;
E, se a proposição é errada.
Em “Estilos negros e populares faziam parte de festas dos ricos e famosos séculos antes de o desfile das escolas de samba virar uma festa oficial."(L.7-9), “negros e populares" qualificam “Estilos", assim como “ricos e famosos" qualificam “séculos".
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Q273374 Português
                                                                Pelo ralo

Este conto foi inspirado nos atentados de 11 de setembro de 2001 às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York.

Os pratos estão empilhados de um dos lados da pia numa torre irregular, equilibrando-se uns sobre os outros de forma precária, como os destroços de um prédio bombardeado ameaçando cair. Estão sujos. Muito sujos. Foram deixados ali já faz algum tempo, e os pedaços de detritos sobre eles se cristalizaram, tomando formas absurdas, surreais. Há grãos e lascas, restos de folhas amontoados de uma indefinida massa de cor acinzentada. Copos e tigelas de vidro, também empilhados num desenho caótico, exibem a superfície maculada, cheia de nódoas, e o metal das panelas, chamuscado e sujo em vários pontos, lembra a fuselagem de um avião incendiado. Mas há mais do que isso. Há talheres por toda parte, lâminas, cabos, extremidades pontiagudas que surgem por entre os pratos, em sugestões inquietantes. E há ainda a cratera da pia, onde outros tantos pratos e travessas, igualmente sujos, estão quase submersos numa água escura, como se, num campo de batalha, a chuva tivesse caído sobre as cinzas. O cenário é desolador. A mulher se aproxima, os olhos fixos na pia. Suas mãos, cujos dedos exibem dobras ressecadas, resultado de muitos anos de contato com água e detergente, movem-se em torno da cintura e caminham até as costas, levando as tiras do avental vermelho e branco. Com gestos rápidos, ágeis, faz-se a laçada, que ajusta o avental em seu lugar. E a mulher abre a torneira. Encostada à pia, espera, tocando a água de vez em quando com a ponta dos dedos. Ligou o aquecedor no máximo, pois sabe que precisará dela fumegante, para derreter as crostas formadas depois de tantas horas. Logo o vapor começa a subir. Emana da pia, primeiro lentamente, depois numa nuvem mais encorpada, quase apocalíptica, enquanto o jato d'água chia contra a superfície da louça suja. A mulher despeja algumas gotas de detergente na esponja e começa a lavar. Esfrega com vigor, começando pelas travessas que estavam imersas na água parada, pegando em seguida os copos e, por fim, a pilha de pratos. Vai acumulando-os, já envoltos em espuma, de um dos lados da pia, num trabalho longo, árduo. E só depois se põe a enxaguá-los, deixando que a água escoe, levando consigo o que resta dos detritos. De repente, a mulher sorri. As pessoas não acreditam, mas ela gosta de lavar louça. Sempre gostou. A sensação da água quente nas mãos, seu jato carregando as impurezas, são para ela um bálsamo. “É bom assistir a essa passagem, à transformação do sujo em limpo", ouviu dizer um dia um poeta que também gostava de lavar louça. Ficara feliz ao ouvir aquilo. Só então se dera conta do quanto havia de beleza e poesia nesses gestos tão simples. Mas agora a mulher suspira. Queria poder também lavar os erros do mundo, desfazer seus escombros, apagar-lhe as nódoas, envolver em sabão todos os ódios e horrores, as misérias e mentiras. Porque, afinal, do jeito que as coisas andam, é o próprio mundo que vai acabar – ele inteiro – descendo pelo ralo. (SEIXAS, Heloísa. , Rio de Janeiro, 23 de set. 2001. Revista de Domingo, Seção Contos Mínimos. Disponível em: ).
Em relação à ideia expressa no trecho “Estão sujos. Muito sujos.", pode-se afirmar que o advérbio, anteposto ao adjetivo, cumpre o papel de:
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Ano: 2012 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2012 - TJ-RS - Taquígrafo Forense |
Q269784 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.  


Assinale a alternativa que contém uma classificação correta do último sufixo das seguintes palavras, extraídas do texto. 
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Q237009 Português
                                                                   A palavra

Freud costumava dizer que os escritores precederam os psicanalistas na descoberta do inconsciente. Tudo porque literatura e psicanálise têm um profundo elo em comum: a palavra.
Já me perguntei algumas vezes como é que uma pessoa que tem dificuldade com a palavra consegue externar suas fantasias e carências durante uma terapia. Consultas são um refinado exercício de comunicação. Se relacionamentos amorosos fracassam por falhas na comunicação, creio que a relação terapêutica também poderá naufragar diante da impossibilidade de o paciente se fazer entender.
Estou lendo um belo livro de uma autora que, além de poeta, é psicanalista, Sandra Niskier Flanzer. E o livro se chama justamente “a palavra", assim, em minúsculas e salientando o verbo contido no substantivo. Lavrar: revolver e sulcar a terra, prepará-la para o cultivo.
Se eu tenho um Deus, e tenho alguns, a palavra é certamente um deles. Um Deus feminino, porém não menos dominador. Ela, a palavra, foi determinante na minha trajetória não só profissional, mas existencial. Só cheguei a algum lugar nessa vida por me expressar com clareza, algo que muitos consideram fácil, mas fácil é escrever com afetação. A clareza exige simplicidade, foco, precisão e generosidade. A pessoa que nos ouve e que nos lê não é obrigada a ter uma bola de cristal para descobrir o que queremos dizer. Falar e escrever sem necessidade de tradução ou legenda: eis um dom que é preciso desenvolver todos os dias por aqueles que apreciam viver num mundo com menos obstáculo.
A palavra, que ferramenta. É uma pena que haja tamanha displicência em relação ao seu uso. Poucos se dão conta de que ela é a chave que abre as portas mais emperradas, que ela facilita negociações, encurta caminhos, cria laços, aproxima as pessoas. Tanta gente nasce e morre sem dialogar com a vida. Contam coisas, falam por falar, mas não conversam, não usam a palavra como elemento de troca. Encantam-se pelo som da própria voz e, nessa onda narcísica, qualquer palavra lhes serve.
Mas não. Não serve qualquer uma. A palavra exata é um pequeno diamante. Embeleza tudo: o convívio, o poema, o amor. Quando a palavra não tem serventia alguma, o silêncio mantém-se no posto daquele que melhor fala por nós.
Em terapia – voltemos ao assunto inicial – temos que nos apresentar sem defesas, relatar impressões do passado, tornar públicas nossas aflições mais secretas, perder o pudor diante das nossas fraquezas, ser honestos de uma forma quase violenta, tudo em busca de uma “absolvição" que nos permita viver sem arrastar tantas correntes. Como atingir o ponto nevrálgico das nossas dores sem o bisturi certeiro da palavra? É através dela que a gente se cura. MEDEIROS, Martha. A palavra. Revista O Globo. 18 set. 2011.
No segundo parágrafo, ao se referir à comunicação, a cronista valoriza a terapia, expressando seu ponto de vista em relação a esta.
O recurso linguístico que evidencia isso é o uso do(a)
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Q231173 Português
                                                           Comércio

Comércio é a troca de produtos. Antigamente, as trocas eram feitas por produtos de valor desconhecido em que cada um valorizava seu produto. Hoje, a troca é feita de forma indireta, uma pessoa troca o dinheiro pelo produto que deseja. A invenção do dinheiro contribuiu para a simplificação e promoção do desenvolvimento do comércio. O comércio pode estar relacionado com a economia formal, que é firma registrada dentro da lei, ou com a economia informal, que são firmas sem registros, ou seja, não pagam impostos. O comércio informal traz prejuízos ao país, pois clonam qualquer tipo de produto para a venda mais barata, resultando em altíssimos prejuízos. O mercado é o lugar público onde negociantes expõem e vendem seus produtos. O surgimento do mercado como um espaço físico ocorreu na Antiguidade antes da invenção do dinheiro. Independentemente da existência do dinheiro, é a oferta e a procura por mercadorias ou serviços que permitem a existência do comércio. O comércio pode ser realizado entre países, o que chamamos de comércio exterior. Nesse caso, o país se organiza para importar e exportar. Exportar é quando um produto ou bem é vendido para fora do país, e importar consiste na entrada de um produto estrangeiro no país. O comércio atacadista vende produtos em grandes quantidades, visando aos donos de mercados que recebem descontos maiores, por ainda revenderem a mercadoria, enquanto o varejista vende produtos unitários e visa aos consumidores finais para o próprio consumo do produto. Disponível em: http://www.brasilescola.com/economia/comercio.htm. Adaptado. 
Quanto à norma-padrão, marque V nas afirmativas verdadeiras e F nas falsas.
( ) No trecho: “O comércio informal traz prejuízos ao país...", o termo sublinhado pede complemento regido de preposição.
( ) No trecho: “...donos de mercados que recebem descontos maiores...", o verbo concorda com o antecedente do termo “que".
( ) No trecho: “...consumidores finais para o próprio consumo do produto.", o termo “próprio" iria para o feminino singular, se a palavra “consumo" fosse substituída por circulação.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
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Q2933654 Português

Leia o poema de Pedro Bloch.


Chuva zangada é temporal.

Chuva preguiçosa é chuvisco.

Chuva contente é a que refresca.

Chuva malcriada é granizo.


As palavras em destaque nos versos pertencem à mesma classe gramatical da palavra grifada em


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Q2169739 Português
Preencha os parênteses com o número correspondente à classe gramatical das palavras destacadas. 
1. Verbo 2. Artigo 3. Adjetivo 4. Conjunção 5. Substantivo 6. Pronome possessivo 7. Pronome demonstrativo 
“Puxa, Eddie ( ) sortudo, que beleza de pensamento profundo ( ) esse ( ) seu ( )!”
“Obrigado... Ele também precisa ( ) de presunto ou ( ) rosbife, queijo suíço, alface, tomates, maionese... e uma ( ) pitada de pimenta.” 
A sequência está correta em 

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Q2169072 Português
TEXTO:

Quem cuidará de você?

       Em 2030, os idosos brasileiros serão, segundo o IBGE, quase tão numerosos quanto os jovens. Esta é uma notícia positiva, pois estamos vivendo mais, e preocupante, pois não existe planejamento no atendimento adequado aos cuidados, necessários que tal população exige – sejam médicos, domiciliares, de lazer, de alternativas profissionais.
     O problema não é somente brasileiro. Os países desenvolvidos também estão diante de uma situação complicada, só que muitos estão enfrentando o desafio há décadas. Alguns conseguiram um planejamento exitoso.
       Em 2030, os EUA terão 72,1 milhões de adultos acima de 65 anos, mais que o dobro do número de idosos em 2005. Os americanos têm por regra poupar para chegar à terceira idade em condições de viver em lugares planejados, em comunidade. Os que podem, planejam essa independência e assistência.
      Na França, com grande número de idosos solitários, a ex-ministra do Trabalho Martine Aubry criou um programa que capacitava jovens a serem visitadores de idosos. Eles realizavam compras, levavam os idosos para caminhar, pegavam o metrô para levá-los à fisioterapia, a consultas.
      No Brasil, os idosos têm aposentadoria. Porém, mais que tudo, contam com a família. Para falar a verdade, com as mulheres da família. A filha solteira, a que larga o emprego para cuidar dos pais, a casada que abriga o idoso em sua residência. E sempre houve uma ojeriza da família ou do próprio idoso a ir para uma casa de repouso. Isso está mudando: mais pessoas envelhecem e a família não dá conta.
      Um grande número de mulheres não querem ou não podem mais abdicar de suas profissões para cuidar dos pais. Um enorme número que tinha como “natural” cuidar dos filhos e depois dos pais abriu mão desse programa por necessidade ou por mudanças de expectativa de realizações femininas neste século.
   A Constituição de 1988 fez avanços importantes, mas envelhecemos em plena fase de desenvolvimento, com um país sendo construído em todas as áreas. A redução da pobreza extrema que tivemos é recente. Parte dos idosos são chefes de família e não têm como pensar em si mesmos.
      Quando o idoso não chefia a família, mas depende dela, enfrenta graves problemas. Quem tem um pouco mais de poder aquisitivo não encontra bons cuidadores com facilidade. Falta qualificação. Quem procura casas de repouso encontra, nas mais acessíveis, péssimos serviços.
       Existem programas em andamento, mas precisamos acelerar soluções. Em particular, ações que façam frente ao crescimento de demandas de saúde, previdência e assistência social. E, urgentemente, capacitar cuidadores. O jovem Brasil envelhece rapidamente.

(Marta Suplicy, Folha de São Paulo, 23/07/2011) 

Observe o texto e numere as palavras grifadas de acordo com as classes a que pertencem. 

1. Substantivo

2. Pronome relativo

3. Pronome demonstrativo

4. Pronome indefinido

5. Verbo

6. Adjetivo


“Os países desenvolvidos ( ) também estão diante de uma situação ( ) complicada. Alguns ( ) conseguiram um planejamento. Os ( ) que ( ) podem, planejam ( ) essa independência e assistência.”  


A sequência está correta em 

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Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Engenheiro Civil |
Q1635844 Português

“Os governos não são apenas vorazes. Além de devorar uma fatia do bolo desproporcional ao valor dos seus serviços, o setor público ainda atrapalha a produção, mantendo impostos e contribuições de baixíssima qualidade: o Estado balofo e ineficiente se alimenta de tributos nocivos ao investimento, à criação de empregos, à inovação e à competitividade.” (O Estado de S. Paulo, 1.6.2010)


Analise a classe a que pertencem as palavras grifadas no texto e aponte a classificação ERRADA:

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Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ
Q1237952 Português
TEXTO 
A TOQUE DE CAIXA 
A conhecida expressão significa pressa, ação imediata. Vem de Portugal, onde a tradição mandava que as pessoas indesejáveis fossem expulsas de segmentos da sociedade em cerimônias de humilhação pública, sempre a toque de caixa, ou seja, dos tambores. Elas ocorrem ainda hoje, sobretudo em quartéis. Aquele que denegriu a imagem da corporação é colocado diante da tropa, despido do seu uniforme e escuta o libelo – a proclamação oficial que justifica e determina a expulsão. Tudo executado solenemente enquanto ruflam os tambores. (...) Como seria bom que no Brasil tantos picaretas e notórios ladrões públicos e privados fossem punidos diante de toda a nação, e a toque de caixa! Profilaxia urgente, eis o que reclamam os impacientes e os indignados – nós outros, repletos de razão... 
(O pulo do gato 2, Márcio Cotrim)
Assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO funciona como adjetivo:
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Ano: 2011 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Sarandi - RS
Q1199193 Português
ATENÇÃO AO TRABALHO
"Que trabalho chato"! "Faz de qualquer jeito. "Faz do jeito que dá". "Não te desgasta, é só trabalho". Quantas vezes você já não ouviu, falou ou pensou uma dessas frases? Pois saiba que elas são veneno puro. São frases como essas que fazem com que muitos seres humanos estejam sempre abaixo de onde poderiam estar. Elas refletem uma atitude de descuido que, geralmente, contamina toda a vida da pessoa – e faz com que ela viva em "tom menor". Mas o que elas têm a ver com o tema "atenção ao trabalho"? Sua relação é direta. Fazer de qualquer jeito, considerar o trabalho chato é ser desatento. E quem é desatento está aplicando mal o seu dom mais precioso: a atenção. A atenção é um filtro que usamos. E é ela que sempre determina a qualidade de sua vida e do que faz. O tempo todo nossa mente recebe uma enorme quantidade de estímulos, mas ela não consegue lidar com todos esses estímulos simultaneamente. Está comprovado que só conseguimos "registrar" uma parte do que acontece à nossa volta. Para selecionar o que registramos, usamos a atenção. Ela que determina o que é importante. Um bom exemplo disso é dirigir e falar no celular ao mesmo tempo. Se prestar atenção na conversa, não estarei prestando total atenção no trânsito. E se acontecer algo imprevisto, meu tempo de reação (de "registro" de um fato novo) será maior do que o normal. Resultado? Batida. Outro exemplo é o trabalho cotidiano. Se achar que minhas tarefas são "chatas", estarei ocupando minha mente com essa informação. Não deixarei entrar novos "registros", que permitirão tornar essas tarefas mais criativas, ou que me deixarão ter novas idéias a partir das tarefas que executo. Estarei condenado/a pelos meus próprios pensamentos: minhas tarefas são chatas, logo minha vida é chata – porque eu penso que é chata. Isso cria um ciclo vicioso: acho que é chato, executo sem prestar atenção, não progrido, e passo o resto da vida me "chateando" sempre com as mesmas coisas... Paradoxalmente, a forma de romper esse ciclo está na própria atenção. É na atenção concentrada na tarefa que executo que está a mágica de fazer com que qualquer tarefa deixe de ser chata, a atenção às tarefas, pequenas ou grandes, faz com que as desempenhemos com maior cuidado e alcancemos maior êxito. Experimente o seguinte. Pegue aquela tarefa que você considera mais incômoda de todas e se concentre absolutamente nela. Não permita que pensamentos como "êta coisa chata" interfiram. Não se permita divagar. Faça, e faça com atenção concentrada. Certamente, você vai perceber que nem sentiu o tempo passar. E que a tarefa foi executada em menos tempo e com mais qualidade. Qual é a vantagem disso? A primeira, e óbvia, é que aumenta sua qualidade de vida, pois reduz os momentos de insatisfação. A segunda é que cria uma "disciplina" de observar calmamente os seus pensamentos. Mas a terceira e mais significativa vantagem é que, ao aprender a executar as pequenas tarefas, as tarefas desagradáveis com perfeição, você está, na verdade, se treinando para as grandes tarefas e para a liderança. Porque não pense que a liderança é feita apenas de momentos felizes. Nada disso – e basta perguntar a alguém que esteja em um posto de liderança para confirmar. Mas a diferença entre o líder e o comum das pessoas é que o líder, tendo em vista sua meta máxima, se aplica em cada uma de suas tarefas – pequenas ou grandes. E com isso estabelece um diferencial que faz com que os demais se sintam movidos a seguir sua liderança. Pense um pouco sobre aqueles líderes que admira, e verá que isso é verdade. E pense que, se quiser seguir o exemplo que eles dão, terá que aprender a prestar atenção e a fazer bem, mesmo as pequenas tarefas. Adaptado de http://www.femininoplural.com.br/ar/decolar/abc/a4.html 
Assinale a alternativa cuja palavra destacada NÃO funciona no texto como adjetivo. 
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Q948369 Português
Leia o texto para responder à questão.

Veja – A senhora teve uma infância humilde em um bairro pobre de Nova York. Como explica ter atingido o topo de uma das maiores empresas do mundo?

Ursula Burns (presidente da Xerox) – Em primeiro lugar, educação. Meus dois irmãos e eu fomos criados apenas por nossa mãe. Meu pai nunca esteve presente. Éramos muito pobres. Muito pobres mesmo. Minha mãe trabalhava cuidando de crianças e fazendo faxina. Ela fazia limpeza em clínicas médicas e dentárias em troca de tratamento clínico e dentário para os filhos. Sua ideia de sucesso não era fazer dos filhos pessoas ricas. Ela nos dizia que era preciso trabalhar com afinco e ser bom em alguma coisa. Se agíssemos assim, ela dizia, o reconhecimento um dia chegaria. Ela exigia que tivéssemos bom desempenho na escola. Minha mãe acreditava que a educação, entre todos os fatores sobre os quais pudéssemos ter alguma influência, era justamente o que nos abriria maiores oportunidades no futuro. Nossa maior preocupação, quando crianças, era ir bem nas provas. Já minha mãe fazia todo o esforço para conseguir nos manter na melhor escola possível. Mais da metade de tudo o que ela ganhava ia para custear as mensalidades do colégio dos três filhos.

(Veja, 25.05.2011)
Sobre a frase – Éramos muito pobres. – afirma-se que:
I. o verbo que a inicia está flexionado no passado, no mesmo tempo em que está empregado o verbo destacado na última oração do texto — Mais da metade de tudo o que ela ganhava ia para custear as mensalidades do colégio dos três filhos; II. a expressão muito pobres pode ser substituída por pobríssimos, sem alteração de sentido; III. pobres é um adjetivo, assim como a palavra melhor em: ... na melhor escola possível.
Está correto o que se afirma em
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Ano: 2011 Banca: VUNESP Órgão: CREMESP Prova: VUNESP - 2011 - CREMESP - Advogado |
Q746088 Português
Leia o texto para responder à questão.



No filão dos filmes sobre o crime organizado no Brasil, 400 Contra Um descreve a gênese do Comando Vermelho que, em tese, teria nascido da convivência entre presos políticos e comuns na Ilha Grande. (...) O resto não está à altura e padece daquela estetização da violência que aspira o sucesso de público e o impacto da denúncia social. Não se sabe se acertará muito qualquer desses dois alvos. 

(O Estado de S.Paulo, 6 de agosto de 2010, p. D8. Adaptado)


No último período do texto, as palavras “muito” e “qualquer” se classificam, respectivamente, como
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Q723009 Português
                                   Brasil – Limites do ilimitado: humanizar o trânsito urbano
     Embora exista desde milênios, as cidades exibem as marcas fundamentais da civilização urbana deste início de século. Nas últimas duas décadas, mais de um bilhão de seres humanos migrou para as cidades. Foi o maior movimento populacional da história. Nos mais diversos continentes multiplicaram-se cidades com mais de dois milhões de habitantes. Não por caso, ou apenas por questões culturais.A mudança é fruto de uma organização social e econômica, que mais do que nunca, concentrou a propriedade da terra e fortaleceu um movimento agrícola de exportação que obriga os lavradores a deixarem suas terras procurando refúgio nas periferias das grandes cidades.
    A especulação imobiliária cria um muro imaginário, mas quase intransponível entre as áreas nobres e as periferias entregues ao deus-dará. Como se fosse dividida em duas ou três, a cidade tem áreas que servem de centro do poder político, outros locais liberados para atividades econômicas, culturais ou para lazer e tem também os bairros e ajuntamentos de periferia, nos quais o planejamento urbano é quase ausente. Para os que têm recursos, a cidade é multicultural e se manifesta na pluriformidade de roupas, gestos, cenas e serviços. Para a população empobrecida que, em cada cidade, é mais tratada como massa de refugiados do que como cidadãos de pleno direito, a cidade é apenas o formigueiro humano, discriminado e agredido em sua dignidade.
   Há deterioração das condições de vida em bairros de periferia mesmo em cidades prósperas dos Estados Unidos como Detroit ou Chicago, que apresentam índices de desenvolvimento urbano em tudo piores do que os de muitas favelas do Rio de Janeiro, Guaquil, Salvador ou Bombay. Isso para não falar dos aglomerados humanos nas cidades norte-americanas de fronteira, guetos de refugiados, como quaisquer campos de concentração em tempos de guerra. O mundo inteiro assistiu às revoltas e quebra-quebra de moradores de bairros periféricos de Paris e de algumas cidades francesas.
  Como a corrente sempre quebra no elo mais fraco, toda cidade mostra sua maior ou menor exeqüibilidade na organização do trânsito. São Paulo conta com centros administrativos dignos do primeiro mundo e intensa vida cultural, mas, infelizmente, a sua cara é o trânsito caótico, perigoso e congestionado. Na Europa, o trânsito urbano é o que mais diferencia Roma e Paris, assim como, nos Estados Unidos, se diferenciam a imensa Nova York, na qual o trânsito e intenso e complexíssimo, mas nunca deixa de fluir e a latino-americana Miami que, de vez em quando, pára e atrasa a vida de todo mundo.
    Em cidades como Goiânia, o lado mais terrível da desumanização do trânsito é a violência que continua atingindo tanto a pedestres, como a passageiros. Acidentes mortais se multiplicam e pequenos incidentes entre motoristas têm, uma vez ou outra, gerado balas e mortes gratuitas.
   É possível que, por trás desta violência quase rotineira em nossas grandes cidades, haja também um fenômeno complexo que é o fato de ser quase o único espaço no qual, sob certo ponto de vista, as classes sociais se encontram em condições de pretensa igualdade de direitos. O trânsito é quase o único lugar no qual centro e periferia se encontram ou se cruzam, sob o risco de se chocarem. Em um plano inconsciente das relações estruturais, a sociedade, do modo que é organizada, parece quase permitir que exista certo grau de tensão ou de olhar atravessado entre quem dirige carro particular e os motoristas de táxi, entre quem conduz um ônibus ou um veículo qualquer e um motociclista, em sua maioria, jovem e pobre.
   Por mais que existam, precisamos de mais campanhas de paz no trânsito e de respeito à vida. No trânsito, como na família ou no trabalho, é possível trabalhar para instaurar relações regidas pela cultura de paz e de administração não-violenta dos conflitos que, porventura ocorrerem. Entretanto, a raiz da mudança cultural ocorrerá quando olharmos de forma mais solidária e amorosa a todo ser humano que, em nossa cidade se torna nosso irmão e companheiro. Aí sim, teremos um trânsito e uma convivência urbana de verdadeiros cidadãos.  
A alternativa que apresenta um adjetivo no grau superlativo é:
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Q701366 Português
Considere a oração abaixo e as afirmações que seguem. A garota assistiu o filme, mas não gostou das cenas violentas. I. Há um erro de regência verbal, pois o correto seria “ao filme”. II. “Violentas” é um adjetivo e qualifica o substantivo “cenas”. Está correto o que se afirma em:
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Q620932 Português
                                      O que não mata faz crescer

                     A criança precisa exercitar paciência, esforço e outros
                           pequenos sofrimentos para se desenvolver

      Quem tem filhos com idade entre seis e 12 anos, mais ou menos, precisa pensar seriamente que, nessa fase da vida, o importante é crescer.

      Tem sido muito difícil para essas crianças encontrar oportunidades que as ajudem durante esse processo, porque temos escolhido, muitas vezes, impedir que isso aconteça na hora certa.

      Temos atrapalhado o crescimento dos nossos filhos, esse é o fato.

      Tomemos como exemplo uma parte importante da experiência das crianças nessa fase, e que deveria ser a sua grande chance de crescimento: a vida escolar.

      Primeiramente, vamos entender os motivos disso. É a partir dos seis, dos sete anos que a criança inicia o período escolar, um processo que deve possibilitar a ela, progressivamente, o acesso aos códigos que, por sua vez, lhe permitirão decifrar o mundo adulto.

      Aprender a trabalhar com as letras e os números, com um grau cada vez maior de complexidade, é o que oferece à criança a ferramenta necessária para que ela comece a fazer a sua leitura de mundo, no mais amplo sentido que essa expressão possa ter.

      Mas, ainda, com o necessário apoio dos adultos, é importante ressaltar.

      Essa nova aquisição possibilita, por sua vez, que a criança ganhe condições de começar a andar com suas próprias pernas.

      Até então, vamos lembrar, seus passos eram dirigidos por seus pais ou por outros adultos que acompanhavam de perto sua vida.

      Junto com o entendimento mais bem informado do funcionamento do mundo e da compreensão de como a vida é, experiências novas surgem, é claro.

      Pequenos deveres e responsabilidades, por exemplo, passam a recair sobre a criança. Novas dificuldades e exigências também fazem com que a criança tenha de exercitar o que antes não precisava, porque cabia ao adulto: paciência, esforço, concentração, espera, superação, entre outros.

      O que fazemos nessas horas? Em vez de apoiar a criança, encorajá-la nessa sua nova empreitada, ampará- la em seus inevitáveis, mas ainda pequenos sofrimentos, achamos necessário fazer tudo isso por ela.

      De quem é hoje a responsabilidade pela vida escolar dessas crianças? Delas? Dificilmente. São os pais quem tem assumido essa parte da vida por elas, devidamente incentivados pela escola e pela sociedade de uma maneira geral.

      E por vida escolar vamos entender tudo o que diz respeito ao período passado na escola: desde a árdua batalha pela aquisição do conhecimento até o convívio com colegas e professores naquele espaço.

      Tem sido dever dos pais, por exemplo, o acompanhamento da realização do trabalho escolar que deve ser feito em casa.

      É dos pais também a preocupação com o rendimento e o desenvolvimento no processo da aprendizagem do filho, bem como o monitoramento do comportamento da criança no espaço escolar. 

      E o que dizer então a respeito da frustração ao não ser convidado para uma festa ou à experiência de isolamento na hora do recreio?

      Tudo isso e ainda mais os pais querem (ou são pressionados a) administrar na vida de seus filhos, nessa segunda e última parte da infância deles. E eles têm assumido tudo isso com orgulho, vamos reconhecer.

      Resultado? A criança permanece aprisionada nesse mundo ilusório e mágico em que sempre tudo termina bem, e nunca por sua própria intervenção.

      Desse modo, ela não cresce, não desenvolve o seu potencial, tampouco reconhece esse potencial, enfim: não se encontra. Melhor dizendo: ela se encontra sempre na condição de criança, até o dia em que terá de enfrentar o tédio que isso é.

                                     ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?"
                         Fonte:(Publifolha) www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=441

Assinale a alternativa correta quanto à classificação das palavras grifadas, de acordo com o contexto em que se encontram.

“É dos pais(1) também a preocupação com o rendimento (2) e o desenvolvimento no (3) processo da aprendizagem do filho, bem como o monitoramento do comportamento da criança no espaço (4) escolar."
Alternativas
Respostas
4081: C
4082: D
4083: B
4084: E
4085: E
4086: E
4087: A
4088: C
4089: E
4090: B
4091: A
4092: E
4093: D
4094: A
4095: D
4096: E
4097: D
4098: C
4099: C
4100: A