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Questões de Concurso Sobre literatura

Foram encontradas 2.243 questões

Q3597040 Literatura

Relacione as colunas referentes obras / autores românticos e marque a alternativa correta.


Coluna I. 

A) Teixeira e Sousa.

B) Joaquim Manuel de Macedo.

C) Manuel Antônio de Almeida.

D) Bernardo Guimarães.

E) Visconde de Taunay.

F) Franklin Távora.

G) José de Alencar.


Coluna II.

1- A Escrava Isaura.

2- O Cabeleira.

3- Memórias de um Sargento de Milícias.

4- Iracema.

5- A Moreninha.

6- Inocência.

7- O Filho do Pescador.

Alternativas
Q3596969 Literatura
Pertence à terceira geração romântica, que apresenta as seguintes características: Poesia de cunho social: temática voltada para problemas sociais e políticos do país. O condor como símbolo da liberdade: o condor, ave da Cordilheira dos Andes, representava o poeta dessa geração; assim como essa ave, ele conseguiria ver a realidade “de cima”, isto é, a partir de um campo de visão mais amplo. Os condoreiros participavam dos debates sociais: esses poetas estavam atentos aos problemas sociais do país e usavam sua poesia para divulgar suas ideias e críticas. Sem fuga da realidade: o poeta condoreiro encarava a realidade de seu país e buscava combater os problemas sociais. Os poetas pretendiam atingir um grande número de pessoas: declamavam suas poesias em teatros e em praças públicas. Linguagem: uso de vocativos, exclamações e hipérboles, de modo a despertar a emoção do leitor/ ouvinte, que, dessa forma, seria motivado a tomar uma atitude.
Falamos de: 
Alternativas
Q3596358 Literatura
Segundo o jornalista, poeta e editor da Revista Bula, Carlos William Leite, este autor foi:

“Poeta, tradutor e crítico literário, considerado o mais lírico dos poetas brasileiros. A temática cotidiana e a melancolia, associada a um sentimento de angústia, permeou toda sua obra. Soube, como nenhum outro poeta, contrapor o provincianismo modernista com o universalismo da poesia. Divide com Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto o título de maior poeta brasileiro pós-1940.”

Pelas características, Carlos William Leite está se referindo a que escritor brasileiro?
Alternativas
Q3596357 Literatura
Considerando-se as características predominantes das escolas literárias brasileiras, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3596356 Literatura
Texto para a questão.

Minha história começa numa ilha com pouco mais de duzentos habitantes, na baía de Todos os Santos. Uma fração de Brasil praticamente secreta, ignorada pelas modernidades e pelos mapas: nem o (quase) infalível Google Maps consegue encontrá-la. É nessa terra minúscula, a Ilha do Paty, que estão minhas raízes. O lugar é um distrito de São Francisco do Conde _ município a 72 quilômetros de Salvador, próximo a Santo Amaro e conhecido por sua atual importância na indústria do petróleo. Na ilha, as principais fontes de renda ainda são a pesca, o roçado e ser funcionário da prefeitura.

No Paty, sapatos são muitas vezes acessórios dispensáveis. Para atravessar de um lado para o outro na maré de águas verdes, o transporte oficial é a canoa, apesar de já existirem um ou outro barco, cedidos pela prefeitura. Ponte? Nem pensar, dizem os moradores, em coro. Quando alguém está no “porto" e quer chegar até o Paty, só precisa gritar: “Tomaquê!".

Assim, algum voluntário pega sua canoa e cruza, a remo, um quilômetro nas águas verdes e calmas. Entre os dois pontos da travessia se gastam uns quarenta minutos. Essa carona carrega, na verdade, um misto de generosidade e curiosidade. Num lugar daquele tamanho, qualquer visita vira assunto, e é justamente o remador quem transporta a novidade.

(RAMOS, Lázaro. Na minha pele: Rio de Janeiro: Fontanar, 2018)
A partir do fragmento apresentado, pode-se afirmar que uma das características da literatura contemporânea presente na narrativa de Lázaro Ramos é: 
Alternativas
Q3591438 Literatura
Olhos d'água


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe?
..........
...........................................................................................
E foi então que, tomada pelo desespero por não me lembrar de que cor seriam os olhos de minha mãe, naquele momento resolvi deixar tudo e, no dia seguinte, voltar à cidade em que nasci. Eu precisava buscar o rosto de minha mãe, fixar o meu olhar no dela, para nunca mais esquecer a cor de seus olhos.
............
...........................................................................................
E quando, após longos dias de viagem para chegar à minha terra, pude contemplar extasiada os olhos de minha mãe, sabem o que vi? Sabem o que vi?
Vi só lágrimas e lágrimas. Entretanto, ela sorria feliz. Mas eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face. E só então compreendi. Minha mãe trazia, serenamente em si, águas correntezas. Por isso, prantos e prantos a enfeitar o seu rosto. A cor dos olhos da minha mãe era cor de olhos d'água. De Mamãe Oxum! Rios calmos, mas profundos e enganosos para quem contempla a vida apenas pela superfície. Sim, águas de Mamãe Oxum.
Abracei a mãe, encostei meu rosto no dela e pedi proteção. Senti as lágrimas delas se misturarem às minhas.
Hoje, quando já alcancei a cor dos olhos de minha mãe, tento descobrir a cor dos olhos de minha filha. Faço a brincadeira em que em que os olhos de uma se tornam o espelho para os olhos da outra. E um dia desses me surpreendi com um gesto de minha menina. Quando nós duas estávamos nesse doce jogo, ela tocou suavemente no meu rosto, me contemplando intensamente. E, enquanto jogava o olhar dela no meu, perguntou baixinho, mas tão baixinho, como se fosse uma pergunta para ela mesma, ou como se estivesse buscando e encontrando a revelação de um mistério ou de um grande segredo. Eu escutei quando, sussurrando, minha filha falou:

- Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?

(Conceição Evaristo)
EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. Pallas Editora, 2016.
Sobre a obra da autora de Olhos D'água, não é adequado afirmar:
Alternativas
Q3591030 Literatura

Leia o texto e, a seguir, responda a questão.



LEMBRANÇA DE MORRER


Álvares de Azevedo


Quando em meu peito rebentar-se a fibra,


Que o espírito enlaça à dor vivente,


Não derramem por mim nenhuma lágrima


Em pálpebra demente.



E nem desfolhem na matéria impura


A flor do vale que adormece ao vento:


Não quero que uma nota de alegria


Se cale por meu triste passamento.



Eu deixo a vida como deixa o tédio


Do deserto, o poento caminheiro,


... Como as horas de um longo pesadelo


Que se desfaz ao dobre de um sineiro;



Como o desterro de minh’alma errante,


Onde fogo insensato a consumia:


Só levo uma saudade... é desses tempos


Que amorosa ilusão embelecia.



Só levo uma saudade... é dessas sombras


Que eu sentia velar nas noites minhas...


De ti, ó minha mãe, pobre coitada,


Que por minha tristeza te definhas!



De meu pai... de meus únicos amigos,


Pouco - bem poucos... e que não zombavam


Quando, em noites de febre endoudecido,


Minhas pálidas crenças duvidavam.


Se uma lágrima as pálpebras me inunda,


Se um suspiro nos seios treme ainda,


É pela virgem que sonhei... que nunca


Aos lábios me encostou a face linda!



Só tu à mocidade sonhadora


Do pálido poeta deste flores...


Se viveu, foi por ti! e de esperança


De na vida gozar de teus amores.



Beijarei a verdade santa e nua,


Verei cristalizar-se o sonho amigo...


Ó minha virgem dos errantes sonhos,


Filha do céu, eu vou amar contigo!



Descansem o meu leito solitário


Na floresta dos homens esquecida,


À sombra de uma cruz, e escrevam nela:


Foi poeta - sonhou - e amou na vida.



Sombras do vale, noites da montanha


Que minha alma cantou e amava tanto,


Protegei o meu corpo abandonado,


E no silêncio derramai-lhe canto!



Mas quando preludia ave d’aurora


E quando à meia-noite o céu repousa,


Arvoredos do bosque, abri os ramos...


Deixai a lua pratear-me a lousa!



Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/a-segundageracao-romantismo.htm1- Acesso em 10 ago. 2023. 













O tema deste poema é 
Alternativas
Q3591029 Literatura

Leia o texto e, a seguir, responda a questão.



LEMBRANÇA DE MORRER


Álvares de Azevedo


Quando em meu peito rebentar-se a fibra,


Que o espírito enlaça à dor vivente,


Não derramem por mim nenhuma lágrima


Em pálpebra demente.



E nem desfolhem na matéria impura


A flor do vale que adormece ao vento:


Não quero que uma nota de alegria


Se cale por meu triste passamento.



Eu deixo a vida como deixa o tédio


Do deserto, o poento caminheiro,


... Como as horas de um longo pesadelo


Que se desfaz ao dobre de um sineiro;



Como o desterro de minh’alma errante,


Onde fogo insensato a consumia:


Só levo uma saudade... é desses tempos


Que amorosa ilusão embelecia.



Só levo uma saudade... é dessas sombras


Que eu sentia velar nas noites minhas...


De ti, ó minha mãe, pobre coitada,


Que por minha tristeza te definhas!



De meu pai... de meus únicos amigos,


Pouco - bem poucos... e que não zombavam


Quando, em noites de febre endoudecido,


Minhas pálidas crenças duvidavam.


Se uma lágrima as pálpebras me inunda,


Se um suspiro nos seios treme ainda,


É pela virgem que sonhei... que nunca


Aos lábios me encostou a face linda!



Só tu à mocidade sonhadora


Do pálido poeta deste flores...


Se viveu, foi por ti! e de esperança


De na vida gozar de teus amores.



Beijarei a verdade santa e nua,


Verei cristalizar-se o sonho amigo...


Ó minha virgem dos errantes sonhos,


Filha do céu, eu vou amar contigo!



Descansem o meu leito solitário


Na floresta dos homens esquecida,


À sombra de uma cruz, e escrevam nela:


Foi poeta - sonhou - e amou na vida.



Sombras do vale, noites da montanha


Que minha alma cantou e amava tanto,


Protegei o meu corpo abandonado,


E no silêncio derramai-lhe canto!



Mas quando preludia ave d’aurora


E quando à meia-noite o céu repousa,


Arvoredos do bosque, abri os ramos...


Deixai a lua pratear-me a lousa!



Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/a-segundageracao-romantismo.htm1- Acesso em 10 ago. 2023. 













O poema “Lembrança de Morrer”, do livro Lira dos 20 anos, de Álvares de Azevedo, pertence ao romantismo da segunda geração porque
Alternativas
Q3581405 Literatura
No tocante ao Romance de 30, analise as assertivas a seguir:

I. Entre os princípios básicos do romance adotados por alguns escritores na década de 1930, encontram-se a verossimilhança, a tipificação social e a linearidade narrativa.
II. A obra “O quinze”, de Rachel de Queiroz, articula-se a partir de dois planos. O primeiro é o plano social, no qual são apresentados os efeitos da seca sobre os sertanejos. O segundo é o individual, no qual o leitor conhece as experiências de Conceição.
III. Entre os primeiros romances desse período, encontram-se “A bagaceira”, de José Américo de Almeida, publicado em 1928, e “Menino de engenho”, de Jorge Amado, publicado em 1930.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3581404 Literatura
À luz do que preconiza Gonzaga, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os gêneros romance e conto às suas características.

Coluna 1

1. Romance.
2. Conto.

Coluna 2

( ) Tem uma duração temporal mínima, já que normalmente se concentra em alguns instantes decisivos.
( ) Geralmente apresenta inúmeros eventos, bem como muitos personagens.
( ) Na maior parte das vezes, tem uma multiplicidade de ações e personagens e sua ênfase é nos personagens.
( ) Enfatiza os acontecimentos. Logo, normalmente não há uma análise exaustiva dos personagens.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3581403 Literatura
No tocante aos conceitos básicos sobre períodos literários de acordo com Gonzaga, analise as assertivas a seguir:

I. Os períodos literários também são conhecidos como escolas, correntes ou movimentos.
II. Os períodos literários pressupõem um momento histórico delimitado, no qual vários escritores aderem a normas e princípios comuns.
III. Os períodos literários podem ser compreendidos como estilos de época, já que representam procedimentos artísticos individuais que se tornam repetitivos e constantes entre uma geração.

Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q3574239 Literatura
Com o tempo, houve a secularização do Teatro, que se tornou profano, desenvolvendo-se, então, o/a ____________________________________

(MAIA, João Domingues. Literatura, textos e técnicas. – Roteiro do Teatro. Editora Ática. Cap. 18.)

Marque a alternativa com a palavra que completa corretamente o enunciado.
Alternativas
Q3560884 Literatura
“Ele só aprendeu a ler e a escrever como tomou contato com uma realidade social que mais tarde povoaria sua ficção. Pouca gente sabe, mas formou-se em medicina e entrou para a carreira diplomática nos anos 30. O sucesso literário veio com a publicação do romance Grande Sertão: Veredas (1956), um dos maiores livros brasileiros de todos os tempos.

O Escritor Brasileiro que o texto faz referência é:
Alternativas
Q3559062 Literatura
Conhecer as concepções sobre a relação entre as categorias da literatura e a formação docente é importante para que o professor consiga discernir o melhor recurso pedagógico a ser trabalhado. Dentro dessa lógica, Bordini e Aguiar (1988) apresentam uma reflexão que traz à tona algumas constatações, sendo incorreto afirmar: 
Alternativas
Q3559061 Literatura
A compreensão acerca das variáveis relacionadas com a literatura é trabalhada na obra de Lajolo: O que é literatura? Dentro das perspectivas apresentadas, ao longo dessa obra, depreende-se, exceto:
Alternativas
Q3556960 Literatura
Nasceu em Areia – PB, no dia 10 de janeiro de 1887. Destacou-se na Literatura Brasileira como autor de A Bagaceira (1928), obra-prima do romance regionalista moderno. Sua obra literária é composta de dezessete títulos, além de ensaios, crônicas, memórias e poesias.

A descrição é referente ao Escritor Paraibano: 
Alternativas
Q3556100 Literatura
Which of the following authors is associated with the American literary tradition and wrote works such as "The Old Man and the Sea" and "A Farewell to Arms"?
Alternativas
Q3554322 Literatura
Leia o texto para responder à questão.

CAPÍTULO PRIMEIRO / ÓBITO DO AUTOR

    Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.
    Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sextafeira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! Verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia — peneirava uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa ideia no discurso que proferiu à beira de minha cova: — “Vós, que o conhecestes, meus senhores, vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que têm honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à Natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.” 
    Bom e fiel amigo! Não, não me arrependo das vinte apólices que lhe deixei. E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet, sem as ânsias nem as dúvidas do moço príncipe, mas pausado e trôpego como quem se retira tarde do espetáculo. Tarde e aborrecido. Viram-me ir umas nove ou dez pessoas, entre elas três senhoras, minha irmã Sabina, casada com o Cotrim, a filha, — um lírio do vale, — e... Tenham paciência! daqui a pouco lhes direi quem era a terceira senhora. Contentem-se de saber que essa anônima, ainda que não parenta, padeceu mais do que as parentas. É verdade, padeceu mais. Não digo que se carpisse, não digo que se deixasse rolar pelo chão, convulsa. Nem o meu óbito era coisa altamente dramática... Um solteirão que expira aos sessenta e quatro anos, não parece que reúna em si todos os elementos de uma tragédia. E dado que sim, o que menos convinha a essa anônima era aparentá-lo. De pé, à cabeceira da cama, com os olhos estúpidos, a boca entreaberta, a triste senhora mal podia crer na minha extinção.
    — “Morto! morto!” dizia consigo.

(Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas)
Com base em Alfredo Bosi (2015), é correto afirmar que a narrativa de Memórias Póstumas de Brás Cubas traduz a literatura machadiana
Alternativas
Q3083032 Literatura
Um poema acentuadamente lírico

Apavorado acordo, em treva. O luar É como o espectro do meu sonho em mim E sem destino, e louco, sou o mar Patético, sonâmbulo e sem fim.
Desço da noite, envolto em sono; e os braços. Como ímãs, atraio o firmamento Enquanto os bruxos, velhos e devassos Assoviam de mim na voz do vento.
Sou o mar! sou o mar! meu corpo informe Sem dimensão e sem razão me leva Para o silêncio onde o Silêncio dorme
Enorme. E como o mar dentro da treva Num constante arremesso largo e aflito Eu me espedaço em vão contra o infinito.

(MORAES, Vinícius de. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1985. p. 191)


Analisando o poema de Vinícius de Moraes, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q3015627 Literatura
As obras Macunaíma, Pauliceia Desvairada e Remate de Males, pertencem a:
Alternativas
Respostas
1141: D
1142: B
1143: D
1144: B
1145: C
1146: C
1147: D
1148: D
1149: D
1150: A
1151: C
1152: C
1153: B
1154: C
1155: B
1156: B
1157: D
1158: C
1159: B
1160: D