Questões de Concurso Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q4333303 Português
Deve ser acentuada como “rápida”: 
Alternativas
Q4333299 Português
Considerando as regras de acentuação gráfica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4258108 Português
TEXTO 1
Humanização emerge como necessidade no contexto da civilização técnica


    As situações “desumanizantes” presentes nas instituições de saúde fazem parte do contexto mais amplo da civilização moderna, segundo alguns autores.

  Muitos textos, ao longo dos anos, mostram a importância da humanização confrontando-a com o desenvolvimento tecnológico na sociedade atual. Ou seja, considera-se que o desenvolvimento tecnológico vem dificultando as relações humanas, tornando-as frias, objetivas, individualistas e calculistas. “Pela técnica, o homem projeta e realiza coisas impossíveis no campo da física, eletrônica, medicina. Com isso, modifica-se a relação homemmundo. Torna-se indireta. Deixa de ser concreta e passa a ser um tanto abstrata, pois do cálculo, os aparelhos tomam conta. Daí o risco de o relacionamento homem-homem também tornar-se calculista, de aparelho, de fórmula, frio, pouco humano.”


Disponível em: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/direito/humanizacao-do-atendimento-em-saude/1834
Acesso em: 05/01/2020.
Assinale a alternativa cujo termo sublinhado NÃO obedece à mesma regra de acentuação dos demais termos sublinhados indicados nas outras alternativas.
Alternativas
Q4166872 Português

O atual acordo ortográfico trouxe diversas alterações às regras de acentuação. Julgue cada sentença abaixo:



I- Não se usa mais o acento diferencial em pôr (verbo) e por (preposição).


II- Não se usa mais o trema, sinal colocado sobre a letra “u” para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos-“gue”, “gui”, “que”, “qui”.


III- Não se usa mais o acento dos ditongos abertos “éi” e “ói” das palavras paroxítonas. Ex: alcateia.


IV- Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no “i” e no “u” tônicos quando vierem depois de um ditongo. Ex: feiura.


V- Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera, pôde/pode.



Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q2094173 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O que faz um bom orientador educacional
(Disponível em: https://escolasexponenciais.com.br/inovacao-e-gestao/o-que-faz-o-orientadoreducacional/ - texto especialmente adaptado para esta prova.)
Relativamente ao uso de acento gráfico em palavras do texto, afirma-se que:
I. Caso a palavra “pública” fosse grafada em outro contexto sem o uso de acento gráfico, passaria a pertencer a outra classe gramatical.
II. “colocá-la”, por ser um verbo no infinitivo seguido de pronome, recebe acento gráfico porque segue a regra dos vocábulos oxítonos terminados em –a, -e, -o.
III. A forma verbal “dá” recebe acento gráfico para diferenciar-se de “da”, preposição.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2027771 Português
Apenas uma das palavras abaixo deve ser acentuada. Assinale-a.
Alternativas
Q1913555 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. Considera-se um adjetivo toda palavra que se refere a um substantivo, indicando-lhe um atributo. Os adjetivos flexionam-se em gênero, em número e/ou em grau. Sua função gramatical pode ser comparada com a do advérbio em relação aos verbos, aos adjetivos e a outros advérbios. Há três tipos de gradação na qualidade expressa pelo adjetivo: restritivo, opositivo e superlativo, quando se procede a estabelecer relações entre o que são ou se mostram duas ou mais pessoas.

II. Não recebem acento as palavras oxítonas terminadas em A, E, O (seguidas ou não de S), EM e ENS. São exemplos dessa regra ortográfica os seguintes vocábulos: caja, chale, cipo, tambem e parabens.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1913554 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. A grafia dos vocábulos seguintes está correta: aquezitivo e aquizessão, uma vez que derivam de palavras que apresentam 'z' no radical.

II. Há significantes terminados por -s em sílaba átona (como lápis, pires, ou monossílabos como cais, xis) que não possuem marca de número, quer no singular quer no plural, pois se mostram alheias à classe gramatical de número.


Marque a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Ano: 2020 Banca: MPE-GO Órgão: MPE-GO Prova: MPE-GO - 2020 - MPE-GO - Secretário Auxiliar |
Q1835669 Português
A alternativa em que nenhuma palavra possui acento gráfico é: 
Alternativas
Q1817430 Português

Ele quem mesmo?

    Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: “olha, não dá mais”. Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: “mas agora eu tô comendo um lanche com amigos”. Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim?

    Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia. Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele. Sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito!

    Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora. Participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em Áries, lua em Gêmeos, filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi que tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.

    Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.

    Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antônio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris. Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.

    O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.

     Até que algo sensacional aconteceu…

    Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher DEMAIS para ele.

    Ele quem mesmo?

(MEDEIROS, Martha. Ele quem mesmo? Disponível em: https:// www.pensarcontemporaneo.com/ele-quem-mesmo-cronica-demartha-medeiros/. Acesso em: 05/12/2019.)

A palavra “equilibrada” (1º§), quanto à posição da sílaba tônica, é considerada uma paroxítona. Assinale a alternativa em que todas as palavras devem ser pronunciadas como paroxítonas.
Alternativas
Q1816180 Português

Chuchu

 

    Joanita, em sua última carta escrita de Haia: “Mas que saudades de chuchu com molho branco”.

    Eu sei que toda gente despreza o chuchu, a coisa mais bestinha que Deus pôs no mundo, cucurbitácea reles que medra em qualquer beirada de quintal. Não tenho também nenhuma ternura especial pelo chuchu, mas já reparei que há uma certa injustiça em considerar insípido um prato que é insípido só porque raras são as cozinheiras que sabem prepará-lo.

    Sei ainda que os médicos nutricionistas banem o chuchu de todas as suas dietas, dizem que o chuchu não vale nada, é uma mistura de água e celulose, desprovida de qualquer vitamina ou sal. O chuchu é meu eterno pomo da discórdia com meu querido amigo Dr. Rui Coutinho. Quando ele desfaz do chuchu em minha presença, salto logo em defesa do humilde caxixe. Argumento assim: “Antigamente, antes da descoberta das vitaminas, se dizia o mesmo da alface, mas o sabor da planta, a boniteza de sua folha verdinha, ou talvez o instinto secreto da espécie sempre levaram o homem a comer a aristocrática Lactuca sativa. Um dia se descobriu que a alface é rica em vitamina A, cálcio e ferro. Então a alface deixou de ser água e celulose, e entrou nos menus autorizados e recomendados pelos nutricionistas.

    Quem me dirá que um dia, próximo ou distante, não se descobrirá no chuchu um elemento novo, indispensável à economia orgânica? O que me parece inexplicável é que os brasileiros persistamos em comer sem quase nenhum deleite essa coisinha verde e mole que se derrete na boca sem deixar vontade de repetir a dose.”

    Rui Coutinho sorri cético.

    Enquanto isso, na Holanda, Joanita, podendo comer os pratos mais saborosos do mundo, tem saudade é de chuchu com molho branco. Que desforra para o chuchu!

(BANDEIRA, Manuel. IN: Quadrante. 2ed. Rio de Janeiro: Ed. Do Autor, 1963.)

As seguintes palavras transcritas do texto foram acentuadas pelo mesmo motivo, EXCETO:
Alternativas
Q1812841 Português
Em qual das alternativas há uma palavra paroxítona?
Alternativas
Q1812835 Português
Assinale a alternativa em que o termo em destaque está grafado incorretamente:
Alternativas
Q1810624 Português
Leia o texto para responder a questão.

Em busca de engenheiros, Nubank faz sua primeira
aquisição
Fintech brasileira anuncia nesta segunda-feira a compra
da consultoria Plataformatec; segundo a cofundadora Cristina
Junqueira, time de 50 desenvolvedores vai reforçar setor na
startup afetado por mão de obra escassa no País
   A fintech brasileira Nubank anuncia nesta segundafeira, 6, a primeira aquisição de sua história: a consultoria Plataformatec, especializada em engenharia de software e metodologias ágeis. A partir desta data, o time de 50 profissionais da Plataformatec será integrado à equipe de desenvolvimento do Nubank, em notícia revelada com exclusividade ao Estado. Segundo Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, a aquisição se deve especialmente à qualidade do time da empresa – prática conhecida no mercado como “acqui-hiring” (aquisição por contratação, em tradução literal).
  “Nosso maior gargalo hoje é na área técnica e o time da Plataformatec já vinha prestando consultoria para nós há algum tempo, com um nível muito bom de talentos”, explica Cristina. Além do Nubank, a consultoria Plataformatec tinha clientes como a fintech Creditas, a corretora de investimentos Easynvest e a editora Abril. A empresa foi fundada em 2009, em São Paulo, por Marcelo Park.
   Segundo Cristina, o Nubank não descarta outras aquisições no futuro, mas este será um recurso utilizado criteriosamente pela startup. "Aquisição é ferramenta, não pode ser estratégia de negócios. Não adianta adquirir uma empresa que tenha um produto que não seja tão bom quanto o nosso", diz a executiva.
   [...]
Disponível em https://link.estadao.com.br/noticias/inovacao,em-busca-deengenheiros-nubank-faz-sua-primeira-aquisicao,70003146278
O vocábulo “prática” e “técnica” são acentuados por serem
Alternativas
Q1808853 Português
A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/fungo-que-evoluiu-em-chernobyl-e-testado-comoescudo-de-radiacao-na-estacao-espacial-internacional/ – texto adaptado especialmente para esta prova).


Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente, analise as seguintes assertivas sobre palavras do texto:
I. “radiossíntese” (l. 04) está escrito corretamente, pois está sem hífen e foi acrescentado um ‘s’. II. O vocábulo “barra-pesada” (l. 08) está escrito incorretamente, pois deveria ser grafado sem hífen e com as duas palavras unidas. III. A palavra “polos" (l. 34) deveria estar acentuada da seguinte forma: “pólos”.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1808447 Português
TEXTO I
Um mergulho no oceano

    A última vez que entrei numa sala de aula foi no último dia da faculdade, e lá se vão muitas luas, parece que foi em outra vida. Fazia tanto tempo que eu não era estudante que fiquei apreensiva ao me matricular na The London School of English, de onde retornei semana passada. Haveria quantos alunos por sala? Ainda existe giz e quadro-negro? E sendo eu uma analfabeta digital, passaria vergonha levando um caderno e uma caneta para anotações?
    Éramos poucos em cada sala – no máximo oito, entre tchecos, russos, japoneses, italianos, espanhóis e brasileiros. O quadro-negro agora é um quadro branco onde se escreve com marcadores coloridos (para os saudosistas, vale uma visita à Saatchi Gallery, que expõe antigos quadros-negros das mais famosas universidades do mundo – Cambridge, Harvard, Oxford – extraindo de nós um novo olhar para o efeito das frases, fórmulas e gráficos rabiscados a giz).
    E a analfabeta digital não passou vergonha com seu caderno e caneta, mesmo cercada por colegas equipados com tablets e laptops. Não conheço recurso mais eficiente para reter e decorar informações do que escrevê-las à mão. Fiquei impressionada ao ver que alguns alunos fotografam o quadro antes de o professor apagá-lo. Não copiam, simplesmente fotografam com seus celulares. Eu sempre aprendi mais escrevendo, sublinhando, fazendo círculos em torno das palavras, enchendo a página de flechas e asteriscos. Meu caderno ainda vai acabar sendo exposto numa mostra de design.
    O mais valioso da experiência foi resgatar o prazer inocente de aprender. Cada nova palavra, cada nova expressão era uma vitória particular que eu assimilava com humildade. A minha vergonha em falar um idioma que não domino, e ao mesmo tempo a disposição em me divertir com os próprios erros, me tornavam uma aprendiz de mim mesma e da vida, essa venerável mestra.
    Algumas pessoas se satisfazem com o que já sabem, é como se seu conhecimento coubesse numa piscina. Dão algumas braçadas para um lado, outras braçadas para o outro, agarram-se às bordas e tocam o fundo com os pés: sentem-se seguras nessa amplitude restrita. Mas nada como mergulhar num mar do conhecimento sem fim, onde não há limites, a profundidade é oceânica e a ideia é nadar sem chegar à terra firme, simplesmente manter-se em movimento. Cansa, mas também revitaliza. Uma pena que nossa preguiça impeça a grandeza de se descobrir algo novo todos os dias.
    Eu, que além de apegada aos instrumentos rudimentares da escrita, tenho certo receio de procedimentos estéticos em geral, descobri uma maneira de me manter jovem para sempre, mesmo que, olhando, ninguém diga: não vou mais parar de estudar e assim realizarei a utopia de me sentir com 20 anos até os 100 – depois disso, aí sim, recreio.

MEDEIROS, Martha. Simples assim. 12. ed. – Porto Alegre, RS: LP&M, 2016.  
Em “...e ao mesmo tempo a disposição em me divertir com os próprios erros...”, o vocábulo em destaque é acentuado, pois é
Alternativas
Q1808443 Português
TEXTO I
Um mergulho no oceano

    A última vez que entrei numa sala de aula foi no último dia da faculdade, e lá se vão muitas luas, parece que foi em outra vida. Fazia tanto tempo que eu não era estudante que fiquei apreensiva ao me matricular na The London School of English, de onde retornei semana passada. Haveria quantos alunos por sala? Ainda existe giz e quadro-negro? E sendo eu uma analfabeta digital, passaria vergonha levando um caderno e uma caneta para anotações?
    Éramos poucos em cada sala – no máximo oito, entre tchecos, russos, japoneses, italianos, espanhóis e brasileiros. O quadro-negro agora é um quadro branco onde se escreve com marcadores coloridos (para os saudosistas, vale uma visita à Saatchi Gallery, que expõe antigos quadros-negros das mais famosas universidades do mundo – Cambridge, Harvard, Oxford – extraindo de nós um novo olhar para o efeito das frases, fórmulas e gráficos rabiscados a giz).
    E a analfabeta digital não passou vergonha com seu caderno e caneta, mesmo cercada por colegas equipados com tablets e laptops. Não conheço recurso mais eficiente para reter e decorar informações do que escrevê-las à mão. Fiquei impressionada ao ver que alguns alunos fotografam o quadro antes de o professor apagá-lo. Não copiam, simplesmente fotografam com seus celulares. Eu sempre aprendi mais escrevendo, sublinhando, fazendo círculos em torno das palavras, enchendo a página de flechas e asteriscos. Meu caderno ainda vai acabar sendo exposto numa mostra de design.
    O mais valioso da experiência foi resgatar o prazer inocente de aprender. Cada nova palavra, cada nova expressão era uma vitória particular que eu assimilava com humildade. A minha vergonha em falar um idioma que não domino, e ao mesmo tempo a disposição em me divertir com os próprios erros, me tornavam uma aprendiz de mim mesma e da vida, essa venerável mestra.
    Algumas pessoas se satisfazem com o que já sabem, é como se seu conhecimento coubesse numa piscina. Dão algumas braçadas para um lado, outras braçadas para o outro, agarram-se às bordas e tocam o fundo com os pés: sentem-se seguras nessa amplitude restrita. Mas nada como mergulhar num mar do conhecimento sem fim, onde não há limites, a profundidade é oceânica e a ideia é nadar sem chegar à terra firme, simplesmente manter-se em movimento. Cansa, mas também revitaliza. Uma pena que nossa preguiça impeça a grandeza de se descobrir algo novo todos os dias.
    Eu, que além de apegada aos instrumentos rudimentares da escrita, tenho certo receio de procedimentos estéticos em geral, descobri uma maneira de me manter jovem para sempre, mesmo que, olhando, ninguém diga: não vou mais parar de estudar e assim realizarei a utopia de me sentir com 20 anos até os 100 – depois disso, aí sim, recreio.

MEDEIROS, Martha. Simples assim. 12. ed. – Porto Alegre, RS: LP&M, 2016.  
Assinale a alternativa em que a palavra destacada apresenta a correta classificação quanto à acentuação tônica e ao número de sílabas.
Alternativas
Q1808360 Português
As palavras do TEXTO I que obedecem à mesma regra de acentuação gráfica são
Alternativas
Q1807349 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O Brasil caiu uma posição no ranking de desenvolvimento humano das Nações Unidas, que mede o bem-estar da população considerando indicadores de saúde, escolaridade e renda. Segundo dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o país passou da 78ª posição em 2017 para a 79ª no ano passado. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro é de 0,761, um leve aumento em relação ao resultado anterior, de 0,760.
Entretanto, o país é o que mais perde posições no ranking quando o IDH leva em consideração as desigualdades sociais. Reduz de 0,761 para 0,574 — equivalente a uma perda 23 colocações na lista mundial.
A principal causa para o resultado brasileiro é a desigualdade de renda, que já vinha sendo observada em anos anteriores.
A parcela dos 10% mais ricos do Brasil concentra 41,9% da renda total do país. Enquanto isso, a parcela dos 1% mais ricos fica com 28,3% da renda. É a segunda maior concentração de renda do mundo, atrás apenas do Catar.
No mundo, o país que menos perde por causa da desigualdade é o Japão, cujo IDH é de 0,915. O relatório divulgado nesta segunda-feira (9) apresenta o IDH de 2018 para 189 países e territórios. O número é calculado com base em indicadores de saúde, educação e renda. A Noruega lidera o ranking, com 0,954, seguida por Suíça, Irlanda e Alemanha. O mais mal colocado continua sendo o Níger, com 0,377.

(Manoel Ventura. Revista Época, 09/12/2019. Disponível em: https://epoca.globo.com/economia/ concentracao-de-renda-no-brasil-so-perde-paracatar-1-24126175)
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas seguindo, respectivamente, a mesma regra das seguintes palavras: país - atrás - relatório.
Alternativas
Respostas
3481: B
3482: E
3483: E
3484: A
3485: B
3486: E
3487: D
3488: C
3489: A
3490: D
3491: D
3492: A
3493: B
3494: B
3495: C
3496: A
3497: B
3498: B
3499: B
3500: D